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Opinião: Alemanha não produz jogadores de “time B”

Conquista da Copa das Confederações e do Europeu sub-21 são resultados de anos de trabalho fora dos gramados, inexistente em várias potências do futebol mundial, opina Ross Dunbar.

Alemanha vence Copa das Confederações na Rússia sem a maioria de seus principais jogadores Alemanha vence Copa das Confederações na Rússia sem a maioria de seus principais jogadores

O futebol alemão vive um momento de glória após vencer dois torneios internacionais em 48 horas. Essas vitórias, porém, já vinham sendo trabalhadas há muito tempo.

A Copa das Confederações foi erguida em São Petersburgo neste domingo, após a vitória de 1 a 0 sobre o Chile, enquanto na sexta-feira, a equipe alemã sub-21, cheia de estrelas, venceu o Europeu da categoria, derrotando a excelente Espanha pelo mesmo placar.

E ainda poderá vir mais. O sub-19 começou na última segunda-feira a disputa pelo Campeonato Europeu, enquanto a seleção feminina iniciará no final do mês a busca pelo sétimo título europeu seguido. A Alemanha também enviou uma equipe forte para a Copa do Mundo sub-20, que acabou sendo vencida pela Inglaterra.

A impressão é que, apesar das impressionantes seleções de todas as partes do mundo, os campeões mundiais vinham treinando uma equipe reserva no mais alto nível.

Manuel Neuer, Mats Hummels, Jérôme Boateng, Leroy Sané, Mesut Özil, Toni Kroos, Thomas Müller e outros receberam uma merecida folga neste verão europeu, enquanto o técnico Joachim Löw promovia mudanças para o torneio na Rússia.

A maioria destes jogadores estava no centro da campanha vitoriosa na Copa do Mundo de 2014 e é inquestionável que a maior parte deles ainda será protagonista em 2018, na cabeça de Löw. Mas, seria tolo afirmar que eles são os únicos jogadores alemães de padrão internacional.

Löw não precisou vasculhar as profundezas do futebol alemão para encontrar um time para a Copa das Confederações. Os 11 titulares que jogaram a final tinham média de idade de 24 anos, ou seja, longe de serem adolescentes.

Os 11 da seleção alemã vitoriosa somam 193 aparições em partidas de seleção, totalizando entre eles mais de 2 mil jogos em times de ponta em algumas das principais ligas da Europa.

Jonas Hector e Joshua Kimmich têm sido as primeiras escolhas de Löw para as laterais desde a Eurocopa de 2016. Julian Draxler, vencedor da Bola de Ouro como o melhor jogador do torneio na Rússia, possui experiência de alto nível em um punhado de clubes diferentes.

O vencedor da Chuteira de Ouro do torneio, Timo Werner, marcou 21 gols na última temporada da Bundesliga, o campeonato alemão, pelo RB Leipzig, que estará na próxima Liga dos Campeões da Europa após terminar a competição em segundo lugar.

Leon Goretzka e Lars Stindl tiveram temporadas excepcionais na Bundesliga. O goleiro Marc-André ter Stegen defende o Barcelona, enquanto Sebastian Rudy e Niklas Süle, que ajudaram o Hoffenheim a chegar em quarto lugar na Bundesliga, jogarão pelo Bayern de Munique na próxima temporada. Nenhum destes jogadores chega a ser um novato, nem mesmo algo próximo disso.

Mas, nada disso pode ser definido como apenas sorte. A Federação Alemã de Futebol (DFB) merece aplausos por investir nas categorias de base. O programa de desenvolvimento dos jovens jogadores alemães foi transformado e relançado em 2013 com a visão estratégica de aumentar os padrões profissionais e trazer uniformidade a todas as federações regionais da Alemanha.

As academias de futebol devem seguir padrões rigorosos estabelecidos pela DFB e consultores externos. Na temporada 2015-16, os clubes alemães investiram mais de 150 milhões de euros em seus departamentos para o desenvolvimento de jovens atletas.

Para a nação mais robusta da Europa, com uma população de 81 milhões de habitantes, dar impulso a um bom número de profissionais bem treinados e de grande talento não chega a ser um feito extraordinário. A atual fartura de jogadores de alto nível é uma recompensa do planejamento racional em longo prazo, inexistente em várias das outras principais potências do futebol mundial.  

Considerar a equipe vencedora da Copa das Confederações como um time “B” seria um desrespeito com tudo o que os alemães conquistaram na última década.

A Alemanha não produz jogadores “B”, mas sim, vencedores. Essa tendência já está estabelecida e continuará ainda pelos próximos anos. 

Ross Dunbar, da redação de esportes da DWPor Ross Dunbar, da redação de esportes da DW

 

Matéria originalmente publicada por:   http://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 01:05

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Josy Galvão

Hamburgo contrata melhor goleiro da Euro sub-21

OFICIAL: Hamburgo contrata melhor guarda-redes do Euro sub-21

O Hamburgo anunciou a contratação de Julian Pollersbeck, alemão que foi considerado o melhor goleiro da Euro sub-21.

O goleiro de 22 anos assinou por quatro anos com o clube germânico.

A serviço do Hamburgo, Pollersbeck vai ter a oportunidade de atuar pela primeira na Bundesliga após várias temporada atuando no Kaiserslautern.

 

São Paulo – Brasil – 23:15

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Por Josy Galvão

 

Alemanha bate Espanha por 1 a 0 na final e conquista título da Euro Sub-21

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A Alemanha venceu e Espanha por 1 a 0, nesta sexta-feira, em Cracóvia, na Polônia, na final da Euro Sub-21, conquistando o segundo título desta competição de base em sua história. Os alemães já haviam vencido a edição de 2009.

A partida foi marcada por muita disputa entre as duas seleções. A primeira grande jogada ocorreu aos 7 minutos, quando o alemão Meyer, com uma ótima cabeçada, acertou a trave do goleiro espanhol Arrizabalaga. Aos 11 minutos, Bellerín, da Espanha, cabeceou com perigo para o gol alemão. Aos 15, os alemães chegaram novamente em boa jogada do atacante Gnabry, que dominou na área e chutou com perigo de canhota.

O primeiro gol do duelo veio aos 39 minutos. O time da Alemanha abriu o placar da final com Weiser, que desviou de cabeça com categoria, encobrindo o goleiro Arrizabalaga após ótimo cruzamento de Toljan.

No segundo tempo, o jogo seguiu com muita intensidade e ambas as equipes se lançando para o ataque. Mas a Espanha claramente tinha mais fome de bola, por estar em desvantagem no placar. Aos 12 minutos, Saúl matou a bola no peito, ainda fora da área, e disparou, obrigando o goleiro Pollersbeck a fazer uma ótima defesa.

Mas, aos 15 minutos, a Alemanha quase ampliou o marcador com Gnabry. O atacante, após falha do espanhol Meré, recebeu um belo passe e arrancou pela esquerda. Já na pequena área, ele chutou, mas Arrizabalaga fez grande defesa e evitou o gol alemão. Na cobrança de escanteio, Kempf desviou de cabeça e a bola saiu com muito perigo.

A Espanha revidou aos 27 minutos em grande jogada individual de Ceballos, que chutou da entrada da área. A bola, mais uma vez, passou muito perto do gol. Aos 30 minutos, Deulofeu recebeu na esquerda, cortou para o meio e chutou para o gol, mas houve desvio no meio do caminho. O time espanhol seguiu buscando o empate e teve mais posse de bola, mas não conseguiu furar o bloqueio alemão.

O selecionado espanhol perdeu a oportunidade de obter o pentacampeonato do Campeonato Europeu Sub-21 neste novo formato, iniciado em 1978. O país venceu as edições de 1986, 1998, 2011 e 2013. A Itália é a maior vencedora do torneio, com cinco títulos conquistados, em 1992, 1994, 1996, 2000 e 2004.

 

 

Matéria originalmente publicada por:   http://istoe.com.br

São Paulo – Brasil – 23:50

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Josy Galvão

Alemanha e Espanha vencem clássicos e fazem final do Europeu Sub-21

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Atuais campeãs mundiais com suas equipes principais, Alemanha e Espanha comprovaram que são dois dos países que mais revelam grandes jogadores nesta terça-feira, com a classificação à decisão do Campeonato Europeu Sub-21. Os alemães avançaram ao eliminarem na semifinal a Inglaterra, nos pênaltis, após empate por 2 a 2 no tempo normal. Já os espanhóis passaram pela Itália por 3 a 1.

Com os resultados na Polônia, Alemanha e Espanha farão a decisão na sexta-feira, em Cracóvia. O time espanhol busca sua quinta conquista da competição, sendo a primeira desde 2013, e pode se igualar à Itália como maior campeão. Já os alemães tentam apenas o segundo troféu, o que repetiria a campanha obtida em 2009.

Na primeira partida desta terça, Alemanha e Inglaterra fizeram uma partida emocionante. Os alemães saíram na frente aos 35 minutos, com Selke, mas sofreram o empate apenas seis minutos depois, com Gray. Abraham virou o placar para os ingleses aos cinco minutos do segundo tempo, mas Platte, já aos 25, voltou a deixar tudo igual.

O empate se manteve até o apito final e também na prorrogação, o que levou o confronto para os pênaltis. O alemão Gerhardt foi o primeiro a desperdiçar a cobrança, defendida por Pickford, mas foi a estrela do goleiro Pollersbeck que brilhou mais. Ele defendeu as cobranças de Abraham e Redmond, sendo esta a última, para confirmar a classificação.

No confronto entre Itália e Espanha, o equilíbrio falou mais alto no primeiro tempo, que terminou empatado sem gols. Aos oito, no entanto, Saúl Ñíguez, do Atlético de Madrid, abriu o placar para os espanhóis. Logo depois, Gagliardini deixou os italianos com um a menos ao ser expulso, mas ainda assim o empate saiu aos 17, com Bernardeschi.

Só que o dia era mesmo de Saúl Ñíguez. Aos 20 minutos, o meia acertou um lindo chute de fora da área para recolocar a Espanha em vantagem. Já aos 29, ele aproveitou ótima jogada de Asensio e bateu firme para vencer Donnarumma e dar números finais à partida.

 

Matéria originalmente publicada por:   http://istoe.com.br

São Paulo – Brasil – 23:38

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Josy Galvão

Itália vence Alemanha e ambos avançam às semifinais da Euro Sub-21

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A Itália se aproveitou de uma falha no tiro de meta da Alemanha, aos 31 minutos de partida, e fez o gol que garantiu a vitória por 1 a 0 e a classificação para as semifinais da Euro Sub-21 neste sábado, em Cracóvia, na Polônia. O meia Bernardeschi, camisa 10 que defende a Fiorentina, concluiu com categoria na área a roubada de bola na saída errada da defesa germânica.

Mas o resultado não foi de todo ruim para a Alemanha. Com a derrota da República Tcheca diante da Dinamarca por 4 a 2, a seleção germânica ficou em segundo lugar no Grupo C e, como teve melhor desempenho entre os vices das três chaves da primeira fase, avançou às semifinais. Deixou para trás Portugal, eliminado precocemente na sexta-feira mesmo vencendo a Macedônia, e principalmente a Eslováquia, segunda do A com os mesmos seis pontos, mas com um gol a menos de saldo (3 contra 4).

A garantia da classificação causou uma cena lamentável nos minutos finais da partida. Com o placar parcial de vitória da Dinamarca na outra partida do Grupo C e a consequente garantia de classificação alemã mesmo com derrota por 1 a 0, os jogadores germânicos se limitaram a trocar passes sem ameaçar a Itália, igualmente satisfeita com o resultado, a partir dos 35 do segundo tempo. Algo que aconteceu também com a Azzurra no Mundial Sub-20, disputado recentemente na Coreia do Sul.

 

 

Matéria originalmente publicada por:    http://globoesporte.globo.com

São Paulo – Brasil – 00:03

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Josy Galvão

Alemanha vence a Dinamarca na Eurocopa sub-21

Euro sub-21: Alemanha esmaga Dinamarca com segunda parte de luxo

A Alemanha venceu a Dinamarca por 3-0, na 2ª rodada do grupo C da Eurocopa sub-21.

A equipe alemã esteve melhor em campo durante os 90 minutos, mas só no segundo tempo conseguiu chegar aos gols. 

Davie Selke abriu o marcador com um gol espetacular , aos 53′, e que pode vir a concorrer ao melhor do torneio com o do português Bruma, contra a Espanha.

Já nos últimos vinte minutos, Kempf (73′) fez o 2-0 na sequência de um escanteio e Amiri (79′) fechou o marcador.

Os germânicos se isolam no primeiro lugar, com seis pontos, mas não garantem a classificação já que no último jogo enfrentam a Itália, que se vencer iguala a Alemanha. Neste grupo há ainda a República Checa que também pode fazer seis pontos, caso vença a Dinamarca.

Apenas o primeiro lugar avança diretamente para as semi-finais, juntamente com o melhor segundo classificado de todos os grupos. A Alemanha, Itália e República Checa podem ser esse melhor segundo classificado, tendo em conta que um deles será primeiro.

 

São Paulo – Brasil – 23:01

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Por Josy Galvão