Archive for the ‘Copa do Mundo 2018’ Category

Alemanha pós-fracasso na Copa do Mundo: mudança de formação, 8 caras novas e 35% do elenco descartado

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Joachim Löw (à esq.), durante treino da seleção alemã Getty Images

 

Junho de 2018. A Alemanha vive seu maior fracasso na história do futebol ao ser eliminada na fase de grupos da Copa do Mundo de forma inédita. Tempos para mudanças, mas não na comissão técnica. Joachim Löw, com contrato até o Mundial de 2022, ganhou um voto de confiança e foi mantido no cargo. Seu elenco, por outro lado, seria consideravelmente alterado.

Sami Khedira, Mario Gomez e Marvin Plattenhardt não foram mais chamados desde o torneio na Rússia. Sebastian Rudy até fez parte de duas convocações após a Copa, mas não figurou mais nas listas em 2019.

Mats Hummels, Jérôme Boateng e Thomas Müller, pilares na conquista do Mundial no Brasil, foram descartados em anúncio público por parte de Löw em março de 2019. Por fim, Mesut Özil se aposentou da seleção alemã logo após a Copa, alegando ser alvo de preconceito por conta de sua ascendência turca.

Ou seja, oito dos 23 nomes (34,78%) que estiveram na Rússia são hoje cartas totalmente fora do baralho.

Por outro lado, desde a primeira convocação após o desastre alemão, o técnico chamou oito jogadores pela primeira vez. Thilo Kehrer, Lukas Klostermann, Kai Havertz, Nico Schulz e Mark Uth, inclusive, entraram em campo. Niklas Stark e Maximilian Eggestein também receberam uma convocação inédita, mas não chegaram a atuar.

 

Já no gol, a titularidade de Manuel Neuer nunca esteve tão ameaçada por conta de excelentes e regulares performances de Marc-André ter Stegen.

Desde o Mundial, os germânicos disputaram dez partidas, entre eliminatórias, Liga das Nações e amistosos, somando cinco triunfos, três empates e duas derrotas. O começo foi péssimo, com rebaixamento na Liga das Nações, mas a equipe vem apresentando recuperação, sendo que está invicta há seis partidas e venceu suas últimas três.

Nas eliminatórias para a Euro, a Alemanha tem três vitórias em três confrontos, com um 8 a 0 sobre a Estônia e um 3 a 2 diante da Holanda, fora de casa.

Nesta sexta-feira, a Alemanha receberá a Holanda no Volksparkstadion, em Hamburgo, às 15h45 (de Brasília). Três dias depois, a seleção visitará a Irlanda do Norte no Windsor Park, em Belfast, às 15h45.

 

Matéria originalmente publicada por:  http://www.espn.com.br/

São Paulo – Brasil – 13:09

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Josy Galvão

 

Bierhoff admite erros na gestão do ‘caso Özil’

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O diretor da Seleção Alemã Oliver Bierhoff reconheceu “muitos erros” na gestão da polêmica envolvendo Mesut Özil, cuja foto ao lado do presidente turco Recep Tayyip Erdogan desencadeou um conflito na Alemanha que acabou com o jogador se aposentando da Mannschaft.

“Ele saiu mal, sinto muito por isso, foram cometidos muitos erros, meus inclusive”, analisou Bierhoff em entrevista ao jornal Die Zeit.

Uma foto de Özil, de origem turca, e Erdogan em maio do ano passado provocou uma polêmica e levantou questionamentos sobre a lealdade do jogador à Alemanha antes da desastrosa campanha da Mannschaft na Copa do Mundo da Rússia-2018.

Pouco depois, Özil abandonou a seleção, acusando os dirigentes alemães de racismo.

O governo alemão tem tido vários desentendimentos políticos com Ankara nos últimos anos por questões de violação de direitos humanos.

Bierhoff lamentou o fato de Özil não ter dado explicações públicas do caso, como fez Ilkay Gundogan, que também estava na foto ao lado de Erdogan.

“Ele simplesmente não quis saber de nada”, lamentou Bierhoff ao falar do meia do Arsenal.

O dirigente também admitiu que a ausência do jovem do Manchester City Leroy Sané, de 23 anos, do grupo que disputou a Copa da Rússia e não passou da fase de grupos foi um erro. “Queríamos enviar um sinal aos jogadores que tínhamos convocado”, justificou.

 

 

Matéria originalmente publicada por:  https://istoe.com.br

São Paulo – Brasil – 23:47

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Josy Galvão

Joachim Löw descarta Boateng, Hummels e Thomas Müller da seleção alemã

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Mais três jogadores da geração campeã mundial de 2014 saíram dos planos da seleção alemã. Os zagueiros Boateng e Hummels e o atacante Thomas Müller, todos do Bayern de Munique, foram dispensados de serviços ao país pelo técnico Joachim Löw nesta terça-feira.

– Agradeço a Hummels, Boateng e Müller pelos bem sucedidos, extraordinários e anos únicos que dividimos. Agora é hora de acertar o curso para o futuro. Queremos dar à equipe um novo visual. Estou convencido de que esse é o passo certo – disse Löw, no cargo desde 2006 e com o contrato em vigor até 2022, complementando:

“Os mais jovens que chegam terão espaço que precisam para crescer. Agora é com eles assumir a responsabilidade”

Thomas Müller no aquecimento antes de uma das últimas partidas pela Alemanha, em outubro passado — Foto: Reuters

Thomas Müller no aquecimento antes de uma das últimas partidas pela Alemanha, em outubro passado — Foto: Reuters

A dispensa foi divulgada em comunicado oficial pela Federação Alemã de Futebol depois de uma conversa do treinador com os três em Munique. O técnico fez questão de explicar pessoalmente seus planos para o Bayern também.

 

– É um novo começo em 2019 para a seleção alemã. Foi importante explicar pessoalmente a minha decisão para os jogadores e a diretoria do Bayern – disse Löw.

Hummels em ação pela Alemanha na última Copa do Mundo — Foto: Michael Dalder/Reuters

Hummels em ação pela Alemanha na última Copa do Mundo — Foto: Michael Dalder/Reuters

Aos 29 anos, Thomas Müller chegou a 100 partidas pela seleção. Fez 38 gols, sendo 10 em Copas do Mundo. Foi artilheiro em 2010, na África do Sul, e vice da estatística em 2014, no Brasil. Ficou a seis do recorde no torneio, do compatriota Klose, líder histórico no quesito, com 16.

Boateng em Alemanha x México na Copa do Mundo de 2018 — Foto: Getty Images

Boateng em Alemanha x México na Copa do Mundo de 2018 — Foto: Getty Images

Boateng e Hummels têm 30 anos e defenderam a Alemanha em 74 e 70 partidas, respectivamente. Ambos fizeram parte da geração que conquistou o Euro sub-21 em 2009, foi terceiro lugar na Copa de 2010 e campeã no Brasil em 2014. Mas acabaram eliminados na primeira fase em 2018, no pior resultado da seleção germânica em 80 anos do Mundial.

 

– Estou pessoalmente convencido de que ainda posso jogar no mais alto nível e continuarei a fazer isso. Respeito o novo curso e simpatizo com a decisão do técnico. Quando era mais jovem, confiava em jogadores mais velhos para abrir os caminhos para mim. Sempre tive extremo orgulho de defender a seleção e nunca vou esquecer o verão de 2014. Obviamente, gostaria de uma despedida diferente. Boa sorte para a seleção! – escreveu Boateng nas redes sociais.

 

O primeiro jogo da Alemanha no ano é contra a Sérvia, em Wolfsburg, no dia 20 de março.

 

Matéria originalmente publicada por:  https://globoesporte.globo.com

São Paulo – Brasil – 22:55

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Josy Galvão

Futebol alemão bate recorde de ingressos após meia temporada

A Bundesliga e a Bundesliga 2, as duas principais divisões do futebol alemão, bateram um recorde histórico na primeira metade da temporada 2018/2019. Juntos, os 36 clubes que disputam os dois torneios venderam mais de 9,4 milhões de ingressos, um aumento de cerca de 220 mil, ou 2,4%, em relação à temporada passada, que era a recordista até então.

Como de costume, há uma correlação entre o desenvolvimento dos números individuais para as duas ligas e a mudança em sua composição como resultado do acesso e do rebaixamento. O número médio de bilhetes vendidos por jogo da Bundesliga diminuiu moderadamente para 42.217 ingressos, 2,8% a menos que a temporada anterior. Apesar disso, a Bundesliga segue como líder indiscutível entre as principais ligas da Europa.

Ao mesmo tempo, no entanto, a demanda na Bundesliga 2 aumentou significativamente em 15,9% na atual temporada, com 19.339 tíquetes vendidos por jogo. O principal motivo foi a queda do Hamburgo, time que tem uma das maiores e mais fanáticas torcidas do país e que foi rebaixado pela primeira vez na história ao final da temporada 2017/2018.

De acordo com a imprensa alemã, os números mostram o quanto o futebol permanece com grande apelo entre os torcedores, mesmo após o fiasco da seleção do país na última Copa do Mundo, quando caiu ainda na primeira fase, com derrotas surpreendentes para México e Coreia do Sul.

Matéria originalmente publicada por: Fonte: https://maquinadoesporte.uol.com.br

São Paulo – Brasil – 07:00

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Josy Galvão

Eliminatórias da Eurocopa 2020: Alemanha cai no grupo da Holanda

Eliminatórias da Eurocopa 2020: Alemanha cai no grupo da Holanda

Foto: Reuters/John Sibley

A Alemanha vai reencontrar uma das suas mais recentes carrascas no caminho para recuperar seu prestígio a partir do ano que vem. Em sorteio realizado na manhã deste domingo, em Dublin, na Irlanda, a seleção tetracampeã mundial caiu no Grupo C das eliminatórias da Eurocopa 2020, da cabeça de chave Holanda, responsável pelo seu rebaixamento na Liga das Nações logo depois da decepcionante saída ainda na primeira fase da Copa de 2018, quando defendeu o título na Rússia.

Um dos momentos mais descontraídos do sorteio foi quando a Irlanda foi tirada para o Grupo C, de Alemanha e Holanda. Só que, como é uma das sedes do torneio de 2020, foi transferida automaticamente para a chave seguinte, a D, contra Suíça e Dinamarca – posteriormente entraram também Geórgia e Gibraltar. Logo depois, quem acabou indo para o lugar que deveria ter sido seu foi a vizinha Irlanda do Norte. Completam o quinteto que disputa duas vagas na Eurocopa 2020 as seleções da Estônia e Bielorrúsia.

Telão mostra divisão de todos os grupos das eliminatórias da Eurocopa 2020 durante sorteio — Foto: Reuters/John Sibley

Telão mostra divisão de todos os grupos das eliminatórias da Eurocopa 2020 durante sorteio — Foto: Reuters/John Sibley

Defensor do título conquistado em 2016, Portugal encabeça o Grupo B, contra Ucrânia, Sérvia, Lituânia e Luxemburgo. Sede e vice da última edição do torneio, a atual campeã mundial França lidera o G e reencontra a Islândia, sua adversária nas quartas de final da competição continental há dois anos. Completam a chave, Turquia, Albânia, Moldávia e Andorra.

Os outros semifinalistas da Copa de 2018 também não devem ter muitas dificuldades para avançar. A vice-campeã Croácia encabeça o Grupo E só com países que não disputaram a última Copa: País de Gales, Eslováquia, Hungria e Azerbaijão. Terceiro lugar, a Bélgica tem a Rússia como principal adversária na chave I, com Escócia, Chipre, Cazaquistão e San Marino. Quarta colocada, a Inglaterra lidera o A, contra República Tcheca, Bulgária, Montenegro e Kosovo.

Campeã nas duas edições anteriores da Eurocopa, em 2008 e 2012, a Espanha encara duas seleções nórdicas no Grupo F: Suécia e Noruega. Também tem pela frente Romênia, Ilhas Faroe e Malta. No caminho para a recuperação de seu prestígio depois de não se classificar para a Copa de 2018, a Itália lidera a última chave, a J, contra Bósnia-Herzegovina, Finlândia, Grécia, Armênia e Liechtenstein. Depois de ir à Rússia, mas decepcionar ao ser eliminada na primeira fase mesmo sendo cabeça de chave, a Polônia teoricamente é a favorita do G, diante de Áustria, Israel, Eslovênia, Macedônia e Letônia.

Entenda a Eurocopa 2020

São 10 grupos nas eliminatórias, uma metade com cinco seleções e a outra com seis. Os dois primeiros colocados de cada chave se classificam diretamente para a Eurocopa.

As quatro vagas restantes das 24 para o torneio continental em 2020 saem de um playoff com os 16 campeões de cada grupo das quatro divisões da Liga das Nações. Se a seleção tiver se classificado diretamente nas eliminatórias, o posto passa para o melhor colocado subsequente dessas chaves.

A Eurocopa 2020 celebra 60 anos do torneio, sendo disputada pela segunda vez com 24 seleções. Serão seis grupos de quatro, com as duas primeiras colocadas de cada chave se classificando para as oitavas de final e os quatro melhores terceiros lugares.

Pela primeira vez, a competição será disputada em vários países pelo continente. Os 12 países que receberão partidas da primiera fase são Itália, Inglaterra, Espanha, Alemanha, Dinamarca, Holanda, Romênia, Escócia, Irlanda, Azerbaijão, Rússia e Hungria. O jogo de abertura será no Estádio Olimpico de Roma, no dia 12 de junho. Semifinais e decisão do título, em 12 de julho, serão no estádio de Wembley.

Confira todos os grupos das eliminatórias da Eurocopa 2020:

Grupo A
Inglaterra

República Tcheca
Bulgária
Montenegro
Kosovo

Grupo B

Portugal
Ucrânia
Sérvia
Lituânia
Luxemburgo

Grupo C

Holanda
Alemanha
Irlanda do Norte
Estônia
Bielorrússia

Grupo D

Suíça
Dinamarca
Irlanda
Geórgia
Gibraltar

Grupo E

Croácia
País de Gales
Eslováquia
Hungria
Azerbaijão

Grupo F

Espanha
Suécia
Noruega
Romênia
Ilhas Faroe
Malta

Grupo G

Polônia
Áustria
Israel
Eslovênia
Macedônia
Letônia

Grupo H

França
Islândia
Turquia
Albânia
Moldóvia
Andorra

Grupo I

Bélgica
Rússia
Escócia
Chipre
Cazaquistão
San Marino

Grupo J

Itália
Bósnia-Herzegovina
Finlândia
Grécia
Armênia
Liechtenstein

Matéria originalmente publicada por:     https://globoesporte.globo.com

São Paulo – Brasil –  19:53

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Josy Galvão

Seleção Alemã: mesmo com rebaixamento e eliminação na Copa, Löw diz que 2018 foi positivo

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O treinador da seleção alemã surpreendeu pelas palavras após o empate por 2 a 2 com a Holanda, pela Nations League.

Já rebaixada para a segunda divisão da UEFA Nations League, pelo último lugar no Grupo 1, a Alemanha se despediu de um 2018 marcada por péssimos resultados com um empate amargo contra a Holanda.

A Laranja Mecânica perdia por 2 a 0 (gols de Timo Werner e Leroy Sané ainda no primeiro tempo), mas chegou ao empate com os tentos de Quincy Promes e Virgil van Dijk nos minutos finais do jogo disputado em Gelsenkirchen. O resultado classificou a Holanda para as semifinais do novo torneio.

Entretanto, mesmo com o rebaixamento e a eliminação ainda na fase de grupos da Copa do Mundo de 2018, o técnico alemão Joachim Löw diz que o ano teve mais coisas positivas do que negativas.

“Estou um pouco decepcionado com o resultado. Quando eu vejo a temporada como um todo, vi mais pontos positivos do que negativos”, afirmou. “No final, nós fomos punidos, e claro que isso é ruim. Ficou claro que a Holanda se arriscou e apostou tudo na frente. Este é o preço que às vezes você paga, porque temos uma equipe jovem”.

Falando sobre o jogo, o meio-campista Toni Kroos também não escondeu a decepção.

“É amargo porque não decidimos no jogo. Nós precisávamos marcar o terceiro gol. Se fizéssemos isso o jogo acabaria, acho que todos dentro de campo estavam sentindo-se bem antes. Nós fomos bem, mas o resultado é o que fica”, Kroos.

Matéria originalmente publicada por:     https://www.goal.com/br

São Paulo – Brasil –  13:55

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Josy Galvão

Para Peter Briegel atual crise da Seleção Alemã é culpa do Guardiola

Segundo ex-jogador, filosofia de jogo de Guardiola pode não ser eficiente (Foto: Lindsey Parnaby/AFP)

A seleção alemã não vive uma boa fase. Após cair na fase de grupos da Copa do Mundo, os germânicos agora foram rebaixados na Liga das Nações, com um ponto ganho em três jogos disputados. E para Hans-Peter Briegel, que defendeu a Alemanha Ocidental em dois Mundiais, o culpado pela crise chama-se Pep Guardiola.

Em entrevista ao jornal italiano La Reppublica, o ex-jogador disse que o treinador catalão tentou implementar uma filosofia de jogo que, na verdade, não é tão eficiente quanto parece.

“A culpa é dele (Guardiola). Ele nos enganou dizendo que para ganhar era necessário ter 75% de posse de bola. Mas não é. No futebol, o resultado é muito mais importante que o controle do jogo. Ter o controle da bola não é suficiente para ganhar. A França deu uma clara demonstração ao vencer a Copa do Mundo”, disse.

Briegel ainda pediu que Joachim Löw e seus comandados voltem a jogar visando sempre o resultado, e não, necessariamente, buscando um futebol vistoso.

“É possível ganhar voltando a uma forma mais tradicional de jogar. O mais importante não é um bom jogo, é ter equilíbrio em campo”, completou.

 

 

Matéria originalmente publicada por:    https://www.gazetaesportiva.com

São Paulo – Brasil –  13:01

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Josy Galvão

Com Alemanha rebaixada na Liga das Nações, Löw admite ano ‘decepcionante’

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A Alemanha entra em campo diante da Holanda nesta segunda-feira, em casa, apenas para cumprir tabela pela última rodada da Liga das Nações. Afinal, o time de Joachim Löw já tem selado o último lugar do Grupo 1 da Liga A e, consequentemente, o rebaixamento para a segunda divisão do torneio, completando um ano para ser esquecido para a seleção.

“É uma pena que não tenhamos mais o que fazer na Liga das Nações. Agora, nós precisamos aprender as lições corretas deste ano decepcionante e tomar as medidas apropriadas. O resultado de amanhã é importante”, declarou Löw neste domingo.

Com apenas um ponto nas primeiras três rodadas, a Alemanha não pode mais alcançar a Holanda, segunda colocada, com seis, que luta para ultrapassar a França, líder com sete. Depois do título mundial em 2014, no Brasil, e da Copa das Confederações de 2017, a seleção caiu na primeira fase da Copa do Mundo da Rússia e, agora, completa a temporada com o rebaixamento.

Em busca de evolução para o ano que vem, Löw fez uma avaliação dos problemas técnicos da Alemanha. “Nós vimos na Copa do Mundo que faltou ímpeto e instinto matador. Não conseguimos levar a bola à frente o suficiente e precisamos ser mais determinados de frente para o gol”, avaliou.

Apesar da necessidade de mudanças, Löw explicou que não fará uma revolução no elenco da seleção para 2019, por ainda confiar nos principais lideres da seleção. “Toni Kroos ainda é um líder absoluto no campo, Thomas Müller e Mats Hummels trazem energia, da qual os jovens jogadores se beneficiam. É algo imenso se começarmos a fazer mudanças”, apontou.

Matéria originalmente publicada por:     https://istoe.com.br

São Paulo – Brasil –  00:20

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Josy Galvão

 

Crise na Alemanha? Rudi Völler enxerga luz no fim do túnel: “O mundo não vai acabar”

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A Alemanha perdeu seis jogos (Brasil, Áustria, México, Coreia do Sul, Holanda e França) no mesmo ano pela primeira vez na história. A Alemanha caiu logo na primeira fase da Copa do Mundo da Rússia, o que só havia acontecido em 1938. A Alemanha foi rebaixada na Liga das Nações. Estariam os tetracampeões mundiais e responsáveis pela maior derrota do Brasil em Copas imersos em uma crise sem precedentes?

Rudi Völler acredita que não.

 

Ex-atacante campeão mundial em 1990 e técnico da seleção em 2002, quando o título alemão esbarrou nos dois gols de Ronaldo na final em Yokohama, Völler não perde o sono com o atual momento dos comandados por Joachim Löw. Reconhece, sim, que a fase não é boa. Mas trata o assunto justamente dessa maneira: como uma fase.

“Nao estou preocupado mesmo com a Alemanha tendo jogado mal. Infelizmente isso já aconteceu com outras seleções. Mas eu penso que a Alemanha ainda tem bastante potencial”, esclareceu ele, aos 58 anos, em entrevista exclusiva.

Völler ao lado de Matthaus: dupla campeã mundial em 1990 — Foto: Getty Images

Völler ao lado de Matthaus: dupla campeã mundial em 1990 — Foto: Getty Images

Campeão da Copa de 90, Völler jogou o Mundial de 94, nos Estados Unidos – a Alemanha caiu nas quartas para a Bulgária. O ex-atacante confessa que o fato da seleção ter conquistado o título quatro anos antes atrapalhou, como se tivesse provocado um relaxamento natural. Justamente o que, na opinião dele, voltou a acontecer em 2018.

– Isso depende da vontade que você tem de ganhar de novo ou de ser melhor. Em 94 a seleção alemã ainda estava melhor do que em 90 e saiu nas quartas de final. Não ganharam porque não estavam mais com aquela vontade de ganhar, já tinham sido campeões – confidenciou ele, atualmente diretor do Bayer Leverkusen.

E o 7 a 1?

Völler não tinha mais nada a ver com a seleção alemã em 2014, já que assumiu sua função na diretoria do Leverkusen em 2005. Acompanhou de longe, portanto, a fatídica vitória por 7 a 1 sobre o Brasil nas semifinais de 2014. O ex-atacante reconhece que ficou surpreso e conta que o que aconteceu no Mineirão naquele dia foi em decorrência da pressão em cima dos brasileiros.

 

– Foi naturalmente uma surpresa – positiva como alemão. Eu fiquei surpreso que a Alemanha fez um jogo tão bom. E deu para perceber que os brasileiros estavam com uma pressão muito grande de ganhar em casa, e muito Jogadores não conseguiram lidar com essa pressão. Claro que a Alemanha jogou muito bem, foi um jogo em que deu tudo certo para nós. Mas acho que o Brasil perdeu mais por conta da pressão sofrida – acredita ele.

Völler diz que ficou surpreso com a atuação perfeita da Alemanha no 7 a 1 — Foto: Agência Reuters

Völler diz que ficou surpreso com a atuação perfeita da Alemanha no 7 a 1 — Foto: Agência Reuters

Sobre Paulinho: “Estamos muito satisfeitos”

Vendido ao Bayer Leverkusen no início do ano, Paulinho pouco atuou no clube alemão até aqui. A joia de 18 anos do Vasco entrou em apenas seis partidas, totalizando pouco menos de 90 minutos em campo. É que o Leverkusen não costuma queimar etapas na adaptação dos jovens talentos, como explica Völler.

 

– Nós estamos muito satisfeitos com o Paulinho. No momento ele não joga muito, mas é a nossa maneira de iniciar a carreira do jogador aqui, como também fizemos com o (Leon) Bailey, que trouxemos da Bélgica dois anos atrás. Nos primeiros meses ele não jogou muito, depois começou a jogar muito bem. Nós sabemos que, quando pegamos jogadores jovens, demora um pouco para eles se adaptarem, e isso com certeza vai mudar. Eles têm que se adaptar à Bundesliga, ao idioma e à maneira de jogar, isso é normal. Não podemos esquecer que ele só tem 18 anos, mas é robusto e já esta preparado fisicamente – afirmou o diretor do clube.

Paulinho em ação no Bayer Leverkusen — Foto: Reuters

Paulinho em ação no Bayer Leverkusen — Foto: Reuters

 

Confira outros pontos da entrevista exclusiva de Rudi Völler:

Aproveitamento de jovens na seleção e no Leverkusen

– Sim, pensamos muito sobre isso. Como podemos melhorar o trabalho com as categorias de base, investir em jogadores jovens. Os jogadores das categorias de base de 20 para cima têm bastante potencial, mas os mais novos estão abaixo disso. Temos que investir mais nas categorias de base e em treinadores com qualidade para descobrir jogadores bons. Eu acho que assim a seleção vai ter mais potencial.

 

Renovação da seleção após 2002

– Isso na verdade começou em 2000 quando eu fui técnico da seleção. Aí que começou o investimento nos mais jovens. Mas na verdade nós vimos os resultados mesmo em 2008, quando eles já estavam formados. E deu pra ver isso em 2014, quando nós vimos os jogadores que havíamos formado antes no melhor momento da carreira deles.

 

A seleção pós-Copa 2018

“Agora depois da Copa de 2018 teve uma mudança de pensamento, porque vários jogadores saíram, e as pessoas mudaram o pensamento. Alguns saíram da seleção, e o Löw também tirou alguns, alguns ele não coloca pra jogar. Nos jogos que teve depois da Copa já deu pra ver que ele está fazendo algo positivo, que a seleção está melhorando.”

Alemanha já perdeu dois jogos após a Copa do Mundo — Foto:  REUTERS/Benoit Tessier

Alemanha já perdeu dois jogos após a Copa do Mundo — Foto: REUTERS/Benoit Tessier

 

Joachim Löw deveria sair?

– Isso foi muito discutido depois da Copa. Eu acho que ele fez um ótimo trabalho, ganhou a Copa, formou jogadores bons, não acho que ele deva sair só por conta da má fase. Não é um problema muito grande se você for eliminado muito cedo, sendo que ganhou a Copa anterior. Não vai acabar o mundo. Por isso foi bom segurar ele como treinador, pois ele tem qualidade e sabe o que está fazendo.

Timo Werner (herdeiro da camisa 9 na seleção)

– Um excelente jogador. Nao é o tipo de centroavante que a gente conhece, não é muito forte, encorpado, mas é muito bom jogador. Ele é muito rápido e tem faro de gols. A Alemanha tem bastante desses jogadores que são bem velozes.

Os atacantes brasileiros (Gabriel Jesus, Richarlison…)

– São muito bons. Em 2014 o foco era em cima do Neymar, e isso foi um erro. Havia jogadores muito bons como o Gabriel Jesus e William que são tecnicamente excelentes. Quando um ou outro jogador se machucam, tem outros com o mesmo nível para jogar. A qualidade não diminuiu. Na próxima Copa no Qatar o Brasil vai continuar sendo um dos favoritos.

Derrota para o Brasil na final de 2002

– Eu era treinador do outro lado. O Brasil tinha atacantes fortes como Ronaldo, Ronaldinho e Rivaldo, só que a grande qualidade do Brasil em 2002 foi a defesa. Vocês tinham grandes jogadores como Cafu, Roque Júnior, Lúcio , Roberto Carlos. O Lúcio jogou aqui no Bayer, depois fomos buscar o Roque Júnior.

Investimento em jogadores brasileiros

– Investir em brasileiros [e uma tradição. Hoje em dia o trabalho com os brasileiros ficou mais difícil porque antigamente tínhamos mais contato com o brasileiros, eu mesmo ia la ver os jogadores de perto. Hoje em dia, com a internet, ficou mais difícil esse contato. É muito imediato. Gostou do jogador, vê o vídeo… Era mais fácil entrar em contato com os jogadores e conseguir que eles viessem para cá. Hoje esse contato é menor, mas nós trabalhamos muito em cima disso. Temos um scout muito bom. Vamos continuar investindo em brasileiros.

 

 

 

 

Matéria originalmente publicada por:     https://globoesporte.globo.com

São Paulo – Brasil –  00:01

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Josy Galvão

Holanda derrota a França por 2 a 0 e ‘rebaixa’ a Alemanha na Liga das Nações

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Sem entrar em campo, a Alemanha está “rebaixada” na Liga das Nações, competição recém-criada pela UEFA. Em uma temporada em que tudo parece ter dado errado para os tetracampeões mundiais – contando o vexame dado na Copa do Mundo da Rússia com a eliminação precoce na fase de grupos -, o final de 2018 para a seleção comandada pelo técnico Joachim Löw segue sendo péssimo. Nesta sexta-feira, a queda para a “segunda divisão” da competição veio com a vitória da Holanda sobre a França por 2 a 0, em Amsterdã.

O triunfo sobre os atuais campeões mundiais levou a Holanda para seis pontos no Grupo 1, ainda na segunda colocação. A França lidera com sete e a Alemanha é a lanterna, com apenas um. Na Liga das Nações, o último de cada uma das quatro chaves é rebaixada para a Liga B, espécie de segunda divisão. E este é o destino para os alemães, que ainda receberão os holandeses nesta terça-feira, em Gelsenkirchen.

O jogo não valerá mais nada para a Alemanha, mas para a Holanda pode significar a classificação às semifinais da Liga das Nações – vaga dada apenas para os líderes de cada grupo. Um empate servirá para os holandeses, que estão em um processo de renovação e crescimento no cenário mundial do futebol após ter ficado de fora das últimas edições da Copa do Mundo e da Eurocopa.

Em campo, a Holanda foi soberana e não deu qualquer chance para os campeões do mundo. Os gols foram marcados no final de cada tempo da partida. Aos 44 minutos da primeira etapa, o meia Georginio Wijnaldum abriu o placar. Aos 45 do segundo tempo, o atacante Memphis Depay definiu a vitória em uma cobrança de pênalti.

OUTROS JOGOS – Mais seis partidas foram realizadas nesta sexta-feira por divisões inferiores da Liga das Nações. Pela Liga B, a Eslováquia goleou a já classificada Ucrânia por 4 a 1, em Bratislava, e fará o duelo contra a República Checa nesta terça-feira para definir quem será rebaixado no Grupo 1 – ambos estão com três pontos os checos terão a vantagem do empate.

Pelo Grupo 4 da Liga B, a Dinamarca conseguiu a classificação às semifinais ao derrotar o País de Gales por 2 a 1, em Cardiff. Os dinamarqueses chegaram a sete pontos e deixaram os galeses, que não jogam mais, em segundo com seis. Nesta terça-feira, a líder da chave receberá a lanterna Irlanda.

Os outros resultados da rodada desta sexta-feira foram: Chipre 1 x 1 Bulgária, Eslovênia 1 x 1 Noruega, Gibraltar 2 x 6 Armênia e Liechtenstein 0 x 2 Macedônia.

Matéria originalmente publicada por:    https://istoe.com.br

São Paulo – Brasil –  00:42

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Josy Galvão