Archive for the ‘Copa do Mundo 2014’ Category

Futebol Alemão – Campeão Mundial em 2014, Benedikt Höwedes encerra carreira aos 32 anos

Benedikt Höwedes para aos 32 anos, e Alemanha campeã no Brasil tem ...

Benedikt Höwedes segura taça da Copa do Mundo Getty Images

 

O jogador alemão, Benedikt Höwedes, campeão mundial com a Alemanha em 2014, anunciou hoje o final da sua carreira profissional, dias depois de ter terminado o seu contrato com o Lokomotiv Moscou.

Em entrevista à revista germânica Der Spiegel, o defensor de 32 anos revelou a sua decisão, apesar de ter tido ofertas de clubes da Bundesliga.

“Nas férias, percebi que é importante estar junto do meu filho e da minha família e o futebol passou a figurar em segundo plano. Já não é importante para mim”, disse Höwedes. O jogador passou 16 anos no Schalke 04, tendo depois se transferido para a Juventus, em 2017/18 e ao Lokomotiv Moscou em 2018 a 2020.

Com 44 jogos e dois gols, Howedes esteve em todos os jogos da Alemanha no Mundial 2014, no Brasil, tendo atuado improvisado por Joachim Löw na lateral esquerda. Além de ter conquistado um Campeonato do Mundo, o jogador germânico termina a carreira com um Liga Italiana, uma Copa da Itália, uma Copa da Alemanha e uma Copa da Rússia no seu currículo.

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 14:45

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Por Josy Galvão

Bastian Schweinsteiger, o Grande

Após começo de carreira atribulado, meio-campista decolou na Copa de 2006 e se consagrou na de 2014, quando literalmente deu o sangue pela Seleção Alemã na final no Maracanã. O herói vai deixar saudades entre torcedores.

Bastian Schweinsteiger

Após pendurar as chuteiras, Schweinsteiger comentará na TV jogos da Alemanha na Eurocopa de 2020 e na Copa de 2022

Contam as más línguas que, depois de ter visto Bastian Schweinsteiger atuando pela primeira vez, no time juvenil do Bayern em 2000, Franz Beckenbauer teria profetizado para os seus colegas de diretoria: “Esse aí não vai dar em nada.”

Outro que não botou muita fé nele foi Felix Magath, técnico do Bayern de 2004 a 2007. Logo após ter se recuperado de uma contusão, o jovem Schweinsteiger, então com 20 anos, ficou sabendo que passaria a treinar com o time das categorias de base, o Bayern II. Foi uma humilhação. Afinal, naquele mesmo ano de 2004, ele tinha vestido pela primeira vez a camisa da Seleção Alemã.    

Dois anos antes, mais precisamente no dia 13 de novembro de 2002, “Schweini”, como era apelidado carinhosamente na época, fazia sua estreia no time profissional do Bayern, comandado então por Ottmar Hitzfeld. Foi num jogo da Champions League contra o RC Lens. Ele entrou no lugar de Mehmet Scholl. Outro estreante naquela noite fria de inverno foi Philipp Lahm, que também passaria a desempenhar um papel importante na história do clube bávaro.   

A primeira partida de Schweinsteiger na Bundesliga se deu um mês depois, na vitória sobre o Stuttgart por 3 a 0.  Lembro-me bem desse confronto, porque meu colega na transmissão pela ESPN teve algumas dificuldades iniciais para pronunciar adequadamente o nome do jogador. Nada que algumas dicas de pronúncia correta não pudessem resolver.

O grande divisor de águas da carreira de Bastian Schweinsteiger foi a Copa do Mundo realizada na Alemanha em 2006. O eixo formado com ele no meio campo, Philipp Lahm na defesa, Lukas Podolski e Miroslav Klose no ataque, deixou marcas indeléveis na forma de jogar da seleção alemã durante quase uma década.

A consagração final só viria oito anos mais tarde, na Copa realizada no Brasil, mas é sabido que as grandes lendas do futebol se constroem também com derrotas. É a partir do fracasso que se molda o caráter do herói, que mais tarde ressurge em triunfo, e fracassos não faltaram na vida de Bastian.

Basta lembrar a final da Champions League de 2012 em Munique, contra o Chelsea. Na decisão por pênaltis, o Fussballgott da torcida bávara desperdiçou sua cobrança, para logo em seguida Drogba converter sem chance para Neuer, decretando a derrota do Bayern na sua própria sala de estar.

Um ano mais tarde, Schweinsteiger, Robben e companhia renasciam das cinzas em Londres. Eles triunfaram ao vencer o título pela quinta vez e, de quebra, ainda conquistar a tríplice coroa.

Também na seleção alemã, as grandes vitórias foram precedidas por grandes derrotas. Na hora H, a Mannschaft amarelava. Foi assim no Mundial de 2010 e na Euro de 2012. A opinião pública alemã suspeitava fortemente que a geração surgida em 2006 não estava à altura de gloriosas conquistas. Para muitos, era uma geração de fracassados.

Até que veio o ano de 2014.

Schweinsteiger machucado durante a final da Copa do Mundo de 2014, no Maracanã

Schweinsteiger deu literalmente o sangue na final da Copa do Mundo de 2014, no Maracanã

Um mês antes da Copa, estive na Alemanha para entrevistar Schweinsteiger. Foi muito divertido, à beira do campo do CT do Bayern na Säbener Strasse 51, em Munique. Durante o bate-papo, de repente passa o Dante, brincalhão como sempre. Pergunto para o Bastian se ele está preparado para eventualmente encarar o Brasil numa final em pleno Maracanã, e ele, sorrindo, responde: “Preparados para vencer, claro!” Dante, meio sem jeito, sai de mansinho.

Em 2014, Schweinsteiger comprovou de qual matéria-prima são feitos os heróis: basicamente do desejo inquebrantável de vencer. Inesquecível a cena com ele sangrando à beira do campo já na prorrogação da final contra a Argentina.

Durante o jogo, Schweinsteiger não evitou nenhuma dividida, teve câimbras, sofreu meia dúzia de faltas, deu literalmente o sangue, comeu a grama que o diabo amassou com o rabo e aguentou o tranco até o fim.

Caído em campo, a cada vez que se levantava, voltava mais forte, mais determinado a vencer. Com seu desempenho no Maracanã, tornou-se o ícone do triunfo da seleção alemã.

Bastian Schweinsteiger, o Grande, entra na história do futebol alemão como um dos seus maiores protagonistas. Os torcedores ainda vão sentir saudades dele por muito tempo. Eu também.

P.S. Schweinsteiger encerrou sua carreira como jogador profissional, mas continuará ligado ao esporte. Foi contratado pela TV pública ARD para comentar os jogos da Alemanha na Eurocopa de 2020 e na Copa do Mundo de 2022.   

Gerd Wenzel começou no jornalismo esportivo em 1991 na TV Cultura de São Paulo, quando pela primeira vez foi exibida a Bundesliga no Brasil. Desde 2002, atua nos canais ESPN como especialista em futebol alemão. Semanalmente, às quintas, produz o Podcast “Bundesliga no Ar”. A coluna Halbzeit sai às terças. Siga-o no TwitterFacebook e no site Bundesliga.com.br

 

 

Matéria originalmente publicada por:  https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 15:28

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Josy Galvão

Schweinsteiger anuncia seu novo emprego, após aposentadoria

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Bastian Schweinsteiger Getty Images

 

Acabou a “aposentadoria” de Bastian Schweinsteiger. Três dias depois de ter pendurado as chuteiras, o ex-meio-campista informou em sua conta no Twitter que já tem um novo emprego.

O campeão do mundo de 2014 será um comentarista de futebol do programa Sportschau, da emissora alemã ARD.

O anúncio foi feito por meio de um vídeo em que um pequeno Schweisnteiger faz anotações sobre futebol, enquanto rodam as imagens da carreira dele como atleta.

Revelado pelo Bayern de Munique, o ex-jogador de 35 anos virou um dos principais nomes da história do clube, conquistando oito títulos da Bundesliga, sete da Copa da Alemanha, um da Champions League.

Após ter começado a atuar mais ofensivamente, ele virou um dos melhores volantes do mundo, sendo crucial também na Seleção Alemã sendo titular no título da Copa do Mundo de 2014 e nos terceiros lugares em 2006 e 2010.

Schweinsteiger deixou o Bayern no meio de 2015 e defendeu, sem brilho, o Manchester United até o começo de 2017. Seu último estágio como jogador de futebol profissional foi no Chicago Fire, que defendeu nas duas últimas campanhas. Como a equipe não se classificou aos playoffs da Major League Soccer, a vitória por 5 a 2 sobre o Orlando City, no domingo, foi a partida final de sua carreira.

 

 

Matéria originalmente publicada por:  http://www.espn.com.br/

São Paulo – Brasil – 14:25

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Josy Galvão

 

 

Seleção da Alemanha some com geração do 7 a 1 cinco anos depois

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Seleção da Alemanha para a final da Copa do Mundo de 2014 contra a Argentina Getty Images

A geração do 7 a 1 não existe mais… pelo menos na Alemanha.

Isso mesmo, aquele time ficou para trás. A fase dos alemães não é boa, reformulações aconteceram e muita coisa mudou naquele time que foi campeão da Copa do Mundo em cima da Argentina aqui no Brasil e na copa seguinte caiu na fase de grupos.

Hoje, o time conta com promessas como Kai Havertz, do Bayer Leverkusen, e Serge Gnabry, do Bayern de Munique, e pensa no futuro mais do que olha pros jogadores antigos.

Por isso, o jornal argentino Olé listou as mudanças do time convocado por Joachim Löw para a atual Data Fifa em comparação com a equipe daquela final, e o único que segue na equipe é Manuel Neuer – inclusive, envolvido na polêmica com Ter Stegen recentemente.

Mas, cadê os outros jogadores que entraram em campo na decisão?

Onde estão os campeões do mundo?

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Como dito, o único que segue é Neuer. Porém, com ressalvas: Toni Kroos foi convocado, mas ‘onda de lesões’ do Real Madrid alcançou o meia, que foi cortado após deixar a partida contra o Granada com dores. Já Reus, que está na convocação, não foi para a Copa de 2014 por ter se lesionado – se fosse, provavelmente disputaria a final.

Agora, sim, quem está fora: Philip Lahm, Miroslav Klose e Per Mertesacker se aposentaram do futebol, então não poderiam ir para a seleção.

Bastian Schweinsteiger, por outro lado, ainda jogava até essa terça-feira e defendia o Chicago Fire, quando anunciou sua aposentadoria do futebol, mas antes disso tomou a decisão de se aposentar da seleção e se dedicar apenas a sua equipe.

Situação diferente vivem Thomas Müller, Jerome Boateng e Mats Hummels, já que ainda jogam futebol, não anunciaram aposentadoria do time nacional, mas há sete meses Joachim Löw decidiu e comunicou ao mundo do futebol que os três não seriam mais convocados, simplesmente por opção do treinador. Atitude essa que Müller considerou como “falta de consideração”.

Os outros nomes que entraram em campo na decisão simplesmente não são mais chamados por escolha do treinador e do momento dos jogadores, são eles: Benedikt Howedes, Mesut Özil, André Schürrle, Mario Götze (autor do gol do título) e Christoph Kramer.

Se expandirmos a análise e considerarmos os jogadores que entraram em campo no 7 a 1 contra o Brasil, dois jogadores ainda entram na lista: Draxler e Khedira.

O primeiro, companheiro de Neymar no PSG, perdeu espaço após não se firmar como titular em sua equipe e não foi chamado entre os convocados. Khedira, hoje na Juventus, ainda joga no time titular dos italianos, mas cada vez com menos espaço, o que rendeu a chance para alguns jovens mostrarem trabalho na seleção.

Matéria originalmente publicada por:  http://www.espn.com.br/

São Paulo – Brasil – 14:39

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Josy Galvão

 

Bayern aposta em goleiro do Schalke 04 para ser substituto de Neuer

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Pensando no futuro, o Bayern de Munique já estabeleceu quem vai substituir o goleiro e ídolo Manuel Neuer. De acordo com o jornal alemão ‘Bild’, os Bávaros vão buscar a contratação de Alexander Nubel, do Schalke 04 e prepará-lo para substituir o atual arqueiro.

Neuer vai fazer 34 anos em março de 2020 e, desde 2011/12, é o goleiro titular e indiscutível do Bayern de Munique. Nubel tem 23 anos e seu contrato com o Schalke 04 finaliza em junho do ano que vem. Com isso, o jogador pode assinar um contrato com qualquer equipe já em janeiro.

Revelado pelo Paderborn, Alexander Nubel se transferiu para o Schalke 04 em 2015. A equipe pagou apenas 600 mil euros (R$ 2,6 milhões) para contar com o jogador. Atualmente, o goleiro é avaliado em 12 milhões de euros (R$ 53 milhões). Na atual temporada, Nubel participou de oito jogos e sofreu sete gols, além de não levar nenhum tento em três ocasiões.

Neuer chegou no Bayern de Munique, em 2011 e também era do Schalke 04. O alemão é um dos maiores goleiros da história do país e do Bayern de Munique. Com os Bávaros, foram sete títulos do Campeonato Alemão, uma Liga dos Campeões (2012/13) e cinco Copas da Alemanha. Com a seleção, conquistou a Copa do Mundo de 2014.

 

Matéria originalmente publicada por:  https://www.lance.com.br

São Paulo – Brasil – 14:08

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Josy Galvão

Aos 35 anos, Schweinsteiger anuncia aposentadoria do futebol

Aos 35 anos, Bastian Schweinsteiger anuncia aposentadoria dos gramados: “chegou a hora”

Ex-capitão da Seleção Alemã, Bastian Schweinsteiger anunciou nesta terça-feira a sua aposentadoria do futebol, encerrando uma carreira profissional de 18 anos. O meio-campista, de 35 anos, disputou 121 partidas pela Alemanha entre 2004 e 2016, com 24 gols marcados, e estava na equipe que conquistou o título da Copa do Mundo de 2014.

Ele também participou das edições de 2006 e 2010 da Copa, se aposentando da seleção na sequência da Eurocopa de 2016. Em times, Schweinsteiger atuou por Bayern de Munique e Manchester United na sua carreira, sendo que estava no Chicago Fire desde 2017.

Pelo clube alemão, onde atuou entre 2002 e 2015, faturou o título da Liga dos Campeões da Europa em 2013. Nesse período, conquistou oito títulos do campeonato nacional e sete vezes a Copa da Alemanha, além de um Mundial de Clubes.

Esse êxito não se repetiria no Manchester, onde Schweinsteiger sofreu com lesões, embora tenha vencido a Copa da Inglaterra em 2016 e a Copa da Liga Inglesa em 2017, antes de se transferir aos Estados Unidos.

“Dizer adeus como jogador me faz me sentir um pouco nostálgico, mas estou ansioso pelos desafios emocionantes que me aguardam em breve, Continuarei fiel ao futebol”, escreveu Schweinsteiger, que é casado com a ex-tenista sérvia Ana Ivanovic, em seu perfil no Twitter.

O anúncio de Schweinsteiger se dá após o Chicago Fire não conseguir a classificação aos playoffs da MLS, a principal liga de futebol dos Estados Unidos. “Queridos fãs, chegou a hora, vou terminar minha carreira ao fim desta temporada. Gostaria de agradecer a vocês e aos meus times Bayern, Manchester United, Chicago Fire e Seleção Alemã. Vocês tornaram esse período inacreditável para mim”, acrescentou.

Confira o anúncio de Schweinsteiger em sua conta no Twitter!

 

Matéria originalmente publicada por: https://istoe.com.br

São Paulo – Brasil – 14:00

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Josy Galvão

Löw define quem será o goleiro da seleção alemã nos próximos jogos

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Foto: Reprodução/DFB

 

Será que, finalmente, teremos um ponto final sobre quem deve ser o goleiro titular da seleção alemã? Dificilmente, mas o técnico Joachim Löw encontrou uma solução, pelo menos por enquanto.

O treinador campeão do mundo em 2014 definiu que Marc-André Ter-Stegen será o titular no amistoso contra a Argentina e Manuel Neuer será o responsável por defender a meta alemã contra a Estônia, pelas Eliminatórias da Euro.

“Conversei com Andy Köpke (preparador de goleiros) e concordamos com isso. O assunto também foi discutido com os jogadores”, explicou Löw.

Os problemas começaram quando Ter Stegen ficou no banco de reservas nos compromissos mais recentes da equipe nacional (contra Holanda e Irlanda nas Eliminatórias da Euro). Isso gerou insatisfação e o goleiro declarou que foi uma “enorme pancada” não ter sido utilizado pelo técnico Joachim Löw.

A afirmativa gerou um grande debate e até mesmo o presidente do Bayern de Munique, Uli Hoeneß, se envolveu no assunto, dizendo que Ter Stegen “não tem direito” de fazer este tipo de reivindicação e até mesmo ameaçando impedir os jogadores bávaros de se apresentarem à equipe nacional.

 

Matéria originalmente publicada por: https://br.onefootball.com

São Paulo – Brasil – 13:48

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Josy Galvão

 

Mario Götze – o herói relegado ao ostracismo

Após gol decisivo no Maracanã na Copa de 2014, carreira de Götze foi truncada por infortúnios. Agora, ele precisa afastar maldição que pairou sobre os outros três artilheiros cujos gols deram título mundial à Alemanha.

Fussball Bundesliga l SV Werder Bremen vs. Borussia Dortmund (Getty Images/O. Hardt)

A carreira de altos e baixos do herói do tetra

 

Festejado como herói nacional em 2014, graças ao seu gol na final da Copa do Mundo contra a Argentina, Mario Götze vai sendo deixado de lado por Joachim Löw na seleção alemã e por Lucien Favre no Borussia Dortmund – por esse clube, na atual temporada da Bundesliga, o jogador atuou ao todo por apenas 26 minutos, sendo 12 contra o Augsburg e 14 contra o Frankfurt.

Como explicar a queda do herói do Maracanã ao melancólico papel de reserva de luxo no clube Aurinegro em apenas cinco anos?

Eram decorridos 88 minutos da final no templo do futebol mundial quando Mario Götze entrou em campo no lugar de Miroslav Klose. Pouco antes, ainda à beira do campo, Löw lhe havia dito ao pé do ouvido: “Mostre ao mundo que você é melhor do que Messi.”

Quase meia hora mais tarde e faltando apenas sete minutos para o fim do confronto, Götze fez o gol da sua vida, o gol que iria determinar o desenrolar de sua carreira daí em diante. Foi uma obra de arte. Na corrida em alta velocidade, amorteceu magistralmente no peito uma bola cruzada por Schürrle, para emendar de voleio com pé esquerdo. Era o gol do maior triunfo que um jogador de futebol pode almejar – o gol do título de campeão mundial.  

Consumava-se o momento fugaz de glória de um jovem de apenas 22 anos. Cercado pelos companheiros eufóricos, Götze parecia estar distante, em outra dimensão, transcendendo o espaço físico do Maracanã. Talvez já estivesse imaginando naquele instante o que aquele gol significaria para o seu futuro. Bênção ou maldição?

O destino não foi benevolente para nenhum dos três artilheiros alemães que, antes de Mario Götze, marcaram os gols decisivos numa Copa do Mundo.

Helmut Rahn, autor do gol da vitória frente à Hungria em 1954, encerrou sua carreira em 1965 e fracassou como homem de negócios. Incompreensivelmente não se interessou em colaborar com a produção do filme O milagre de Berna, no qual ele é a figura central. Passou a viver recluso. Vez ou outra era visto no boteco Friesenstube em Essen, sua cidade natal, onde morreu em 2003, dois dias antes do seu aniversário.

Gerd Müller, por sua vez, marcou o gol do título contra a Holanda em 1974 e pendurou as chuteiras em 1982. Longe do futebol, se tornou alcoólatra e, por intervenção direta de Uli Hoeness e Franz Beckenbauer, foi internado numa clínica de recuperação em 1991. Um ano depois, Müller foi contratado pelo Bayern para exercer a função de técnico assistente do time de amadores. Em 2015, o clube comunicou oficialmente que o maior artilheiro da história da Bundesliga foi acometido da doença de Alzheimer e que, a partir de então, estaria sob cuidados médicos.

Andreas Brehme converteu o pênalti contra a Argentina em 1990. Era o terceiro título mundial da Alemanha. Seus dias como jogador acabaram em 1998 no seu clube de origem, o Kaiserslautern. Depois tentou se firmar como treinador e dirigente, mas sem sucesso. Enfrentou sérias dificuldades financeiras. Atualmente exerce uma função representativa no Bayern de Munique.

Mario Götze, depois da Copa do Mundo, voltou para o Bayern e lá tentou cair nas graças de Pep Guardiola. Esperanças vãs. No sistema do técnico catalão não havia lugar para o jovem atacante que, mais uma vez, teve que se conformar com o banco de reservas.

Frustrado com a indiferença de Guardiola, Götze treinava exaustivamente além da conta para poder mostrar à comissão técnica seu excelente condicionamento físico, tentando provar dessa forma que tinha condições para entrar no time a qualquer momento.

Chegou a um ponto em que quanto mais treinava, pior ficava, tanto técnica quanto fisicamente. Já eram os primeiros sinais da misteriosa doença que o acometia, mas que não foi diagnosticada na época pelo departamento médico do Bayern.

Em 2016, Götze voltou ao Borussia Dortmund, quando finalmente se descobriu que o jogador sofria de miopatia muscular resultante de um distúrbio no seu metabolismo. Estavam explicados os altos e baixos do seu inconstante rendimento.

Recuperado, voltou à sua melhor forma e, especialmente na temporada passada, mostrou tanto empenho que não restou alternativa ao técnico a não ser colocá-lo no time para jogar. Foi um dos jogadores mais estáveis do elenco aurinegro durante a campanha 2018/19.

Acontece que, com as recentes contratações de Julian Brandt e Thorgan Hazard, diminuíram consideravelmente as chances de Mario Götze voltar ao time titular. O seu contrato vence em junho do próximo ano, quando estará disponível no mercado sem custar nada.

Terá apenas 28 anos e tempo suficiente para recomeçar sua carreira truncada por infortúnios desde o golaço do Maracanã. E, quem sabe, poderá afastar para bem longe a sina da maldição que pairou sobre seus três antecessores, cujos gols deram o título de campeã mundial à Alemanha, mas, a partir daí, a melancolia tomou conta do outono de suas vidas.

Matéria originalmente publicada por:  https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 16:06

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Josy Galvão

Dortmund empresta Schurrle ao Spartak Moscou

OFICIAL: Dortmund empresta Schurrle ao Spartak Moscovo

O Borussia Dortmund e o Spartak Moscou anunciaram ter chegado a acordo para o empréstimo de André Schurrle dos alemães ao conjunto russo.

Após uma temporada emprestado aos ingleses do Fulham, o campeão do mundo pela Alemanha em 2014 volta a ser emprestado, experimentando aos 28 anos o terceiro campeonato diferente, depois de ter jogado na Alemanha e na Inglaterra.

 

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 13:14

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Por Josy Galvão

Futebol Feminino – Análise: Nike desafia história em novo olhar sobre futebol

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Em 2008, durante seminário realizado pela Nike com jornalistas em sua sede, nos Estados Unidos, a marca apresentou alguns detalhes do plano que tinha para se tornar a marca líder em vendas no futebol até 2014. A meta era audaciosa, já que esse era um terreno soberano da Adidas durante décadas.

No ano da Copa do Mundo realizada no Brasil, a marca americana anunciou um recorde de US$ 2,4 bilhões em vendas com artigos de futebol. A meta havia sido cumprida pela empresa, que destronou a concorrente alemã. Mas o reinado durou pouco. A estonteante conquista da seleção da Alemanha, com direito a 7 a 1 no Brasil na semifinal, impulsionou as vendas da camisa germânica e, no final daquele mesmo ano fiscal de 2014/2015, a liderança voltou à Adidas.

O que teve de comum entre as duas marcas ao longo desse tempo foi a estratégia adotada para o crescimento. Para ser líder em vendas, é preciso ter bastante produto a se ofertar para o público. Para chegar à liderança, a Nike investiu pesado. Passou a vestir as seleções de França e Inglaterra, dois colossos de vendas. Além disso, mirou os esforços com clubes e seguiu a ser a marca com os atletas mais celebrados. 

A retomada da Adidas seguiu essa mesma estratégia. O foco, porém, foram os clubes. A marca das três listras tirou da concorrente Manchester United e Juventus. Ampliou a parceria com clubes menores pelo mundo todo. E colheu os frutos.

Agora, a Nike faz um caminho diferente. Dentro do projeto traçado em 2015 de faturar US$ 50 bilhões até 2020, a marca decidiu mudar o rumo do investimento em futebol. Já sabendo que a meta estipulada há quase cinco anos não será alcançada, a empresa migrou o investimento. No lugar de ter maior quantidade de patrocínios, passou a selecionar melhor onde investir e, agora, mira o público feminino.

A guinada na comunicação veio só em março deste ano, em meio às celebrações do Dia Internacional da Mulher. Mas a estratégia está sólida. Com um histórico de ser pioneira em alguns movimentos, a marca tenta agora mostrar que a mulher é o caminho para a retomada das vendas. O maior problema, para isso, é que a indústria do futebol feminino está definitivamente mais atrasada do que a do masculino. Por isso, o potencial de crescimento do esporte ainda está represado. 

Se, há meia década, o caminho para ser líder em vendas era ter o maior número de patrocínios no futebol, a Nike tenta agora reescrever essa história. Até hoje ninguém conseguiu fazer isso. Mas até agora o futebol feminino nunca tinha sido prioridade.

 

Matéria originalmente publicada por:  https://maquinadoesporte.uol.com.br

São Paulo – Brasil – 12:51

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Josy Galvão