Archive for the ‘Campeonato Brasileiro’ Category

Goleiro Wallace, do Guarani, morre aos 22 anos

O goleiro do Guarani, Wallace Ribeiro Barato

Jogador chegou ao clube em há poucos meses (Guarani Futebol Clube/Divulgação)

 

O goleiro Wallace, reserva do Guarani no Campeonato Paulista da Série A2, foi mais uma vítima das estradas brasileiras. Na tarde deste sábado, o atleta de 22 anos morreu em um acidente de veículos na Rodovia dos Bandeirantes, próximo à cidade de Limeira.

O veículo de Wallace capotou perto das 14 horas. Meia hora depois, um helicóptero da Polícia Militar chegou ao local, mas o goleiro já estava morto. O irmão dele, que também estava no veículo, foi socorrido com vida. Ambos estavam indo visitar parentes em Ribeirão Preto. A diretoria do Guarani está tomando as primeiras providências para dar completa assistência à família, que mora em Salvador.

Nascido em Salvador em 1.º de outubro de 1995, Wallace Ribeiro Barato chegou ao Brinco de Ouro no final de 2017, emprestado pelo Vitória e indicado por Vagner Mancini, treinador do clube baiano. Jovem, de 22 anos, vinha se destacando nos treinamentos e era o reserva imediato do titular Bruno Brígido.

Segundo Mancini, Wallace era um goleiro acima da média e seu empréstimo ao Guarani somente aconteceu após a prorrogação de seu contrato com o time baiano. No planejamento do Vitória, o atleta estava sendo preparado para ser o goleiro titular no futuro.

“O Guarani Futebol Clube lamenta profundamente o ocorrido e coloca-se inteiramente à disposição dos familiares e amigos. Não existem palavras para expressar o que estamos sentindo. Deus haverá de trazer o conforto”, afirmou o presidente Palmeron Mendes Filho, em nota.

 

Matéria originalmente publicada por:    https://veja.abril.com.br

São Paulo – Brasil – 18:10

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Josy Galvão

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Jogador de futebol mais velho do mundo renova contrato

Prestes a completar 51 anos, lendário atacante japonês Kazuyoshi Miura disputará sua 33ª temporada. Conhecido como Kazu, ele atuou no futebol brasileiro, italiano e com a camisa da seleção do Japão.

defaultNa temporada de 2017, Kazu participou de 12 partidas da 2ª divisão da J-League e marcou um gol pelo Yokohama

Kazuyoshi Miura, de 50 anos, prolongou nesta quinta-feira (11/01) seu contrato com o Yokohama, da 2ª divisão do futebol japonês, por mais um ano. O veterano atacante, conhecido como Kazu, atuou por quase uma década no futebol brasileiro e defendeu as seleções do Japão de futebol e futsal.

O veterano atacante completa 51 anos de idade em fevereiro e, com a extensão de contrato, inicia, assim, sua 33ª temporada como jogador profissional. Na última temporada, Kazu participou de 12 partidas da 2ª divisão da J-League e marcou um gol – na vitória por 1 a 0 contra o Thespakusatsu Gunma, em março de 2017.

Também em março, uma semana antes no empate em 1 a 1 com o V-Varen Nagasaki, Kazu atraiu a atenção da imprensa esportiva por ter se tornado o jogador mais velho a atuar numa partida profissional com a idade de 50 anos e sete dias – ele superou o recorde de longevidade da lenda inglesa Stanley Matthews, que era detentor da marca desde 1965.

Ascensão no Brasil e carreia de recordes

A carreira de Kazu é marcada por marcas e recordes. Em 1982, Kazu embarcou sozinho para o Brasil, aos 15 anos, com o sonho de se tornar um jogador profissional. O pai de Kazu era um empresário milionário e apoiou financeiramente a aventura do filho. Kazu atuou quatro anos nas categorias de base do Juventus, em São Paulo.

Em 1986, no Santos, Kazu se tornou o primeiro japonês a jogar no Brasil. Ele seria emprestado ao Palmeiras e ao Matsubara. No ano seguinte, ele se tornou o primeiro jogador asiático a defender as cores de um clube nordestino – Kazu foi campeão alagoano com o CRB.

E Kazu continuou ganhando manchetes na mídia esportiva. Em 1988, foi o primeiro japonês a marcar um gol no futebol brasileiro, quando atuava pelo XV de Jaú, do interior de São Paulo. Ele balançou as redes no Campeonato Paulista em partida contra o Corinthians. No ano seguinte, foi campeão paranaense com o Coritiba, antes de retornar ao Santos em 1990.

Kazu atuou depois ainda por Yomiuri/Verdy Kawasaki (hoje, Tóquio Verdy), Genoa (onde se tornou o primeiro japonês a atuar no Campeonato Italiano, na temporada 1994/1995), Dinamo Zagreb, Kyoto Purple Sanga, Vissel Kobe, Sydney FC e está no Yokohama desde 2005.

Com a seleção do Japão, Kazu foi campeão da Copa da Ásia de 1992 e foi o artilheiro das Eliminatórias Asiáticas para as Copas do Mundo de 1994 (13 gols) e de 1998 (14 gols). Ao todo, ele vestiu a camisa da seleção em 89 partidas e anotou 55 gols – segundo maior artilheiro da história da seleção japonesa. Ele foi eleito o melhor jogador da Ásia, em 1993. No entanto, Kazu nunca disputou uma Copa do Mundo.

O sonho do Mundial foi concretizado em 2012, quando, aos 45 anos, fez parte do elenco da seleção do Japão na Copa do Mundo de futsal, disputada na Tailândia – torneio vencido pelo Brasil. Obviamente, Kazu é também o jogador mais velho a jogar num mundial de futsal.

 

Matéria originalmente publicada por:  http://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 13:15

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FIFA suspende Paolo Guerrero por um ano

Atacante do Flamengo leva suspensão após teste por uso de cocaína ter dado positivo. Advogado recorrerá de decisão que, se confirmada na última instância, deixará capitão da seleção do Peru fora da Copa da Rússia.

Paolo GuerreroGuerrero em partida entre Peru e Venezuela, em 23 de março de 2017

A Comissão de Disciplina da FIFA decidiu suspender nesta sexta-feira (08/12), durante um ano, o capitão da seleção do Peru, Paolo Guerrero, depois de ter dado positivo um teste por uso de cocaína num controle antidoping em outubro. O período de suspensão do jogador, atacante do Flamengo, começa a contar, retroativamente, a partir de 3 de novembro.

A presença da substância no organismo de Guerrero foi detectada no controle ao qual foi submetido no dia 5 de outubro, em Buenos Aires, após a partida entre Argentina e Peru nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa da Rússia.

O exame indicou a presença do metabólito da cocaína benzoilecgonina, incluído entre os estimulantes que figuram na lista de substâncias proibidas pela Agência Mundial Antidoping (AMA) sob a categoria “S6. estimulantes”.

“Ao ter dado positivo para uma substância proibida, o jogador foi contra o Artigo 6 do Regulamento Antidoping da FIFA e, em consequência, o Artigo 63 do Código Disciplinar da FIFA”, informou a organização em comunicado.

Guerrero foi suspenso temporariamente durante um mês no dia 3 de novembro, mas a suspensão foi aumentada em 20 dias à espera da decisão conhecida nesta sexta-feira, na qual a Fifa lembrou que “a suspensão inclui, entre outros, todo tipo de partidas no âmbito nacional e internacional, amistosas ou oficiais”.

“Extrema surpresa e decepção”

O jogador, de 33 anos, recebeu com “extrema surpresa e decepção” a decisão da Fifa, apesar de a própria entidade ter reconhecido que o jogador não usou cocaína, afirmou a defesa do jogador, que anunciou que apresentará um recurso para reverter a pena.

“As provas são contundentes e, somadas à baixíssima concentração do metabólito comum à folha de coca, não justificam em nenhuma hipótese essa decisão”, afirmou seu advogado, Pedro Fida.

“Estamos surpreendidos e decepcionados com a decisão da FIFA, penalizando o atleta com um ano de suspensão apesar de terem reconhecido que o jogador não usa cocaína”, disse Fida.

Com a confirmação da sentença, o advogado indicou que entrará com um recurso na Corte Arbitral do Esporte (CAS). “Vamos recorrer até a última instância em busca de justiça e em prol do jogo limpo e do esporte justo”, salientou.

Defesa alega que substância veio de chá

A suspensão provisória a partir de 3 de novembro impediu o jogador de treinar com o Flamengo e participar com a seleção do Peru no jogo das Eliminatórias para o Mundial da Rússia, com a qual os peruanos conseguiram a vaga após vencer a Nova Zelândia.

Na véspera desse jogo, a Fifa rejeitou um recurso extraordinário da Federação Peruana para autorizar Guerrero a participar dessa partida da repescagem.

Durante a audiência na qual Guerrero foi chamado pela Fifa para prestar depoimento em Zurique, sua defesa declarou que a substância encontrada na sua urina, devido aos baixos níveis achados na análise, foi fruto de ter ingerido um chá contaminado com restos de folhas de coca nos dias anteriores à partida disputada em Buenos Aires.

Na mesma, a Fifa constatou que a benzoilecgonina, principal metabólito da coca achada no exame, não procede do consumo de cocaína.

Guerrero é o grande destaque do futebol peruano, que confia em poder contar com ele na Copa. Nas eliminatórias, ele marcou cinco gols, o primeiro deles na derrota em Lima por 4 a 3 para o Chile e, o segundo, no 2 a 2 contra a Venezuela no Estádio Nacional.

O jogador foi decisivo no empate em Lima em 2 a 2 contra a Argentina, marcou outro gol no 2 a 2 na visita à Venezuela e fez o seu último no empate também em 2 a 2 com o Uruguai também na capital peruana.

 

 

Matéria originalmente publicada por:   http://www.dw.com

São Paulo – Brasil – 00:40

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Josy Galvão

Bayern de Munique faz convite a Zé Roberto pra lá de nobre!

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Depois de realizar seu último jogo como profissional na noite de segunda-feira (27), e, nesta terça (28) ser anunciado como assessor técnico do Palmeiras em 2018, Zé Roberto já tem um novo convite: fazer parte do time de lendas do Bayern de Munique, clube pelo qual defendeu por vários anos e foi tetracampeão alemão.

A informação é do jornalista do FOX Sports Argentina Ezequiel Daray, correspondente do canal na Alemanha. É comum nas grandes equipes europeias ter um time de veteranos ídolos que fazem jogos exibição. No caso do Bayern, o capitão é Lothar Matthaus, campeão mundial com a seleção da Alemanha em 1990.

O time de lendas do Bayern conta com outro brasileiro, Giovane Elber. A equipe já tem um compromisso marcado, no dia 18 de março, contra o Liverpool, na Inglaterra.

 

 

Matéria originalmente publicada por:    https://www.foxsports.com.br

São Paulo – Brasil – 23:08

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Josy Galvão

Na Rússia, Podolski vê Alemanha forte para Copa e mantém flerte com o Fla

Podolski na Praça Vermelha: atacante está em Moscou para lançamento de bola oficial da Copa (Foto: Reprodução/Instagram)

Podolski na Praça Vermelha: atacante está em Moscou para lançamento de bola oficial da Copa (Foto: Reprodução/Instagram)

Aos 32 anos, Lukas Podolski anunciou a sua saída da Seleção Alemã em agosto de 2106. A aposentadoria foi em março, num jogo amistoso que marcou a aparição de número 130 dele com a camisa da equipe tetracampeã mundial. O atacante do Vissel Kobe, do Japão, está em Moscou para o lançamento da bola oficial do Mundial. Num papo com a reportagem do GloboEsporte.com, disse que decidiu parar por já ter cumprido todos os objetivos com a Alemanha. Arrependimento por ter parado? Nenhum.

– O meu tempo… Já deu para mim. Não dá para alcançar mais do que eu já fiz – afirmou.

Podolski disputou três Copas do Mundo pela Alemanha (2006, 2010 e 2014) e conquistou o título no Mundial do Brasil. Em 2006 e 2010, os alemães terminaram na terceira colocação. Mesmo depois de a Alemanha ganhar a Copa das Confederações deste ano com um time formado por jovens jogadores e de ter feito uma campanha com 100% de aproveitamento nas eliminatórias europeias (dez vitórias em dez jogos), o atacante é cauteloso ao falar sobre favoritismo.

– Eu acho que estamos fortes, mas a Copa do Mundo é diferente da Copa dos Confederações. Temos de estar muito concentrados na competição num período de seis a oito semanas.

A relação com o Brasil, e principalmente com o Flamengo, também foi tema da conversa com o atacante. Ele ainda tem dois anos de contrato com o Vissel Kobe, mas mantém o flerte com o Rubro-Negro. O atacante, que já se declarou torcedor do time brasileiro em várias entrevistas e também nas redes sociais, disse que pode discutir o tema se “a oportunidade vier”, deixando em aberto a possibilidade de defender a equipe um dia.

– Claro que existe (possibilidade). Eu nunca digo não para algo, você nunca sabe o que pode acontecer no futebol. Eu tive ótimos momentos no Brasil, não sei o que vai acontecer depois do Japão. Eu gostaria de jogar mais do que os dois anos de contrato. Todo mundo sabe que eu gosto do Brasil, gosto do time do Flamengo, adoro o amor dos fãs. Vamos ver o que acontece.

 

Podolski posa com camisa do Flamengo: atacante mantém relação de carinho com o clube (Foto: Arquivo pessoal)

Podolski posa com camisa do Flamengo: atacante mantém relação de carinho com o clube (Foto: Arquivo pessoal)

Confira a íntegra da entrevista:

Nós queríamos saber por que você se aposentou da seleção alemã um ano antes da Copa do Mundo. Porque talvez fosse uma grande oportunidade para sua quarta Copa…
– O meu tempo… Já deu pra mim. Eu tive muitos jogos, muitos grandes momentos e em alguma hora você precisa parar. Acho que foi o momento certo de dizer adeus. Você pode sempre argumentar sobre o momento. Por que um ano antes? Por que um ano depois? Por que agora? Mas pra mim foi a hora de dizer adeus. Porque eu tenho agora 130 jogos pela seleção, joguei muitas Copas do Mundo, Eurocopas, eu vi o mundo com a seleção da Alemanha e eu acho que é o suficiente. Não dá pra alcançar mais do que eu já fiz.

A seleção alemã ganhou a Copa das Confederações com uma geração novinha em folha, e eles pareceram jogadores muito habilidosos. O que você pode dizer sobre o Goretzka, o Timo Werner e esses caras? 

Nós temos sorte, nós temos tantos bons jogadores, jogadores jovens… Não é fácil para o treinador escolher quem serão os jogadores da Copa, porque nós temos muitos. Vamos ver o que acontece. Mas a Copa das Confederações foi muito forte, assim como as Eliminatórias com 10 jogos e 10 vitórias. Eu acho que nós estamos fortes, mas a Copa do Mundo é algo diferente da Copa das Confederações, porque é um outro nível, é uma grande luta, que exige muita concentração entre seis e oito semanas. Isso é o mais importante, e nos vamos ver o que acontece. É claro que o objetivo pra gente, para a seleção alemã, é ganhar a Copa de novo.

Você já viu a bola da Copa do Mundo. Já deu pra sentir como ela é? Você gostou?
Sim! É um design novo, ela é feita de um novo material, tem algo novo com sequência de desenhos dela, designs novos… Vamos ver como essa bola vai se comportar na Copa, quantos gols eles vão marcar com a bola. E o que eu gosto mais é a cor dela, preta e branca, sempre com alguns referências à fabricante dela, mas é uma bola legal, vamos ver durante a Copa.

Nós vimos que a sua relação com os brasileiros foi muito boa, você falou bastante do Flamengo quando estava lá na Copa… Mas para os brasileiros o período em que vocês estiveram foi tipo um pesadelo para a gente, por causa do 7 a 1 na semifinal, foi pesado demais… Durante aquele jogo você sentiu pena, vamos dizer assim, da seleção brasileira ou não? Como você se sentiu durante aquele jogo?Não, durante o jogo eu não senti nada, senti mais após o jogo, porque muita gente estava chorando no estádio e os jogadores brasileiros estavam muito desapontados após o jogo. É claro que você sente algo pelo adversário, mas nós somos alemães, ficamos sempre focados no jogo. Você pôde ver também que após o jogo nós não comemoramos muito. Fomos até os nossos, depois fomos cumprimentar os brasileiros e já começamos a nos concentrar na final. É por isso que as pessoas sempre dizem que os alemães são focados, são como máquinas, e é por isso que a gente ganhou a Copa. Por isso que somos sempre fortes. É claro que a gente sente pelo Brasil, quando saímos do estádio no ônibus a atmosfera era muito ruim. Mas isso é esporte. Tínhamos que seguir adiante, faltava um jogo pro nosso objetivo. E na final a atmosfera já era boa, tínhamos vários brasileiros torcendo pra gente e isso também foi legal. Ver várias camisas do Brasil e do Flamengo no estádio na final criou um ambiente muito bom pra gente.

Você ainda é jovem, 32 anos, jogando no Japão. Ainda há uma possibilidade de jogar no Brasil, no Flamengo, como você falou no passado?

Sim, é claro eu nunca digo “não” para algo assim, porque não dá pra saber o que acontece no futebol. Nas vezes em que estive no Brasil eu curti muito, mas não sei o que vai acontecer quando eu deixar o Japão. Eu gostaria de jogar mais do que os dois anos de contrato que eu tenho (com o Vissel Kobe) e vamos ver o que acontece. Eu gosto do jogo, gosto de jogar.

E você gosta do Brasil…

Eu gosto de jogar, mas não posso dizer sim ou não. Quando a oportunidade vier, a gente pode discutir isso. Mas no momento eu estou no Japão e não há razão pra falar disso. Todos sabem que eu gosto do Brasil, gosto do clube Flamengo, gosto do amor dos torcedores por mim. Eu diria… Vamos ver, vamos ver o que acontece.

 

Matéria originalmente publicada por:      https://globoesporte.globo.com

São Paulo – Brasil – 01:43

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Josy Galvão

Gigante brasileiro mira a contratação do lateral Rafinha, do Bayern, revela site

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Campeão da Copa do Brasil deste ano, o Cruzeiro voltará a disputar a Libertadores após dois anos de ausência na competição e para isso promete montar um elenco competitivo. Além de contratação do volante Bruno Silva, um dos principais destaques do Botafogo, a Raposa ainda mira a chegada de um outro nome de peso e que pode deixar o futebol europeu para finalmente retornar ao Brasil: o lateral direito Rafinha, do Bayern de Munique.

Segundo publicação do diário Superesportes, o clube mineiro busca a chegada do defensor para suprir a carência deixada na posição, hoje ocupada pelo jovem Ezequiel, o escolhido de Mano Menezes para substituir Mayke, que foi para o Palmeiras. A contratação, como adianta o veículo, não será nada fácil.

Em recente participação no Bom Dia FOX, Rafinha chegou a afirmar que não descartava um retorno ao país, inclusive citando o nome de outras grandes equipes como Palmeiras e Flamengo como possíveis destinos. A verdade é que, apesar de estar em sua sétima temporada no Bayern e há quase 15 anos fora do Brasil, o lateral não vive o seu melhor momento no Velho Continente e disputou apenas nove partidas na atual campanha. Por conta disso, seus empresários estariam oferecendo o atleta a clubes brasileiros.

 

Matéria originalmente publicada por:    https://www.foxsports.com.br

São Paulo – Brasil – 01:12

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Josy Galvão

Waldir Peres morre aos 66 anos

Waldir Peres fez 617 jogos com a camisa do São Paulo em 11 anos no Morumbi

 

Um dos maiores ídolos da história do São Paulo e goleiro titular da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1982, Waldir Peres faleceu aos 66 anos neste domingo.

Nascido em Garça, o arqueiro foi revelado no começo dos anos 70 na Ponte Preta e chegou ao clube do Morumbi em 1973.

Em 11 anos de São Paulo, Waldir fez 617 partidas – segundo jogador com mais atuações na história do clube, atrás apenas de Rogério Ceni – e venceu o Campeonato Brasileiro de 1977 sobre o Atlético-MG nos pênaltis. Além disso, ele faturou três vezes o Campeonato Paulista (1975, 1980 e 1981).

Em 1984, ele saiu do Morumbi e foi para o América-RJ. Antes de encerrar a carreira, em 1989, o goleiro passou por Guarani, Corinthians, Portuguesa, Santa Cruz e Ponte Preta.

Relembre ou conheça a história da seleção que encantou o mundo e nunca se calou

Pela seleção brasileira, Waldir Peres fez 39 jogos. Foi reserva nas Copas do Mundo de 1974 e 1978, sendo titular na Copa do Mundo de 1982, na Espanha, no time que contava com Zico, Sócrates, Falcão e Oscar.

A equipe que encantou o mundo acabou eliminada pela Itália de Paolo Rossi por 3 a 2 no estádio Sarriá, no fatídico 5 de julho.

A tragédia do Sarriá foi retratada no documentário produzido pelos canais ESPN intitulado “Aos Nossos Campeões”, que você pode ver no WatchESPN.

Em 1991, Waldir Peres começou uma carreira como treinador no São Bento e comandou mais de 23 equipes, , quando passou pelo Grêmio Maringá-PR.

 

 

Matéria originalmente publicada por:  http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 18:00

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Josy Galvão