Archive for the ‘Eurocopa 2012’ Category

Federação Alemã comemora os 11 anos de Joachim Löw no comando da Seleção

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Quem acompanha o futebol mundial sabe que Joachim Löw se encaixa na lista dos melhores técnicos de futebol do mundo. No comando da Seleção Campeã do Mundo, o treinador alemão não é badalado, mas também não é questionado em seu trabalho e no cargo que ocupa.

Löw era treinador da Bundesliga e passou a ter maior visibilidade quando conquistou o título da Copa da Alemanha de 1997 com o Stuttgart. Na preparação para a Copa do Mundo de 2006, sediada pela Alemanha, aceitou o convite do técnico Jürgen Klinsmann para ser seu auxiliar na Seleção Alemã e acabou assumindo o comando da mesma, com a saída de Klinsmann ao término do Mundial. A Alemanha terminou em terceiro lugar ao vencer a Seleção de Portugal.

Desde então, Löw tem conduzido a Seleção Nacional de forma brilhante, levando a equipe quase sempre as semifinais de todas as competições que disputou. Alcançou o 2º lugar na Eurocopa de 2008, 3º na Copa do Mundo de 2010, 3º na Eurocopa de 2012, conquistou o Tetracampeonato no Brasil em 2014 e o 3º lugar na Eurocopa de 2016. O seu último feito foi a conquista da Copa das Confederações 2017, na Rússia, apostando em uma equipe extremamente jovem. Além de vir conduzindo a equipe com maestria nas eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2018. Assim, com muito trabalho e dedicação 11 anos se passaram.

Este é um grande feito para o técnico de 57 anos e realmente merece ser comemorado, principalmente pela trajetória dos treinadores no comando da Mannschaft. 

Desde 1926 quando a Seleção Alemã  passou a ter um profissional com dedicação exclusiva, apenas 10 profissionais passaram pelo cargo, com uma média de nove anos de trabalho para cada profissional. Joachim Löw já ultrapassou esta média e se cumprir o seu atual contrato que tem como prazo final o ano  de 2020, o técnico ficará 14 anos a frente da seleção e será o comandante mais longevo da história e com o maior número de partidas disputadas.

Hoje a DFB – Federação Alemã de Futebol, comemorou e agradeceu em suas redes sociais, o trabalho e dedicação do técnico ao longo destes 11 anos.

🥈🥉🏆🏆

Thank you for 11 wonderful years so far, Joachim Löw! 🙏 #DieMannschaft

O Batom e Futebol parabeniza Joachim Löw pelo belo trabalho desenvolvido e espera poder continuar acompanhando por muitos e muitos anos, o maravilhoso espetáculo conduzido por ele e sua equipe!

Danke, Joachim Löw, Herzlichen Glückwunsch und alles Gute!

 

 

São Paulo – Brasil – 23:50

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Por Josy Galvão

Futebol Feminino – A rejuvenescida recordista inglesa

A rejuvenescida recordista inglesa

© Getty Images

“A Rachel não jogou bem no ano passado. Aplicação, atitude, desempenho, é isso o que importa. Acho que ela precisa voltar e provar o seu valor.” Essas foram as palavras da treinadora da Inglaterra, Hope Powell, em meados de 2009, explicando por que Rachel Yankey não havia sido convocada para a Eurocopa Feminina daquele ano. Yankey, conhecida e celebrada como a primeira jogadora de futebol profissional do país, se aproximava dos 30 anos de idade e parecia estar em curva descendente.

No entanto, ela aceitou o desafio de Powell e decidiu provar o seu valor. Ao invés de ficar emburrada por não ter sido convocada, Yankey levou em conta as críticas da treinadora e, sem reclamar, redobrou os esforços com o objetivo de voltar a ser uma jogadora importante para o seu clube e a seleção.

Passados quatro anos daquele episódio, os resultados falam por si. Yankey entrará em campo amanhã na estreia inglesa na Eurocopa, contra a Espanha, não só como uma jogadora influente do elenco de Powell, mas como a atleta que mais vezes atuou com a camisa da Inglaterra (masculina ou feminina) em todos os tempos. A memorável marca foi atingida pela jogadora de 33 anos no último mês, quando foi capitã da Inglaterra na sua 126ª partida pela seleção. Com isso, quebrou um recorde que pertencia havia muito tempo ao lendário goleiro Peter Shilton.

“Até mesmo ter o nome mencionado ao lado do nome do Shilton já é uma honra”, afirma. “Já ficaria surpresa se eu tivesse sido convocada uma vez e nunca mais atuasse, já teria sido fantástico ter disputado um jogo só pela seleção. É inacreditável eu ter chegado a 126.”

O espanto de Yankey reflete o desafio que ela, como muitas jogadoras, enfrentou no seu caminho rumo ao topo da profissão. Ela se lembra bem das dificuldades de início de carreira. Por exemplo, o dia em que raspou os cabelos e adotou o nome de “Ray”, em uma tentativa de jogar como se fosse um menino em um torneio masculino. Aquele ato infantil – e ao mesmo tempo compreensível – ocorreu por um simples motivo: a meta de continuar a jogar o esporte que tanto amava, e foi essa mesma paixão que alimentou o seu renascimento no futebol.

Volta por cima
No entanto, mesmo com mais de 20 troféus na sua carreira por Arsenal, Fulham e New Jersey Wildcats, Yankey ainda não conquistou nenhum título pela seleção. O Torneio Olímpico de Futebol do ano passado, atuando pela Grã-Bretanha, foi o último que ela disputou. As britânicas passaram fácil pela fase de grupos, mas não conquistaram a medalha de ouro. No entanto, ela segue acreditando como nunca no potencial das inglesas e nutre grandes esperanças com relação à equipe que vai disputar o título europeu na Suécia.

“Sinto que esta é provavelmente a minha melhor chance, e espero que não seja a última, de ser campeã pela Inglaterra”, afirmou Yankey, já voltando o olhar à Copa do Mundo Feminina da FIFA Canadá 2015. “Ganhei tudo o que podia nos clubes onde joguei, inclusive a Liga dos Campeões, mas seria o auge da minha carreira vencer um grande torneio pelo meu país.”

“Temos uma equipe muito boa. Mas, com 23 jogadoras no elenco, a principal força da Inglaterra é o companheirismo e o apoio que as colegas dão umas às outras. Temos isso em abundância, e precisamos utilizar como uma força nossa.”

Confiante na qualidade e na amizade que há dentro do vestiário inglês, Yankey sabe que conquistar o título europeu não é tarefa fácil. Tudo bem que a Inglaterra foi à final da Eurocopa sem ela em 2009 e chega à Suécia sonhando em quebrar a hegemonia da Alemanha, mas as inglesas também sabem que qualquer tropeço em um grupo difícil pode levá-las a uma eliminação prematura.

“Jogar contra Espanha, Rússia e França é incrivelmente difícil”, opina Yankey, sobre as adversárias inglesas na fase de grupos. “Passar por esta chave já será uma enorme conquista. Depois disso, vamos para os mata-matas, e esperamos ir mais adiante.”

A estrela do Arsenal aponta a França, a anfitriã Suécia e, obviamente, a Alemanha como os selecionados a serem batidos nas próximas semanas. E, embora haja a certeza de que o caminho será cheio de obstáculos, Yankey é uma jogadora que sabe lidar com os altos e baixos do futebol e emergir ainda mais forte dos maus momentos.

Fonte: http://pt.fifa.com

São Paulo – Brasil –  23:18

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JGalvão

David Silva: “Uma sensação inigualável”

David Silva: "Uma sensação inigualável"

© Getty Images

David Silva está feliz. Titular absoluto da seleção espanhola, ele acaba de conseguir aquilo que muitos jogadores apenas poderiam sonhar: conquistar um dos títulos mais importantes do futebol marcando um gol na grande final. Além disso, como se não bastasse, o triunfo na Euro 2012 vem após a vitória na Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010, ao qual o meia ainda soma o Campeonato Inglês, que ganhou com a camisa do Manchester City.

Nascido nas Ilhas Canárias, o jogador que agora tem o mundo a seus pés acabava de sair do histórico encontro em que a Espanha goleou a Itália por 4 a 0 no Estádio Olímpico de Kiev e, com simpatia e muito bom humor, conversou com exclusividade com o FIFA.com sobre o que sentia no momento e sobre os desafios e sonhos para a temporada europeia que se inicia.

FIFA.com: David, você vive um momento inesquecível, tendo vencido a Euro e marcando um gol na final. O que mais se pode pedir?
David Silva: Não muito mais. Tive a sorte de fazer o primeiro gol, o que nos ajudou a abrir o caminho e a ter mais opções. Sabíamos que era fundamental marcar primeiro e demos ênfase a isso antes do jogo. Saímos da forma mais ofensiva possível desde o início e por sorte conseguimos o resultado.

Você é um dos jogadores mais baixos da Espanha e ainda assim marcou de cabeça.
Sim, estava lá na hora certa, acompanhei o desenvolvimento da jogada e senti que tinha de esperar um pouco pelo cruzamento do Cesc (Fàbregas). E foi assim, tudo muito rápido, mas saiu como eu havia imaginado.

Este foi um título inesquecível?
Totalmente. Em geral, as finais são muito disputadas e acabam definidas por um gol ou por detalhes mínimos. Estamos cientes de que não é nada fácil ganhar uma partida como essa por uma diferença tão grande e acredito que este seja um dos motivos pelos quais estamos tão contentes. Nosso esforço realmente foi recompensado e isso não é tão comum no futebol.

Jogar contra um adversário mais aberto, como foi a Itália, é mais fácil do que diante de um oponente muito defensivo?
Sim, a verdade é que isso nos facilitou. Quando jogamos contra equipes mais defensivas temos trabalho, pois precisamos ter paciência e entender que vamos sofrer. Agora, sabíamos que a Itália sairia para o ataque, não apenas por seu estilo, mas também porque em uma final não se pode recuar, é preciso buscar a vitória. Estávamos cientes disso.

Foi importante o fato de vocês terem enfrentado a Itália no início do torneio? O que mudou daquele jogo para a final?
Era a primeira partida de grupos e, nessa fase, as equipes acabam se segurando um pouco mais. Parece-me que daquela vez eles se fecharam um pouco mais. E algo muito importante para nós é o campo, que hoje estava muito mais rápido e mais baixo. Isso é fundamental para o nosso estilo, nos caiu muito bem.

A Espanha teve menos posse de bola que das outras vezes, sendo que a Itália foi até superior nesse quesito durante o primeiro tempo. Foi algo planejado?
De forma alguma, acabou acontecendo. Também teve a ver com o fato de termos aberto o placar e eles terem precisado pressionar para empatar. Acho que entendemos isso bem e percebemos que o contra-ataque poderia funcionar. O jogo inteiro acabou sendo assim, ainda que tenha sido um pouco pelas circunstâncias e não tanto por termos planejado isso.

Esta equipe fez história ao vencer três títulos de forma consecutiva. Qual é o segredo para manter a motivação?
A fome por títulos nunca tem fim, a sensação do triunfo é completamente inigualável. Então, acabamos encarando os torneios com a intenção de repetir essas emoções. Além disso, do ponto de vista individual, é preciso tentar manter a vaga de titular. Na Espanha, cada geração parece ser melhor que a anterior e, se você baixa a guarda, já tem outro pronto para lhe substituir. É preciso estar sempre em forma e isso acabando levando o jogador a conseguir resultados melhores.

Quais são os planos agora?
Agora vamos comemorar. Primeiro com a torcida, que esteve sempre a nosso lado na Espanha, é claro, mas também aqui na Ucrânia e na Polônia, onde tivemos um apoio excepcional em cada partida. Foi impressionante. Depois, vamos descansar e aproveitar com nossas famílias, que já estão nos esperando.

A emoção é maior em saber que, após ser campeão inglês com o Manchester City, você encerra a temporada com o título da Euro?
Sim, é claro. É alegria em dobro. Esta será uma temporada difícil, longa, contra equipes como Manchester United, Chelsea e Arsenal, que estão acostumadas a lutar pelo título e que não devem estar muito felizes de termos ficado com ele. E também temos a motivação de disputar a Liga dos Campeões. Esperamos conquistar pelo menos um ou dois títulos, como temos feito nesses últimos anos.

Para terminar e aproveitando sua experiência no futebol inglês, o que você acha da seleção da Inglaterra? Por que ela não consegue se firmar em nenhum grande torneio?
A Inglaterra tem uma excelente equipe, mas não vem tendo muita sorte. Conta com jogadores de altíssima qualidade que, em algum momento, vão vencer algo. É questão de tempo, mas o certo é que ainda brigarão entre os melhores.

Fonte: http://pt.fifa.com

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JGalvão

Oliver Bierhoff não quer saber de arrogância na seleção alemã

A Alemanha chegou como favorita na Eurocopa 2012, ao lado da campeã Espanha e da Holanda (eliminada na fase grupos). Porém, a seleção tricampeã mundial acabou perdendo para a Itália na semifinal do torneio. Para Oliver Bierhoff, diretor da Federação, é hora de a comissão “baixar a bola”.

O ex-atacante da seleção, que marcou 37 gols pelo país, afirma que os jogadores não podem ter o mínimo de arrogância com o que tem pela frente – amistosos e eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014. Ele diz que o que aconteceu na Eurocopa precisa ser analisado com calma, de forma compreensiva, para que a decepção não atrapalhe na corrida para a disputa no Brasil.

– Temos que ter cuidado para não mostrar arrogância. Foi surpreendente termos dificuldades para marcar os gols. Faltou inteligência em certos momentos. Nenhum dos jogadores levou a desclassificação de uma maneira fácil. Eles estavam famintos pelo título – disse o dirigente ao jornal alemão “Suddeutsche Zeitun”.

Bierhoff falou da ansiedade que todos estavam antes da Euro começar.

– Seis semanas antes, o sentimento era de que tudo estava indo bem. Era um dinamismo e parecia que a força toda estava do nosso lado. E, após a eliminação, tudo foi embora. Talvez por causa da nossa boa classificação e nossos amistosos contra Brasil e Holanda, o sucesso tenha nos subido a cabeça.

O ex-jogador confia no sucesso da seleção da Alemanha após a Eurocopa.

– Joachim Löw vai analisar a partida contra a Itália e vai achar a melhor maneira de seguirmos em frente. Não me preocupo – completou.

Fonte: http://globoesporte.globo.com

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JGalvão

#Eurocopa2012 – Espanha mantém reinado

Com atuação de gala, Espanha mantém reinado

© Getty Images

Em grande estilo, a Espanha confirmou neste domingo a supremacia no futebol europeu e mundial ao vencer a Itália por arrasadores 4 a 0 e conquistar o título da UEFA Euro 2012 no Estádio Olímpico de Kiev. A Fúria fez história ao se tornar a primeira seleção a faturar duas vezes seguidas a competição europeia e chegou à incrível marca de três grandes títulos num período de quatro anos – além da UEFA Euro 2008, a equipe comandada por Vicente Del Bosque foi campeã da Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010.

Se a hegemonia ainda era questionada e o futebol praticado pela seleção de Del Bosque por vezes questionado, o terceiro troféu do país na competição (o primeiro veio em 1964) veio com direito a mais um recorde em Kiev: a goleada, garantida por David Silva, Jordi Alba, Fernando Torres e Juan Mata, foi a maior vitória registrada em uma final da Euro. O placar mais elástico até então era o triunfo da Alemanha Ocidental por 3 a 0 sobre a União Soviética em 1972. Com o título, a Espanha ainda iguala a Alemanha, com três troféus continentais, como maior vencedora do torneio.

Equilíbrio inicial e vantagem espanhola
Como era esperado, a partida começou equilibrada, com a Espanha tentando controlar a bola e a Itália marcando sob pressão para roubá-la. Depois de um primeiro susto – um chute de Fabregas que passou por cima do travessão de Buffon aos nove -, aos 13 a Fúria abriu o placar: pela direita, Iniesta serviu Fabregas, que foi à linha de fundo e cruzou para a cabeçada certeira de David Silva.

O gol motivou a equipe de Cesare Prandelli a buscar o ataque apostando nas jogadas pela esquerda com Balzaretti, que entrara no lugar de Chiellini, mas as melhores tentativas da Azzurra acabaram nas mãos de Casillas. Aos 28 minutos, a Itália teve uma boa oportunidade de empatar com Cassano, mas Casillas fez grande defesa. Perto do fim do primeiro tempo, a Espanha  aproveitou de um descuido da zaga italiana e conseguiu o segundo gol: Xavi puxou contra-ataque com Jordi Alba, que tirou do alcance de Buffon e fez 2 a 0.

Desvantagem no placar e em campo
A Itália voltou do intervalo com Di Natale no lugar de Cassano e logo aos cinco minutos Montolivo colocou o atacante italiano cara a cara com o Casillas, mas parou nas mãos do goleiro espanhol. A Azzurra sofreria mais um duro golpe no início da segunda etapa: depois de colocar Thiago Motta em campo no lugar de Montolivo aos 11, Prandelli viu o jogador sentir uma lesãona coxa direita e deixar o campo de maca, ficando com dez em campo.

Com um cenário ainda mais propício para o toque de bola, a Espanha adiantou a marcação e passou a gastar o tempo em seu campo de ataque. A Itália não conseguia atacar e seus jogadores já não conseguiam esconder a expressão de decepção antes da marca de 30 minutos do segundo tempo.

Se a final já parecia caminhar para o lado espanhol, o título ficou ainda mais próximo quando Fernando Torres entrou e marcou o terceiro da Fúria. Após receber passe de Xavi, o atacante do Chelsea deslocou Buffon e deixou sua equipe em situação confortável para comemorar a conquista já aos 38. Sacramentando a conquista, aos 43 minutos Torres ainda deixou Juan Mata na cara do gol para marcar o quarto gol espanhol e fechar a goleada diante de uma resignada seleção italiana.

Fonte: http://pt.fifa.com

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JGalvão

Resultado do sorteio #Eurocopa2012 do Batom e Futebol!

Olá, pessoal,

A Eurocopa 2012 chegou ao fim, com a Espanha campeã mais uma vez! Mas, como nós estávamos apostando na Alemanha, o nosso sorteio tinha como prêmio uma camisa da Die Nationalmannschaft.

E o vencedor foi:

Parabéns,  Mariana Mello! Entraremos em contato para a entrega do prêmio!

O Batom e Futebol agradece a todos que participaram do sorteio e acompanharam a Euro 2012 conosco! Em breve voltaremos com mais um sorteio.

Um grande abraço!

JGalvão

#Eurocopa2012 – Xavi admite que poderia ter rendido mais

xavi espanha coletiva (Foto: Agência EFE)Xavi admitiu que está devendo na Eurocopa: ‘Gostaria de ter sido mais importante’ (Foto: Agência EFE)

Xavi Hernández chegou com cerca de dez minutos de atraso na entrevista coletiva prévia à decisão da Eurocopa 2012, neste sábado. Ele e o goleiro Iker Casillas, já nos acréscimos, se perderam pelos corredores confusos do Estádio Olímpico de Kiev, prestes a receber milhares de espanhóis e italianos no domingo. Mas esse é o menor dos problemas do camisa 8, que admitiu estar devendo na campanha da Fúria sem ainda ter marcado ou dado assistências. O que poderia justificar, por exemplo, as críticas em torno do futebol praticado pelo time de Vicente del Bosque, já que o meio-campista costuma ser quem mais tenta aproximar a seleção do seu Barcelona.

– Eu me sinto participante em todas as vitórias, mas teria gostado mais se fosse mais importante nos jogos-chave. Eu me sinto muito confortável jogando com essa filosofia e minha prioridade é o time. Tentarei aproveitar o jogo – disse Xavi, defendido pelo treinador.

– É muito difícil que jogue mal, sempre vai bem. Tem talento, qualidade, é solidário, pensa no time e é dos que principalmente marcam nossa forma de jogar – completou Del Bosque.

O estilo de jogo já conhecido, portanto, seguirá como carro-chefe da Espanha. Xavi garante:

– Não estamos entediados, nós nos divertimos, acreditamos neste estilo definido. É uma filosofia muito boa, todos os futebolistas se adaptam perfeitamente. Priorizamos esse talento ante o futebol físico, e o torcedor se sente identificado com esse futebol, assim como nós. Não se pode pedir mais.

Xavi no treino da Espanha (Foto: AP)Xavi em treino da Espanha neste sábado (Foto: AP)

Na verdade, pode sim, Xavi. O título da Eurocopa neste domingo completaria o que a imprensa se refere como tríplice coroa, com a Euro 2008 e a Copa 2010 já no currículo. A expectativa da torcida passou para os jogadores.

– Para nós se trata de algo ideal, estamos em um cenário magnífico e fantástico para seguir fazendo história nesse esporte. Não se chega a uma final de Eurocopa todos os dias e temos a sorte de ter ganhado muitas coisas. Nós realmente queremos fazer tudo bem e mostrar que esse time continua com a mesma fome de demonstrar o futebol que estamos acostumados.

Por fim, Xavi afirmou se sentir um privilegiado por estar fazendo parte dessa geração.

– Me sinto muito sortudo: há alguns anos, o futebol tendia mais ao caminho da contenção, mais físico… Tivemos muita sorte com os futebolistas com mais técnica, porque chegou o futebol alegre e vistoso, que também faz jogadores como Pirlo. Estou muito feliz de que as coisas saíram assim e que o futebol seja mais ofensivo e alegre.

Espanha e Itália disputam a final da Eurocopa 2012 neste domingo, a partir das 15h45m (de Brasília), no Estádio Olímpico de Kiev.

Fonte: http://globoesporte.globo.com

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JGalvão

#Eurocopa2012 – Dez momentos que marcaram a Euro

Dez momentos que marcaram a Euro

© Getty Images

Espanha e Itália entrarão em campo neste domingo para decidirem a final da UEFA Euro 2012, sonhando em escrever um novo capítulo na ilustre história da competição. Antes do grande jogo, relembre alguns dos momentos que eternizaram craques e seleções na memória dos torcedores e fizeram do torneio o que ele é hoje.

1. A primeira e única glória soviética
O primeiro campeonato europeu de seleções, realizado em 1960, deu à União Soviética o seu único grande título e consagrou o nome de Viktor Ponedelnik. O atacante de 23 anos fez o gol da vitória por 2 a 1 sobre a Iugoslávia, em Paris, a sete minutos do fim da prorrogação. Ainda assim, teve a humildade de reconhecer que o craque da competição foi o companheiro Lev Yashin. “Tive a sorte e a honra de jogar ao lado desse goleiro, o maior de todos os tempos”, disse Ponedelnik mais tarde.

2. Um finalista decidido na sorte
Portugal pode ter considerado cruel a eliminação na semifinal deste ano, mas a frustração de perder nos pênaltis não é nada comparada à maneira como a União Soviética foi eliminada em 1968. Após o empate sem gols persistir durante 120 minutos de jogo com a Itália, coube ao capitão soviético Albert Shesternyov escolher cara ou coroa para decidir se a sua seleção iria para a final. Para a tristeza do jogador, apelidado de “Ivan, o Terrível”, a sorte naquele dia estava ao lado da Azzurra, que avançou para a decisão e acabou conquistando o título, mais uma vez sobre a Iugoslávia. Dois anos depois, as cobranças alternadas de pênaltis passaram a fazer parte do regulamento.

3. A inspiradora imprudência de Panenka
Se alguma vez ficou comprovado que a disputa por pênaltis, longe de ser “uma loteria”, é um teste de técnica e equilíbrio psicológico, foi na final da Euro 1976. Diante da cobrança mais importante da história do seu país, um pênalti que poderia dar o título europeu à Tchecoslováquia e arruinar o sonho da então campeã mundial Alemanha, Antonín Panenka tomou distância, correu em direção à marca fatal, freou no último segundo e habilmente deu um leve toque embaixo da bola para colocá-la no fundo das redes do já batido Sepp Maier. Pelé descreveria o feito como obra “de um gênio ou de um louco”.

4. Platini e nada mais
Nenhum jogador dominou tanto uma edição da Eurocopa como Michel Platini em 1984. O francês marcou nove gols em cinco partidas, com direito a dois tripletes “perfeitos” (um gol de pé direito, outro de canhota e um de cabeça) contra Bélgica e Iugoslávia. No entanto, o tento mais importante de Platoche saiu na semifinal contra Portugal. Em um jogo considerado por muitos o melhor da história do torneio, ele fez a diferença aos 14 minutos do segundo tempo da prorrogação, quando o placar apontava 2 a 2, marcando o gol da classificação para a final contra a Espanha, em que a Françaconquistaria o seu primeiro título continental.

5. A magia de Marco van Basten
Se Platini continua a ser o maior artilheiro da história da Euro, o gol mais bonito do torneio talvez pertença a outro craque da bola. Marco van Basten já havia encantado durante toda a edição de 1988, mas foi na final contra a União Soviética que o holandês concebeu uma obra-prima, anotando o gol do título com um sem-pulo espetacular de um ângulo aparentemente impossível. “Era o segundo tempo e eu já estava um pouco cansado”, disse ele ao UEFA.com recentemente. “Quando o Arnold Mühren cruzou a bola, pensei: ‘posso dominá-la e tentar passar por todos esses zagueiros ou posso fazer do jeito mais simples e arriscar um chute’.” A decisão de Van Basten garantiu o primeiro grande título da Holanda.

6. O suor e as lágrimas de Vilfort
O triunfo da Dinamarca na Euro 1992 foi adequadamente descrito como um conto de fadas, mas essa história na verdade teve episódios de alegria e dor. Antes do início do torneio, o meio-campista Kim Vilfort havia sido informado que a filha de sete anos, Line, estava sofrendo de leucemia terminal. Ele chegou a deixar a seleção por duas vezes, mas foi convencido pela família a retornar. O astro do Brondby perdeu a terceira partida da Dinamarca na fase de grupos para estar no hospital ao lado de Line, mas voltou para participar da vitória na semifinal contra a Holanda e entrou para a história ao marcar o gol do título na decisão diante da Alemanha. Poucas semanas depois, a menina faleceu sabendo que o pai era um herói nacional.

7. Um gol de tirar o chapéu
Inglaterra e Escócia, os rivais mais antigos do futebol internacional, nunca haviam se enfrentado em uma grande competição até a Euro 1996, quando Wembley foi palco de um clássico decidido em poucos e emocionantes minutos do segundo tempo. O termômetro subiu na capital inglesa quando David Seaman defendeu o pênalti de Gary McAllister, mantendo a vitória parcial dos donos da casa por 1 a 0, e atingiu a temperatura máxima com o gol espetacular de Paul Gascoigne. Depois de receber um passe em profundidade na ponta esquerda da grande área, o meio-campista deu um lindo chapéu em Colin Hendry e bateu de primeira para as redes do seu então companheiro de Rangers, Andy Goram.

8. O voleio de ouro de Trezeguet
Embora a Euro 1996 tenha sido decidida no gol de ouro, o tento de Oliver Bierhoff não chegou a ser uma pintura. Quatro anos depois, porém, David Trezeguet saiu do banco para garantir o título europeu com um voleio de canhota no teto da rede, completando a memorável virada francesa na eletrizante final contra a Itália. “Primeiro fiquei feliz pelos meus companheiros, depois pela minha família, e finalmente por mim”, comentou o atacante recentemente. “Tínhamos o sonho de sermos campeões do mundo e da Europa.” Graças ao golaço de Trezeguet, o sonho virou realidade.

9. A inesquecível zebra azul e branca
Ninguém esperava por essa. A Grécia, que pagava 250 por 1 nas bolsas de apostas antes do início do torneio de 2004, protagonizou a maior zebra da história da Eurocopa. Depois de passar da primeira fase às custas de Espanha e Rússia, a seleção de Otto Rehhagel bateu França, República Tcheca e, por fim, o anfitrião Portugal, sempre por 1 a 0, para erguer a taça. “Os gregos fizeram história no futebol”, disse o técnico logo após o apito final. “É incrível.”

10. Três minutos de puro Zidane
Com 90 minutos de jogo completados no Estádio da Luz, em 2004, a Inglaterra vencia a França por 1 a 0 e, apesar de um pênalti perdido por David Beckham, parecia já estar com os três pontos no bolso. Até que Zinedine Zidane decidiu mudar o rumo da história. Não satisfeito em empatar o jogo aos 46 do segundo tempo em bela cobrança de falta, o maestro francês vestiu o capuz de carrasco e completou a virada com um gol de pênalti três minutos depois. Mais tarde, ele descreveria a partida como “uma das melhores” que já jogou.

Dê a sua opinião
Para você, qual foi o momento inesquecível da Euro?

Fonte: http://pt.fifa.com

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JGalvão

#Eurocopa2012 – Brasileiros representados na ‘maior exposição de camisas da Europa’

O cartaz logo na entrada promete levar à maior exibição de camisas de futebol na Europa. Logo ao lado do Estádio Olímpico de Kiev está o Planetário, onde a exposição ocorre desde o início da Euro 2012 e terá seu último dia aberta ao público neste domingo, antes da decisão entre Espanha e Itália. O problema em questão é que o presente é um tanto menor que a encomenda, que tem até poucos clubes brasileiros. Nada muito fora do padrão, porém, quando se fala de Ucrânia. Não ao menos durante a maior competição do continente.

Exposição de futbeol em Kiev  (Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)Exposição de futebol em Kiev mostra camisas de Fla e Galo (Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)
Exposição de futbeol em Kiev  (Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)Bahia e Fluminense dividem espaço com outros
times (Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)

Uma grande sala recebe camisas dos mais variados times e seleções de todo o planeta. Clubes brasileiros como Grêmio, Fluminense, Flamengo, Atlético-MG e Bahia marcam presença com alguns uniformes exóticos, a especialidade da casa. O SC Rio Grande, primeiro a nascer no país, também está ali com o verde, vermelho e amarelo chamando a atenção. O Rei do Futebol, Pelé, pode ser visto em uma camisa retrô do New York Cosmos, enquanto a Seleção Brasileira tem a sua pequena homenagem com uma blusa usada pouco antes na Copa do Mundo de 1994.

A coleção tem grande influencia nos anos 90, com uniformes antigos de Juventus, Barcelona, Manchester United, Arsenal, Liverpool, Milan, Internazionale de Milão, entre outros. Há ainda uma pequena seção com uniformes de Dínamo de Kiev e Shakhtar Donetsk, as equipes mais famosas do país, em uma das únicas áreas mais organizadas, já que a imensa maioria está no teto e fora de ordem.

Exposição de futbeol em Kiev  (Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)Caricaturas de craques não têm compromissos com a realidade (Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)
Exposição de futbeol em Kiev  (Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)Exposição tem camisas dos mais variados times
(Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)

A visita é ainda mais surpreendente quando se vê caricaturas de personalidades do futebol já fora da sala. Os desenhos, feito por uma pessoa de 70 anos, não têm lá seus compromissos com a realidade. A legenda em ucraniano dificulta ainda mais o reconhecimento de craques como Maradona, Messi e outros – Pelé teve a ajuda de estar ao lado da Copa do Mundo de 1970.

No estádio, a poucos metros dali, um ensaio da festa de encerramento podia ser ouvido por quem passava ao redor. O palco já está todo decorado, à espera de espanhóis e italianos no domingo que celebrará o campeão europeu de 2012.

Fonte: http://globoesporte.globo.com

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JGalvão

#Eurocopa2012 – Adeus com a cabeça erguida

Adeus com a cabeça erguida

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Portugal não tem do que se arrepender após a eliminação nas semifinais da Euro 2012 diante da Espanha, em uma disputa de pênaltis dramática. Os lusos fizeram os campeões mundiais e europeus suarem até a última gota e só sucumbiram nas cobranças alternadas. Isso explica por que os jogadores deixaram o gramado orgulhosos, apesar da evidente frustração de ter de voltar para casa às portas da final de um torneio tão importante.

Em entrevista exclusiva, dois dos principais nomes da retaguarda portuguesa confirmaram esse sentimento de altivez no grupo. Tanto o zagueiro do Real Madrid Pepe, que fez uma partida impecável, quanto o goleiro Rui Patrício, cuja defesa na primeira cobrança de pênalti, de Xabi Alonso, encheu de esperança milhões de torcedores em Donetsk e no mundo inteiro, ressaltaram que Portugal fez uma grande Euro e já está pensando em uma nova oportunidade no Brasil 2014.

Noite de contrastes
Primeiro a tomar a palavra, Rui Patrício deixou clara a decepção coletiva da seleção após o último chute dos 11 metros. “Estou triste, porque o principal objetivo era chegar à final, e é sempre complicado perder nos pênaltis”, disse. “É verdade que consegui pegar uma cobrança, mas isso não me deixa realmente feliz. Preferia não ter feito a defesa, mas conseguido a classificação”.

No coração do goleiro, contudo, havia também um sentimento diferente, de orgulho pelo trabalho realizado ao longo do torneio. “Acho que fizemos um bom papel, apesar de tudo”, destacou Rui Patrício. “O balanço final da competição não é nem um pouco decepcionante. Em minha opinião, fomos bem, a derrota não ofusca em nada nossa campanha.”

Pepe fez coro com o discurso do companheiro. Segundo o defensor, com um pouco mais de sorte, a história poderia ter sido bem diferente. “Fizemos um belíssimo campeonato e trabalhamos muito para chegar aonde chegamos”, assinalou. “Perdemos para a grande favorita, a Espanha, uma seleção de enorme qualidade, mas de maneira alguma fomos inferiores. Perdemos nos pênaltis, que são uma loteria. Eles tiveram a sorte que nos faltou.”

Em seguida, o zagueiro de 29 anos aprofundou um pouco mais a análise para tentar explicar onde Portugal falhou. “Acho que fomos muito sólidos atrás, contra uma seleção que se movimenta bastante no ataque. E do outro lado do campo, criamos chances durante os 120 minutos, mas não conseguimos finalizar. Talvez tenha faltado esse detalhe diante do gol. Em jogos assim, isso acaba sendo decisivo”, considerou.

Perspectivas promissoras
Foi em meio a essa mistura de sentimentos contraditórios que os jogadores portugueses tentaram assimilar a eliminação nas horas que se seguiram ao fim do jogo. O que ficou evidente é que Portugal deixa a Ucrânia de cabeça erguida. “Mostramos que temos uma grande seleção, que não tememos ninguém e que sempre podemos jogar de igual para igual”, avaliou Rui Patrício.

Seu companheiro de defesa foi além. “A verdade é que o desempenho foi ótimo”, reiterou Pepe. “Estávamos em um grupo muito complicado, ao lado de Holanda, Alemanha e Dinamarca. Conseguimos avançar e depois fizemos uma seleção como a Espanha sofrer para ganhar. Isso deve ser reconhecido, embora não tenhamos alcançado o objetivo principal, que era vencer o torneio.”

Agora é um momento de reflexão e análise, mas também de otimismo, como destacou o goleiro. “Esta competição certamente será uma excelente referência para o futuro. Somos uma seleção jovem e esta geração ainda tem muito a oferecer. Temos dois anos para amadurecer e chegar mais fortes ao Brasil. Talvez esse seja o maior consolo, saber que teremos uma nova chance em breve”, afirmou Rui Patrício.

Pepe enveredou pelo mesmo caminho, mas com a dose de nostalgia que não pode faltar a nenhum português, ainda que de adoção. “Saímos triste, claro, porque, sempre que você chega perto de um objetivo e deixa escapá-lo, naturalmente pensa: ‘O que teria acontecido se…’ Agora, só nos resta descansar, refletir e olhar para frente”, concluiu.

Fonte: http://pt.fifa.com

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JGalvão