Archive for the ‘Copa do Mundo 2014’ Category

Götze revela a sua felicidade de ter voltado ao Borussia Dortmund

Mario Götze, do Borussia Dortmund: “Tão feliz por estar curtindo meu futebol de novo”

Mario Götze diz que está desfrutando de seu futebol novamente após superar uma série de contratempos na carreira para se restabelecer como um elemento firme na equipe principal do Borussia Dortmund.

Götze fez sete gols e sete assistências em 26 aparições na Bundesliga ao longo da temporada 2018/19, com o Dortmund empatando o atual campeão Bayern de Munique em uma emocionante corrida pelo título, perdendo apenas no último dia por uma margem de dois pontos. .

Em última análise, o BVB perdeu a batalha, mas Götze ganhou sua própria guerra pessoal.

“Quero agradecer aos torcedores do Dortmund por me apoiarem em tudo nesta temporada”, disse o jogador de 26 anos ao jornal The Players ‘Tribune. “Foi muito especial para mim. Nós passamos por tantas coisas juntos.

A carreira de montanha-russa de Götze foi bem documentada.

O seu primeiro gol aos 17 anos, sob o comando de Jürgen Klopp e o subsequente título da Bundesliga, valeu-lhe o estatuto de “German Messi”. Sua subseqüente transferência para o Bayern foi um passo lógico, apesar de um anátema para os torcedores do Dortmund, enquanto seu gol da vitória da Alemanha na Copa do Mundo FIFA 2014 contra a Argentina inscreveu seu nome nos livros de história.

Do lado de fora olhando para dentro, Götze tinha tudo – mas nem sempre é assim que o sol brilha.

Götze foi escalado em um papel secundário em seus três anos no Bayern, antes de retornar a Dortmund, onde problemas físicos – principalmente o distúrbio muscular debilitante, Myopathy – ameaçavam dar um fim prematuro a tudo isso.

“Eu era um Judas, depois um herói, depois uma decepção. Tudo isso em apenas quatro anos ”, lembrou ele.

“A comparação [com Messi] provavelmente não foi a melhor coisa para mim, aos 22 anos. O que as pessoas esperavam de mim estava fora da escala, e não foi fácil para mim, mentalmente.

“Somos seres humanos, lembre-se. Foi-me dado um lembrete muito duro disso depois da Copa do Mundo. Nos dois anos seguintes, comecei a ter muitos problemas com a minha forma física. Eu estava treinando muito por causa de todas as expectativas, e eu estava com muita dor. Meu corpo parecia que estava se quebrando. Eventualmente, eu fui diagnosticado com um distúrbio metabólico, e muitas pessoas estavam dizendo que seria o fim da minha carreira”.

Não foi. As lutas crônicas de Götze com a forma física deram a ele uma nova perspectiva de vida e lhe proporcionaram a oportunidade de fazer um balanço de uma carreira turbulenta. Ele não se arrepende de deixar Dortmund, tendo aprendido “uma quantidade incrível de futebol com Pep Guardiola” no Bayern, mas ele gosta de estar de volta onde tudo começou, fazendo o que ele faz de melhor.

“Quando o futebol foi tirado de mim, pude ver a história pela primeira vez”, disse Götze, que voltou a Dortmund no verão de 2016. “Tudo pelo que passei – bom e ruim – finalmente comecei a processar.

“A melhor decisão que tomei durante esse tempo foi voltar para Dortmund. Quando saí aos 20 anos, eu realmente não tinha nenhuma perspectiva de vida. Pode parecer ridículo, mas eu olhei para o futebol como um jogo infantil. Você corre com uma bola em alguma grama. Foi apenas um esporte para mim.

“Mas eu tenho uma perspectiva diferente sobre Dortmund agora. Muitas das mesmas pessoas que estavam com raiva quando saí de casa me receberam de volta, e eu aprecio muito isso.

“Pessoalmente, tenho estado no topo e já estive no fundo. Eu não sei para onde esta jornada vai, mas eu só quero dizer que este clube é uma parte muito especial da minha vida, e estou muito feliz por estar desfrutando do meu futebol novamente. ”

 

Fonte:    https://www.bundesliga.com

São Paulo – Brasil – 17:46

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Por Josy Galvão

Uma renovação tardia na seleção alemã

Poucos na Alemanha questionam a decisão de Löw de aposentar Hummels, Boateng e Müller, três ídolos nacionais campeões mundiais em 2014. Na verdade, a pergunta que se faz é: por que, após tantos vexames, demorou tanto?

Hummels, Müller, Boateng: aposentados da seleção pelo técnico Löw

Hummels, Müller, Boateng: “aposentados” da seleção pelo técnico Löw

 

“Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje”. É o que talvez tenha passado na cabeça de Joachim Löw ao anunciar na semana passada que os campeões mundiais de 2014 Mats Hummels, Jerôme Boateng e Thomas Müller não fazem mais parte dos seus planos para o futuro da Mannschaft

Alguns comentaristas esportivos alemães sequer discutem se a decisão de Löw está correta ou não. O que muitos questionam é por que ele demorou tanto a tomá-la e lamentam que só agora o técnico tenha chegado à conclusão de que os três não servem mais para vestir a camisa da seleção.

Houve pelo menos dois grandes momentos na história recente do futebol alemão em que Löw poderia ter dado o pontapé inicial para implementar uma verdadeira revolução na equipe.

O primeiro foi logo após a inesperada conquista do título da Copa das Confederações em 2017.  Um elenco radicalmente rejuvenescido, contando com apenas dois campeões mundiais, a saber Mathias Ginter e Julian Draxler, chegou na Rússia, fez uma bela campanha e levantou a taça.  De quebra, ganhou a Bola de Ouro com Julian Draxler, eleito melhor jogador do torneio. Sem esquecer que o ataque alemão foi o mais eficiente da competição com 12 gols marcados. As respectivas Chuteiras de Ouro, Prata e Bronze foram para Lars Stindl, Leon Goretzka e Timo Werner.

Esperava-se que o treinador aproveitasse o momento da conquista de um título inédito para alavancar de vez a renovação do time. Ledo engano. Sempre que podia, Löw insistia na estrutura básica da equipe campeã mundial de 2014.

No amistoso contra a Espanha, por exemplo, pouco antes da Copa do Mundo, havia sete campeões mundiais em campo. Na estreia frente ao México, a Alemanha entrou em campo com sete jogadores do inesquecível 7 a 1 do Mineirão.  A espinha dorsal do time era majoritariamente formada por veteranos da campanha de 2014. Da jovem equipe campeã da Copa das Confederações, apenas Joshua Kimmich e Jonas Hector se firmaram como titulares.

O resultado, todos conhecem.

Clamores se fizeram ouvir pelo mundo do futebol alemão exigindo uma renovação já. Em vão. Continuou tudo como dantes no quartel de Abrantes. Joachim Löw foi confirmado no cargo e saiu de circulação por dois meses curtindo férias na Floresta Negra e na ilha paradisíaca da Sardenha.              

Na sua volta, Löw teve uma nova chance de renovar o elenco, para a Liga das Nações, mas preferiu tocar o barco com a velha guarda mesmo. No empate com a França e na derrota para a Holanda, havia seis campeões mundiais titulares na equipe. Curiosamente o melhor resultado foi uma vitória categórica por 3 a 0 num amistoso com a Rússia – com apenas um campeão mundial em campo: Manuel Neuer.  

O ano de 2018 entrou para a história do futebol alemão como tendo sido o pior da Mannschaft. Em jogos oficiais foram quatro derrotas, dois empates e apenas uma vitória (aquela sobre a Suécia com gol milagroso de Toni Kroos nos acréscimos.

Todo este drama relatado aqui poderia ter sido evitado se Löw tivesse tido a coragem de promover a renovação radical da equipe logo após a Copa das Confederações. Não teve – e paga um preço alto por sua covardia.

A aposentadoria de Hummels, Boateng e Müller já deveria ter acontecido faz tempo. Já durante a Copa da Rússia deu para perceber claramente que Hummels e Boateng não são mais os mesmos no quesito retomada de velocidade quando perdem a bola.

Müller faz tempo que perdeu sua leveza de jogo e eficiência na finalização. No Bayern já perceberam isso há dois anos e lá tem substitutos à altura. Apenas Joachim Löw e sua comissão técnica continuavam enxergando tudo com suas lentes cor-de-rosa trazidas na bagagem juntamente com o título conquistado no Maracanã. 

Tem mais um detalhe. A forma como foram aposentados da seleção prejudica e muito os três jogadores. Como escreveu Jörn Meyn do Spiegel Online: “Agora eles ficam parecendo carros velhos que Löw queria dirigir mais um pouco mesmo depois da trombada na Rússia. Foi só então que percebeu que não servem mais”. Venhamos e convenhamos, não é uma saída honrosa da Mannschaft.

Fica a pergunta sobre quão radicalmente será feita a revolução. Agora em março, no dia 20, já poderemos ter uma ideia no amistoso com a Sérvia. Quatro dias mais tarde, rola o primeiro compromisso oficial em 2019, contra a Holanda pelas Eliminatórias da Euro 2020.    

Mats Hummels, Jerôme Boateng e Thomas Müller vão ver o jogo pela TV .   

Gerd Wenzel começou no jornalismo esportivo em 1991 na TV Cultura de São Paulo, quando pela primeira vez foi exibida a Bundesliga no Brasil. Desde 2002, atua nos canais ESPN como especialista em futebol alemão. Semanalmente, às quintas, produz o Podcast “Bundesliga no Ar”. A coluna Halbzeit sai às terças. Siga-o no TwitterFacebook e no site Bundesliga.com.br

 

Matéria originalmente publicada por:  https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 08:50

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Josy Galvão

Thomas Müller posta vídeo irritado após ser ‘aposentado’ da seleção da Alemanha por Joachim Low

Na última terça-feira, o treinador da seleção da Alemanha, Joachim Löw, afirmou por meio de um comunicado oficial no site da DFB (Federação Alemã de Futebol) que Thomas Müller, Mats Hummels e Jerome Boateng não estão mais nos planos para as próximas convocações.

Chateado com a situação, Thomas Müller publicou um vídeo em seu Twitter nesta quinta-feira questionando a maneira pela qual Löw manifestou a intenção de renovar o grupo dos selecionáveis.

“É claro que fiquei surpreso com a decisão do técnico. O técnico da seleção precisa tomar decisões esportivas, não questiono isso. Mas, quanto mais penso nisso, mais fico irritado pelo modo como isso aconteceu. Não entendo a razão de ser uma decisão definitiva. Mats, Jerome e eu ainda somos capazes de jogar futebol no mais alto nível pela seleção”, lamentou o meia-atacante.

Müller tem ao todo 100 partidas pela seleção alemã, tendo marcado 38 gols desde que foi convocado pela primeira vez, em 2010.

Naquele ano, inclusive, foi artilheiro da Copa do Mundo da África do Sul e na edição seguinte, no Brasil, foi o vice da estatística.

Mesmo incomodado com o comunicado do treinador da seleção, o meia-atacante fez questão de relembrar e exaltar sua passagem pela Alemanha.

“Tivemos uma longa e, na maior parte do tempo, carreira de sucesso com a seleção e acho que não foi uma maneira elegante publicar o comunicado pré-fabricado da DFB pouco depois de sabermos sobre a decisão do treinador. Acho que isso não tem nada a ver com valorização. Eu sempre tive orgulho de vestir essa camisa, dei tudo de mim e quero agradecer pelo seu apoio. Foi uma jornada incrível.”, celebrou Müller.

 

Matéria originalmente publicada por:  http://www.espn.com.br

São Paulo – Brasil – 07:00

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Josy Galvão

Joachim Löw descarta Boateng, Hummels e Thomas Müller da seleção alemã

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Mais três jogadores da geração campeã mundial de 2014 saíram dos planos da seleção alemã. Os zagueiros Boateng e Hummels e o atacante Thomas Müller, todos do Bayern de Munique, foram dispensados de serviços ao país pelo técnico Joachim Löw nesta terça-feira.

– Agradeço a Hummels, Boateng e Müller pelos bem sucedidos, extraordinários e anos únicos que dividimos. Agora é hora de acertar o curso para o futuro. Queremos dar à equipe um novo visual. Estou convencido de que esse é o passo certo – disse Löw, no cargo desde 2006 e com o contrato em vigor até 2022, complementando:

“Os mais jovens que chegam terão espaço que precisam para crescer. Agora é com eles assumir a responsabilidade”

Thomas Müller no aquecimento antes de uma das últimas partidas pela Alemanha, em outubro passado — Foto: Reuters

Thomas Müller no aquecimento antes de uma das últimas partidas pela Alemanha, em outubro passado — Foto: Reuters

A dispensa foi divulgada em comunicado oficial pela Federação Alemã de Futebol depois de uma conversa do treinador com os três em Munique. O técnico fez questão de explicar pessoalmente seus planos para o Bayern também.

 

– É um novo começo em 2019 para a seleção alemã. Foi importante explicar pessoalmente a minha decisão para os jogadores e a diretoria do Bayern – disse Löw.

Hummels em ação pela Alemanha na última Copa do Mundo — Foto: Michael Dalder/Reuters

Hummels em ação pela Alemanha na última Copa do Mundo — Foto: Michael Dalder/Reuters

Aos 29 anos, Thomas Müller chegou a 100 partidas pela seleção. Fez 38 gols, sendo 10 em Copas do Mundo. Foi artilheiro em 2010, na África do Sul, e vice da estatística em 2014, no Brasil. Ficou a seis do recorde no torneio, do compatriota Klose, líder histórico no quesito, com 16.

Boateng em Alemanha x México na Copa do Mundo de 2018 — Foto: Getty Images

Boateng em Alemanha x México na Copa do Mundo de 2018 — Foto: Getty Images

Boateng e Hummels têm 30 anos e defenderam a Alemanha em 74 e 70 partidas, respectivamente. Ambos fizeram parte da geração que conquistou o Euro sub-21 em 2009, foi terceiro lugar na Copa de 2010 e campeã no Brasil em 2014. Mas acabaram eliminados na primeira fase em 2018, no pior resultado da seleção germânica em 80 anos do Mundial.

 

– Estou pessoalmente convencido de que ainda posso jogar no mais alto nível e continuarei a fazer isso. Respeito o novo curso e simpatizo com a decisão do técnico. Quando era mais jovem, confiava em jogadores mais velhos para abrir os caminhos para mim. Sempre tive extremo orgulho de defender a seleção e nunca vou esquecer o verão de 2014. Obviamente, gostaria de uma despedida diferente. Boa sorte para a seleção! – escreveu Boateng nas redes sociais.

 

O primeiro jogo da Alemanha no ano é contra a Sérvia, em Wolfsburg, no dia 20 de março.

 

Matéria originalmente publicada por:  https://globoesporte.globo.com

São Paulo – Brasil – 22:55

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Josy Galvão

Com Alemanha rebaixada na Liga das Nações, Löw admite ano ‘decepcionante’

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A Alemanha entra em campo diante da Holanda nesta segunda-feira, em casa, apenas para cumprir tabela pela última rodada da Liga das Nações. Afinal, o time de Joachim Löw já tem selado o último lugar do Grupo 1 da Liga A e, consequentemente, o rebaixamento para a segunda divisão do torneio, completando um ano para ser esquecido para a seleção.

“É uma pena que não tenhamos mais o que fazer na Liga das Nações. Agora, nós precisamos aprender as lições corretas deste ano decepcionante e tomar as medidas apropriadas. O resultado de amanhã é importante”, declarou Löw neste domingo.

Com apenas um ponto nas primeiras três rodadas, a Alemanha não pode mais alcançar a Holanda, segunda colocada, com seis, que luta para ultrapassar a França, líder com sete. Depois do título mundial em 2014, no Brasil, e da Copa das Confederações de 2017, a seleção caiu na primeira fase da Copa do Mundo da Rússia e, agora, completa a temporada com o rebaixamento.

Em busca de evolução para o ano que vem, Löw fez uma avaliação dos problemas técnicos da Alemanha. “Nós vimos na Copa do Mundo que faltou ímpeto e instinto matador. Não conseguimos levar a bola à frente o suficiente e precisamos ser mais determinados de frente para o gol”, avaliou.

Apesar da necessidade de mudanças, Löw explicou que não fará uma revolução no elenco da seleção para 2019, por ainda confiar nos principais lideres da seleção. “Toni Kroos ainda é um líder absoluto no campo, Thomas Müller e Mats Hummels trazem energia, da qual os jovens jogadores se beneficiam. É algo imenso se começarmos a fazer mudanças”, apontou.

Matéria originalmente publicada por:     https://istoe.com.br

São Paulo – Brasil –  00:20

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Josy Galvão

 

Atletas alemães acusam Merkel de preferência ao futebol

Diversos medalhistas dos Campeonatos Europeus lamentaram a ausência da premiê na primeira edição do evento, em Berlim. “No entanto, ela viajou para o Rio no Mundial de 2014.” Ciumeira dos donos da bola?

Arthur Abele (decátlon) e Christina Schwanitz (arremesso de disco) entre esportistas que sentiram falta da chefe de governo

Arthur Abele (decátlon) e Christina Schwanitz (arremesso de disco) entre esportistas que sentiram falta da chefe de governo

A chanceler federal alemã, Angela Merkel, primou pela ausência na primeira edição dos Campeonatos Europeus de atletismo, transcorrida em Berlim de 2 a 12 de agosto. A arremessadora de peso Christina Schwanitz, que ganhou a medalha de prata, criticou-a por não comparecer ao evento multiesportivo, apesar de ele ser praticamente na porta da casa dela.

“Eu me perguntei por que a Sra. Merkel não esteve aqui. Ela é capaz de voar para o Rio de Janeiro e faltar ao trabalho por vários dias. Tudo gira em torno do futebol”, comentou na TV ZDF a ex-campeã mundial, em referência a Merkel ter ido prestigiar a final da Copa do Mundo da FIFA em 2014. “Acho que é uma pena. E mostra bem que valor dão à gente.”

Atletas não perdoaram Merkel ter ido torcer pela seleção alemã no Rio, em 2014Atletas não perdoaram Merkel ter ido torcer pela seleção alemã no Rio, em 2014

O campeão europeu de decátlon Arthur Abele igualmente expressou insatisfação. A lançadora de disco Nadine Müller, que obteve prata neste sábado, disse ser “lamentável que apoiar o atletismo não esteja entre as prioridades da chefe de governo alemã”: “Acho que a presença dela no estádio teria dado um impulso extra à gente.”

A presidente da comissão de esporte do Parlamento, Dagmar Freitag, também interveio: “Eu ainda lamento que a chanceler federal alemã ignore eventos importantes, com exceção do futebol. Especialmente quando um evento tão grande como os Campeonatos Europeus está se realizando em Berlim.”

Por sua vez, o presidente da Associação Alemã de Atletismo (DLV), Jürgen Kessing, defendeu a premiê, argumentando que ela tem mais o que fazer, em vez de ir a eventos esportistas. Além disso, reforçou, mesmo sem ela a política esteve bem representada no torneio multiesportivo, com diversos políticos de alto escalão na plateia, entre os quais o ministro do Exterior Heiko Maas.

 

 

Matéria originalmente publicada por:       https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 18:22

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Josy Galvão

Howedes deixa o Schalke rumo ao futebol russo

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O zagueiro Benedikt Howedes deixou definitivamente o Schalke 04. Nesta terça-feira, o clube alemão anunciou a venda do jogador ao Lokomotiv Moscou, da Rússia, que confirmou a transferência pouco depois. Os valores da negociação não foram divulgados por nenhum dos times.

Pouco depois da confirmação da transferência, Howedes foi apresentado pelo Lokomotiv e posou com a camisa 5 do clube. O presidente do clube russo, Ilya Herkus, mostrou empolgação com o reforço. “Estamos encantados por receber Benedikt [Howedes] à nossa família. A presença de tais jogadores no time faz o clube mais forte. Ele está acostumado a vencer”, disse.

Howedes chegou ao Schalke 04 em 2001, aos 13 anos, e foi promovido ao time principal em 2007. Pelo clube, em que ele conquistou uma Copa da Alemanha, também foi titular na Alemanha na campanha vitoriosa da Copa do Mundo em 2014, no Brasil. Na última temporada, o alemão defendeu por empréstimo a Juventus, onde conquistou o Campeonato Italiano e a Copa da Itália.

Apesar do currículo vitorioso, Howedes não teria espaço na zaga do Schalke. Ele disputaria posição com o brasileiro Naldo, um dos destaques do time, o sérvio Nastasic e o senegalês Salif Sané, que chegou do Hannover na atual janela. No novo clube, ele deve formar a dupla de zaga com Corluka, vice-campeão da Copa do Mundo deste ano pela Croácia.

 

 

Matéria originalmente publicada por:    https://www.terra.com.br

São Paulo – Brasil – 06:45

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Josy Galvão