Salas pequenas e cheias de estilo – I

Em busca de inspiração para incrementar sua sala? Navegue nesta galeria que reúne alguns projetos maravilhosos!

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Inspirada na capa de uma edição de MINHA CASA, Eliane Felipeto criou esta sala para seu apê. Além dos paletes no painel da TV, o ambiente tem espaço para plantas e adesivos decorativos. A tinta alaranjada da parede é a acrílico semibrilho General, ref. P125, da Suvinil.

 

A escolha dos tons neutros reforça a claridade e, para quebrar o branco, as paredes se cobriram de Tecnocimento cinza. Bem preservado, o parquê do piso pediu apenas a troca do acabamento. Projeto da arquiteta Renata Lemos e da desenhista industrial Marcella Bacellar.

A moradora tem paixão por gatos e o bichano estampa o quadro de Clarys Zanardo Lottito, pendurado sobre o sofá, que tem almofadas trazidas de viagem. Entre a sala e a cozinha, um móvel abriga a bancada de refeições, a TV e o ar-condicionado. Projeto de Cristiane Dilly.

 

A estante é a grande estrela deste apê: uma das folhas desliza para frente, e a outra, para trás. Quando atingem a abertura máxima, ficam rentes às paredes, encaixadas sob módulos fixos no alto. Projeto dos arquitetos Rafael Castilho Devienne e Raphael Civille Rodrigues.

 

A sala de TV deste apartamento não passa despercebida graças aos pufes de pele de vaca, úteis como mesa de centro ou apoio para os pés, e à parede de tijolos. “Achei que combinou com os outros acabamentos naturais”, explica a arquiteta Marcia Meccia.

 

Uma parede azul, outra framboesa. Lustre laranja, sofá turquesa, banquinho amarelo, almofada pink… E não é que essa explosão de matizes conseguiu passar longe do caos, resultando em um efeito harmonioso e acolhedor? Projeto de Adriana Yazbek.

O tapete indiano demarca o território do estar: ao avançar sob os pés dianteiros das poltronas e do sofá, garante elegância à composição. A parede atrás do sofá reúne os quadros de modo harmonioso, porém livre de regras. Projeto da designer Patrícia Ribeiro.

Para os objetos que precisam ser guardados, como livros, revistas e enfeites, lance mão de peças com espaço extra, como este rack de TV com prateleira embaixo. Vale mesclar os móveis preferidos, mas sempre cuidando para manter o equilíbrio. Tinta acrílica Rosa Savana.

Peça-chave, a mesa de centro Chiclets é assinada pelo designer Felipe Reis. Tem rodízios e foi produzida sob medida. O porta guarda-chuva modelo Hidrante é um cinzeiro sem tampa! A manutenção simples do piso frio, de cerâmica, agiliza a limpeza da quitinete.

A sala do dia a dia tem TV grande, DVD e videogame e acolhe a todos de modo confortável. Os pufes de couro sintético e os banquinhos de madeira sobressaem no visual neutro do ambiente. Os móveis baixos reforçam a sensação de amplitude. Projeto da arquiteta Thereza Dantas.

A pequena largura do estar – 2,80 x 8,60 m – não inviabilizou um estofado confortável para assistir TV: os moradores escolheram um modelo de dois lugares com assento deslizante. Na falta de espaço para mesas laterais e de centro, um pufe serve de apoio para bandejas e livros.

Resultado de imagem para O visual desta sala de estar não fica pesado graças à base neutra: paredes brancas e estofados pretos. Baú, almofadas e pufes foram cobertos com tecidos de padronagens variadas. Seguir a mesma cartela cromática foi o segredo para acertar na combinação de estampas.

O visual desta sala de estar não fica pesado graças à base neutra: paredes brancas e estofados pretos. Baú, almofadas e pufes foram cobertos com tecidos de padronagens variadas. Seguir a mesma cartela cromática foi o segredo para acertar na combinação de estampas.

“E se usássemos um pufe como mesa de centro?”, perguntou o designer Marcelo Rosenbaum. Ideia aprovada, surgiu um móvel exclusivo revestido com a bandeira da Inglaterra. Na capa do pufe, no sofá e em paredes, o cinza traz neutralidade.

Para criar um ambiente provençal, Marcia de Martinho usou tinta azul nas paredes (Metalatex Requinte Superlavável, cor Slick Blue da Sherwin-Willians) e móveis brancos. Duas poltronas Luís XV foram restauradas e o abajur recebeu tecido floral na sua cúpula.

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O rack laqueado de amarelo tem portas deslizantes e um compartimento ripado para o subwoofer do home theater. A poltrona listrada se contrapõem ao sofá preto de dois lugares. A cortina é de voal branco e os nichos da parede são de MDF. Projeto de Renata Marré.

A graça da sala vem de uma combinação simples: a marcante nuance verde-azulada (sete lagos, ref. 90gg 30/195, da Coral) das paredes suavizada pela base neutra, que mescla branco, amadeirado e tons pastel. Projeto de Ana Maria Mouawad Queiroga.

O vermelho da cristaleira evitou que o ambiente ficasse monótono, em meio às nuances mais apagadas. Uma antiga poltrona foi reaproveitada: restou a estrutura, mudou o acabamento, agora chenile cinza com poás. Projeto das arquitetas Maíra Queiroz e Vanessa Faller.

O arquiteto Daniel Tesser sugeriu a disposição mais eficiente para o mobiliário: “O posicionamento do sofá e do rack possibilita que a TV seja assistida também por quem está sentado à mesa de jantar”.

A sala dedicada ao lazer, com bateria, guitarra e TV, pediu apenas um revestimento mais moderno para o sofá usado e tinta nas paredes. Tecido do sofá – O jacquard dupla face é 100% algodão. A obra foi tocado pelo inquilino, o publicitário Fábio Borges.

O móvel colorido é de cumaru com revestimento melamínico colorido. Sem puxadores, abre a porta quando a superfície é pressionada. O papel de parede marcante limita a área do estar, que se une ao escritório e ao jantar. Projeto da arquiteta Carol Spercel.

Objetos práticos se tornam itens decorativos na parede da sala de TV: perto da cortina, estão posicionados dois revisteiros metálicos de design sinuoso e, logo acima do sofá, quatro sousplats artesanais, costurados um ao outro pela moradora. Projeto de Elvira Monteiro.

Uma estante de aço esmaltado cinza trouxe ousadia à sala. A peça, comum em escritórios, ganhou função de rack e teve os pés cortados para deixar a TV a uma altura adequada a quem se senta no sofá. Projeto de Renata Carboni e Thiago Lorente.

A designer Ana Maria Mouawad Queiroga espantou a impessoalidade que tanto a incomodava na casa. Na área social, tacões de ipê substituíram o piso frio de porcelanato. Descascada, a parede da sala expõe os tijolos originais dos anos 60.

 

“Móveis baixinhos ampliam visualmente uma área pequena”, ensina a arquiteta Juliana Savelli. Daí o sofá de apenas 70 cm de altura e o rack de 40 cm. O sofá é de suede, o tapete é de algodão felpudo e pufe colorido combina com o abajur.

A sala da designer Luciana Martins recebeu detalhes personalizados, como a parede revestida de cartazes amarelos do tipo lambe-lambe e os pôsteres de rock e jazz, paixões de marido e mulher. O sofá em L é ideal para receber convidados.

Fonte:  http://casa.abril.com.br

São Paulo – Brasil – 18:28

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Josy Galvão

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3 responses to this post.

  1. Wow, quanto bom gosto! Um ambiente mais lindo que o outro! A magia e vibração da combinação das cores está divina!

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  2. exelentes ideias para ambientes pequeno e tambem para ambientes comerciais

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