Archive for março \31\UTC 2014

Jürgen Klopp não vê o Borussia enfraquecido nesta temporada

Klopp segue apostando no elenco do Borrusia

Jürgen Klopp afirmou que o atual time do Borussia Dortmund é tão bom quanto o elenco que terminou vice-campeão da Champions League na temporada passada e é capaz de bater o Real Madrid, próximo adversário nesta mesma competição.

O time alemão encara os Blancos na quarta-feira, no Santiago Bernabéu, no jogo de ida das quartas de final. Em seguida, faz o jogo de volta no Signal Iduna Park.

Apesar de estar com desfalques e sem o atacante Robert Lewandowski, que foi o herói que nocauteou os espanhóis um ano atrás por estar suspenso, Klopp está confiante de que sua equipe atingirá o seu objetivo neste confronto, assim como fez na temporada passada.

“Com Neven Subotic, Sven Bender, Ilkay Gundogan, Marcel Schmelzer e Jakub Blaszczykowski na lista de lesionados, não há dúvida de que somos os azarões. Mas eu sempre digo que não tem que ser o melhor time do mundo, só precisamos ser capazes de vencer o melhor time do mundo em um confronto. Essa é a coisa mais importante para mim. O Dortmund tem sua chance e quem sabe podemos até ganhar.”, disse o treinador ao Marca.

Ao comparar as possibilidades desta temporada com a última, o treinador preferiu colocar o atual elenco no mesmo nível do que conseguiu alcançar a decisão da última temporada da mais importante competição europeia.

“Eu não acho que estamos pior do que na última temporada. Tem sido uma temporada muito difícil desde o início. Temos enfrentado desafios extraordinários e uma sequência de lesões sem precedentes. Nunca vi nada parecido. Mas, apesar de tudo, estamos no caminho para alcançar todas as metas a que nos propusemos no início da temporada. Então, você não pode falar que estamos jogando pior ou que não somos tão forte como antes.”, concluiu.

O treinador ainda levantou dados para basear seus pensamentos, afinal de contas, mesmo com irregularidade, o time está conseguindo se manter no topo das competições.

“Estamos em segundo lugar na Bundesliga, estamos nas semi-finais da Copa da Alemanha e chegamos as quartas de final da Champions League, assim como no ano passado. E não se esqueça, chegamos no topo no mais difícil grupo da Champions, tal como fizemos na temporada passada … nós nunca desistiremos. “

Independentemente de sua confiança no BVB, Klopp está preocupado com os reforços do adversário, como Gareth Bale e acredita que eles têm melhorado ao longo dos últimos 12 meses sob o comando de Carlo Ancelotti.

“Eles contrataram alguns bons jogadores como Bale e Isco. E eles têm uma enorme força em todas as posições, uma equipe cheia de jogadores habilidosos, capazes de sucesso em todas as competições que jogam. Eu acho que este Real é ainda melhor do que o anterior. Eles têm um grande poder de ataque e se defendem bem.”, afirmou.

Fonte: http://www.goal.com

São Paulo – Brasil – 23:55

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Josy Galvão

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André Hahn fecha com o Borussia M’Gladbach até 2018 #Bundesliga

O meio campista ofensivo André Hahn do Augsburg assinou um contrato de quatro anos com o Borussia M’Gladbach. A contratação foi confirmada logo após o jogo em que o Augsburg perdeu para o Mainz por 3 a 0, pelo diretor de esportes do Gladbach, Max Eberl, que declarou  “…estamos todos muito felizes pelo fato de Hahn ter assinado consoco. Ele é um dos alas mais perigosos da Bundesliga e será um reforço considerável para nossa equipe.” Max Eberl também aproveitou a oportunidade para desmentir que com a contratação do jovem talento do Augsburg, o veterano venezuelano Juan Arango automaticamente sairia do clube: “Definitivamente, isto não corresponde à verdade. Continuaremos contando com Arango para a próxima temporada e não pretendemos cedê-lo a outro clube.”

André Hahn (23 anos) está no Augsburg há um ano e tinha um contrato até 2016. Em sua primeira temporada no Campeonato Alemão marcou até agora dez gols e deu sete assistências. Pelo seu belo trabalho, foi convocado por Jochim Löw para o jogo amistoso da seleção alemã contra o Chile, mas não entrou em campo.

São Paulo – Brasil – 23:53

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Por Josy Galvão

Kehl admite favoritismo do Real Madrid

Kehl admite favoritismo do Real Madrid

No confronto entre Real Madrid e Dortmund na temporada passada, a equipe alemã levou a melhor em grande estilo. Porém, para Sebastian Kehl, o confronto deste ano será bem diferente e com favoritismo maior para os espanhóis.

“Estamos em uma forma física excelente, mas é claro que sabemos como Real Madrid mudou bastante desde que nos enfrentamos no ano passado. Eles são os favoritos com toda certeza, junto com o Bayern de Munique, para vencer a Champions League”, admitiu Kehl à revista Kicker.

Porém, o alemão acredita que a Champions League de 2012/13 ensinou muita coisa. “Mas, nós mostramos no ano passado que podemos vencer eles. Tenho certeza que a equipe deles não esqueceu isso.”

Fonte: http://www.goal.com

São Paulo – Brasil – 23:51

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Josy Galvão

Sami Khedira está de volta aos treinos

Quatro meses e meio após sua operação dos ligamentos cruzados, Sami Khedira esteve em campo pela primeira vez para realizar seus primeiros leves exercícios físicos e voltou a alimentar as esperanças de Joachim Löw, técnico da seleção alemã, que espera contar com o meio campista na Copa do Mundo no Brasil. Em entrevista para o jornal Kicker, o craque do Real Madrid declarou: “Não quero alimentar falsas expectativas, mas estou confiante de que poderei participar da Copa e que estarei no melhor das minhas condições físicas e técnicas até lá. Estou feliz por poder voltar aos primeiros treinos individuais e espero poder participar dos treinamentos coletivos dentro de três semanas. Estou muito motivado e é como se tivesse voltado para casa.”

Fonte: http://www.bundesliga.com.br/

São Paulo – Brasil –  23:49

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Josy Galvão

Valdés é operado e fica longe dos gramados por sete meses

Valdés rompeu o ligamento cruzado cruzado do joelho direito na semana passada

Valdés rompeu o ligamento cruzado cruzado do joelho direito na semana passada (Albert Gea/Reuters)

O goleiro Victor Valdés ficará sete meses afastado dos gramados, segundo comunicado do Barcelona divulgado nesta segunda-feira. O goleiro, de 32 anos, foi submetido a uma cirurgia no ligamento cruzado do joelho direito pelos médicos Ulrich Boenisch e Ricard Pruna em uma clínica em Augsburg, na Alemanha. Assim, o jogador é desfalque certo da Espanha na Copa do Mundo, entre junho e julho.

Com contrato com o Barcelona até o meio do ano, Valdés pode ter feito sua despedida do clube justamente no jogo em que sofreu a pior lesão da carreira. O goleiro já havia afirmado que não gostaria de renovar o contrato e que iria buscar uma nova equipe. Valdés se machucou na vitória do Barça sobre o Celta, por 3 a 0, na última quarta-feira. A grave lesão, no entanto, aumentou as esperanças do Barcelona de renovar o contrato do goleiro.

Fonte:  http://veja.abril.com.br/

São Paulo – Brasil –  23:47

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Josy Galvão

Pep Guardiola acredita que United tenha qualidades para vencer o Bayern

Guardiola exaltou qualidade do Manchester United

Manchester United e Bayern de Munique se enfrentam nessa terça-feira, pelo primeiro jogo das quartas de final da Champions League. O técnico Pep Guardiola afirmou que mesmo que o United não esteja fazendo um bom Campeonato Inglês, é um dos times mais importantes do mundo.

“Manchester United é um dos melhores times do mundo. Não importa a situação que eles estão vivendo agora. Eles têm bons jogadores e nestes dois jogos, eles podem ter as duas melhores performances da temporada. Eles podem nos bater. Eles são um dos clubes mais importantes do mundo”, disse o treinador do Bayern.

Quando questionado se o Bayern será campeão da Champions, Guardiola apenas afirmou que o time irá fazer de tudo para conquistar essa taça, mas ele declarou que o Bayern já tem o título mais importante da temporada, o Campeonato Alemão.

“A Champions League não é o título mais importante da temporada. O título local é o mais importante. A Champions League é o mais prestigiado. Vamos tentar vencer, mas nós sabemos como é difícil”, declarou.

Fonte: http://www.goal.com

São Paulo – Brasil – 23:45

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Josy Galvão

Brasil 2014 – Webb: “Aquela final mudou minha vida”

Webb: "Aquela final mudou minha vida"

© Getty Images

O inglês Howard Webb é um homem comum. Tranquilo aos seus 44 anos, sorri e responde a tudo sem rodeios. Tanto, que custa acreditar que é a mesma pessoa que apitou a final da Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010 entre Espanha e Holanda. Pois, sim, é ele. “Aquele jogo mudou a minha vida por completo”, reconhece. No próximo mês de junho, ele estará de novo em um Mundial – agora, no Brasil.

Pai de três filhos adolescentes que, segundo ele, não demonstram muito, mas devem estar orgulhosos do seu trabalho, Webb passou pela sede da FIFA, em Zurique, na Suíça, para participar do seminário dirigido aos árbitros que apitarão na próxima Copa do Mundo e aproveitou a oportunidade para falar sobre vários assuntos: o seu início na profissão, as lembranças daquela fria noite em Johanesburgo e a difícil escolha que ele e todos os colegas terão que fazer durante a próxima competição: quem ele quer que vá mais longe, a sua seleção ou o seu trio de arbitragem?

FIFA.com: Como nasceu a paixão pela arbitragem? A maioria das crianças sonha em ser jogador de futebol, mas não muitos se animam com a ideia de apitar…
Webb: 
Eu também sonhava em ser jogador! Se você falar com qualquer árbitro aqui, todos dirão que o futebol é a paixão deles. Por isso fazemos este trabalho. É verdade que os meninos sonham em ser jogadores, mas nós não somos diferentes. Tentei chegar lá, trabalhei muito, mas simplesmente não tinha o talento necessário para conseguir.

Em qual posição?
Eu era zagueiro central, por ser grande. Tinha uma boa visão de jogo, mas nunca fui muito bem no jogo aéreo… Acho que não era suficientemente bom. Pessoalmente, acreditava que os juízes eram homens velhos e carecas e por isso não me convencia de seguir essa profissão quando meu pai (um árbitro semiprofissional) me propôs isso. Pensei: “Não, não… Não é para mim”. Pensando bem, talvez seja como os garotos de agora me veem! (Risos). Mas ele me incentivou, e quando eu tinha 17 anos, decidi tentar junto de um amigo da escola. Essa decisão acabou me levando à final da Copa do Mundo de 2010. Talvez de um jeito diferente do que eu tinha imaginado, mas me deu a possibilidade de chegar lá. Viajei por 44 países, cinco continentes… É incrível! Valeu a pena.

Quer dizer então que você recomenda?
Claro, qualquer pessoa que sentir paixão por este esporte deve considerar isso como uma oportunidade. Nem todos têm o talento natural para chegar ao ponto mais alto, mas se tiverem a atitude e o esforço necessários, se adorarem este esporte, poderão encontrar uma alternativa para chegar lá.

Como era a relação do Howard Webb jogador com os árbitros?
Costumava fazer o meu papel. Às vezes me pergunto como os jogadores conseguem opinar sobre a minha atuação quanto precisam estar tão concentrados no seu futebol. Sempre tive muito respeito pelos árbitros. Mas sabe de uma coisa? Até hoje, a relação que existe entre os jogadores e nós é muito boa. Eles confiam nos árbitros mais experientes porque os conhecem, já jogaram com eles várias vezes e entendem que às vezes cometemos erros. Isso também faz parte do jogo.

Se você tivesse que destacar uma coisa positiva e outra negativa do trabalho de árbitro, quais seriam?
O positivo é que estamos no melhor lugar para curtir o show, este esporte que adoramos. Não falamos muito nisso, mas é verdade: enquanto as pessoas compram um ingresso para assistir a um jogo, eu não pago… Simplesmente vou! É claro que trabalho duro para conseguir isso, mas tenho o melhor lugar para assistir. Já a pior parte é conviver com os erros, que são uma coisa inevitável. É difícil, sabe? A última coisa que eu quero é que as pessoas pensem que só apitamos o jogo, pegamos o avião de volta para casa e pensamos: “Pronto, acabou”. Cada vez que cometemos um erro é doloroso, tem um impacto no destino de um time, de um jogador ou um técnico, e até mesmo na nossa reputação.

Não tem torcida pelo árbitro e ele só sai no jornal se cometeu um erro. É preciso uma personalidade especial para essa função?
Sim, é verdade. Outro dia li uma reportagem sobre um jogo que apitei. No fim, punham o meu nome e uma avaliação. Só duas palavras: “anonimamente competente”. Pensei: “Perfeito”. É o que todos queremos ser como árbitros: competentes de forma anônima. Mas o jogo nem sempre acontece de um jeito em que podamos nos manter anônimos. Às vezes você precisa aparecer. Por isso, é uma satisfação enorme sair do estádio sabendo que não teve complicação. Você volta para casa se sentindo o máximo. Mesmo se ninguém falar, você sabe que contribuiu.

E quanto à final entre Espanha e Holanda na África do Sul? Qual é maior lembrança daquela noite em Johanesburgo?
É a de caminhar em direção ao gramado, pegar aquela (bola) Jabulani dourada e passar ao lado da taça da Copa do Mundo. Já a tinha visto muitas vezes na minha vida, na TV ou as réplicas, mas estar diante da verdadeira… É a peça de metal mais brilhante que já vi na minha vida! Uma estátua de ouro com o mundo em cima, aquela base verde… É incrível.

Dava vontade de erguê-la?
Sim! (Risos). Seria o meu sonho fazer isso como capitão um dia. É uma grande honra ter podido estar lá. É só falar disso que os meus pelos – não os da cabeça, que aí não tenho, mas os da nuca – se arrepiam. Foi fantástico. Aquela final mudou a minha em todos os sentidos.

Quantas vezes você voltou a vê-la?
Quer saber? Uma. Uma única. E esperei um mês para fazer isso. Chamei um amigo em casa e vimos o jogo inteiro. Queria guardá-lo na memória, pelo que aquele momento representou. Por isso não vi mais. Foi um jogo difícil, mas acho que foi melhor do que eu senti enquanto ele estava acontecendo. Eu estava muito concentrado no trabalho naquela noite. Agora, guardo aquilo na minha cabeça e no meu coração.

Você deve ter muitas histórias daquela noite. Pode contar alguma, agora que já passou tanto tempo?
Tenho várias, claro… (Pensa). Eu me lembro de estar saindo de campo para procurar o meu pai, que estava na arquibancada. Foi ele quem me iniciou neste caminho… Ele estava com uma bandeira daInglaterra e me disse: “Você não sabe jogar, mas sabe apitar”. Foi demais! (Solta uma gargalhada).

Depois de ver o jogo em vídeo, mudaria alguma decisão?
Talvez uma ou dois, pode ser. Mas na hora você tem que apitar com base na informação que tem e o ângulo no qual se encontra. Foi um jogo duro, difícil. Você aprende com essas situações. Eu preferiria que nós não tivéssemos nos envolvido tanto no jogo. Sempre queremos que as pessoas comentem sobre como a partida foi incrível, sobre os gols… Mas aquele foi um encontro muito intenso e equilibrado. É assim, você tem que lidar com aquilo que aparece, fazer o que acha que é melhor e com a melhor das intenções. E foi o que fizemos.

Se a Inglaterra avançar na Copa do Mundo, as suas chances de apitar as fases finais diminuirão. Como lida com essas situações durante o torneio?
Somos apaixonados por futebol e é lógico que queremos que a nossa seleção vá bem. Sabemos que, se isso acontecer, se a Inglaterra ganhar a Copa do Mundo, haverá um impacto positivo enorme para o nosso futebol. A melhor maneira de encarar isso é não pensando muito, porque não podemos controlar. Tudo é lucro: se a Inglaterra for bem, vou comemorar. Se não for, então será uma boa oportunidade para nós. Iremos ao Brasil realmente esperando que a nossa seleção faça o melhor possível. Se ela chegar longe e nós tivermos que voltar para casa… Bom, desde que tenhamos feito um bom trabalho, estaremos satisfeitos.

Fonte: http://pt.fifa.com/

São Paulo – Brasil – 23:44

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Josy Galvão