Com histórico antinazista, Bayern pedirá estudo sobre atuação na 2ª Guerra

O presidente Rummenigge, Uri Siegelk, sobrinho do ex-presidente Kurt Landauer, e Charlotte Knobloch, chefe da comunidade de judeus
Uri Siegelk, sobrinho do ex-presidente Kurt Landauer, Charlotte Knobloch, chefe da comunidade de judeus e o atual presidente Karl-Heinz Rummenigge
O Bayern de Munique encomendará um estudo independente sobre o papel desempenhado pelo clube na época nazista, que recentemente foi tema de polêmicas, após o historiador Markwart Herzog ter colocado em dúvida a imagem da instituição como “foco de resistência” nesse tempo.

As informações foram divulgadas na edição deste sábado da revista “Der Spiegel”, o primeiro meio de comunicação a repercutir o estudo de Herzog.

Em 2005 o Bayern recebeu o Prêmio Julius Hirsch pelo “compromisso na resistência contra o nacional-socialismo”, segundo a premiação concedida pela Federação Alemã de Futebol.
A imagem do Bayern como “clube da resistência” está associada a de um de seus presidentes, Kurt Landauer, que teve que deixar o cargo em 1933 por ser judeu e depois foi reincorporado em 1947.

Em 1940, todo o elenco do Bayern visitou Landauer em Genebra aproveitando um amistoso contra o FC Servette, desprezando temores sobre possíveis represálias por manter contato com o ex-dirigente judeu.

Além de Landauer, o Bayern teve, antes de 1933, quatro técnicos judeus, entre eles Richard Dombio, que liderou o clube à primeira conquista do Campeonato Alemão, em 1932.
Antes das pesquisas de Herzog, a imagem do Bayern durante o nacional-socialismo era associada à sua condição de “clube dos judeus” e à resistência às direções nazistas.

Segundo essa versão, após 1933 e a renúncia forçada de Landauer, os nazistas convencidos – normalmente pertencentes ao departamento de esqui do clube – continuaram a ser minoria dentro do Bayern e a maioria das direções nazistas tendiam a ser, na medida do possível, ignoradas pelos dirigentes.

Herzog questionou essa imagem e sustenta que o Bayern não foi “melhor nem pior” que outros clubes a respeito de seu comportamento perante o regime nazista.

 

Fonte:    http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil –01:18

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Josy Galvão

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