Archive for the ‘Eurocopa 2013’ Category

Futebol Feminino – Alemanha segue no topo na Europa

Alemanha segue no topo na Europa

© AFP

No domingo, após a conquista do sexto troféu consecutivo da Eurocopa pela seleção feminina alemã, os torcedores puderam recordar 14 dias de jogos de pura emoção, com todos os tipos de surpresas e novos recordes. Mais de 200 mil espectadores acompanharam as 12 melhores equipes da Europa nos sete estádios do torneio disputado na Suécia, e o mesmo número de pessoas vibrou nas fan zones. Além das germânicas, que já somam oito títulos continentais, e da França, quarto lugar no Mundial e nas Olimpíadas, as anfitriãs também estiveram no centro das atenções.

Pia Sundhage assumiu o comando do selecionado feminino de seu país natal somente em dezembro de 2012, após uma carreira de sucesso à frente dos Estados Unidos. Assim, foram grandes as expectativas sobre a Suécia, que sonhava em conquistar o título continental dentro de casa. Após um fraco início na fase de grupos (empate com a Dinamarca), as suecas acabaram por evoluir a cada jogo até confirmar a classificação para as quartas de final com o primeiro lugar da chave. As donas da casa comemoraram a maior goleada do torneio, um 5 a 0 sobre a Finlândia. A Itália, outra adversária na chave, também não foi páreo para as nórdicas. Enquanto a Finlândia se despediu na primeira fase, as italianas seguiram para as quartas com o segundo lugar.

No Grupo B, a franca favorita Alemanha teve um começo difícil, sem conseguir convencer os críticos. A partida de estreia das germânicas acabou em um empate sem gols com a Holanda. Após uma goleada sem grandes dificuldades sobre a Islândia, que ocupa uma posição claramente desfavorável no Ranking Mundial Feminino da FIFA, veio a primeira derrota do selecionado alemão em um Campeonato Europeu, após 28 partidas invictas – justamente contra a Noruega, seleção que acabaria sendo sua adversária na decisão do torneio. A era de glória da Alemanha parecia estar chegando ao fim e muitos já não consideravam favorita a jovem seleção formada por Silvia Neid, que não pôde contar com seis titulares.

Dinamarca, algoz das favoritas
Já no Grupo C, as coisas foram um pouco diferentes. Cheia de ambições, a França chegou à Suécia e não fez feio. Com vitórias seguras diante de Rússia, Espanha e Inglaterra, as francesas somaram nove pontos e confirmaram a primeira colocação na chave. Já a Inglaterra se manteve bem abaixo das próprias expectativas, sem conseguir a classificação para a etapa seguinte. Com apenas um ponto conquistado, as britânicas tiveram de voltar mais cedo para casa. A Espanha ficou com o segundo lugar do grupo e, na luta pela última vaga nas quartas de final, a Dinamarca levou a melhor sobre aRússia no sorteio de desempate.

Na fase de mata-mata, ficou claro o equilíbrio entre as seleções femininas. Goleadas viraram um artigo raro na categoria. A maior surpresa foi a Dinamarca, que soube se valer da classificação de última hora e eliminou as favoritas francesas na disputa de pênaltis. “Não existe mais jogo fácil”, analisou a atacante dinamarquesa Johanna Rasmussen em entrevista exclusiva antes mesmo de o torneio começar. “Se conseguirmos nos classificar em nosso grupo, teremos boas chances de ir adiante na competição.” Contudo, na semifinal contra a Noruega, que desclassificou a Espanha nas quartas, a sorte não ficou do lado das dinamarquesas durante a disputa de pênaltis.

A garantia de Angerer
A segunda semifinal não poderia ter sido mais dramática e emocionante. Após uma vitória fácil por 4 a 0 sobre a Islândia, a anfitriã Suécia foi como grande favorita para o confronto contra a Alemanha, que por sua vez havia conseguido se classificar com uma vitória suada diante da Itália. No lotado Estádio Gamla Ullevi, em Gotemburgo, as duas equipes fizeram um duelo eletrizante, decidido com o gol solitário de Dzsenifer Marozsán, o qual acabou por jogar por terra o sonho sueco.

A decisão do Campeonato Europeu Feminino 2013 entre Noruega e Alemanha significava a possibilidade de uma revanche para as germânicas, que queriam compensar o revés na fase de grupos e interromper a sequência de três derrotas em confrontos contra a Noruega. Nadine Angerer e Anja Mittag acabaram por impedir outro triunfo norueguês. Angerer se transformou em um pesadelo para a Noruega ao defender nada menos que dois pênaltis. Mittag, por sua vez, veio, viu e venceu ao entrar no intervalo e marcar o gol da vitória alemã logo no primeiro toque. Para o conjunto, foi um conto de fadas que se tornou realidade. Agora, as expectativas para as eliminatórias europeias para a Copa do Mundo Feminina da FIFA Canadá 2015, que começam em setembro, são ainda maiores.

Fonte: http://pt.fifa.com

São Paulo – Brasil –  23:48

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JGalvão

Futebol Feminino – Rainhas do confete

Rainhas do confete

© Getty Images

Atletas triunfantes jogando confete uns nos outros é um costume de longa data, assim como ver as mulheres da Alemanha conquistando o título continental.

Essas duas tradições seguiram de mãos dadas neste domingo, quando a seleção treinada por Silvia Neid derrotou a Noruega em uma emocionante final da Eurocopa Feminina.

Apesar de o gol de Anja Mittag, o único da partida, ter dado o hexacampeonato à Alemanha, ele teve um sabor mais doce do que nunca – como mostra a imagem acima, de Simone Laudehr, Celia Okoyino da Mbabi, Bianca Schmidt e Luisa Wensing.

Fonte: http://pt.fifa.com

São Paulo – Brasil –  19:25

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JGalvão

Futebol Feminino – Alemanha vence Noruega e sagra-se hexacampeã

A Alemanha conquistou o seu sexto título consecutivo numa final em que Mittag fez o único gol e Angerer defendeu duas grandes penalidades.

A Alemanha sagrou-se hexacampeã europeia após derrotar na final da Friends Arena, em Solna, a Noruega por 1-0, com um gol marcado no início da etapa por Anja Mittag. As adversárias dispuseram de duas grandes penalidades mas Nadine Angerer defendeu ambas, ajudando a consumar a quarta vitória em finais sobre a seleção nórdica.

Depois de há 11 dias ter perdido, em Kalmar, com a Noruega, por 1-0, a Alemanha não arriscou e começou ao ataque, acertando na trave por Nadine Kessler ainda no primeiro minuto. Pressionando muito alto, as alemãs controlavam as saídas e repetiam os remates à baliza de Ingrid Hjelmseth, num ciclo de superioridade que apenas não encontrou par na capacidade finalizadora, tantos foram os remates efetuados pelas jogadoras de Silvia Neid.

A Noruega mostrou-se pela primeira vez no ataque por Maren Mjelde (14’), num remate que saiu à figura de Nadine Angerer. Sete minutos passados, a Nº 1 alemã voltou a estar em foco ao defender a grande penalidade cobrada por Trine Rønning, por ter derrubado Célia Okoyino da Mbabi sobre Cathrine Dekkerhus.

Com a seleção alemã a continuar no ataque, foi de novo a Noruega quem criou mais perigo (33’), com Ingvild Stensland a ser bloqueada por Leonie Maier na pequena área, quando se preparava para bater Angerer. Já nos descontos, a irrequieta Dzsenifer Marozsán obrigou Hlelmseth a nova defesa apertada.

Entrando em campo após o intervalo, Anja Mittag (49’) concluiu com êxito um contra-ataque em que recebeu de da Mbabi para, na cara de Hjelmseth, marcar. No minuto 57, da Mbabi cabeceou e Stensland desviou para a barra.  Angerer entrou para a história da final ao defender outro pênalti, agora apontado por Solveig Gulbrandsen a castigar falta de Saskia Bartusiak sobre Caroline Hansen. Três minutos depois, Mjelde galgou terreno e serviu Ada Hegerberg para o gol, mas o lance foi anulado.

Em uma ilusão de ótica num remate de Marozsán que fez a bola passar junto ao poste e pareceu gol (69’). Elise Thorsnes, na resposta, desviou a bola de Angerer mas esta saiu  junto ao poste e Kessler repetiu a pontaria do primeiro minuto voltando a acertar a trave.

Fonte: http://pt.uefa.com

São Paulo – Brasil – 18:05

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JGalvão

Futebol Feminino – Noruega quer acabar com a soberania alemã

Noruega quer acabar com a soberania alemã

© AFP

Neste domingo, será disputada a final da Eurocopa Feminina Suécia 2013 entre Alemanha e Noruega, duas potências do futebol feminino mundial que proporcionarão aos torcedores um verdadeiro clássico. As duas seleções se enfrentarão na decisão do torneio continental pela quarta vez. Nas três ocasiões anteriores (1989, 1991 e 2005), as alemãs ficaram com o título.

No entanto, na fase de grupos da edição deste ano a Noruega levou a melhor, impondo a primeira derrota da seleção alemã na Euro após 28 partidas. Com esse retrospecto, a decisão certamente nos reserva muita emoção, drama e um futebol do mais alto nível, já que as equipes têm contas a acertar.

O jogo
Alemanha x Noruega, Solna, domingo, 28 de julho, 16h (horário local)

Em cena
Definitivamente, Alemanha e Noruega são duas velhas conhecidas. As duas equipes já se enfrentaram 35 vezes, incluindo confrontos pela Copa do Mundo Feminina da FIFA, pela Eurocopa e pelo Torneio Olímpico de Futebol Feminino. O saldo é mais favorável para o selecionado alemão, comandado porSilvia Neid, que venceu 17 jogos, empatou cinco e perdeu 13.

Depois de uma preparação para a Euro muito longe do ideal, a Noruega não viajou para a Suécia 2013 cotada como uma das favoritas. A equipe do técnico Even Pellerud havia sofrido quatro derrotas consecutivas em suas partidas anteriores, contra Suíça (3 a 1), Suécia (2 a 1), França (1 a 0) e Rússia (3 a 2). O início na Eurocopa Feminina também não foi dos melhores. As norueguesas apenas empataram contra a Islândia na estreia e em seguida finalmente conseguiram uma vitória por pouco contra a Holanda. Mas a grande atuação do selecionado escandinavo aconteceu no terceiro jogo da fase de grupos, com a vitória sobre a Alemanha. O resultado pareceu ter dado confiança à campeã mundial de 1995, que não deu chance à Espanha nas quartas de final. Nas semifinais contra a Dinamarca, a decisão para ver quem passaria à final aconteceu nas cobranças de pênaltis.

Do outro lado, a Alemanha estreou cercada de grandes expectativas, até pelo fato de ser a atual campeã do torneio. E inicialmente a equipe de Neid não conseguiu corresponder a essas expectativas, ficando apenas na segunda colocação do grupo após um empate, uma vitória e uma derrota. Assim como a Noruega, o desempenho das alemãs melhorou nas quartas de final, apesar da vitória magra contra a Itália. O selecionado germânico chegou menos cotado do que a Suécia para a semifinal, mas justamente contra as anfitriãs mostrou tudo o que sabe. Muita combatividade, vontade de vencer e o faro de gols de Dzsenifer Marozsán foram os ingredientes da vitória. Depois disso, as alemãs viajaram para Solna com muita confiança para a revanche contra as norueguesas.

O número
64 
– Heptacampeã europeia, a Alemanha aplicou uma chuva de gols nas adversárias nas eliminatórias para a Eurocopa Feminina. Em dez partidas, marcou um total de 63 vezes, 17 a mais do que a Espanha. Apenas a atacante Celia Okoyino da Mbabi fez 17, sagrando-se a artilheira do torneio classificatório.

Fique de olho
Solveig Gulbrandsen
Quando anunciou sua aposentadoria em 2010 após uma boa temporada, a norueguesa já tinha feito uma grande carreira. Mas sua história no futebol ainda teria uma continuação. Três anos depois da primeira despedida dos gramados, a jogadora, que tem dois filhos, voltou à ativa e está na final da Suécia 2013. Além disso, Gulbrandsen já marcou dois gols no torneio, desempenhando um papel fundamental para o sucesso da Noruega. No final das contas, sua grande experiência poderá ser um fator decisivo.

O que eles disseram
“Nosso objetivo eram as semifinais. E até para isso era preciso usar muito a imaginação. Mas agora estamos na final, agora é para valer. Para mim, isso é algo até maior do que o título da Copa do Mundo de 1995.”
Even Pellerud, técnico da Noruega

“Precisamos entrar com concentração total. Apenas jogando bonito e mexendo o traseiro não vamos ganhar. Precisamos de coragem e raça, e temos que nos divertir jogando.”
Nadine Angerer, goleira e capitã da Alemanha

Fonte: http://pt.fifa.com

São Paulo – Brasil –  01:08

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JGalvão

Futebol Feminino – Alemanha elimina Suécia e disputa a sua sexta final consecutiva

Dzsenifer Marozsán marcou o golo que dá a sexta final europeia consecutiva às alemãs frente a uma selecção sueca que não materializou o domínio na segunda parte.

A Alemanha segurou novamente um lugar na final apesar de uma vitória tão apertada quanto sofrida diante da anfitriã Suécia. Numa final antecipada do UEFA Women’s EURO 2013, o gol de Dzsenifer Marozsán fez a diferença para as alemãs, que esperam agora pela outra semifinal para saber quem vão defrontar domingo, em Solna.

A Alemanha fez jus ao estatuto de melhor seleção na Europa protagonizando uma primeira parte de grande categoria e em que o gol marcado pecou por defeito, tantas foram as ocasiões criadas, com o “tiro ao alvo” a iniciar-se aos 10 minutos, quando Dzsenifer Marozsán cabeceou ao lado da baliza e terminou no minuto 41 numa grande defesa de Kristin Hammarström a uma cabeçada de Jennifer Cramer.

Pelo meio, as suecas viram-se superiorizadas em todos os momentos da partida e apenas em duas ocasiões alvejaram, para fora, a baliza de Nadine Angerer: Lotta Schelin (16’) e Josefine Öqvist (22’). No resto do tempo, a disponibilidade física de Anja Mittag e de Lena Lotzen acentuaram a superioridade alemã e empurraram as suecas para longe da sua área.

Depois de Simone Laudehr (33’) ter falhado o alvo, isolada, surgiu Marozsán, assistida por Mittag, a desviar de Hammarström para fazer o gol inaugural. Pouco depois, num lance em que a raça das alemãs ficou bem evidente, MIttag (36’) ganhou à possante Nilla Fischer e só não foi perfeita porque o chapéu à  goleira falhou o alvo.

A Suécia acordou após o intervalo e, aumentando a velocidade, começou a incomodar Angerer procurando as germânicas explorar os espaços que iam surgindo na zona intermediária para lançar contra-ataques. Num desses lances, Mittag surgiu na cara da goleira sueca a atirar com defesa para o canto.

Depois de a Suécia ter lamentado um gol invalidado a Lotta Schelin por falta sobre Annike Krahn, Öqvist (69’) atirou a trave um lance em que a defesa alemã hesitou no que havia de fazer. Na recarga, Kosovare Asllani permitiu a defesa a Angerer. Três minutos depois, nem Schelin nem Asllani conseguiram rematar na pequena área.

Nos minutos finais acentuou-se a pressão e ansiedade das suecas e Caroline Seger (85’) pagou isso mesmo pois, com o empate nos pés, desperdiçou-o, atirando para fora.

Melhor em campo: Saskia Bartusiak (Alemanha)

Fonte: http://pt.uefa.com

São Paulo – Brasil – 23:00

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JGalvão

Futebol Feminino – Alemã Mittag sem medo da Suécia

“Vai ser bom jogar num estádio com toda a gente a torcer contra nós”, salientou a atacante alemã Anja Mittag na antevisão do embate de quarta-feira frente à anfitriã Suécia, nas meias-finais.

Alemã Mittag sem medo da Suécia

Anja Mittag mostrou-se tranquila na conferência de imprensa de antevisão do encontro com a Suécia, em Gotemburgo©Sportsfile
Para uma nação que é sinônimo de glória em Campeonatos da Europa Femininos, a Alemanha tem se deparado, desta feita, com dificuldades pouco habituais na sua caminhada rumo a um embate nas semifinais com a anfitriã Suécia, na quarta-feira, em Gotemburgo.Não entrar para um encontro com o favoritismo totalmente do seu lado é algo que, ainda assim, não assusta a seleção germânica, cinco vezes campeã europeia. Quem o garante é Anja Mittag: “O alívio foi grande entre a nossa equipe após o jogo com a Itália e, agora, não temos nada a perder diante da Suécia. A pressão não está do nosso lado, como estava há dois anos. Estamos habituadas a vencer e, mesmo não estando a jogar particularmente bem, já estamos nas semifinais”.

“Estou ansiosa pelo embate com a Suécia”, acrescentou Mittag, que em 2011 deixou o 1. FFC Turbine Potsdam para rumar ao FC Malmö, atual campeão sueco de futebol feminino. “Preferia encontrá-la na final, mas o destino quis que fosse já nas semifinais. Não vamos pensar se somos ou não favoritas. Queremos, simplesmente, desfrutar do jogo e atingir o nosso objetivo de estar na final”.

O fato de pela frente estar a seleção da casa também é algo que não assusta Mittag, que prefere destacar a excelente atmosfera sob a qual o encontro irá ser disputado. “O povo sueco é um povo muito afável, pelo que não espero muitos assobios; vão, claro, apoiar a sua seleção e cantar o seu hino. Mas será um ambiente bom para todas as jogadoras. É bom jogar num estádio em que toda a gente está a torcer contra nós”, salientou.

Mais do que com a paixão dos torcedores da casa, a Alemanha terá de se preocupar com a qualidade da seleção da Suécia, que brilhou nas quartas-de-final, onde bateu categoricamente a Islândia por 4-0. Mittag destaca, em particular, Lotta Schelin, melhor marcadora da prova até ao momento: “Lotta é uma atacante de classe mundial, muito forte a jogar na grande área adversária. Vamos precisar estar particularmente atentas a ela”, explicou Mittag.

Fonte: http://pt.uefa.com

São Paulo – Brasil – 22:43

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JGalvão

Futebol Feminino – Alemanha vence a Itália por 1 a 0 e está nas semis

Alemanha nas “meias” com golo solitário

A festa das jogadoras alemãs – ©AFP/Getty Images
 
Um gol solitário de Simone Laudehr qualificou a Alemanha para a semi final, onde vai encontrar a Suécia, afastando uma Itália lutadora, mas ineficaz no ataque.

Foi o gol de Laudehr a única diferença entre as duas equipes na primeira parte, de tal forma se revelou equilibrado o jogo, com as alemãs a dominar até se terem colocado em vantagem, respondendo ao mesmo nível as italianas, que mereciam ter saído para o intervalo com o empate.

Com Anja Mittag e Laudehr, ambas de cabeça, a criarem as primeiras situações de perigo, aos seis e sete minutos, respectivamente, foi após um escanteio a que Célia Okoyino da Mbabi correspondeu com um remate da marca do pênalti para uma zona muito povoada que surgiu o gol (26′), com o desvio vitorioso a pertencer a Laudehr.

Após Alessia Tuttino ter recebido um cartão amarelo e a ser a primeira a saber que não jogará na  semi final, Patrizia Panico, de calcanhar, após um pontapé de canto, fez a bola chegar até à baliza alemã, onde o alívio de Leonie Maier evitou o empate.

Aos 36 minutos foi a vez de Elisa Camporese gelar as alemãs, numa cabeçada que ainda roçou o travessão após cruzamento da direita de Melania Gabbiadini.

Depois de a Itália ter dominado nos primeiros minutos após o intervalo, a Alemanha soltou-se e voltou a ter mais disponibilidade de ataque, com Laudehr a voltar a ser a mais perigosa, sendo parada por Chiara Marchitelli na primeira e desarmada por Cecilia Salvai na segunda. Pouco depois foi Lena Lotzen a alvejar, sem sucesso, a baliza italiana, respondendo Gabbiadini, na área contrária, com um remate desenquadrado.

Dzsenifer Marozsán pôs à prova Marchitelli num remate forte num lance que confirmou estar o jogo mais aberto do que nunca. Sem conseguir restabelecer a igualdade, o desgaste começou a afetar as italianas, foi aí que a Alemanha aproveitou para jogar mais tempo no meio-campo ofensivo.

Laudehr esteve de novo em evidência aos 85 minutos, atirando a trave após um pontapé de canto. Três minutos depois, num passe livre e direto, Marozsán acertou na barra e Nadine Kessler mandou por cima d travessão.

 

Fonte: http://pt.uefa.com

São Paulo – Brasil – 21:16

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