Archive for the ‘Gastronomia’ Category

Conheça as histórias que explicam passado da Oktoberfest

Quem vai a Munique para ver a festa da cerveja mais famosa do mundo também pode aprender sobre curiosidades da Oktoberfest com uma visita guiada. E descobrir que até Albert Einstein já instalou lâmpadas num estande.

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Tradição da cultura bávara, a Oktoberfest de Munique oferece diversão, muita música e, é claro, a bebida típica do evento: a cerveja. Mas, com visitas guiadas, o evento que já acontece há mais de 200 anos também abre espaço para quem quer saber mais sobre a história da festividade e até mesmo de alguns dos brinquedos disponíveis no parque de diversões no local.

O participante mais famoso nos preparativos da Oktoberfest, por exemplo, é Albert Einstein, que chegou a instalar lâmpadas num estande porque os pais tinham uma empresa de artigos de eletricidade.

Outro fato marcante da Oktoberfest é o figurino usado no evento. O vestido usado pelas mulheres, o Dirndl, dá algumas dicas sobre as personalidades das usuárias: se o nó do avental estiver amarrado do lado direito, quer dizer que a dona do vestido é casada. Do lado esquerdo, mostra que a moça é solteira.

Com a ajuda de guias, turistas e moradores de Munique podem aprender ao passear pela estrutura da festa, criada para celebrar a união de dois membros da realeza da Baviera.

Tudo começou em 1810 com uma festa de casamento. Hoje a Oktoberfest de Munique é a maior festa popular do mundo, atraindo anualmente cerca de seis milhões de pessoas.

 

Matéria originalmente publicada por:    https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 23:23

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Josy Galvão

 

Especial Oktoberfest: Guia das tendas da Oktoberfest

Beber ao menos uma cerveja numa tenda da Oktoberfest é obrigatório, e as filas começam cedo. A escolha pode ser influenciada pela marca da cerveja oferecida, a comida ou mesmo a idade dos frequentadores.

Tenda Schottenhamel na Oktoberfest

Schottenhamel

No parque da Oktoberfest são montadas grandes tendas. A mais antiga é a Schottenhammel, de 1867. Naquela época, ela era de madeira e com 50 lugares. Hoje, cabem na parte interna e no biergarten 10 mil pessoas. É na Schottenhammel que acontece a tradicional abertura da Oktoberfest, em que o prefeito de Munique abre o primeiro barril de cerveja. Aliás, aqui é servida a Spatenbräu.

 A figura pendurada no teto é o anjo Aloisius. Diz a lenda que ele está no céu, xingando porque não pode beber cerveja

Hofbräu

Seguindo a tradição da Hofbräuhaus no centro de Munique, também aqui é servida a cerveja de mesmo nome regada com muita música típica ao vivo, que leva nativos e turistas a dançarem sobre os bancos. Dez mil pessoas cabem na tenda. A figura pendurada no teto é o anjo Aloisius. Diz a lenda que ele está no céu, xingando porque não pode beber cerveja.

Também a cervejaria Hackerbräu tem uma grande tenda na festa em Munique

Hacker

Também a cervejaria Hackerbräu tem uma grande tenda na festa em Munique. Com capacidade para 9.300 pessoas, ela é frequentada principalmente por jovens e turistas. Reformada este ano, ela recebeu um melhor sistema de ventilação. O teto, que tem uma parte que pode ser aberta, é decorado pelo famoso “céu dos bávaros”.

O nome da tenda lembra a filha do ex-dono da cervejaria Pschorr, Rosi

Bräurosl

Beber, dançar e festejar: a tenda da Bräurosl é conhecida por seu ambiente agitado. Especialmente no primeiro domingo da Oktoberfest, gays e lésbicas se reúnem para o “Gay Sunday”. O nome da tenda lembra a filha do ex-dono da cervejaria Pschorr, Rosi. A cada ano, uma pessoa que cante “jodel”, a tradicional forma de canto tirolês, pode se autointitular “Bräurosl” e animar o público na tenda.

O público é variado, com muitas celebridades, como os jogadores do Bayern

Winzerer Fähndl

Na Oktoberfest, são servidos apenas os produtos de seis cervejarias de Munique. Na tenda Winzerer Fähndl, a cerveja é da Paulaner. A enorme tenda, com capacidade para mais de 10 mil pessoas sentadas, permite que todos vejam os músicos. O público é variado e inclui celebridades, como os jogadores do Bayern.

A Augustiner é a mais antiga cervejaria da capital da Baviera

Augustiner

A Augustiner é a mais antiga cervejaria da capital da Baviera. Sua cerveja é armazenada em barris de carvalho, e não em tanques de aço como nas outras tendas. Por isso, muitos apreciadores a consideram a melhor cerveja da Oktoberfest. Além disso, as garçonetes são consideradas muito simpáticas.

Nesta tenda da Oktoberfest acontece o campeonato estadual de tiro ao alvo

Tenda dos atiradores

Todos os anos, acontece nesta tenda com 110 estandes de tiro, a Schützenfestzelt, o campeonato estadual de tiro ao alvo. Até os anos 1960, havia apenas provas de tiro. Só depois é que passaram a ser oferecidas especialidades culinárias. Um prato recomendado é o leitão ao molho de cerveja preta. A tenda é frequentada por quem aprecia ambientes sofisticados e é ponto de encontro da nobreza alemã.

Tenda dos besteiros na Oktoberfest

Tenda dos besteiros

Tudo é bem alpino na Armbrustschützenzelt, a tenda dos praticantes de besta, uma modalidade parecida com o arco e flecha. Cada área tem o nome de um animal típico da região e não falta música folclórica, como numa tradicional festa bávara. E, claro, há competições de besta (diz-se bésta). O público é misto, com visitantes de todas as faixas etárias.

A tenda Marstall substituiu o Hippodrom em 2014

Marstall, a tenda dos cavaleiros

A tenda Marstall substituiu o Hippodrom em 2014. Os cavalos são um tema presente desde o início da Oktoberfest, há 200 anos. O palco lembra um carrossel de cavalos. Esta é a primeira tenda da Oktober a oferecer comida vegana.

Na tenda da Löwenbräu há lugar para 8.500 pessoas sentadas

Löwenbräu

Na tenda Löwenbräu (cervejaria do leão), não poderia faltar a estátua do rei dos animais. E ninguém pode ignorar o rugido do animal gritando o nome da marca na entrada da tenda. Há lugar para 8.500 pessoas sentadas. Para apreciar o caneco de cerveja, nada melhor do que uma das especialidades: pernil de porco, pato e leitão.

Oktoberfest tem tenda do boi no espeto

A tenda do boi no espeto

A especialidade desta tenda, a Ochsenbraterei, é uma atração da Oktoberfest há mais de 130 anos. Um boi assado de 250 quilos rende 500 porções. O nome do animal tradicionalmente fica escrito em uma placa dentro da tenda. É tradição também que o primeiro animal assado na festa receba o nome do açougueiro e, o último, o do chefe de cozinha da tenda.

Fischer Vrioni é uma das menores entre as grandes tendas da Oktober

Fischer Vroni, especializada em peixes

O nome já revela: Fischer é pescador. A especialidade é o Steckerlfisch, onde os peixes enfiados em pauzinhos são assados um ao lado do outro em uma fileira de 15 metros. Com quase 3.400 lugares, a Fischer Vroni é uma das menores entre as grandes tendas da Oktober e muito procurada por turistas e pessoas mais velhas.

Kufflers Weinzelt, a tenda do vinho

Kufflers Weinzelt, a tenda do vinho

Vinho entre as tendas de cerveja? Sim, desde 1984 a família Kuffler, do ramo da gastronomia, oferece aqui vinho e espumantes. Em vez de sentar em bancos rústicos, os visitantes ficam em nichos separados e com bancos de madeira mais trabalhados. Na parte interna, cabem 1.920 pessoas, e, fora, 580. Enquanto a maioria das tendas fecha às 23h30, esta fica aberta até 1 hora.

A tenda Käfer é muito frequentada pela alta sociedade internacional

Käfer

Esta tenda pitoresca é muito frequentada pela alta sociedade internacional. Por isso, é bastante difícil conseguir um dos 3 mil lugares. Por dentro, ela parece uma cabana de montanha, com vários ambientes decorados de forma rústica e muitos cantinhos aconchegantes.

 

 

Matéria originalmente publicada por:    https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 23:20

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Josy Galvão

Especial Oktoberfest: Começa a 185ª Oktoberfest em Munique

Durante os 16 dias do maior festival de cerveja em todo o mundo, capital bávara aguarda em torno de 6 milhões de visitantes que devem lotar os 16 pavilhões com capacidade para até 120 mil pessoas.

O prefeito de Munique, Dieter Reiter (dir.), abre o primeiro barril da festa observado pelo governador da Baviera, Markus Söder

O prefeito de Munique, Dieter Reiter (dir.), abre o primeiro barril da festa observado pelo governador Markus Söder (esq.)

 

A 185ª edição da Oktoberfest teve início no sábado (22/09) em Munique com a abertura do primeiro barril de cerveja, exatamente ao meio-dia (horário local), pelo prefeito da cidade, Dieter Reiter. O marco ocorreu no pavilhão Schottenhammel com as palavras O’zapf is (algo como “está aberto”, em dialeto bávaro).

A capital bávara deverá receber cerca de 6 milhões de visitantes durante os 16 dias do maior festival de cerveja em todo o mundo. No total, 16 pavilhões com quase 120 mil lugares serão atendidos pelas seis grandes cervejarias da cidade.

A Oktoberfest 2018 – também chamada de Wiesn, em alusão ao local da festa – vai até o dia 7 de outubro. A segurança foi reforçada com uma nova cerca em torno da área da festa, além de controles na entrada e policiais com câmeras acopladas ao corpo. Neste ano, a polícia também intensificou a vigilância por vídeo.

Continuam proibidas bolsas e mochilas maiores, como também sobrevoar a área da festa, incluindo drones. Entre os 600 policiais que vão atuar durante o evento estarão pela primeira vez os chamados “super-reconhecedores”, especialistas em identificar rostos em meio à multidão e reconhecer possíveis criminosos.

O reforço na segurança também conta com a ajuda das redes sociais. Desde 2015, as autoridades vêm usando a hashtag #SicherZurWiesn para fornecer dicas sobre a segurança na chegada e na partida dos visitantes e informá-los sobre as atividades policiais.

De acordo com o Departamento de Turismo da cidade, nos anos anteriores, a receita média da Oktoberfest atingiu quase 1 bilhão de euros. Para Munique, o negócio bilionário tornou-se tão importante que a cidade registrou o termo Wiesn como marca em toda a Europa, evitando que ele fosse utilizado de forma “não honrosa”.

Pela primeira vez, o preço de uma Mass – um litro de cerveja – supera o valor de 11 euros, chegando a 11,50 euros, o que significa um aumento de 3,6% em comparação com o ano passado, um percentual bem acima do nível da inflação.

O diretor da Oktoberfest, Josef Schmid, reclamou antecipadamente do aumento, temendo que a festa acabe se tornando inacessível para muitas pessoas. Segundo ele, os altos preços afastam cada vez mais os participantes. Ele tentou, sem sucesso, impedir o aumento na Câmara Municipal de Munique.

No ano passado, 7,7 milhões de litros de cerveja, com teor alcoólico de 6,6%, foram consumidos durante a festa.

Matéria originalmente publicada por:    https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 19:57

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Josy Galvão

 

Presidente do Bayern Munique vai vender salsichas da família no estádio

O Bayern Munique vai deixar de partilhar a Allianz Arena com o 1860 Munique e já há alterações à vista no recinto. As cadeiras foram trocadas – agora apresentam as cores do campeão alemão – e haverá um novo serviço de catering. 

Os torcedores na última sexta-feira estiverem no jogo dos bávaros com o Hoffenheim encontraram nos bares salsichas da marca ‘HoWe’, uma empresa fundada por Uli Hoeness, presidente do Bayern Munique, em 1985.

Enquanto foi dono em exclusivo da empresa, Hoeness evitou vincular a empresa ao clube. Mas agora os filhos tomaram conta do negócio das salsichas e a ‘HoWe’ acabou por ser escolhida ‘ por sorte’ para integrar o catering do Bayern Munique.

“Enquanto a HoWe me pertenceu, evitei que os nossos produtos fizessem parte do catering do estádio. Mas há quatro anos esta parte da fábrica pertence aos meus filhos. Não posso dizer ao meu filho a quem deve vender as suas salsichas”, explicou o líder do clube, em declarações reproduzidas pelo diário alemão ‘Bild’. 

Auf wiedersehen! 

 

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 00:05

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Por Josy Galvão

O jornalista Flávio Prado, treinadores e jogadores de futebol, organizam mais uma Pizza Solidária em Prol da Associação Cruz Verde

A imagem pode conter: 20 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé

Organizada pelo jornalista Flávio Prado, apresentador da TV Gazeta e da Rádio Jovem Pan e pelo ex-jogador e campeão mundial, Juninho Paulista, esta será a 6ª edição da Pizza solidária em prol da Associação Cruz Verde.

Além de saborear pizzas deliciosas, os convidados ainda terão a oportunidade de serem servidos por treinadores, jogadores, artistas e jornalistas nesta noite especial.

O evento acontece no dia 09 de agosto, uma quinta-feira, na Pizzaria Paulista 10, em São Paulo.

Pela sexta vez a pizzaria receberá este grande evento, que tem como finalidade, reverter toda a sua renda, em prol da Associação Cruz Verde, entidade filantrópica que atende crianças e adultos com paralisia cerebral grave.

Confira o endereço da grande noite, esperamos por vocês. Não percam a oportunidade de encontrar grandes nomes do futebol brasileiro e ainda serem servidos por eles!

Evento: Pizza Solidária 2018
Local: Pizzaria Paulista 10
Endereço: Rua Euclides Pacheco, 880 – Tatuapé – São Paulo 
Data: 09 de agosto (quinta-feira)
Horário: 19 horas 

Pizza Solidária - Imagem Divulgação

Foto: Divulgação

 


Saiba mais sobre  a Associação Cruz Verde

A Associação Cruz Verde é uma instituição sem fins lucrativos, fundada em 1958 pelo renomado médico neurologista Antonio Branco Lefèvre.

Considerada referência no tratamento de paralisa cerebral grave, a entidade atende 204 pacientes de todas as idades em regime de internação.

Oferece aproximadamente 18 mil atendimentos por ano a pacientes externos no Ambulatório e Hospital-Dia, Unidades subsidiadas integralmente pela Instituição que reúne uma equipe de 300 pessoas entre funcionários e profissionais especializados nas áreas de neurologia, enfermagem, fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, nutrição, psicologia, serviço social e odontologia.

Informações: http://www.cruzverde.org.br/

Localização:
Rua Dr. Diogo de Faria, 695

Vila Clementino – São Paulo -SP
CEP: 04037-002
Tel: (11) 5579-7335

 

 

São Paulo – Brasil – 17:44

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Por Josy Galvão

O que comer numa visita a Berlim

Além de ver atrações famosas, como o Portão de Brandemburgo e o Parlamento, vale fazer um passeio gastronômico pela capital alemã, que oferece clássicos como currywurst, joelho de porco e sonhos recheados.

Currywurst Acredita-se que a currywurst tenha sido inventada em Berlim

 

Portão de Brandemburgo, cúpula do Parlamento, Torre de TV, praça Alexanderplatz, Checkpoint Charlie, East Side Gallery, Memorial do Holocausto, e por aí vai. A lista de atrações turísticas de Berlim é extensa, e sem dúvida caminhar de um lado para o outro da cidade tem um efeito certeiro: fome.

As experiências gastronômicas são tão importantes numa viagem quanto as culturais. Por isso segue algumas dicas  do que experimentar em alguns dos principais destinos turísticos da Alemanha, começando pela capital. Para mergulhar no universo culinário de Berlim, alguns pratos típicos foram selecionadaos e são facilmente encontrados em lanchonetes, restaurantes, bares e padarias da cidade.

É claro que uma das refeições em Berlim deve ser currywurst, afinal, acredita-se que a combinação de salsicha branca com molho picante de tomate e curry tenha sido inventada na cidade em 1949. Servida com pão ou batata frita, a currywurst é hoje uma das comidas de rua favoritas da Alemanha.

Bolinho de carne com salada de batata

Bulette: bolinho de carne com salada de batata é um clássico de Berlim

 

Quando se pede uma currywurst em Berlim, costuma-se ouvir a pergunta: “Mit oder ohne?” (Com ou sem?), que se refere à presença ou ausência de tripa em volta da salsicha. Quanto ao sabor, não há muita diferença entre as duas versões, mas a com tripa é mais crocante, e a sem, mais macia.

Um dos lugares mais populares que servem a salsicha picante é Curry 61, na rua Oranienburger Strasse. E para quem se apaixonar por esse o símbolo da culinária berlinense, há até um museu dedicado a ele, o Deutsches Currywurst Museum Berlin.

Königsberger Klopse

Königsberger Klopse: combinação inusitada de almôndegas de carne com alcaparras

Outra opção de lanche rápido ou entrada antes de uma refeição berlinense, pode ser um pão com carne crua temperada, o chamado hackepeter, que também é apreciado em outras regiões do país e no sul do Brasil. Há ainda o clássico strammer max, que consiste simplesmente numa fatia de pão coberta com presunto e um ovo frito.

Depois de experimentar esses lanches e visitar, quem sabe, o Portão de Brandemburgo e o Memorial do Holocausto, que ficam bem pertinho um do outro, é possível que comece a dar sede. Para aqueles que quiserem ousar, dá para se aventurar no universo das cervejas coloridas.

Berliner Weisse

Cervejas coloridas: Berliner Weisse com xarope são sucesso no verão de Berlim

É isso mesmo: coloridas. Em Berlim, principalmente no verão, a cerveja do tipo Berliner Weisse – turva e ácida – é muito apreciada com xarope de framboesa ou de waldmeister, uma planta presente em toda a Europa. O resultado são cervejas adocicadas de cores vermelha e verde vibrantes. É possível também encontrar outras misturas com a Berliner Weisse em bares da cidade, com licor de damasco, por exemplo.

Como comer dá sede, e beber dá fome, é hora de uma refeição com sustância. Aí não faltam opções no cardápio de restaurantes dedicados à culinária local, como a Alt-Berliner Wirtshaus, que tem duas filiais, uma ao lado do Portão de Brandembrugo, e outra no bairro Nikolaiviertel.

Lá você encontra, por exemplo, o clássico eisbein (joelho de porco) com chucrute e purê de ervilhas. Outro prato berlinense famoso são as königsberger klopse, almôndegas servidas com – pode arregalar os olhos, caro leitor – alcaparras. E para completar, a receita ainda leva anchovas. E não é que combina?

Berliner Pfannkuchen

Berliner Pfannkuchen: sonhos berlinenses são recheados de geleia

Outro clássico da capital são as buletten, bolinhos de carne fritos, geralmente servidos com salada de batata. Esse prato, assim como currywurst, pode ser facilmente encontrado em biergartens de Berlim – recomendo o famoso Prater Garten e o Café am Neuen See, que fica à beira de um lago dentro do parque Tiergarten.

Por fim, é claro que não podem faltar doces para adoçar uma viagem. Ao pensar em comida de Berlim, para muitos alemães logo vêm à cabeça os berliner pfannkuchen. São sonhos, fritos e recheados de geleia. E para quem quiser algo mais leve como sobremesa, tem o berliner luft, um creme fofinho de clara em neve, gema, açúcar, baunilha e gelatina, que costuma ser servido com calda de framboesa.

Boa viagem e guten Appetit!

 

 

Matéria originalmente publicada por:  http://www.dw.com

São Paulo – Brasil – 20:17

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Josy Galvão

 

Currywurst é prato preferido dos alemães no almoço

Salsicha com molho picante é preferência absoluta há 26 anos em pesquisa realizada anualmente em cantinas de empresas. Entre as crianças, sopa de tomate com arroz e almôndegas é o prato favorito.

Currywurst

Pesquisa comprova amor dos alemães pela Currywurst

 

A Currywurst acompanhada de batatas fritas foi eleita o prato preferido dos alemães para o almoço nos dias de trabalho em 2017. A salsicha branca com molho picante de tomate e curry é líder absoluta há 26 anos no ranking realizado por uma empresa que fornece alimentos a cantinas de empresas, escolas e asilos.

Segundo a pesquisa realizada pela Apetito, em segundo lugar ficou o schnitzel, bife de porco ou vitela à milanesa, com batatas e, em terceiro, o espaguete à bolonhesa.

Wiener schnitzel https://batomefutebol.wordpress.com/2017/10/18/wiener-schnitzel-o-bife-a-milanesa-austriaco/

Em escolas e jardins de infância, a sopa de tomate com arroz e almôndegas continuou pelo segundo ano consecutivo sendo o preferido das crianças. O segundo lugar ficou com o ravióli de legumes e o terceiro com uma sopa de lentilha.

A pesquisa divulgada na terça-feira (15/05) também analisou as preferências alimentares dos idosos. Pratos tradicionais foram os favoritos dos alemães mais velhos. O líder absoluto foi o rolo de carne com molho, seguido por leberkäse, bolo de carne assado em forma de pão, servido com repolho azedo, e pelo cozido de vagem.

A Apetito fornece alimentos para estabelecimentos em toda Alemanha.  Cerca de 550 mil pessoas comem diariamente nas cantinas, escolas e asilo abastecidas pela empresa.

A preferência alimentar alemã se reflete na saúde. Segundo a Sociedade Alemã para Alimentação, dois terços dos homens e uma em cada duas mulheres estão acima do peso na Alemanha. Um em cada quatro adultos é obeso no país.

Aprenda a preparar uma das muitas receitas de currywurst:

Ingredientes (para 4 porções):*

1 cebola

1 dente de alho

1 colher (chá) de óleo ou azeite

1 colher (chá) de extrato de tomate

2 colheres (sopa) de curry em pó

250 g de tomates pelados em lata

Sal

Pimenta-do-reino

Açúcar

2-3 colheres (chá) de tabasco

2-3 colheres (chá) de suco de limão

4 salsichas brancas

Modo de preparo:

Descascar e picar bem a cebola e o alho. Aquecer o óleo numa panela e refogar a cebola e o alho. Acrescentar o extrato de tomate, o curry e os tomates pelados. Temperar com sal e pimenta-do-reino a gosto. Cozinhar em fogo baixo por cerca de 15 minutos.

Por fim, passar o molho por uma peneira. Temperar com açúcar a gosto, tabasco e o suco de limão e cozinhar em fogo médio até engrossar um pouco.

Fazer alguns cortes rasos e de comprido nas salsichas e fritá-las numa frigideira com um pouco de óleo, em fogo médio e mexendo de vez em quando.

Cortar as salsichas em rodelas com 3 a 4 centímetros de espessura, distribuí-las sobre um prato e regar com o molho. Polvilhar com curry em pó e servir com batatas fritas ou pão francês.

 

 

Matéria originalmente publicada por:  http://www.dw.com

São Paulo – Brasil – 13:57

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Josy Galvão

Tradicional trança de Páscoa alemã

Na Alemanha, café da manhã do domingo de Páscoa costuma incluir uma Hefezopf. Com ou sem recheio, pão doce trançado pode ser apreciado com manteiga e geleia e costuma ser decorado com ovos coloridos.

Osterzopf Hefezopf pode ser coberta de açúcar, amêndoas ou nozes

Na Alemanha, a Páscoa é um acontecimento quase tão grande quanto o Natal. Mais de um mês antes da data, os supermercados se enchem de coelhos, ovos e ovelhas de chocolate, e lojas vendem artigos de decoração com os mesmos motivos. Além da Sexta-feira Santa, há mais um dia de feriado por aqui, a Ostermontag (segunda-feira de Páscoa), o que significa que as famílias têm mais tempo de se reunir e, é claro, sentar à mesa juntas.

A Sexta-feira Santa é dia de comer peixe, assim como no Brasil. No domingo de Páscoa é comum preparar pratos com cordeiro, e muitas famílias fazem um longo café da manhã ou brunch antes de distribuir os ovos de chocolate.

Além da tradição de pintar ovos cozidos – aqui há uma tinta específica para isso – e da Osterlamm (cordeiro pascoal), um bolo em formato de cordeiro, é tradicional servir pela manhã uma Hefezopf ou Osterzopf – um pão doce em forma de trança.

A receita básica, coberta de açúcar, pode ser comida com manteiga ou geleia. Há variações com cobertura de amêndoas ou recheio de passas, chocolate, marzipã, damasco, entre outros. Por causa do fermento biológico fresco, a massa fica fofa e aerada. Ela é pincelada com ovo antes de ir ao forno, o que lhe dá um belo aspecto dourado.

A Hefezopf costuma ser preparada no dia antes da Páscoa, assim como os ovos cozidos e coloridos, que são muitas vezes usados para decorar a trança. O pão doce também é muitas vezes servido no Ano Novo. Aprenda a receita clássica:

Ingredientes

250 ml de leite

20 g de fermento biológico fresco

75 g de açúcar

1 ovo

1,5 colher (chá) de sal

500 g de farinha de trigo

75 g de manteiga

2 colheres (sopa) de açúcar cristal

Modo de preparo

Aquecer o leite até ficar morno. Despedaçar o fermento numa tigela pequena e misturar bem com um pouco do leite morno e o açúcar. Bater o ovo. Levar 3 colheres de sopa do ovo batido à geladeira num recipiente coberto.

Hefezopf
Trança pode ser recheada com passas, nozes ou frutas

Acrescentar o restante do ovo batido, o restante do leite, o sal e a farinha à mistura de fermento e bater na batedeira em velocidade baixa por cerca de 3 minutos. Aumentar a velocidade e bater por mais cinco minutos. Acrescentar a manteiga em cubos aos poucos e bater por mais cinco minutos até obter uma massa homogênea. Se desejar, acrescentar passas ou gotas de chocolate à massa.

Cobrir a tigela com a massa com um pano de prato úmido e deixar descansar em temperatura ambiente por uma hora.

Trabalhar a massa sobre uma superfície levemente enfarinhada. Dividi-la em três e deixar descansar coberta por mais dez minutos.

Com os três terços de massa formar três rolos de cerca de 40 cm de comprimento cada. Trançá-los sem apertar muito. Colocar a trança sobre uma fôrma coberta com papel-manteiga, cobri-la e deixar descansar por mais 45 minutos.

Pincelar a trança com o ovo resfriado. Polvilhar com o açúcar cristal (e com lascas de amêndoas, se desejar) e assar em forno preaquecido a 200 °C por 25 minutos. Se estiver ficando dourado muito rapidamente, cobrir com papel alumínio nos últimos dez minutos.

 

 

Matéria originalmente publicada por: http://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 23:15

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Josy Galvão

Oito coisas para comer e beber ao visitar Hamburgo

Gastronomia da cidade portuária no norte da Alemanha é marcada por peixe. Folhado de açúcar e canela e compota de frutas vermelhas também são pedidas certas num passeio por Hamburgo.

Fischbrötchen

Fischbrötchen: típico sanduíche na versão com peixe empanado

 

Se você chegar a Hamburgo pela manhã ou no meio da tarde, aproveite para fazer um lanche e experimentar um dos itens mais típicos da gastronomia local: o franzbrötchen.  Nas padarias da cidade, o cheiro do pãozinho folhado saindo do forno, recheado de açúcar e canela, é simplesmente irresistível.

O doce lembra um croissant. Além do tradicional franzbrötchen recheado de açúcar e canela, há versões com passas, chocolate, nozes ou maçã.

Franzbrötchen

Franzbrötchen, delícia das padarias de Hamburgo

 

Para acompanhar, um café vai muito bem. E Hamburgo é um lugar especial para isso. A primeira cafeteria hamburguesa de que se tem notícia data de 1677. Mais de três séculos depois, a cidade no norte da Alemanha continua sendo a principal porta de entrada para o café no país e um local onde a qualidade dos grãos é bastante valorizada.

Vale provar um café torrado na hora na Speicherstadt, antigo complexo de armazéns de que é Patrimônio da Unesco. Num dos prédios de fachadas de tijolos, construído em 1888, fica a cafeteria Kafferösterei, onde também é possível assistir ao processo de torra dos grãos.

Saindo da Speicherstadt – onde também se pode visitar o famoso museu de miniaturas Miniatur Wunderland –, dá para dar uma olhada na fachada da impressionante Filarmônica do Elba e seguir para a área portuária, símbolo da cidade.

LabskausLabskaus: combinação de carne curada, batata, beterraba, pepino e arenque

Ali, não se pode deixar de provar um fischbrötchen, um sanduíche de peixe. O recheio do pãozinho, parecido com o nosso francês, pode ser o tradicional arenque ou camarão, peixe empanado, salmão defumado, entre outros. O lanche costuma conter cebola, picles, molho remoulade e alface. O sabor ficará ainda melhor se você der sorte de pegar um dia de sol. Uma das lanchonetes mais famosas para comer o fischbrötchen é a Brücke 10.

Ainda no tema comida de rua, Hamburgo também é um bom lugar para se pedir uma currywurst – salsicha branca com molho picante de tomate e curry, acompanhada de batatas fritas ou pão branco. Apesar de ser mais conhecida a versão que atribui a origem da iguaria a Berlim, Hamburgo também reivindica a invenção. Seja como for, vale a pena comer uma currywurst em qualquer uma das duas cidades.

Birne, Bohnen und SpeckBirne, Bohnen und Speck: cozido de pera, bacon e vagem é tradicional de Hamburgo

Se quiser provar pratos de maior sustância, um dos mais tradicionais é o labskaus. A especialidade culinária do norte da Alemanha consiste numa espécie de hambúrguer de carne bovina curada, batata e beterraba, coberto com ovo frito e geralmente acompanhado de arenque, beterraba e pepino em conserva. Parece estranho, mas não é.

Para quem torce o nariz para peixe, mais especificamente para arenque, outra opção da culinária local é birnen, bohnen und speck – pera, vagem e bacon cozidos. Eu prefiro este prato ao labskaus. Adoro a combinação de pera com comidas salgadas. Antes de provar o prato típico de Hamburgo, eu só conhecia a fruta com queijo, mas não é que fica boa com bacon também?

Rote Grütze

Rote Grütze: compota de frutas vermelhas com chantilly. Também pode ser servida com calda ou sorvete de baunilha.

Para a sobremesa, uma boa pedida é o rote grütze. A compota de frutas vermelhas é geralmente servida com calda ou sorvete de baunilha ou chantilly. Para mim, é a combinação perfeita de doce e azedo.

Para comer as comidas típicas, há uma série de restaurantes na cidade, como o Alt Hamburger Aalspeicher e o Bordersen. É claro que, como numa boa cidade alemã, também não faltam opções de cerveja em Hamburgo. A mais popular é a Astra. Vale visitar uma das cervejarias da cidade, como a Blockbräu e a Hopper Bräu.

 

 

Matéria originalmente publicada por:   http://www.dw.com

São Paulo – Brasil – 21:53

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Josy Galvão

Linzer Torte, a receita de torta mais antiga do mundo

Torta recheada de geleia e coberta de xadrez de massa tem origem na Áustria e foi mencionada pela primeira vez em livro de receitas do século 17. Apesar do preparo simples, quitute impressiona visualmente.

Linzer Torte

Origem da Linzer Torte muitas vezes é atribuída à cidade austríaca de Linz

 

Há receitas que fazem bem para o estômago e para os olhos. A Linzer Torte é uma delas. Na torta de origem austríaca, o recheio de geleia e o xadrez de tiras de massa compõem uma delicada obra de arte culinária. A receita mais antiga de que se tem conhecimento data de um livro de 1653, sendo considerada a receita de torta mais antiga do mundo.

A torta, que também é bastante popular na Alemanha, é feita de massa podre com nozes. Na Áustria, é típico usar geleia de groselha (johannisbeer), mas há uma série de versões, com geleia de framboesa ou damasco, por exemplo.

Apesar de simples de preparar, visualmente, a Linzer Torte é de impressionar. Chega a dar orgulho ao tirar a torta do forno e servi-la, e dá até pena de cortá-la em pedaços. Ela é bastante apreciada em ocasiões especiais e é comumente exibida em vitrines de confeitarias.

O nome da torta é muitas vezes ligado à cidade austríaca de Linz, onde ela teria origem. Outra versão da história diz que o quitute foi inventado por um confeiteiro vienense chamado Linzer.

Na Áustria, a massa usada na torta é chamada de Linzerteig (teig=massa), que designa a massa podre que leva nozes dentro. Ela também é usada para fazer biscoitos. Não se sabe exatamente se a Linzer Torte original levava avelãs ou amêndoas. Hoje, a maioria das receitas é feita com amêndoas.

Apesar de a receita mais antiga de que se tem conhecimento ser do século 17, há referências a uma receita visualmente semelhante à Linzer Torte já no Antigo Egito. Também nos tempos do Império Romano eram feitas tortas com ingredientes e aparência semelhantes. Hoje, além de Áustria e Alemanha, a Linzer Torte também é apreciada em países como Hungria, Suíça e Estados Unidos.

Confira a receita:

Ingredientes (fôrma de 26 cm de diâmetro)

Massa:

200 g de farinha de trigo

1 colher (chá) de fermento em pó

100 g de açúcar

1 colher (chá) cheia de açúcar de baunilha

1 pitada de cravo em pó

1 colher (chá) de canela em pó

1 ovo

1 clara

100 g de manteiga amolecida

100 g de amêndoas moídas

Recheio e cobertura:

100 g de geleia de sua preferência

1 colher (chá) de leite

1 gema

Modo de preparo

Misturar a farinha com o fermento. Acrescentar os demais ingredientes da massa e bater na batedeira ou com um mixer até obter uma massa homogênea. Formar uma bola com a massa, cobri-la com filme plástico e levar à geladeira por 30 minutos. Preaquecer o forno a 180°C. Untar e enfarinhar a fôrma, de fundo removível.

Abrir cerca de um terço da massa até obter um disco do tamanho da fôrma. Com um cortador de pastel, cortar o disco em tiras de cerca de 2 cm de largura. Abrir o restante da massa sobre o fundo da fôrma e encaixar a borda da fôrma no fundo.

Passar a geleia sobre a massa, deixando cerca de 1 cm sem geleia nas bordas. Dispor as tiras de massa sobre a geleia, formando um xadrez. Bater o leite com a gema e passar sobre as tiras de massa com um pincel de cozinha. Assar a 180°C por cerca de 30 minutos.

Remover a borda da fôrma e deixar a torta esfriar antes de servir.

 

 

Matéria originalmente publicada por:  http://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 13:31

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Josy Galvão