Archive for maio \31\UTC 2019

Futebol Feminino: Alemanha busca o tri, conheça o grupo B da Copa do Mundo de Futebol Feminino 2019

(Foto: Divulgação/Fifa)

 

Falta pouco mais de uma semana para o principal evento mundial de futebol feminino. Em solo francês, a Copa do Mundo irá reunir grandes estrelas da modalidade. 

A edição de 2019 acontecerá entre os dias 7 de junho e 7 de julho e contará com 24 times divididos em seis grupos, cada um com quatro seleções.

O grupo B conta com três seleções dentro do top-20 e uma estreante no pedaço. Destaque para a bicampeã Alemanha, que chega novamente como uma das favoritas ao título, além da China, que já foi vice-campeã da Copa do Mundo, e Espanha e África do Sul, que chegam com o objetivo de ir longe no torneio pela primeira vez.

África do Sul

(Foto: Divulgação/Fifa)

 

A África do Sul é a estreante do grupo, já que nunca conseguiu se classificar para a Copa do Mundo antes. Com um futebol que vem se desenvolvendo principalmente na última década, o time feminino ainda vem conquistando pequenos passos, como participações nos Jogos Olímpicos e a Copa da França.

Com um time com característica bem ofensiva, A África do Sul tem nomes que podem surpreender, com a jovem Linda Motlhalo e a estrela Thembi Kgatlana. E apesar de estarem em um grupo muito competitivo, a seleção africana deve buscar fugir de um jogo apenas reativo, para fazer bonito na sua primeira Copa do Mundo.

Alemanha

Foto: Divulgação/Fifa)

A Alemanha chega à Copa do Mundo contornada de incertezas: apesar de ser a atual campeã olímpica, a seleção foi eliminada nas quartas de final da Eurocopa de 2017. A equipe está em uma fase de transição, já que algumas das principais atletas envelheceram e outras promessas despontaram.

O principal destaque técnico do time é a meio-campista Dzsenifer Marozsán, que atualmente é uma das mais técnicas e criativas jogadoras do mundo da posição. A meia joga no Lyon e chega no mundial logo após conquistar a Liga dos Campeões com a sua equipe. Marozsán tem também uma história de superação, já que teve uma embolia pulmonar que lhe trouxe risco de vida em 2018.

Inspirada em Jürgen Klopp, a treinadora da Alemanha é Martina Voss-Tecklenburg, que defendeu a seleção enquanto jogadora por muitos anos. Na última edição da Copa do Mundo, as alemãs chegaram à semifinal e foram derrotadas pelas estadunidenses. Os títulos que o país tem em sua galeria foram conquistados nos mundiais de 2003 e 2007.

China

 (Foto: Divulgação/China)

Depois de uma geração de destaque na década de 90, com um vice-campeonato e um quarto lugar da Copa do Mundo, a China busca se reencontrar no cenário mundial do futebol feminino. A seleção tenta retornar a uma semifinal depois de ficar de não conseguir passar das quartas nas últimas quatro edições.

A atacante Wang Shuang destaca-se não só por sua habilidade e capacidade de marcar gols, mas também pela fama que tem no país. Dentre o público que acompanha futebol feminino, a jogadora é conhecida como “Lionel Messi mulher”. A atleta disputou sua primeira temporada pelo Paris Saint-Germain e fez sete gols e oito assistências em 18 jogos pelo Campeonato Francês.

O treinador da seleção é Jia Xiuquan, que antes de assumir o comando técnico do time profissional era técnico da equipe sub-18. Em 2015, a China foi eliminada nas quartas de final da Copa do Mundo pelos Estados Unidos. As americanas também foram as responsáveis por evitar o título chinês na final do mundial em 1999, derrotando a seleção asiática nas penalidades após um empate em 0 a 0.

Espanha

    (Foto: Divulgação/Fifa)

Com uma forte ascensão no futebol feminino no país, a Espanha tem uma liga nacional que coloca grandes públicos para prestigiar os jogos e o interesse dos espanhóis vem crescendo com a mídia, o investimento e as conquistas. A seleção não é diferente e a competitividade do time aumentou nos últimos anos.

Em 2015, no Canadá, as espanholas conseguiram chegar à Copa pela primeira vez na história e mantiveram o ritmo com a classificação para o Mundial de 2019, onde pretendem beliscar uma campanha com melhor desempenho que no torneio passado, quando não passou da fase de grupos, no entanto, a tarefa não é das mais fáceis, já que Alemanha e China têm mais tradição e, teoricamente, são favoritas para avançar.

Com um time recheado de jogadoras do Barcelona e do Atlético de Madrid – os dois times que disputaram o título espanhol até o final do Nacional – a seleção deve ser liderada por Jenni Hermoso, artilheira de seu time, com 24 gols na temporada.

 

 

Matéria originalmente publicada por:  https://www.gazetaesportiva.com

São Paulo – Brasil – 12:07

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Josy Galvão

5 plantas (para ambientes fechados) que limpam o ar da casa

Dentro da sua casa há poluentes como benzeno, xileno, aldeído… Use plantas para filtrar o ar que você respira.

As tintas, móveis, vidros e tecidos que estão presentes na nossa decoração e os produtos utilizados na limpeza liberam produtos químicos. Os mais comuns são benzeno, xileno, aldeído e tricloroetileno. Isso não é um problema para ambientes bem ventilados (se bem que…em cidades poluídas como São Paulo, com índices de qualidade do ar sempre tão críticos, ambientes bem ventilados também têm quantidade razoável de resíduos químicos vindos de outras fontes). As plantas são purificadores naturais do ar. Então, mesmo em ambientes menos ventilados, é possível cultivar determinadas espécies que ajudem a reduzir a toxidade. O Calendário do Jardim, elaborado pelo São Paulo Garden Club, sugere algumas espécies. Todas se adaptam bem com pouquíssima exposição ao sol e também pouca rega (a luminosidade, no entanto, é sempre importante!).

 

1) CLOROFITO

01-clorofito

2) DRACENA

02-dracena

3) FILODENDRO

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4) LÍRIO-DA-PAZ

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5) SAMAMBAIA

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Imagens: https://br.pinterest.com

Matéria originalmente publicada por:  https://casaclaudia.abril.com.br

São Paulo – Brasil – 11:46

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Josy Galvão

Hamburgo contrata goleiro português

OFICIAL: Hamburgo contrata guarda-redes português

Daniel Fernandes é reforço do Hamburgo para as próximas três temporadas, anunciou o clube da 2.Bundesliga na página oficial da internet.

“O Hamburgo, para mim, representa o próximo passo. Tenho grandes objetivos e estou ansioso pelo começo da nova temporada”, afirmou o goleiro português, que atuava pelo Darmstadt na última temporada.

Com passagens pela formação do Bochum e do Borussia Dortmund, o arqueiro luso-germânico, de 26 anos, que esteve ao serviço da seleção nacional de sub-21, no campeonato europeu de 2015, tem feito toda a carreira na Alemanha, representando ainda clubes como Osnabruck e Paderborn.

O Hamburgo terminou a temporada na quarta posição e falhou no acesso à Bundesliga.

 

 

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 11:33

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Por Josy Galvão

Ex-técnico do Mönchengladbach assume Hamburgo com meta de recolocar time na elite

Dieter Hecking

Dieter Hecking assume o comando do Hamburgo Foto: Sascha Steinbach/EFE

 

Depois de liderar o Borussia Mönchengladbach por dois anos e meio e mais recentemente na campanha em que o time terminou o último Campeonato Alemão em quinto lugar, Dieter Hecking foi anunciado oficialmente na última quarta-feira como novo técnico do Hamburgo. O treinador, que também já dirigiu o Wolfsburg, assumiu o cargo com a meta principal de recolocar o tradicional clube na elite do futebol da Alemanha.

Apresentado também nesta quarta como novo comandante do Hamburgo, Hecking conduziu o Mönchengladbach a uma vaga na próxima Liga Europa com a quinta posição no Campeonato Alemão, mas acabou sendo avisado pela direção do time que não teria o seu contrato renovado para a próxima temporada.

Único clube entre os fundadores da Bundesliga que ainda não havia sido rebaixado no Campeonato Alemão, o Hamburgo acabou caindo pela primeira vez à segunda divisão no ano passado, após 54 temporadas consecutivas na elite. E neste ciclo 2018/2019 acabou fracassando em sua tentativa de voltar ao primeiro escalão do futebol da Alemanha ao terminar a sua campanha na divisão de acesso apenas em quarto lugar.

Campeão europeu em 1983 e dono de seis títulos do Campeonato Alemão, além de outros três da Copa da Alemanha, o Hamburgo agora aposta as suas fichas em Hecking, de 54 anos, que é um dos mais experientes técnicos do país. Ele acumula 419 partidas como treinador na elite e outras 136 na segunda divisão.

O auge de sua carreira nesta função ocorreu quando esteve à frente do Wolfsburg, que ele dirigiu por três anos e levou ao título da Copa da Alemanha e ao vice-campeonato alemão na temporada 2014/2015.

 

 

Matéria originalmente publicada por:  https://esportes.estadao.com.br

São Paulo – Brasil – 11:22

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Josy Galvão

Técnico da Alemanha, Joachim Löw sofre acidente durante o treinamento e acaba internado

Imprensa aponta que o treinador deixou um haltere cair em seu peito. Federação Alemã divulga nota informando que ele sofreu um problema em uma artéria, mas passa bem.

Joachim Löw está internado na alemanha — Foto: Michael Dalder/Reuters

Joachim Löw está internado na alemanha — Foto: Michael Dalder/Reuters

 

A seleção da Alemanha terá um importante desfalque para os jogos contra Bielorrússia e Estônia, ambos pelo Grupo C das eliminatórias europeias da Eurocopa, nos dias 8 e 11 de junho, respectivamente. O técnico Joachim Löw sofreu um acidente durante um treino da Alemanha, no qual deixou um haltere cair na altura do peito, e foi internado com problema em uma das artérias. Nas partidas citadas, ele será substituído por seu auxiliar, Marcus Sorg.

A Federação Alemã de futebol divulgou uma nota oficial informando do “acidente esportivo” que Löw sofreu, apontando que uma artéria foi espremida e a internação acabou sendo necessária. Apesar do tratamento e da boa recuperação do treinador, ele precisará ficar afastado por algumas semanas, informa o comunicado da Federação.

Joachim Löw tratou de enviar uma mensagem para os fãs da seleção alemã, informando que está bem e mantém contato com os membros da sua comissão técnica.

– Eu já me sinto muito bem. Estou em contato constante com minha comissão técnica, e vamos permanecer em contato por telefone durante os dois jogos – afirmou o treinador.

 

 

 

Matéria originalmente publicada por:  https://globoesporte.globo.com

São Paulo – Brasil – 11:12

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Josy Galvão

Uma Alemanha longe da Bundesliga, até hoje

Desde 2009, nenhum clube tradicional do Leste alemão dava as caras na Bundesliga. Este jejum de uma década se encerra agora, com o ascenso histórico do Union Berlin. Mas a distância entre “os dois lados” permanece.

Torcida invade o campo para celebrar a subida histórica do Union Berlin

Torcida invade o campo para celebrar a subida histórica do Union Berlin

 

Houve um tempo em que os tradicionais clubes do leste da Alemanha (DDR) chegaram até a disputar copas europeias. Em 1974, por exemplo, o Magdeburg foi campeão da Recopa ao derrotar o Milan por 2 a 0. Naquela década, a seleção da Alemanha Oriental também teve algum sucesso.

Nos Jogos Olímpicos de 1972, em Munique, abocanhou a medalha de bronze e, quatro anos mais tarde, em Montreal, foi campeã olímpica. O incentivo ao esporte em geral e, ao futebol em particular, se tornou uma das marcas registradas do regime comunista da DDR. A vitória sobre a Alemanha Ocidental no Mundial de 1974 foi festejada como se fosse um triunfo sobre o capitalismo.

Imaginava-se que a partir destes sucessos poderia haver um desenvolvimento acentuado do futebol praticado na Alemanha Oriental. Entretanto, isto não aconteceu. Os clubes eram geridos de forma amadora, muitas vezes por quadros do partido governista que pouco ou nada entendiam do futebol como negócio.

Além disso, havia uma intervenção política permanente nos clubes, já que eles eram financiados pelo próprio Estado, seja através da Stasi, do Exército ou das grandes empresas estatais. Os jogadores que, no papel, tinham status de amadores, recebiam seu salário dessas empresas onde constavam como funcionários.

A deterioração política e econômica da DDR ao final da década de 80 resultou na queda do Muro de Berlim. Um ano mais tarde veio a Reunificação, que acabou representando a pá de cal no que restou do futebol da Alemanha Oriental.

Nenhum clube que em 1989 ainda disputava a Oberliga (1ª divisão da DDR), conseguiu-se estabelecer permanentemente na Bundesliga depois da Reunificação.

O Dynamo Dresden aguentou apenas as três primeiras temporadas de 1991 a 1993. Atualmente está na segunda divisão.

O Energie Cottbus ficou, com interrupções, por sete temporadas no futebol de elite. Caiu demais e em 19/20 vai jogar na Liga Regional Nordeste, equivalente à quarta divisão.

O Hansa Rostock esteve por mais tempo na Bundesliga. Seu maior período foi de 1995 a 2005. Em 2007 ainda conseguiu voltar mais uma vez, mas não resistiu. Desde 2008 vagueia pelas divisões inferiores e atualmente está na terceira divisão e, pelo visto, não sairá de lá tão cedo.

Outro fator determinante no esfacelamento dos tradicionais clubes da DDR foi a atuação de agentes da Alemanha Ocidental que visavam primordialmente a obtenção de altos ganhos e se lançaram tal qual gafanhotos predadores sobre talentos como Andreas Thom, Matthias Sammer, Thomas Doll, Ulf Kirsten e Michael Ballack. Todos foram parar em clubes do Oeste. Estima-se que aproximadamente 150 jogadores se transferiram para clubes da Bundesliga nos primeiros cinco anos depois da reunificação.

Além do êxodo de bons talentos, nenhum clube da região conseguiu motivar jogadores do Ocidente a atuar seja pelo Cottbus, Dresden ou Rostock.  

A chance de um ou outro time do lado oriental do país entrar para o rol do futebol de elite era e continua sendo muito pequena. Única exceção à regra até agora é o RB Leipzig. Só que esse é um clube fundado em 2009, acoplado a um megaprojeto de marketing de um fabricante de energéticos, que nada tem a ver com a história das tradicionais equipes alemãs orientais.

Desde 2009 nenhum clube histórico do Leste alemão deu as caras na Bundesliga. Na temporada 18/19 quatro estavam na segunda divisão e cinco na terceira.

Ao fim da atual campanha, teve uma luz no fim do túnel.  Um dos clubes da segunda divisão teve a grande chance de chegar ao topo pela primeira vez na sua história. Era o Union Berlin encarando na repescagem o Stuttgart.

Foi a campo nesta segunda-feira no seu estádio “An der Alten Försterei” para dar um fim à escrita de que times da antiga DDR são imprestáveis para a Bundesliga. Teve que encarar o Stuttgart, um clube patrocinado por grandes empresas globais como Daimler AG, por exemplo. Dinheiro não falta no clube do sudoeste da Alemanha, mas o futebol apresentado na última temporada deixou muito a desejar. Tanto é verdade que precisou disputar a repescagem com o Union Berlin da segunda divisão.

Não deu outra. O pequenino Union montou uma barragem defensiva insuperável e ainda se deu ao luxo de mandar duas bolas na trave. O jogo acabou 0x0. O resultado rebaixou o Stuttgart e levou o clube berlinense para a primeira divisão.

Garra, determinação e vontade férrea resultaram numa noite gloriosa festejada à exaustão por milhares de torcedores que, depois do jogo, tomaram conta do gramado ao som de “Eisern Union”, o hino oficial do clube cantado por Nina Hagen.

A noite estava apenas começando.

Gerd Wenzel começou no jornalismo esportivo em 1991 na TV Cultura de São Paulo, quando pela primeira vez foi exibida a Bundesliga no Brasil. Desde 2002, atua nos canais ESPN como especialista em futebol alemão. Semanalmente, às quintas, produz o Podcast “Bundesliga no Ar”. A coluna Halbzeit sai às terças. Siga-o no TwitterFacebook e no site Bundesliga.com.br

 

Matéria originalmente publicada por:  https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 16:15

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Josy Galvão

Dicas de turismo em Frankfurt

Mais conhecida por seu aeroporto, seus bancos e arranha-céus, metrópole alemã tem mais de 1,2 mil anos de história. Nela nasceu Goethe e foram coroados reis e imperadores. Hoje, a cidade caminha para um futuro verde.

Centro histórico e arranha-céus de Frankfurt

Centro histórico e arranha-céus de Frankfurt

 

Desde a Idade Média, Frankfurt é uma das principais cidades alemãs. Hoje, a metrópole do estado de Hessen se transformou num importante centro financeiro mundial, além de ser porta de entrada para a Alemanha, já que o seu aeroporto é o que mais recebe voos internacionais no país.

Com cerca de 750 mil habitantes (por volta de 2,5 milhões na área metropolitana), a cidade é sede do Banco Central Europeu (BCE), da Bolsa de Valores de Frankfurt, de diversos institutos financeiros, como os bancos Deutsche Bank e Commerzbank, e também de importantes feiras, como o Salão do Automóvel de Frankfurt e a Feira do Livro de Frankfurt.

A metrópole, no entanto, é mais que negócios e finanças. Seu nome (Frankfurt = Passo dos Francos) remonta à tribo germânica que ocupou a região a partir do século 6°. Com mais de 1,2 mil anos de história, a cidade se tornou uma importante rota comercial ao longo dos séculos, sendo palco da coroação de imperadores do Sacro Império Romano-Germânico a partir do século 16. 

Essa história pode ser conhecida de perto em Frankfurt, pois o caminho da coroação(Krönungsweg) ia da praça Römerberg, onde se localiza a prefeitura da cidade, até a Igreja de São Bartolomeu (Kaiserdom), cuja torre domina o centro histórico até hoje.

As famosas salsichas frankfurter também são chamadas de “salsichas da coroação” (Krönungswürstchen), porque eram servidas nas festas na praça Römerberg.

Na área da Igreja de São Bartolomeu (Kaiserdom Sankt Bartholomäus),também se encontra o Jardim Arqueológico,com as fundações dos prédios mais antigos da cidade, desde termas romanas a casas medievais.

Frankfurt também é o berço da democracia na Alemanha, pois foi na Paulskirche que se reuniu pela primeira vez a Assembleia Nacional (Nationalversammlung) – o primeiro Parlamento eleito da Alemanha. O objetivo era estabelecer uma Constituição para a unificação dos países germânicos, o que fracassou diante da ambição da Prússia, que acabou anexando a cidade em 1866.

Em Frankfurt, o visitante pode ainda visitar a casa onde nasceu Johann Wolfgang von Goethe. Foi ali que o maior poeta alemão passou boa parte de sua vida e escreveu algumas de suas mais importantes obras. Hoje, 45 mil universitários estudam na Universidade Goethe de Frankfurt.

A metrópole abriga uma das vidas culturais mais agitadas da Alemanha, com um complexo único de museus ao longo das margens do rio Meno. Entre eles, o renomado Museu Städel, com um dos maiores acervos de pinturas da Europa, e a Escola Städel (Städelschule), uma das academias de belas-artes mais renomadas do planeta.

Além da vida cultural, Frankfurt possui uma cena musical bastante animada, afinal ela foi um dos berços da música tecno e, desde 1953, promove o mais antigo festival de jazz do mundo (Deutsches Jazzfestival). O prédio da ópera (Alte Oper) é considerado um dos mais belos da Alemanha, e os teatros da cidade estão entre os melhores do país.

Quem visita hoje Frankfurt pode dificilmente imaginar que, até a década de 1950, a torre da Igreja de São Bartolomeu era o ponto mais alto da cidade com seus 95 metros de altura. O centro histórico foi destruído na guerra e se antes a paisagem urbana era dominada por casas em enxaimel, hoje elas deram lugar a arranha-céus, o que rendeu à cidade o apelido de Mainhattan (junção de Main, nome em alemão do rio que banha Frankfurt, com Manhattan).

E com a saída do Reino Unido da União Europeia, os olhos se voltam agora também para Frankfurt, que poderá lucrar com o Brexit. E não menos importante: Frankfurt é uma das cidades mais ecológicas da Alemanha, rodeada por um cinturão verde – um prazer para os entusiastas dos passeios de bicicleta. Até 2050, a cidade estabeleceu medidas para que seu abastecimento energético provenha inteiramente de fontes renováveis.

Melhor época para visitar

Frankfurt é uma metrópole comercial e cultural que pode ser visitada durante todo o ano. O verão é geralmente quente e ensolarado, enquanto no inverno as temperaturas dificilmente ficam abaixo dos 0°C.

A temperatura média anual gira em torno dos 10°C. Em julho, o mês mais quente, essa média é por volta de 20°C. Janeiro é o mais frio com média em torno dos 1°C. Para quem não gosta de chuva, fevereiro é a melhor pedida, enquanto junho é quando se registram mais precipitações.

Visitar a cidade nos meses de verão tem a vantagem dos festivais ao ar livre, como a Museumsuferfest (Festas na Margem dos Museus), que acontece no fim de agosto. Mas quem vem no inverno pode prestigiar a Feira de Natal de Frankfurt, uma das maiores e mais antigas da Alemanha, que se realiza na praça Römerberg.

Onde se hospedar

Anualmente, mais de três milhões de pessoas pernoitam em Frankfurt, e a maioria vem a trabalho. Por esse motivo, nos últimos anos, hotéis de três estrelas adaptados a esse tipo de público foram inaugurados por toda a cidade.

Essas são boas opções de hospedagem na metrópole banhada pelo rio Meno, principalmente para quem fica no centro histórico (Altstadt), pois a partir dali é possível conhecer muitas das atrações turísticas da cidade a pé.

Em torno da Estação Central, você pode encontrar opções mais baratas de hospedagem. É uma região bastante movimentada de noite, até mesmo com zona de prostituição, o que pode ser uma desvantagem para quem quer sossego.

Sachsenhausen, por sua vez, tem a vantagem de ser um bairro residencial, mas com muitos clubes, bares e restaurantes que servem o típico Apfelwein (vinho de maça) e ali também se localizam vários museus. Mas a área pode ser um pouco fora de mão para quem quiser conhecer outras atrações a pé.

 

Matéria originalmente publicada por:  https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 16:08

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Josy Galvão