Archive for the ‘Copa das Confederações’ Category

Uma renovação tardia na seleção alemã

Poucos na Alemanha questionam a decisão de Löw de aposentar Hummels, Boateng e Müller, três ídolos nacionais campeões mundiais em 2014. Na verdade, a pergunta que se faz é: por que, após tantos vexames, demorou tanto?

Hummels, Müller, Boateng: aposentados da seleção pelo técnico Löw

Hummels, Müller, Boateng: “aposentados” da seleção pelo técnico Löw

 

“Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje”. É o que talvez tenha passado na cabeça de Joachim Löw ao anunciar na semana passada que os campeões mundiais de 2014 Mats Hummels, Jerôme Boateng e Thomas Müller não fazem mais parte dos seus planos para o futuro da Mannschaft

Alguns comentaristas esportivos alemães sequer discutem se a decisão de Löw está correta ou não. O que muitos questionam é por que ele demorou tanto a tomá-la e lamentam que só agora o técnico tenha chegado à conclusão de que os três não servem mais para vestir a camisa da seleção.

Houve pelo menos dois grandes momentos na história recente do futebol alemão em que Löw poderia ter dado o pontapé inicial para implementar uma verdadeira revolução na equipe.

O primeiro foi logo após a inesperada conquista do título da Copa das Confederações em 2017.  Um elenco radicalmente rejuvenescido, contando com apenas dois campeões mundiais, a saber Mathias Ginter e Julian Draxler, chegou na Rússia, fez uma bela campanha e levantou a taça.  De quebra, ganhou a Bola de Ouro com Julian Draxler, eleito melhor jogador do torneio. Sem esquecer que o ataque alemão foi o mais eficiente da competição com 12 gols marcados. As respectivas Chuteiras de Ouro, Prata e Bronze foram para Lars Stindl, Leon Goretzka e Timo Werner.

Esperava-se que o treinador aproveitasse o momento da conquista de um título inédito para alavancar de vez a renovação do time. Ledo engano. Sempre que podia, Löw insistia na estrutura básica da equipe campeã mundial de 2014.

No amistoso contra a Espanha, por exemplo, pouco antes da Copa do Mundo, havia sete campeões mundiais em campo. Na estreia frente ao México, a Alemanha entrou em campo com sete jogadores do inesquecível 7 a 1 do Mineirão.  A espinha dorsal do time era majoritariamente formada por veteranos da campanha de 2014. Da jovem equipe campeã da Copa das Confederações, apenas Joshua Kimmich e Jonas Hector se firmaram como titulares.

O resultado, todos conhecem.

Clamores se fizeram ouvir pelo mundo do futebol alemão exigindo uma renovação já. Em vão. Continuou tudo como dantes no quartel de Abrantes. Joachim Löw foi confirmado no cargo e saiu de circulação por dois meses curtindo férias na Floresta Negra e na ilha paradisíaca da Sardenha.              

Na sua volta, Löw teve uma nova chance de renovar o elenco, para a Liga das Nações, mas preferiu tocar o barco com a velha guarda mesmo. No empate com a França e na derrota para a Holanda, havia seis campeões mundiais titulares na equipe. Curiosamente o melhor resultado foi uma vitória categórica por 3 a 0 num amistoso com a Rússia – com apenas um campeão mundial em campo: Manuel Neuer.  

O ano de 2018 entrou para a história do futebol alemão como tendo sido o pior da Mannschaft. Em jogos oficiais foram quatro derrotas, dois empates e apenas uma vitória (aquela sobre a Suécia com gol milagroso de Toni Kroos nos acréscimos.

Todo este drama relatado aqui poderia ter sido evitado se Löw tivesse tido a coragem de promover a renovação radical da equipe logo após a Copa das Confederações. Não teve – e paga um preço alto por sua covardia.

A aposentadoria de Hummels, Boateng e Müller já deveria ter acontecido faz tempo. Já durante a Copa da Rússia deu para perceber claramente que Hummels e Boateng não são mais os mesmos no quesito retomada de velocidade quando perdem a bola.

Müller faz tempo que perdeu sua leveza de jogo e eficiência na finalização. No Bayern já perceberam isso há dois anos e lá tem substitutos à altura. Apenas Joachim Löw e sua comissão técnica continuavam enxergando tudo com suas lentes cor-de-rosa trazidas na bagagem juntamente com o título conquistado no Maracanã. 

Tem mais um detalhe. A forma como foram aposentados da seleção prejudica e muito os três jogadores. Como escreveu Jörn Meyn do Spiegel Online: “Agora eles ficam parecendo carros velhos que Löw queria dirigir mais um pouco mesmo depois da trombada na Rússia. Foi só então que percebeu que não servem mais”. Venhamos e convenhamos, não é uma saída honrosa da Mannschaft.

Fica a pergunta sobre quão radicalmente será feita a revolução. Agora em março, no dia 20, já poderemos ter uma ideia no amistoso com a Sérvia. Quatro dias mais tarde, rola o primeiro compromisso oficial em 2019, contra a Holanda pelas Eliminatórias da Euro 2020.    

Mats Hummels, Jerôme Boateng e Thomas Müller vão ver o jogo pela TV .   

Gerd Wenzel começou no jornalismo esportivo em 1991 na TV Cultura de São Paulo, quando pela primeira vez foi exibida a Bundesliga no Brasil. Desde 2002, atua nos canais ESPN como especialista em futebol alemão. Semanalmente, às quintas, produz o Podcast “Bundesliga no Ar”. A coluna Halbzeit sai às terças. Siga-o no TwitterFacebook e no site Bundesliga.com.br

 

Matéria originalmente publicada por:  https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 08:50

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Josy Galvão

Com Alemanha rebaixada na Liga das Nações, Löw admite ano ‘decepcionante’

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A Alemanha entra em campo diante da Holanda nesta segunda-feira, em casa, apenas para cumprir tabela pela última rodada da Liga das Nações. Afinal, o time de Joachim Löw já tem selado o último lugar do Grupo 1 da Liga A e, consequentemente, o rebaixamento para a segunda divisão do torneio, completando um ano para ser esquecido para a seleção.

“É uma pena que não tenhamos mais o que fazer na Liga das Nações. Agora, nós precisamos aprender as lições corretas deste ano decepcionante e tomar as medidas apropriadas. O resultado de amanhã é importante”, declarou Löw neste domingo.

Com apenas um ponto nas primeiras três rodadas, a Alemanha não pode mais alcançar a Holanda, segunda colocada, com seis, que luta para ultrapassar a França, líder com sete. Depois do título mundial em 2014, no Brasil, e da Copa das Confederações de 2017, a seleção caiu na primeira fase da Copa do Mundo da Rússia e, agora, completa a temporada com o rebaixamento.

Em busca de evolução para o ano que vem, Löw fez uma avaliação dos problemas técnicos da Alemanha. “Nós vimos na Copa do Mundo que faltou ímpeto e instinto matador. Não conseguimos levar a bola à frente o suficiente e precisamos ser mais determinados de frente para o gol”, avaliou.

Apesar da necessidade de mudanças, Löw explicou que não fará uma revolução no elenco da seleção para 2019, por ainda confiar nos principais lideres da seleção. “Toni Kroos ainda é um líder absoluto no campo, Thomas Müller e Mats Hummels trazem energia, da qual os jovens jogadores se beneficiam. É algo imenso se começarmos a fazer mudanças”, apontou.

Matéria originalmente publicada por:     https://istoe.com.br

São Paulo – Brasil –  00:20

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Josy Galvão

 

Federação Alemã comemora os 11 anos de Joachim Löw no comando da Seleção

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Quem acompanha o futebol mundial sabe que Joachim Löw se encaixa na lista dos melhores técnicos de futebol do mundo. No comando da Seleção Campeã do Mundo, o treinador alemão não é badalado, mas também não é questionado em seu trabalho e no cargo que ocupa.

Löw era treinador da Bundesliga e passou a ter maior visibilidade quando conquistou o título da Copa da Alemanha de 1997 com o Stuttgart. Na preparação para a Copa do Mundo de 2006, sediada pela Alemanha, aceitou o convite do técnico Jürgen Klinsmann para ser seu auxiliar na Seleção Alemã e acabou assumindo o comando da mesma, com a saída de Klinsmann ao término do Mundial. A Alemanha terminou em terceiro lugar ao vencer a Seleção de Portugal.

Desde então, Löw tem conduzido a Seleção Nacional de forma brilhante, levando a equipe quase sempre as semifinais de todas as competições que disputou. Alcançou o 2º lugar na Eurocopa de 2008, 3º na Copa do Mundo de 2010, 3º na Eurocopa de 2012, conquistou o Tetracampeonato no Brasil em 2014 e o 3º lugar na Eurocopa de 2016. O seu último feito foi a conquista da Copa das Confederações 2017, na Rússia, apostando em uma equipe extremamente jovem. Além de vir conduzindo a equipe com maestria nas eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2018. Assim, com muito trabalho e dedicação 11 anos se passaram.

Este é um grande feito para o técnico de 57 anos e realmente merece ser comemorado, principalmente pela trajetória dos treinadores no comando da Mannschaft. 

Desde 1926 quando a Seleção Alemã  passou a ter um profissional com dedicação exclusiva, apenas 10 profissionais passaram pelo cargo, com uma média de nove anos de trabalho para cada profissional. Joachim Löw já ultrapassou esta média e se cumprir o seu atual contrato que tem como prazo final o ano  de 2020, o técnico ficará 14 anos a frente da seleção e será o comandante mais longevo da história e com o maior número de partidas disputadas.

Hoje a DFB – Federação Alemã de Futebol, comemorou e agradeceu em suas redes sociais, o trabalho e dedicação do técnico ao longo destes 11 anos.

🥈🥉🏆🏆

Thank you for 11 wonderful years so far, Joachim Löw! 🙏 #DieMannschaft

O Batom e Futebol parabeniza Joachim Löw pelo belo trabalho desenvolvido e espera poder continuar acompanhando por muitos e muitos anos, o maravilhoso espetáculo conduzido por ele e sua equipe!

Danke, Joachim Löw, Herzlichen Glückwunsch und alles Gute!

 

 

São Paulo – Brasil – 23:50

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Por Josy Galvão

Opinião: Alemanha não produz jogadores de “time B”

Conquista da Copa das Confederações e do Europeu sub-21 são resultados de anos de trabalho fora dos gramados, inexistente em várias potências do futebol mundial, opina Ross Dunbar.

Alemanha vence Copa das Confederações na Rússia sem a maioria de seus principais jogadores Alemanha vence Copa das Confederações na Rússia sem a maioria de seus principais jogadores

O futebol alemão vive um momento de glória após vencer dois torneios internacionais em 48 horas. Essas vitórias, porém, já vinham sendo trabalhadas há muito tempo.

A Copa das Confederações foi erguida em São Petersburgo neste domingo, após a vitória de 1 a 0 sobre o Chile, enquanto na sexta-feira, a equipe alemã sub-21, cheia de estrelas, venceu o Europeu da categoria, derrotando a excelente Espanha pelo mesmo placar.

E ainda poderá vir mais. O sub-19 começou na última segunda-feira a disputa pelo Campeonato Europeu, enquanto a seleção feminina iniciará no final do mês a busca pelo sétimo título europeu seguido. A Alemanha também enviou uma equipe forte para a Copa do Mundo sub-20, que acabou sendo vencida pela Inglaterra.

A impressão é que, apesar das impressionantes seleções de todas as partes do mundo, os campeões mundiais vinham treinando uma equipe reserva no mais alto nível.

Manuel Neuer, Mats Hummels, Jérôme Boateng, Leroy Sané, Mesut Özil, Toni Kroos, Thomas Müller e outros receberam uma merecida folga neste verão europeu, enquanto o técnico Joachim Löw promovia mudanças para o torneio na Rússia.

A maioria destes jogadores estava no centro da campanha vitoriosa na Copa do Mundo de 2014 e é inquestionável que a maior parte deles ainda será protagonista em 2018, na cabeça de Löw. Mas, seria tolo afirmar que eles são os únicos jogadores alemães de padrão internacional.

Löw não precisou vasculhar as profundezas do futebol alemão para encontrar um time para a Copa das Confederações. Os 11 titulares que jogaram a final tinham média de idade de 24 anos, ou seja, longe de serem adolescentes.

Os 11 da seleção alemã vitoriosa somam 193 aparições em partidas de seleção, totalizando entre eles mais de 2 mil jogos em times de ponta em algumas das principais ligas da Europa.

Jonas Hector e Joshua Kimmich têm sido as primeiras escolhas de Löw para as laterais desde a Eurocopa de 2016. Julian Draxler, vencedor da Bola de Ouro como o melhor jogador do torneio na Rússia, possui experiência de alto nível em um punhado de clubes diferentes.

O vencedor da Chuteira de Ouro do torneio, Timo Werner, marcou 21 gols na última temporada da Bundesliga, o campeonato alemão, pelo RB Leipzig, que estará na próxima Liga dos Campeões da Europa após terminar a competição em segundo lugar.

Leon Goretzka e Lars Stindl tiveram temporadas excepcionais na Bundesliga. O goleiro Marc-André ter Stegen defende o Barcelona, enquanto Sebastian Rudy e Niklas Süle, que ajudaram o Hoffenheim a chegar em quarto lugar na Bundesliga, jogarão pelo Bayern de Munique na próxima temporada. Nenhum destes jogadores chega a ser um novato, nem mesmo algo próximo disso.

Mas, nada disso pode ser definido como apenas sorte. A Federação Alemã de Futebol (DFB) merece aplausos por investir nas categorias de base. O programa de desenvolvimento dos jovens jogadores alemães foi transformado e relançado em 2013 com a visão estratégica de aumentar os padrões profissionais e trazer uniformidade a todas as federações regionais da Alemanha.

As academias de futebol devem seguir padrões rigorosos estabelecidos pela DFB e consultores externos. Na temporada 2015-16, os clubes alemães investiram mais de 150 milhões de euros em seus departamentos para o desenvolvimento de jovens atletas.

Para a nação mais robusta da Europa, com uma população de 81 milhões de habitantes, dar impulso a um bom número de profissionais bem treinados e de grande talento não chega a ser um feito extraordinário. A atual fartura de jogadores de alto nível é uma recompensa do planejamento racional em longo prazo, inexistente em várias das outras principais potências do futebol mundial.  

Considerar a equipe vencedora da Copa das Confederações como um time “B” seria um desrespeito com tudo o que os alemães conquistaram na última década.

A Alemanha não produz jogadores “B”, mas sim, vencedores. Essa tendência já está estabelecida e continuará ainda pelos próximos anos. 

Ross Dunbar, da redação de esportes da DWPor Ross Dunbar, da redação de esportes da DW

 

Matéria originalmente publicada por:   http://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 01:05

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Josy Galvão

Alemanha assume liderança do ranking da FIFA

Título da Copa das Confederações impulsiona Seleção Alemã, que, após dois anos, volta à primeira posição da lista. No top dez só há equipes europeias e sul-americanas.

Fußball Chile v Deutschland - FIFA Confederations Cup Russia 2017 - Finale (Reuters/G. Dukor)

Seleção alemã ergue a taça de campeã da Copa das Confederações na Rússia

 

O título da Copa das Confederações, conquistado no último domingo (02/07), na Rússia, com uma vitória por 1 a 0 sobre o Chile, levou a Alemanha a passar o Brasil e assumir o primeiro lugar do ranking da FIFA.

Divulgado nesta quinta-feira (06/07), o ranking põe o Brasil na segunda colocação, seguido por Argentina e Portugal. Vice-campeão na Rússia, o Chile caiu três posições, ficando em sétimo.

Sob o comando do técnico Tite, a seleção brasileira havia voltado ao topo do ranking em abril, após sete anos, desbancando a Argentina. Há dois anos a Seleção Alemã não ocupava a primeira colocação.

A Espanha deixou o top 10, indo para o 11º lugar. A seleção belga fecha a lista dos dez primeiros colocados, que tem seis equipes europeias e quatro sul-americanas.

Os dez primeiros colocados no ranking da FIFA:

1. Alemanha – 1.609 pontos

2. Brasil – 1.603 pontos

3. Argentina – 1.413 pontos

4. Portugal  – 1.332 pontos

5. Suíça – 1.329 pontos

6. Polônia – 1.319 pontos

7. Chile – 1.250 pontos

8. Colômbia – 1.208 pontos

9. França – 1.199 pontos

10. Bélgica – 1.194 pontos

 

 

 

Matéria originalmente publicada por:     http://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 16:12

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Josy Galvão

Mario Götze está de volta aos treinos no Borussia Dortmund

Ausente do trabalho dos treinamentos desde fevereiro, devido a problemas de saúde, o autor do gol que deu o título mundial à Alemanha, na final de 2014 no Brasil, anunciou no Facebook que está perto de voltar a treinar.A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, atividades ao ar livre

Götze  25 anos, foi afastado da Bundesliga em fevereiro deste ano, para seguir um programa de reabilitação médica imposto por um “problema metabólico”. Nesta quinta-feira, o atleta anunciou, em uma longa mensagem na rede social Facebook, que se prepara para voltar aos treinos do Borussia Dortmund.

Confira abaixo:

“Olá a todos.

Devido a uma desordem metabólica, eu não era capaz de jogar futebol nos últimos tempos. Durante os últimos meses, passei por um tratamento bem sucedido e estou de novo em forma.

Amanhã vou começar com a 3 ª fase do meu programa de recuperação. Isto significa que vou completar o teste de desempenho e começar a treinar com a equipe em breve. Estou mais do que excitado por estar de volta ao estádio e no campo de treino de novo.

Algumas coisas importantes para você saber:

Primeiro, estou muito orgulhoso dos meus colegas de BVB e estou tão feliz por terem levado para casa a taça da Copa da Alemanha. As fotos de todos vocês, os fãs, comemorando na cidade me lembraram  das minhas primeiras vitórias com o clube. Em segundo lugar, gostaria de felicitar os meus colegas de equipe da Seleção Nacional por terem ganho a taça da Copa das Confederações, na Russia, bem como a equipe Sub-21, pela sua vitória na Euro. Estou extremamente orgulhoso de ser membro da equipe e da DFB.

Gostaria também de desejar ao meu irmão mais novo, Felix, sucesso na Seleção Nacional Sub-19. Vou manter os meus polegares apertados por ti!!

Por último, mas não menos importante, gostaria de dar um grande agradecimento a todos os meus fãs. Todos vocês que me apoiaram tanto nos últimos meses. As suas mensagens e os seus desejos foram motivadores e muito apreciados. Obrigado Aki Watzke (Hans-Joachim) e Michael Zorc pela sua confiança em mim durante este difícil momento de recuperação. Ajudou muito. Obrigada à minha equipe, aos meus médicos, ao meu treinador de fitness, e às outras pessoas que me presam.

Por toda a paciência, apoio e energia positiva, agradeço à minha família e à minha noiva Ann-Kathrin.

Tenho muito que agradecer.

Vejo vocês no campo!

Melhores desejos,

Mario

Mensagem Original:

Nós do Batom e Futebol, estamos ansiosas pelo retorno de Götze aos gramados, sucesso garoto!

 

São Paulo – Brasil – 13:16

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Por Josy Galvão

Podolski analisa base da Alemanha e brinca: “Difícil para o técnico”

Podolski disse confiar na nova geração da Alemanha (Foto: Christian Gaier/Divulgação Podolski)

Podolski disse confiar na nova geração da Alemanha (Foto: Christian Gaier/Divulgação Podolski)

 

Lukas Podolski disputou três Copas do Mundo. Na primeira, em 2006, em casa, foi eleito o melhor jogador jovem. Na última, experiente, conquistou o título, além da simpatia de milhares de brasileiros com seus posts bem humorados em português. Em 2017, fez sua última aparição com a camisa da Alemanha. Ficaram as lembranças e a identificação com a camisa. O atacante também não parece muito preocupado com o futuro da seleção do país. Em entrevista ele disse confiar na base.

Os alemães foram vice-campeões olímpicos, perdendo o ouro para o Brasil de Neymar, no Rio. Na última sexta-feira, bateram a Espanha na decisão da Eurocopa sub-21. No domingo, com um time que provou uma renovação eficiente, foram campeões da Copa das Confederações vencendo o Chile por 1 a 0. O meia Draxler, de 23 anos, foi eleito o melhor do torneio, enquanto o atacante Timo Werner, de 21, foi o artilheiro (título que nenhum outro alemão havia conquistado neste torneio). Segundo Podolski, quem vai ter dor de cabeça é o técnico Joachim Löw.

“Eu ficarei feliz de ver os jogos da Copa. Eu joguei muitos torneios, Copas do Mundo, Eurocopas… Em um ponto, você tem que parar. E você sabe, temos ótimos jogadores. Isso é bom para o nosso time, mas é difícil para o técnico, porque ele tem muitas escolhas. É difícil escolher 23 jogadores para a Copa do Mundo “,analisa.

O atacante disse acompanhar com atenção o desenvolvimento do futebol nos clubes e nas seleções, e lembra que mesmo com os bons resultados da Alemanha, especialmente no fim de semana, outros jovens devem despontar em outros países. 

“Acho que temos um grande futuro, conquistamos o Sub-21, Copa das Confederações. Mas outros países também (têm elencos promissores). A Inglaterra é boa, a Espanha é boa… Então, não é só a Alemanha, mas é bom ter um time forte na base”.

Podolski brilhou com a camisa alemã e conquistou o título mundial de 2014 (Foto: Reuters)

Podolski brilhou com a camisa alemã e conquistou o título mundial de 2014 (Foto: Reuters)

 

Podolski disse ainda que o tempo voou desde a Copa de 2014. Mas a conquista nunca vai sair da memória.

“Passou muito rápido, muito rápido”, enfatiza o atacante.

 

 

Matéria originalmente publicada por:    http://globoesporte.globo.com

São Paulo – Brasil – 00:32

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Josy Galvão

Joachim Löw fala em “nervosismo”, “magia” e “orgulho”

Joachim Löw fala em «nervosismo», «magia» e «orgulho»

Joachim Löw admitiu que a Alemanha sofreu no início do jogo contra o Chile, mostrando nervosismo, mas também exaltou a “combatividade” dos seus jogadores na vitória na final da Copa das Confederações, disputada no último domingo na Rússia.

“Esta equipe conseguiu uma performance extraordinária neste torneio. Estou super orgulhoso por tudo o que fizeram. No início do jogo estivemos um pouco nervosos, mas uma final tem esta magia. O segundo tempo foi mais duro e mais tenso, os chilenos não facilitaram em nada”, destacou.

Uma equipe jovem que aumentou certamente o leque de opções  a disposição do técnico para a Copa do Mundo de 2018. “Posso dizer que cada um destes jogadores que esteve neste grupo está agora em melhor posição do que estava antes da Copa das Confederações. Nós queríamos que os jogadores progredissem com esta experiência e isso foi alcançado. Mas defender um título Mundial é bem mais difícil, muito mais difícil”, comentou ainda o técnico alemão.

 

São Paulo – Brasil – 23:32

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Por Josy Galvão

Confira a chegada dos campeões à Alemanha com a taça da Copa das Confederações

Retorno do avião da Alemanha após título da Copa das Confederações (Foto: Getty Images)

Da cabine do piloto o sinal que os campeões estavam de volta –  (Foto: Getty Images)

 

A jovem Seleção Alemã que conquistou o título da Copa das Confederações, ao vencer o Chile por 1 a 0, no último domingo, já voltou à Alemanha para o merecido descanso.

A delegação deixou São Petesburgo mais cedo e desembarcou em Frankfurt na manhã desta segunda-feira. Coube ao jovem capitão Julian Draxler conduzir a taça conquistada.

Campeões retornam para a Alemanha com a taça da Copa das Confederações

Draxler desembarca a taça da Copa das Confederações – Foto: (Foto: Getty Images)

 

Para Julian Draxler a vitória da Alemanha foi muito justa, destacando o fato da equipe ser formada por muitos jogadores jovens e que nunca tinham jogado juntos.

“Foi incrível. Acho que a Copa das Confederações, no início, não teve muita visibilidade, mas para nós foi muito importante. Jogamos muito, com muita fome de bola. Acredito que merecemos este título. O grupo foi muito importante, nunca tínhamos jogado juntos”, afirmou. 

Draxler, que foi eleito o melhor jogador da prova, mostrou-se ainda muito feliz por capitanear a sua seleção: “Foi uma experiência muito importante para mim, porque fui capitão e a equipe jogou muito bem. Fomos até lá mostramos o que sabíamos, vencemos e agora vamos ter as merecidas férias com este troféu”.
 
Confira a chegada dos campeões!

São Paulo – Brasil – 14:29

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Por Josy Galvão

Alemanha conquista a sua primeira Copa das Confederações

A ideia de time B, C, não prevaleceu, são 11 contra 11 e no fim ganha a Alemanha.

Resultado de imagem para Alemanha vence Copa das Confederações

A Seleção Alemã venceu pela primeira vez, neste domingo (02/07), a Copa das Confederações, torneio preparatório à Copa do Mundo e que é disputado pelos campeões continentais, pelo país anfitrião e pelo campeão do mundo.

Os chilenos até tentaram, sobretudo no primeiro tempo da partida, mas a organização, pragmatismo, frieza e objetividade alemã foram determinantes.

Desacreditada pela imprensa germânica desde o início pelo fato de ir ao campeonato sem as suas principais estrelas e com uma equipe de garotos, a Seleção Alemã provou que o trabalho bem feito, com vontade, entrosamento e com um objetivo comum traz um resultado positivo.

Usando o fator psicológico, Joachim Löw tirou totalmente a pressão de cima dos seus jogadores ao afirmar que não veio para a competição para conquistar o troféu, mas sim para preparar e experimentar os jovens talentos, com a finalidade de escolher dois ou três para compor a equipe para a Copa do Mundo de 2018.

O discurso do técnico, sustentado por toda a sua equipe técnica durante o torneio, foi o ingrediente mágico que faltava para deixar a garotada com vontade de vencer: o resultado não poderia ser outro. Löw conseguiu o seu objetivo, testou os jogadores, um a um. Dos 21 convocados, apenas o goleiro Kevin Trapp não entrou em campo, no entanto, o difícil vai ser escolher apenas dois ou três para voltar à Rússia em 2018.

A estratégia do jogo

Juan Antonio Pizzi apostou na equipe habitual e os chilenos iniciaram a partida asfixiando totalmente os campeões mundiais, com 64% de posse de bola logo no início da partida. Do outro lado, Joachim Löw mudou apenas uma peça em relação às semifinais, tirando Henrichs e colocando Mustafi, mas mantendo o 3-4-3.

Apesar de entrar com todo gás, a La Roja não conseguiu bater a Mannschaft e principalmente passar por Ter Stegen. Aliás, o goleiro do Barcelona, foi a principal figura alemã em toda a partida e só nos primeiros 15 minutos teve de fazer duas defesas críticas. Stegen também foi eleito o homem do jogo.

O gol alemão foi marcado por Lars Stindl aos 21 minutos do primeiro tempo. Foi a primeira chance da Alemanha na partida e não foi desperdiçada.

Assim, a Alemanha conquistou a primeira Copa das Confederações da história, naquela que poderá ser a última edição da prova.

Em uma semana em que os alemães vencem a Euro Sub-21 e a Copa das Confederações com equipes cujo jogador mais velho tem 29 anos, podemos nos arriscar a dizer que esta equipe já tem um futuro assegurado.

 

 

São Paulo – Brasil – 21:33

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Por Josy Galvão