Reus ressurge como esperança alemã

 Enfim, a Copa: após lesões e dramas, Reus ressurge como esperança alemã

Foto: Alexander Hassenstein/Getty Images

 

A Copa do Mundo chega com quatro anos de atraso para Marco Reus. O meia-atacante do Borussia Dortmund foi convocado por Joachim Löw em 2014, mas sofreu uma grave lesão no tornozelo esquerdo durante a fase de preparação. Cortado, viu os companheiros conquistarem o título no Brasil.

Dois anos se passaram, e o jogador passou por um novo drama. Em 2016, também ficou fora da Eurocopa por conta de uma lesão. Foi apenas mais um capítulo do ciclo difícil até o Mundial da Rússia. A relação interminável com problemas físicos colocou em dúvida a convocação dele para a Copa. Em maio de 2017, rompeu parcialmente o ligamento cruzado do joelho direito. Resultado: seis meses longe dos gramados.

A reta final para a Copa foi de incertezas. Como vinha jogando pouco, só foi chamado por Löw na lista final. A tão esperada estreia dele na competição ocorreu no domingo passado, contra o México, mas a derrota da atual campeã por 1 a 0 sequer permitiu que ele aproveitasse o momento. Reus entrou no decorrer da partida.

 

Marco Reus entrou no segundo tempo contra o México (Foto: REUTERS/Christian Hartmann)
Marco Reus entrou no segundo tempo contra o México (Foto: REUTERS/Christian Hartmann)
 
 

Pressionada, a Alemanha está em Sochi e se prepara para a segunda rodada. Sábado, o time enfrenta a Suécia, naquela que tem sido tratada como a primeira decisão para a equipe nessa Copa do Mundo. É preciso vencer para não correr o risco de ser eliminada na primeira fase.

Reus está cotado para ganhar um lugar no time titular. Parte da imprensa alemã trata como certa a entrada dele.

РFiquei lesionado durante muito tempo e agora estou reencontrando o meu ritmo de jogo. Todo mundo tem vontade de jogar e esse ̩ o meu objetivo tamb̩m. O t̩cnico sabe das minhas habilidades e espero poder me envolver e ajudar o time. Ṇo me importa a posi̤̣o, fica nas ṃos do t̩cnico Рdisse Reus.

O jogador diz quer tem acompanhado a onda de comentários e vive a expectativa de poder ganhar uma chance no time titular.

– Ouvi a repercussão (sobre a possível entrada no time), impossível não ouvir o que vem de fora. Tento fazer o meu melhor. Claro que espero ajudar a Alemanha a passar de fase. Temos duas chances de fazer isso. Löw vai fazer o melhor para ao time, esperamos sair vencedores.

 

 

Matéria originalmente publicada por:     https://globoesporte.globo.com

São Paulo – Brasil – 08:00

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Josy Galvão

 

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Seleção alemã busca sua “Bahia” na Rússia

Com astros questionados, Alemanha tenta contornar crise e retomar o rumo

Foto: Alexander Hassenstein/Getty Images

 

Em Sochi, alemães parecem enfim ter conseguido um pouco daquilo que tiveram no Brasil em 2014. Mas jogadores e comissão técnica sabem bem: não é apenas sol e praia o que vai resolver os problemas.

Joachim Löw

O técnico Löw durante o treino da seleção alemã em Sochi, onde enfrenterá a Suécia no próximo sábado

Joachim Löw não parecia um homem sob pressão quando fez um passeio matinal pelo calçadão de Sochi nesta quarta-feira (20/06), antes do primeiro treino da Alemanha na cidade. Foi só mais tarde, quando os irrigadores do campo de treinamento ameaçaram encharcá-lo de água, que o humor do técnico da seleção alemã pareceu se abalar.

Basta uma olhada em Sochi – casa da seleção brasileira na Copa de 2018 – para entender Löw. O sol brilha, e o mar está ali. É quase um mundo de distância para a base alemã no Mundial, a isolada Vatutinki, nos arredores de Moscou. E, de fato, mudança é do que o time precisa.

“Luz e calor são fatores importantes, então é bom estarmos aqui”, afirmou o diretor esportivo da seleção alemã, Oliver Bierhoff, na coletiva de imprensa diária.

A esperança é que Sochi seja para a Alemanha em 2018 o que foi o Campo Bahia, seu centro de treinamento na Copa no Brasil, para a equipe de 2014. Na verdade, precisa ser.

Thomas Müller e Oliver Bierhoff Apesar da pressão após derrota para o México, Thomas Müller e Oliver Bierhoff mantêm o bom humor

A cidade no sudoeste da Rússia foi a base dos alemães na vitória da Copa das Confederações no ano passado. Alguns desses vencedores seguem na equipe atual, e espera-se que uma mudança de cenário possa tirar uma resposta de um time que desesperadamente precisa de uma.

A Alemanha, contudo, não pode depender de um balneário litorâneo para salvar suas esperanças na Copa do Mundo. “Céu azul e praias não podem ter um papel importante. O que importa é o que fazemos em campo”, disse Bierhoff.

O que a seleção alemã fez em Moscou no último domingo foi surpreendentemente fraco. A derrota para o México teria envolvido a equipe em discussões acaloradas, embora o diretor esportivo tenha sido rápido em negar que haja qualquer divisão na equipe.

“Gostaria que as críticas fossem um pouco menos pessoais”, declarou Thomas Müller. O jogador do Bayern de Munique foi um dos muitos criticadas pelo fraco desempenho contra a seleção mexicana, com Mesut Özil sendo novamente o bode expiatório para a má atuação da equipe.

Olhando de fora, há muitos pontos de interrogação sobre a real qualidade e unidade dessa escalação. Com sete jogadores do Bayern no elenco, Müller foi rápido em contestar a sugestão de que haveria uma panelinha.

“Isso foi confirmado? Você tem uma fonte? Não? Então tá bom”, disse o atacante, meio brincando, meio sério, em resposta ao questionamento de um repórter. “Em 2012 nós não tínhamos uma ótima química, mas não é o caso agora.”

O que é verdade ou não, no entanto, é difícil dizer agora. A equipe está claramente trabalhando em cima de algumas dificuldades. Müller chegou a admitir, inclusive, que muitos tiveram um certo receio em relação à atual escalação.

“Talvez tenhamos pensado – um pouco imprudentemente – que nosso frescor e desempenho habituais estariam presentes quando o torneio começou. Isso foi um erro de julgamento”, afirmou o jogador de 28 anos.

As palavras de Müller, assim como as de Bierhoff, já dizem: a Alemanha não pode supor que um bom desempenho vai simplesmente surgir ou que uma mudança ensolarada de cenário por si só vai acionar a defesa da equipe na Copa do Mundo. Isso tem que vir deles – e tem que vir no sábado. Ou será tarde demais.

 

 

Matéria originalmente publicada por:     http://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 08:00

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Josy Galvão

Müller aceita críticas e diz que Alemanha merece crédito

Müller aceita críticas e diz que Alemanha merece crédito:

Foto: Alexander Hassenstein/Getty Images

 

Há que tirar coisas positivas mesmo do que de pior acontece, não é assim? Thomas Müller acha que sim e é por isso que defende que a derrota da Alemanha para o México, na estreia no Mundial, serviu para a equipe alemã perceber as debilidades que tem.

“A maneira de jogar dos mexicanos nos fez ver as nossas debilidades”, afirmou o atacante alemão, que deseja, agora, que a equipe consiga trabalhar essas fraquezas para dar a volta por cima e voltar ao Mundial com a garra de sempre.

“Nós analisamos exaustivamente o jogo contra o México e ficaram claros os nossos erros, que temos agora de resolver”, aponta o jogador.  O que eu posso dizer é que já nos criticaram o suficiente nos últimos dias e que o importante agora é olhar para frente. Nós temos que vencer, estamos pressionados, mas nada vai acontecer se ficarmos nos martirizando. Por favor, acreditem quando dizemos que o grupo está unido, assim como a comissão técnica, que está empenhada em alcançar nada menos que o sucesso. Não percam a confiança no nosso time. “Temos duas missões importantes para resolver vencer os dois jogos, contra a Coreia do Sul e a Suécia”, resume.

 

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 07:30

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Por Josy Galvão

 

Com PSG e United na briga, Bayern está disposto a liberar estrela por R$ 217 milhões

Com PSG e United na briga, Bayern está disposto a liberar estrela por Rs 217 milhões

Por meio do seu diretor-geral Karl-Heinz Rummenigge, o Bayern de Munique já deixou claro que pode negociar o zagueiro Jérôme Boateng. Nesta quarta-feira (20 de junho), a emissora Sky Sports revelou o valor que o gigante bávaro aceita negociá-lo: 50 milhões de euros (cerca de R$ 217 milhões).

José Mourinho, técnico do Manchester United, já teria deixado claro que gostaria de contar com o jogador da seleção alemã. Além dele, o Paris Saint-Germain também está na briga. O clube francês, no entanto, precisa vender alguns atletas antes de contratar no mercado por conta do Fair Play Financeiro da UEFA.

Aos 29 anos, o zagueiro está em sua sétima temporada no Bayern. Rummenigge, conversando com a imprensa alemã, deixou claro que a sua saída é possível. “’Se um time interessado nos contatar, e o Boateng expressar seu desejo por uma transferência, nós, então, iremos lidar com a situação. Entretanto, não será um preço baixo’”, disse o cartola.

 

Matéria originalmente publicada por:     https://www.foxsports.com.br

São Paulo – Brasil – 07:00

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Josy Galvão

FIFA multa México por cantos ‘discriminatórios’ de sua torcida

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O organismo disciplinar da FIFA multou nesta quarta-feira a Federação Mexicana de Futebol (FMF) em 8.600 euros por cantos “discriminatórios e insultantes” de sua torcida durante o primeiro tempo da partida contra a Alemanha, no dia 17 de junho, que os mexicanos venceram por 1 a 0.

Vários meios de comunicação informaram que os mexicanos proferiram insultos homofóbicos contra o goleiro alemão, Manuel Neuer, cada vez que tocava na bola.

O organismo organizador da Copa do Mundo da Rússia, que abriu uma investigação na segunda-feira passada, adotou a decisão baseado na “súmula da partida, em precedentes da FMF e em provas, que incluem vídeos do incidente…”, destaca o comunicado.

O organismo disciplinar da FIFA advertiu à FMF de que “pode enfrentar sanções adicionais caso se repitam este tipo de ofensas”.

A FIFA também aplicou uma multa de 8.600 euros à Federação Sérvia pela exibição de um “cartaz ofensivo e político” na partida contra a Costa Rica, que os sérvios venceram por 1 a 0.

 

 

Matéria originalmente publicada por:     https://istoe.com.br/

São Paulo – Brasil – 06:30

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Josy Galvão

Lewandowski – “já tentaram me enganar até com propostas de caridade falsas”

 Lewandowski: «Já tentaram enganar-me até com propostas de caridade falsas»

O polonês Robert Lewandowski é um dos homens do momento. Atacante do Bayern de Munique, melhor marcador do campeonato alemão e o jogador mais bem pago da Bundesliga, está na Rússia com a sua seleção e deu uma entrevista ao jornal britânico ‘The Guardian’ onde aborda temas além do futebol. É um dos 10 melhores futebolistas do mundo, é rico e bem casado com Anna. Tem uma filha, Klara, de 1 ano, que é a menina dos seus olhos…

Mas ser famoso tem os seus contratempos e Lewandowski acabou por se tornar uma pessoa muito desconfiada. Tem poucos amigos e aprendeu que por vezes nem tudo o que parece é.

“Já tentaram enganar-me, até com propostas de caridade falsas. O número de ofertas estranhas que me fazem é astronômico, por isso não confio nas pessoas. Ninguém se torna teu amigo num dia. Tenho muitas dúvidas e infelizmente quando me abordam o meu primeiro pensamento é, esta pessoa quer algo de mim”, contou o jogador, de 29 anos.

“Mesmo quando eu não era famoso, não era fácil chegar até mim. Tenho os meus velhos amigos e mantenho-os perto de mim. Sei em quem poso confiar, não mudo de amigos como quem muda de meias. Quando aparece alguém que penso que posso gostar, abro a porta, mas muito devagar. Tem de haver confiança antes de eu abrir o meu coração.”

A vida profissional e pessoal de Lewandowski se confundem porque são os seus melhores amigos, que conhece desde a infância, quem trabalha com ele. Tomasz Zawislak é o seu empresário, Kamil Gorzelnik o advogado e Marcin Kulczyk o segurança. 

E já houve muitas situações em que o atacante teve de recorrer a Marcin Kulczyk. “Eu e o Marcin sabemos mais ou menos quando vou precisar dele. Normalmente acontece em eventos oficiais onde a minha presença foi anunciada há muito tempo. Sabemos que haverá muitos atorcedores e fotógrafos me aguardando.”
 
Isto pode até parecer algo ‘esnobe’, mas Lewandowski garante que não é nada disso. “Não é que queira ficar longe das pessoas, trata-se apenas de ter a situação sob controle. Já houve casos em que me distraí por um segundo e acabei por ficar sob pressão, sem conseguir sair dali.”

Essas situações podem ser complicadas, porque há pessoas, torcedores de outros clubes, que chegam a ser muito agressivas. “Principalmente quando estão sob o efeito de álcool. São agressivos, mostram-me o dedo do meio, gritam, lembram-me jogos menos bons que fiz, dizem como devo jogar… Isto acontece em restaurantes, por exemplo. E quando as coisas ficam feias o Marcin reage.”

Embora seja reconhecido um pouco por toda a parte, Lewandowski usa um truque que por vezes resolve. Quando é abordado na rua diz que se chama Emil e que por coincidência é muito parecido com o jogador do Bayern de Munique… “Não recorro a essa estratégia com muita frequência, mas dá jeito quando estamos com amigos num lugar público. Num restaurante, por exemplo, eles tratam-me por Emil, não por Robert ou Lewy. Assim ninguém se vira na minha direção. E se alguém me reconhecer e perguntar se sou o Robert Lewandowski, simplesmente digo ‘desculpe, é um engano. Sou apenas muito parecido com ele, o meu nome é Emil'”. 

 

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 07:30

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Por Josy Galvão

Bayer Leverkusen anuncia saída de Leno para o Arsenal

OFICIAL: Bayer Leverkusen anuncia saída de Leno para o Arsenal

O Bayer Leverkusen anunciou a saída de Bernd Leno para o Arsenal. O goleiro de 26 anos representava o clube germânico há sete anos.

Leno, que não faz parte dos 23 eleitos de Löw para o Mundial de 2018, formou-se no Stuttgart, mas nunca teve oportunidade de jogar pela equipe principal. Um ano de empréstimo em Leverkusen foi suficiente para convencer os responsáveis do Bayer a contratá-lo em definitivo.

Pelo Bayer Leverkusen realizou 304 partidas em todas as competições.

 

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 06:50

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Por Josy Galvão