Klose poderá se tornar técnico e trabalhar na Federação Alemã de Futebol

O “manager” da seleção alemã de futebol, Oliver Bierhoff, planeja levar Miroslav Klose para a DFB (Federação Alemã de Futebol): “Acredito que possamos ter uma proposta atraente para Miro. Temos que pensar sempre como integrar ex-jogadores da seleção no nosso trabalho e oferecer-lhes uma plataforma para continuarem ativos no futebol”, declarou Bierhoff ao jornal Bild. 

Após a conquista da Copa do Mundo no Brasil, Klose (36 anos) encerrou sua carreira na “Nationalmannschaft”. O seu contrato com a Lazio Roma se encerra em 2016. O atacante tem declarado reiteradas vezes que pensa em se tornar técnico de futebol: “Ser técnico da Federação é uma possibilidade. Vou conversar com o diretor de esportes, Hansi Flick. Há muitas seleções “Sub” para serem dirigidas e esta é uma tarefa que pode ser interessante para mim”, disse Klose ao site kicker.

Fonte: http://www.bundesliga.com.br/

Por: Gerd Wenzel

São Paulo – Brasil –23:04

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Josy Galvão

Roberto Firmino deve deixar Hoffenheim no final da temporada

(Getty Images)

Autor do gol da vitória da seleção brasileira no seu último amistoso, contra o Chile, Roberto Firmino está em alta na Europa. De acordo com a publicação do jornal alemão Bild, o atacante está bem próximo de deixar o Hoffenheim no final da temporada. Seu destino seria o Manchester United.

Sem o poder econômico dos grandes clubes alemães, o Hoffenheim estaria disposto a negociar seu principal atleta para fazer caixa. Segundo a publicação, uma proposta de 30 milhões de euros (aproximadamente R$102 milhões) é o que o clube espera para liberar Firmino.

Para reforçar a especulação, Peter Braund, olheiro do Manchester United foi visto na Rhein-Neckar-Arena, para observar o brasileiro de 23 anos na partida em que o Hoffenheim venceu o Hamburgo por 3 a 0.

Roberto Firmino iniciou sua carreira no Figueirense em 2009, jogando a Série B. Em 2011 foi contratado pelo Hoffenheim e demorou até conseguir seu espaço. Porém, na última temporada, se tornou o artilheiro do time, marcou 16 gols no Campeonato Alemão e foi o principal responsável pela boa campanha do time que leva o nome da pequena cidade do sudoeste alemão.

Fonte: http://esporteinterativo.com.br/

São Paulo – Brasil – 23:00

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Josy Galvão

Hummels desmente suposto acerto prévio com Manchester United

O zagueiro Mats Hummels, da seleção alemã e do Borussia Dortmund, desmentiu categoricamente que tenha havido qualquer acerto prévio com o Manchester United e declarou que tudo o que tem sido escrito e falado sobre sua eventual intenção de jogar pelos “Red Devils” não corresponde à verdade: “Para ser bem claro: tudo o que está se dizendo e escrevendo a respeito é pura invencionice e olha que esta minha formulação é elegante.”

Alguns órgãos de comunicação haviam informado que Mats Hummels, já em 2012, teria dito ao ex-técnico Alex Ferguson do Manchester United que, se um dia fosse jogar no exterior, então seria apenas num clube – no Manchester.

O próprio zagueiro, entretanto, havia causado dúvidas sobre sua permanência em Dortmund, aventando a possibilidade de se transferir para o exterior depois da atual temporada: “Quero dizer que penso sobre o meu futuro e estes pensamentos incluem a possibilidade de um dia jogar no exterior, algo que poderia ser bom para o meu desenvolvimento profissional e pessoal.  Em outros momentos, porém, me pergunto se realmente preciso disto”, afirmou Hummels à revista kicker.

Fonte: http://www.bundesliga.com.br/

Por: Gerd Wenzel

São Paulo – Brasil –22:55

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Josy Galvão

Hamburgo oferece salário irrecusável para Thomas Tuchel

Thomas Tuchel com um megafone no meio da torcida do Mainz em 2010

Se o Campeonato Alemão terminasse hoje, o Hamburgo brigaria contra o terceiro colocado da segunda divisão para continuar na elite. Uma queda seria inédita em sua história, algo que quase aconteceu nas últimas temporadas.

Independentemente se permanecer ou não na Bundesliga, o Hamburgo já tem em mente quem será o seu treinador: a sensação Thomas Tuchel, que passou cinco temporadas no Mainz, se tornou ídolo do clube (inclusive inflamando a torcida ao subir no alambrado com um megafone) e é visto como futuro técnico da seleção alemã.

Para isso, o Hamburgo – com a ajuda de três investidores – pretende oferecer a Tuchel um contrato válido por quatro anos, recebendo 3,4 milhões de dólares (R$ 11 milhões) por temporada, além de 25 milhões de dólares (R$ 76 milhões) para contratações, segundo publicam os jornais Bild e Handelsblatt.

Joe Zinnbauer foi demitido há dez dias, e o diretor esportivo Peter Knaebel assumiu como treinador do Hamburgo até o final desta temporada, o quarto comandante nos últimos meses.

O presidente do clube, Karl Gernandt, não descartou contratar Thomas Tuchel. “Ele custa muito dinheiro, mas se ele é ou não é caro você tem que provar para si mesmo. Se ele valer a pena, então não é caro”, filosofou o dirigente.

Além dos 25 milhões de dólares para contratar, o novo técnico teria uma boa liberação na folha salarial do elenco (10 milhões de dólares), pois Rafael van der Vaart, Marcell Jansen, Gojko Kacar e Ivo Ilicevic devem deixar o Hamburgo.

 

Fonte: http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 22:51

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Josy Galvão

Bibiana Steinhaus vai apitar na Copa do Mundo de Futebol Feminino

A juíza da Federação Alemã de Futebol Bibiana Steinhaus foi designada pela FIFA para atuar na Copa do Mundo de Futebol Feminino a realizar-se no Canadá de 6 de junho a 5 de julho. A policial de 36 anos vai participar pela segunda vez de uma Copa do Mundo. Em 2011, na Alemanha, ela dirigiu inclusive a final entre Japão e Estados Unidos que a seleção nipônica venceu por 3 a 1, na cobrança de penalidades máximas.

Na Bundesliga, Bibiana Steinhaus dirige jogos da 2ª divisão, além de atuar como auxiliar na 1ª divisão. Foram designadas também duas “bandeirinhas” alemãs: Katrin Rafalski e Marina Wozniak. Ao todo, a FIFA nomeou 29 juízas e 44 assistentes para a Copa do Mundo de Futebol Feminino no Canadá que, pela primeira vez, contará com a participação de 24 países.

Fonte: http://www.bundesliga.com.br/

Por: Gerd Wenzel

São Paulo – Brasil –22:45

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Josy Galvão

Torsten Frings recebe licença de treinador da Federação Alemã de Futebol

O ex-jogador da Seleção Alemã e do Werder Bremen, Torsten Frings (38), recebeu hoje em uma cerimônia realizada em Bonn, na Alemanha, a sua licença de treinador de futebol. Frings foi um dos 24 participantes que foram aprovados na turma 61 do curso de dez meses no Hennes Weisweiler Academy. Frank Wormuth, responsável pelo treinamento do grupo de formandos, atestou o “alto nível”  dos graduandos na entrega dos certificados. 

Considerado uma lenda no futebol alemão, Frings deixou os gramados como jogador profissional em fevereiro de 2013, quando atuava pelo Toronto FC do Canadá. Durante sua trajetória profissional, Frings jogou no Alemannia Aachen, Borussia Dortmund, Bayern de Munique e Werder Bremen. Em sua partida de despedida em setembro de 2013, Frings  que na época havia assumido no Werder Bremen,  o cargo de assistente técnico da equipe “U 23″, declarou que em dois anos pretendia tirar todas as licenças necessárias para se tornar um treinador de futebol bem sucedido. “Esse é o plano traçado para o meu novo trabalho e está me divertindo muito”, disse ele.

Torsten Frings deve funcionar agora como treinador

Hoje o ex-capitão e volante da equipe hanseática, é o assistente técnico do treinador  Viktor Skripnik, que conduz a equipe principal do Werder Bremen.

Foram dez meses de muita dedicação, sacrifício e superação, mas que serão recompensados com a bela carreira de sucesso que espera pelo treinador Torsten Frings. Para nós que fazemos o Batom e Futebol e que acompanhamos a carreira profissional de Frings, escrever este post hoje é motivo de muita alegria e satisfação. 

Herzlichen Glückwunsch, Torsten Frings, viel Erfolg für Ihre neue Karriere!

Abaixo acompanhe entrevista exclusiva, concedida por Torsten Frings ao site da DFB!

DFB

FRINGS: “DESTRUKTIVE KRITIK GIBT’S NICHT”

Torsten Frings hat 79-mal für die deutsche Nationalmannschaft gespielt. Nach seiner aktiven Karriere wurde er Co-Trainer beim Bundesligisten Werder Bremen. Nun hat er zusammen mit 23 anderen Kursteilnehmern am Fußball-Lehrer-Lehrgang in der Sportschule Hennef teilgenommen. Im DFB.de-Interview spricht der 38-Jährige mit Redakteur Steffen Lüdeke über den Lehrgang, Stressbewältigung, mentale Stärke und seine Ziele mit Werder.

DFB.de: Herr Frings, stimmen Sie zu, dass Sie als Fußballer ein Turnierspieler waren? Sie haben die großen Spiele genossen, und wenn es zählte, waren Sie da.

Torsten Frings: Ich bin kein großer Freund davon, meine Leistung selber zu beurteilen. Aber es ist jedenfalls so, dass ich mich nie versteckt habe. Ich habe immer gerne Verantwortung getragen und versucht, meinen Mannschaften zu helfen.

DFB.de: Auf dem Platz haben Sie Prüfungen eher gesucht als gemieden. Gilt das auch für den Schüler Torsten Frings? Waren Sie bei den Abschlussprüfungen des Fußball-Lehrer-Lehrgangs auch auf den Punkt da?

Frings: Das kann ich eigentlich noch nicht beantworten, die Ergebnisse haben wir ja noch nicht. Aber es ist schon so, dass ich ein gutes Gefühl habe. Ich würde sagen, dass ich auf den Punkt da war. Ja, ich war gut vorbereitet. Mal sehen, was am Ende dabei herauskommt.

DFB.de: Sie wollen bestehen, das ist klar. Wie wichtig ist Ihnen daneben die Note?

Frings: Ich war immer ein ehrgeiziger Mensch, mit Einschränkungen gilt das auch für die Prüfungen zum Fußball-Lehrer. Wichtiger war mir aber, im Kurs viel mitzunehmen, und das habe ich. Inwieweit sich dies dann auch in der Note spiegelt, ist für mich eigentlich eher nebensächlich. Mir geht es darum, gut auf meine weitere Laufbahn als Trainer vorbereitet zu sein. Das hat mit der Note nicht viel zu tun.

DFB.de: Wissen Sie noch, ab welchem Zeitpunkt in Ihrer Karriere Sie die Entscheidung getroffen haben, später den Weg als Trainer einzuschlagen?

Frings: Es gab dafür keinen speziellen Auslöser, keinen speziellen Moment oder ein Erlebnis. Für mich stand ziemlich früh fest, dass dieser Weg in Frage kommt. Der Entschluss ist im Grunde schon ziemlich früh in meiner Karriere gefallen, wobei ich damals nicht gedacht hätte, wie schnell sich nach meinem Karriereende alles entwickeln würde.

DFB.de: Seit dem neunten Spieltag stehen Sie als Co-Trainer der Bundesligamannschaft von Werder Bremen in der Verantwortung. Parallel dazu haben Sie den Lehrgang zum Fußball-Lehrer absolviert. Wie stressig waren die vergangenen Monate für Sie?

Frings: Es war schon heftig, hinzu kam ja noch meine Hospitanz bei der U 20-Nationalmannschaft. Es war keine leichte Aufgabe, alles unter einen Hut zu bekommen und dabei allen Aufgaben gerecht zu werden. Es hätte ja keinen Sinn gehabt, irgendetwas davon nur halbherzig zu machen. Gelungen ist es nur, weil ich unglaublich gute Unterstützung hatte. Von der Familie, vom Verein, vom DFB, auch von der Lehrgangsleitung und natürlich von meinen Kollegen. Dafür kann ich nur ein großes Dankeschön sagen. Es war eine harte Zeit, eine sehr intensive Zeit, eine Zeit aber auch, die ich auf keinen Fall missen möchte. Aber klar ist auch: Es ist nicht schlimm, dass ich diese Zeit nun – hoffentlich erfolgreich – hinter mich gebracht habe.

DFB.de: Aus dem Trainerstab von Werder Bremen sind Sie nicht der einzige angehende Fußball-Lehrer. Auch Florian Kohfeldt war beim Lehrgang dabei. Von Sonntag bis Donnerstag haben Sie nicht in Bremen bei der Mannschaft sein können. Auf die Ergebnisse des Teams hat dies offenkundig keine negativen Auswirkungen: Sie haben Werder unter Chefcoach Viktor Skripnik auf Platz 18 übernommen, mittlerweile kann das Team den Blick Richtung Europa richten. Wird der Einfluss von Trainern überschätzt?

Frings: Man kann das ja auch umdrehen und sagen, wie unglaublich viel wir im Kurs gelernt haben und sich dieses Wissen gleich positiv auf die Leistung der Mannschaft ausgewirkt hat. (lacht) Aber im Ernst: In Bremen haben wir einfach ein extrem gut funktionierendes und harmonierendes Team. Die Zusammenarbeit mit Viktor Skripnik und Christian Vander ist sehr respektvoll, produktiv und einfach gut. Uns ist es schnell gelungen, einen guten Draht zur Mannschaft aufzubauen, wir sind eine echte Einheit.

DFB.de: Sie haben mal gesagt, dass es Torsten Frings zweimal gibt. Privat sehr ruhig und zurückhaltend, auf dem Platz eher laut und forsch. Gibt es noch einen dritten? Wie ist der Trainer Torsten Frings am Rande des Platzes?

Frings: Der ähnelt schon sehr dem Spieler. Ich bin genauso ehrgeizig und erfolgsversessen. Laut kann ich auch werden, das können wir im Trainerteam alle. Wichtig dabei ist immer eine positive Ansprache, auch in der Kritik geht es uns immer darum, die Mannschaft zu pushen, sie zu motivieren. Destruktive Kritik gibt es bei uns nicht. Wir glauben an unsere Spieler, an ihre Qualitäten und Fähigkeiten. Unsere Aufgabe als Trainer ist es, diese herauszukitzeln und zu entwickeln. Das führt dazu, dass die Mannschaft wieder voller Selbstvertrauen Fußball spielt. Als wir gekommen sind, war dies nicht der Fall.

DFB.de: Fußball ist Kopfsache…

Frings: Ja. Zu großen Teilen jedenfalls. Ohne mentale Stärke kann man vor 70.000 Zuschauern in einem WM-Finale nicht bestehen.

DFB.de: Sie haben in Ihrer Karriere nicht selten vor 70.000 Zuschauern gespielt. Wie hat es Ihnen jetzt gefallen, neben 23 andere Kursteilnehmern auf der Schulbank zu sitzen?

Frings: Wir hatten einen überragenden Lehrgang. Dazu zähle ich alle Dozenten sowie Ausbildungsleiter Frank Wormuth und sein Team mit Brendan Birch und Björn Müller. Und unter uns Kursteilnehmern war es einfach nur fantastisch. Die gegenseitige Unterstützung, die Hilfe, die Kollegialität – das alles war für mich eine prägende Erfahrung. Wie gesagt: Die Zeit war für mich sehr hart und intensiv, aber ich bin jedes Mal gerne nach Hennef gefahren, weil ich mich immer darauf gefreut habe, alle wiederzusehen.

DFB.de: Glauben Sie, dass im Kurs Kontakte und Freundschaften entstanden sind, die Bestand haben werden?

Frings: Ja. Ich habe dort einige Freunde kennengelernt und viele Menschen, die ich sehr mag. Ich bin sicher, dass die Kontakte bestehen bleiben werden. Wahrscheinlich nicht zu allen 23, aber zu sehr vielen schon.

DFB.de: In Ihrer Karriere wurden Sie von Dixie Dörner, Wolfgang Sidka, Felix Magath, Thomas Schaaf, Matthias Sammer und Aron Winter trainiert. Sie haben oft betont, dass Sie besonders von Schaaf geprägt wurden. Nur, weil er mit Abstand am längsten ihr Trainer war? Oder noch aus anderen Gründen?

Frings: Thomas Schaaf war für mich mehr als ein Trainer. Er war ein Ansprechpartner, ein Vertrauter. Egal, was es war – an ihn konnte ich mich immer wenden. Zwischen uns hat sich eine private Ebene entwickelt, und beruflich war er immer ein Förderer. Thomas hat mir immer Vertrauen geschenkt, hat mich unterstützt und mir geholfen, meine Fähigkeiten voll zu entwickeln. An meiner Karriere hat er einen riesigen Anteil.

DFB.de: Wenn Sie neben Schaaf einen für Sie wichtigen Trainer nennen müssten, wer wäre das?

Frings: Gelernt habe ich von jedem Trainer etwas. Von Matthias Sammer beispielsweise, aber auf ganz andere Art. Oder von Felix Magath.

DFB.de: Was haben Sie von Magath gelernt?

Frings: Dass harte Arbeit durchaus zum Erfolg führen kann. (lacht) Wobei es eigentlich unfair ist, Magath nur auf seine harten Trainingsmethoden zu reduzieren.

DFB.de: Ihren letzten Trainer hatten Sie in Kanada, Aron Winter war Ihr Coach in Toronto. Wie sehr hat sich das Training dort von dem in Deutschland unterschieden?

Frings: Gar nicht, warum auch? Die Qualität der Spieler war dort anders als in Europa. Das heißt aber nicht, dass wir dort grundsätzlich eine andere Qualität des Trainings gehabt hätten. Die Übungen und Abläufe waren fast identisch zu denen in Europa.

DFB.de: In Kanada haben Sie die Ruhe genossen, auch das Leben als Nobody – Sie wurden auf der Straße nur selten erkannt. In Deutschland ist es damit vorbei, Sie stehen wieder mehr im Mittelpunkt, zumal in Ihrer Rolle als Trainer. Stört Sie das nicht?

Frings: Ich habe kein Problem damit, im Mittelpunkt zu stehen. Ich habe 15 Jahre in der Bundesliga gespielt, 79-mal für die Nationalmannschaft, mir ist das Rampenlicht nicht zu hell. Aber es stimmt: Ein Grund, nach Toronto zu gehen, bestand darin, dass ich mal weniger im Fokus stehen wollte. Ich hätte auch in Spanien oder England unterschreiben können, aber auch dort wäre das Interesse an mir groß gewesen. Ich wollte etwas anderes, wollte ein wenig Entschleunigung und auch als Person zur Ruhe kommen.

DFB.de: Und, ist Ihnen dies gelungen?

Frings: Ja, eindeutig. Für mich war es daneben wichtig, ein anderes Land und eine andere Kultur zu erleben. Für mich hat sich alles erfüllt, was ich mir mit dem Schritt nach Kanada erhofft hatte. Ich habe ein wenig Abstand bekommen und war dann bereit für die neuen Aufgaben, die mich in Deutschland erwarteten.

DFB.de: Aktuell sind Sie Co-Trainer bei Werder Bremen. Haben Sie für Ihre Laufbahn als Trainer langfristige Karriereziele?

Frings: Vor allem habe ich große kurzfristige Karriereziele. Mein erstes großes Ziel war es, Fußball-Lehrer zu werden. Meine nächsten großen Ziele habe ich in den kommenden Wochen mit Werder: Wir wollen den Abstieg verhindern. Dabei sind wir auf einem guten Weg. Und wenn der Klassenerhalt endgültig gesichert ist, werden wir gucken, was nach oben noch möglich ist.

Fonte: http://www.dfb.de/

São Paulo – Brasil – 23:49

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Por Josy Galvão

Na mira do Manchester United, Hummels deixa portas abertas para sair do Dortmund

hummels coletiva alemanha 220614

Alvo do Manchester United, o alemão Mats Hummels admite que está ponderando seu futuro no Borussia Dortmund, clube com o qual tem contrato até 2017, e se recusa a descartar uma transferência para um time de fora da Alemanha.

“Todos sabem o quanto gosto do Dortmund, mas também quero que a gente tenha uma equipe poderosa. Tive poucas conversar recentemente, que foram muito relevantes para eu ter uma visão geral. Mas ainda não tomei nenhuma decisão sobre meu futuro”, declarou o zagueiro à revista alemã Kicker.

Hummels, campeão mundial com a Alemanha na Copa do Mundo disputada no Brasil, tem sido cobiçado pelo técnico do Manchester United, Louis van Gaal, que está a procura de um líder defensivo para sua equipe. Outros gigantes do Campeonato Inglês já teriam dito que estão dispostos a oferecer 35 milhões de euros pelo jogador.

“Frequentemente penso que eu definitivamente quero ir para outro país, mas então há outros dias em que digo que não preciso disso. Acredito que essa mudança faria bem tanto ao lado pessoal quanto ao meu desenvolvimento no futebol. Não estou dizendo que com certeza vou (sair). Mas não sou fã daqueles que dizem que ficarão e nos bastidores já acertaram algo. Quando houver uma decisão, falarei sobre isso abertamente”, completou.

O Borussia Dortmund está em 10º na classificação do Campeonato Alemão com 33 pontos e não tem compromisso fácil na próxima rodada. O time de Hummels recebe o atual campeão e líder Bayern de Munique no próximo sábado, às 13h30 (horário de Brasília), pela 27ª rodada do torneio nacional.

Fonte: http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 23:45

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Josy Galvão

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 1.695 outros seguidores