Archive for the ‘Gastronomia’ Category

Lukas Podolski inaugura sorveteria em Colônia e distribui sorvetes grátis

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foto: Uwe Weiser

 

Ice, Ice, Poldi! Quem precisa de cerveja quando o príncipe Poldi distribui uma rodada de sorvetes?

Neste sábado Colônia sediou a abertura da sorveteria “Ice Cream United”, de propriedade de Lukas Podolski (32), ex jogador da Seleção Alemã e do Colônia. Na inauguração, entre às 18:00 e 20:00, os cidadãos de Colônia tiveram direito a um sorvete gratuito.

Os fãs de Podolski compareceram em peso para a abertura de sua loja, todos queriam experimentar os sorvetes.

O campeão mundial que na próxima temporada jogará no Japão, recebeu a todos em sua loja, falou sobre os produtos, de suas ambições com a Ice Cream United e também deu autógrafos. . ” O sorvete contém apenas doze por cento de açúcar”, declarou Poldi.

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foto: Uwe Weiser

Com 60 m², a loja foi montada no estilo industrial, em madeira e aço inoxidável. 

“Ficou muito legal – exatamente como queríamos”, disse Podolski, que procurou mesmo um design industrial com um grande balcão de madeira e aço inoxidável.

Não foi difícil convencer os fãs a comparecerem a inauguração da loja. A multidão era tão grande que a polícia também compareceu à rua para manter tudo sob controle.

Desejamos sucesso ao Podolski em seu novo empreendimento.

 

São Paulo – Brasil – 00:38

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Por Josy Galvão

 

7 receitas de macarrão (levinhas!) para comer sem culpa

Espaguete de grão-de-bico com funghi secchi

Espaguete de grão-de-bico com funghi secchi (divulgação/BOA FORMA)

 

Apesar de saborosa e amada por muitos, a massa ainda é conhecida como vilã das dietas. Por ser fonte de carboidrato, quase sempre é excluída das refeições de quem deseja emagrecer. “A ciência da nutrição vem provando que excluir a massa da dieta é um grande equívoco. Uma massa de qualidade, quando acompanhada de vegetais e gorduras saudáveis, como azeite, oleaginosas ou abacate, formam um prato equilibrado, saudável, cheio de densidade e nutritivo”, diz a nutricionista Alessandra Luglio, de São Paulo. Na hora do preparo, opte pelas massas secas do tipo “grano duro”, versão tradicional ou integral, que são as mais ricas em proteína e fibras. Além disso, também dá para criar pratos criativos que usam legumes como base.

Agora que você já sabe que pode incluir o seu prato preferido no cardápio, conheça versões deliciosas de preparo:

 Espaguete de abobrinha 

Espaguete de abobrinha da Tainá Müller

(A_Lein/Thinkstock/Getty Images)

 

Ingredientes

  • 2 abobrinhas cortadas em tirinhas
  • 2 col. (sopa) de azeite extravirgem
  • 1 dente de alho picado
  • Sal a gosto
  • 1/4 de cebola picada
  • 2 tomates em cubinhos
  • 1/2 xíc. (chá) de molho de tomate

Modo de fazer

Em uma frigideira antiaderente, doure o alho com metade do azeite. Desligue o fogo e adicione a abobrinha e o sal. Em outra panela, doure a cebola com o restante do azeite, refogue o molho e, por último, junte o tomate. Sirva sobre a abobrinha.

Rende: 2 porções.
Calorias por porção: 95.

Espaguete de grão-de-bico com funghi secchi

Macarrão de grão-de-bico e funghi seco

(Divulgação/Divulgação)

 

Ingredientes

. 300 g pacote de macarrão de grão-de-bico (à venda em lojas de produtos naturais)
. 100 g de funghi secchi hidratado com o dobro de água
. Fios de cenoura cozida (cortada no espirilizador)
. 50 ml de vinho carbenet sauvignon
. 5 dentes de alho roxo amassados
. Ervas de Provence a gosto
. Azeite trufado a gosto
. Sal rosa do Himalaia
. Pimenta moída na hora
 

Modo de preparo 

Refogue o alho no azeite trufado sem deixar queimar. Acrescente as ervas e acerte o sal. Cozinhe o macarrão em outra panela, conforme a orientação do fabricante.
 
Ao mesmo tempo, cozinhe o funghi, depois pique-o em pedaços pequenos, e junte ao refogado. Acrescente o vinho tinto, e deixe reduzir. Inclua as cenouras para finalizar, acerte o sal e a pimenta.
 
Dica: se quiser, por cima, quebre com a mão com 1 fatia fina de queijo de ovelha.
 
  • Categoria: Massa
  • Dificuldade: Fácil
  • Tempo de Preparo: Rápido (até 30 minutos)
  • Tipo: Prato principal

Espaguete low carb de legumes ao pesto de manjericão

Prato com cenoura ralada e pesto de manjericão

(Alexandra Vaz/BOA FORMA)

 

Ingredientes

  • 4 cenoura média
  • 2 manjericão fresco
  • 1/2 castanha de caju torrada
  • 1/2 queijo meia-cura ralado
  • 2 alho
  • 1 azeite de oliva extra-virgem
  • 1/2 limão (suco)
  • • sal a gosto
  • • pimenta-do-reino a gosto
 

Modo de preparo

Corte a cenoura em fatias finas com um descascador. Aqueça a frigideira com um fio de azeite e doure os dentes de alho levemente. Refogue a cenoura fatiada até ficar al dente. Tempere com uma pitada de sal e de pimenta-do-reino. Bata no liquidificador o azeite, as castanhas, o alho, o queijo meia-cura e o suco de limão. Ao final, coloque o manjericão com uma pedra de gelo (para não escurecer) e bata mais um pouco. Então, é só montar o prato (use um aro para modelar) e finalizar com castanha-de-caju em pedaços.

Espaguete integral

(Alex Silva)

 

Ingredientes

  • 300 g macarrão espaguete integral cozido al dente
  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
  • 4 dentes de alho picados
  • 1 1/2 xícara (chá) de cogumelo shiitake fatiado
  • 1 1/2 xícara (chá) de cogumelo-de-paris
  • 20 tomate cereja cortados no meio
  • • sal pimenta-do-reino e tirinhas de pimenta dedo-de-moça a gosto
  • • salsa (ou salsinha) picada a gosto
 

Modo de preparo

Em uma frigideira, coloque 1 colher do azeite e doure o alho. Reserve. Na mesma frigideira, acrescente o restante do azeite e doure os cogumelos e, em seguida, junte os tomates. Refogue rapidamente. Tempere com o sal e a pimenta. Misture o alho reservado, a salsa e, por último, a massa. Sirva em seguida.

Macarrão de grão-de-bico sem glúten com espinafre

macarrão de grão-de-bico com espinafre

(Divulgação/Comer Bem que Mal Tem?)

 

Ingredientes

  • 1 manteiga
  • 1 azeite de oliva
  • 1 alho picado
  • 1 caldo de legumes caseiro
  • 2 Biomassa de banana verde
  • 1/2 limão-siciliano (suco)
  • 200 macarrão de grão-de-bico
  • 1 espinafre (use só as folhas)
  • • limão (raspas da casca)
  • • sal a gosto
  • • pimenta-dedo-de-moça fatiada (para decorar)
 

Modo de preparo

Prepare o  molho primeiro: em uma panela, junte a manteiga com o azeite e doure o alho. Acrescente o caldo de legumes, a biomassa de banana verde, raspas e o suco de limão. Tempere com o sal e reserve. Em uma panela com água fervente e temperada com 1 fio de azeite e um pouco de sal, adicione o macarrão e o espinafre. Cozinhe por 3 minutos (ou só até a massa ficar al dente). Escorra e passe o macarrão com o espinafre para um prato. Regue com o molho e decore com a pimenta.

Penne de arroz sem glúten com bacalhau ao pesto funcional de brócolis

Penne funcional

(Divulgação/BOA FORMA)

 

Ingredientes 

. 500 g de macarrão de arroz tipo penne
. 1 litro de água filtrada
. 200 g de bacalhau dessalgado desfiado
. 1 pitada de sal marinho 
. 2 xícaras de brócolis cozidos
. ½ xícara de manjericão fresco
. 1 dente de alho
. ½ xícara de azeite de oliva extra virgem 
. 1 colher de chá de sal marinho  
. ¼ xícara de nozes trituradas
. 2 colheres de chá de semente de chia 

Modo de preparo

Desfie o bacalhau e deixe de molho em 1 xícara de água. Aqueça 1 litro de água em uma panela com uma pitada de sal. Quando a água estiver fervendo coloque o macarrão e deixe até seu cozimento.  

Enquanto isso no liquidificador processe os brócolis, o manjericão, o azeite e o sal marinho. Se necessário acrescente 2 colheres de chá de água filtrada para que vire uma pasta grossa.

Retire do liquidificador, coloque em um bowl e adicione as nozes e as sementes de chia. Reserve.

Escorra o bacalhau e coloque em uma frigideira em fogo alto (200 ºC a 220 ºC) apenas o bacalhau (sem azeite, pois, o peixe já tem sua gordura) e refogue por 5 minutos.

Acrescente o pesto ao bacalhau e deixe no fogo por no máximo 3 minutos evitando assim que o azeite de oliva oxide.

Quando o macarrão estiver cozido, escorra a água e acrescente o pesto. Decore com folhas de manjericão e sirva em seguida.  

  • Categoria: Massa
  • Dificuldade: Fácil
  • Rendimento: 3 porções
  • Tempo de Preparo: Médio (de 30 a 45 minutos)
  • Tipo: Prato principal

Fettuccine ao molho de ervas

Fettuccine ao molho de ervas

(Sheila Oliveira/BOA FORMA)

 

Ingredientes

. 1/3 do pacote de fettuccine integral cru (170 g)
. 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
. 1 colher (sopa) de manjericão fresco
. 1 colher (sopa) de tomilho fresco (ou seco)
. 1 colher (sopa) de alecrim fresco (ou seco)
. 2 colheres (chá) de salsinha picada
. 1 colher (chá) de sal
. 2 fatias grossas (300 g) de peito de peru cortado em cubos

Modo de preparo

1. Cozinhe o fettuccine al dente, escorra e reserve.

2. Em uma panela, coloque metade do azeite e aqueça junto com as ervas e o sal por alguns segundos.

3. Junte o peito de peru e deixe aquecer. Misture o fettuccine delicadamente, regue com o restante do azeite e sirva em seguida.

  • Calorias: 307 por porção
  • Categoria: Massa
  • Dificuldade: Fácil
  • Rendimento: 4 porções
  • Tempo de Preparo: Rápido (até 30 minutos)
  • Tipo: Prato principal

 

Matéria originalmente publicada por:   http://boaforma.abril.com.br

São Paulo – Brasil – 22:08

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Josy Galvão

5 receitas de sopas funcionais para se aquecer e manter a forma no inverno

Em vez de optar por temperos industrializados, aposte nos caldo de legumes natural que além de ser saudável, não vai engordá-la. Veja as receitas indicadas por Alessandra Almeida, nutricionista funcional da Clínica Andrea Santa Rosa.

SOPA DE COUVE-FLOR COM CEBOLINHA (Foto: Divulgação)

SOPA DE COUVE-FLOR COM CEBOLINHA (Foto: Divulgação)

 

Uma sopa quentinha é uma ótima pedida para o inverno. Mas, na hora de fazer um prato que parece simples é possível errar. “As sopas sempre devem ser elaboradas com caldo de legumes natural. Os temperos industrializados são ricos em substâncias químicas que aumentam o grau de inflamação das células, provocam a retenção de líquido e são pré-fatores de câncer”, explica Alessandra Almeida, nutricionista funcional da Clínica Andrea Santa Rosa, no Rio. Ela também diz que é preciso ter cuidado com a quantidade de sódio presente nos rótulos desses produtos industrializados.”Evite sopas prontas vendidas no mercado.”

Aqui, ela ensina 5 receitas de sopas saudáveis – e pouco calóricas – para você fazer neste inverno.

SOPA DE COUVE-FLOR COM CEBOLINHA
Ingredientes: ½ unidade de couve-flor + 300 ml de água + ½ maço de cebolinha picada + 1 cebola + 2 dentes de alho + 2 colheres de sopa de azeite + sal a gosto.
Preparo: Em uma panela, refogue a cebola e o alho no azeite. Acrescente a couve-flor, mexa por uns instantes e adicione a água. Bata no liquidificador. Adicione o sal neste momento. Retorne tudo a panela com o cheiro verde, mexa por uns instantes e desligue o fogo.

SOPA DE LENTILHA COM MANJERICÃO
Ingredientes: ½ xícara de chá de lentilha + 2 xícaras de couve-flor + 2 cebolas pequenas + 2 dentes de alho + 1 colher de sopa de azeite + 8 a 10 folhas de manjericão fresco.
Preparo: Cozinhe a lentilha e a couve-flor com água. Em uma frigideira, refogue a cebola no azeite e bata no liquidificador com a água de cozimento, um fio de azeite e o manjericão fresco. Acrescente uma concha do que foi batido no liquidificador no refogado e mexa por uns instantes. Adicione o restante da sopa. Ajuste o sal e ervas a gosto.

SOPA DE BETERRABA
Ingredientes: 2 xícaras de couve-flor + ½ beterraba + 1 cebola roxa + 2 dentes de alho + 2 colheres de sopa de cheiro verde + 1 colher de sopa de alecrim.
Prepro: Cozinhe a couve-flor e a beterraba em água e reserve. Em uma frigideira, refogue a cebola e o alho no azeite até ficarem dourados. Bata no liquidificador a couve-flor, a beterraba e o alecrim com o refogado e 1 colher de sopa de azeite. Salpique cheiro verde e sirva em seguida.

SOPA DE BETERRABA (Foto: Divulgação)SOPA DE BETERRABA (Foto: Divulgação)

SOPA DE PALMITO COM ALHO PORÓ
Ingredientes: 1 palmito pupunha fresco + ½ xícara de chá de alho poró + 1 cebola branca + 2 dentes de alho + sal a gosto + 2 colheres de sopa de azeite.
Preparo: Em uma panela, refogue a cebola branca com o alho no azeite, acrescente o palmito e o sal. Mexa um pouco e acrescente a água. Deixe cozinhar até o palmito amolecer bem, no ponto de bater no liquidificador. Bata no liquidificador, acrescentando água aos poucos até ficar na consistência desejada. Faça um refogado de azeite com alho poró e transfira a sopa para esse refogado. Mexa por uns instantes e desligue o fogo. Enfeite a sopa com cebolinha picada.

SOPA DE ABOBRINHA PICANTE
Ingredientes: 1 abobrinha + 1 cebola + 2 dentes de alho + 1 colher de chá de curry + 1 colher de sopa de azeite.
Preparo: Cozinhe a abobrinha em água e reserve. Em uma frigideira, refogue a cebola e o alho no azeite até ficarem dourados. Bata no liquidificador a abobrinha com o refogado e 1 colher de sopa de azeite. Ajuste o sal e sirva.

 

Matéria originalmente publicada por:    http://revistamarieclaire.globo.com

São Paulo – Brasil – 22:18

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Josy Galvão

 

Rote grütze, compota de frutas vermelhas

Refrescante, doce e azeda na medida certa, sobremesa típica da Alemanha e da Escandinávia pode levar frutas como morangos, cerejas e framboesas. Ela pode ser servida com molho de baunilha, sorvete de creme ou chantilly.

Rote Grütze

Na Alemanha, rote grütze é típico sobretudo no norte

No Brasil, já vi a sobremesa rote grütze ser comparada ao nosso sagu de vinho. Deve ser devido à consistência do caldo, um pouco grossa, e à cor vermelha (rot, em alemão). A receita europeia pode ou não levar vinho tinto e, em vez das bolinhas de fécula de mandioca, é feita com frutas vermelhas.

A palavra grütze vem de gruzzi, que em alemão antigo significa moído grosseiramente. O termo hoje denomina sêmola, ou seja, os grumos que resultam da moagem incompleta de cereais.

A palavra talvez seja usada para descrever a compota de frutas vermelhas devido à consistência do rote grütze, semelhante à de um mingau preparado com algum tipo de cereal moído, como aveia.

Rote grütze é particularmente típico do norte da Alemanha, sobretudo do estado de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, da Dinamarca e da Suécia.

A mistura de frutas pode incluir morango, cereja, framboesa, amora, mirtilo, groselha – de preferência frescas, mas também é possível usar congeladas. A versão clássica é preparada com framboesa e groselha.

Há receitas que levam suco de laranja ou limão, e baunilha. Outras que recomendam passar as frutas numa peneira, mas eu prefiro sentir bem os pedaços.

A sobremesa figura no menu de muitos restaurantes alemães, e também é possível comprar o rote grütze pronto, nas geladeiras dos supermercados, ou em vidros na seção de geleias.

Para contrabalancear o sabor azedinho das frutas, costuma-se servir a compota com sorvete de creme, molho de baunilha ou chantilly. Muitas vezes a compota é servida como prato principal e pode também ser usada como cobertura de bolos.

Confira a receita:

Ingredientes (para 4 pessoas)

300 g de morango

150 g de framboesa ou amora

150 g de cereja ou mirtilo

150 g de açúcar

100 g de amido de milho

100 ml de vinho tinto (opcional)

Modo de preparo

Lavar, limpar e cortar os morangos em quatro. Lavar as framboesas ou amoras. Lavar e remover o caroço das cerejas. Cozinhar as frutas com 750 ml de água por cerca de 15 minutos.

Acrescentar o açúcar às frutas e ferver novamente. Num copo, misturar o amido de milho com 100 ml de água ou vinho tinto. Adicionar a mistura às frutas. Deixar ferver, mexendo sempre.

Distribuir a compota em quatro tigelas de sobremesa e deixar esfriar. Servir o rote grütze com sorvete de creme, molho de baunilha ou chantilly.

*Receita traduzida e adaptada do livro Deutsche Küche: Die besten Rezepte aus Allen Bundesländer.

 

 

Matéria originalmente publicada por:  http://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 23:48

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Josy Galvão

Os preços dos melhores rodízios japoneses de São Paulo

Djapa

Rodízio do Djapa (R$89,00): um dos mais caprichados, com 35 itens (Fernando Moraes)

Os rodízios japoneses da cidade, com diversos sushis, sashimis, pratos quentes típicos e algumas invencionices abrasileiradas, têm clientes fiéis dispostos a comer bem e em grandes quantidades.

Selecionamos os melhores estabelecimentos da cidade especializados nessa modalidade, organizados de acordo com o valor do rodízio para o almoço no final de semana. Confira a lista – clique no nome do estabelecimento para saber seu endereço:

R$ 62,00 – Kozaka: salmão, atum e tilápia cobrem os bolinhos de arroz na linha unidos para sempre. Há ainda uramaki califórnia de manga e temakis. As opções à la carte são quase sempre desprezadas pela clientela que prefere o rodízio (R$ 53,50 no almoço de segunda a sexta, R$ 62,00 no jantar de segunda a quinta e almoço de sábado e R$ 65,00 no jantar de sexta e sábado).

R$ 74,00 – Hakken: vem primeiro à mesa o fraco ceviche, em seguida, aparecem o bom cogumelo shimeji na manteiga mais frituras sequinhas como wonton de abóbora e lula dorée, além de camarão e frango empanados. Os pratos quentes incluem o saboroso salmão mitsuke (cozido no shoyu com gengibre e açúcar). Custa R$ 69,00 às terças e quartas e R$ 74,00 no restante da semana.

Rodízio do Manihi Sushi

Manihi Sushi: o melhor rodízio da cidade é também o mais caro, custa R$ 119,90 (Elvis Fernandes/Divulgação/Veja SP)

R$ 81,00 – Dhaigo: a casa tem a vantagem de fazer os clássicos niguiris de peixes como tainha e robalo, oferecidos por unidade pelas atendentes. No Itaim, de segunda a sexta no almoço, o rodízio custa R$ 68,00, no jantar todos os dias e no almoço no sábado, R$ 81,00. Mais em conta, na unidade de Santana, sai a R$ 59,90 no almoço de terça a sexta e R$ 79,00 nos demais horários.

R$ 82,90 – SassáSushi: servido no jantar e nos fins de semana, o rodízio (R$ 82,90) segue o estilo vapt-vupt. Alguns itens são razoáveis, como o carpaccio de salmão ao molho de maracujá, o guioza e os cogumelos na manteiga. Mas, é tudo feito na pressa e sem capricho, em especial os sushis e o espaguete molenga com camarãozinho, que foi bem melhor no passado. 

R$ 89,00 – Djapa: em segundo lugar na eleição da modalidade por VEJA COMER&BEBER 2016/2017, neste rodízio a mesa é invadida por entradas como vinagrete de lula, um dos 35 itens da comilança. Comece pelas ostras, que continuam a melhor pedida, seguidas de perto pelo tempurá de berinjela sequinho. Além de sashimi de dourado e polvo, há temakis gigantões e sushi à brasileira. Custa R$ 89,00. Durante a semana, de segunda a quinta, a casa oferece no almoço uma versão executiva do rodízio, por R$ 59,00.

Aoyama

Aoyama: rodízio variado por R$ 89,90 (Jair Magri/Veja SP)

R$ 89,90 – Aoyama:  O terceiro melhor rodízio no ranking de VEJA COMER&BEBER 2016/2017, alguns dos pratos não têm nada de japoneses, caso do tartare de salmão, aliás peixe que aparece o tempo todo. Outra pedida que dá certo é o dyos de salmão com abacaxi e raspas de limão. Sai a R$ 89,90. No almoço durante a semana, há uma versão reduzida a R$ 62,90, que não acompanha frutos do mar e sushis especiais.

R$ 119,90 – Manihi Sushi: na sequência premium do melhor rodízio japonês da cidade, eleito por VEJA COMER&BEBER 2016/2017, entram o sashimi de barriga de salmão com batata-doce palha, o camarão empanado envolto em salmão, sushis de camarão, polvo e ovas de massagô, além de vagem de soja verde cozida. Sai a R$ 119,90 o rodízio completo, mas há sugestão sem os itens especiais por R$ 98,90. O almoço executivo de terça a sexta, com menos opções, sai a R$ 67,90. 

Matéria originalmente publicada por:  http://vejasp.abril.com.br

São Paulo – Brasil – 23:32

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Josy Galvão

Franzbrötchen, pãozinho folhado de açúcar e canela

Especialidade de Hamburgo, no norte da Alemanha, é semelhante ao croissant e leva bastante manteiga. Técnica de formar rocambole e amassar pães com uma colher dá ao quitute sua forma característica.

Franzbrötchen

Supostamente inventado no século 19, franzbrötchen é hoje presença garantida nas padarias de Hamburgo

Ir a Hamburgo e não comer um franzbrötchen é como ir a Viena e não comer um apfelstrudel. Nas padarias da cidade no norte da Alemanha, o cheiro do pãozinho folhado saindo do forno, recheado de açúcar e canela, é irresistível para quem gosta da especiaria.

Assim como o croissant, o doce típico de Hamburgo leva bastante manteiga. Além do tradicional franzbrötchen recheado de açúcar e canela, há versões com passas, chocolate, nozes ou maçã. Em outras regiões da Alemanha, o quitute é pouco conhecido.

Uma das versões sobre a origem do doce diz que, durante a ocupação francesa de Hamburgo, no século 19, os padeiros da cidade começaram a fazer baguetes à moda francesa, chamando-as de franzbrot (franz da palavra französisch=francês e brot=pão). Um deles teria tido a ideia de fritar o pão com açúcar e canela, inventando o franzbrötchen.

Outra tese para o surgimento da especialidade de Hamburgo é a de que se trata de uma invenção, por volta do ano 1825, de uma padaria da cidade chamada Franz’scher Bäcker. Daí o nome franzbrötchen.

No livro German Baking Classic, a autora Luisa Weiss descreve o quitute como uma “mistura de croissant e cinnamon roll achatado”. Por muito, o pão nativo de Hamburgo só era encontrado na cidade, diz, mas desde a virada do século ele é vendido também em algumas padarias pelo país.

A marca registrada do franzbrötchen é a técnica de enrolar a massa, formando um rocambole, cortá-la em pedaços e amassá-los com o cabo de uma colher de pau, resultando em sua forma característica. Aprenda a receita:

Ingredientes (para 12 pãezinhos)*

Massa

500 g de farinha de trigo

40g de fermento biológico fresco (4 tabletes)

70 g de manteiga (amolecida)

70g de açúcar

Sal

1 colher (chá) de raspas de limão

¼ l de leite

Recheio

200 g de manteiga (resfriada)

200 g de açúcar

2 colheres (chá) de canela

Modo de preparo

Colocar a farinha numa tigela, formar um buraco no meio e despedaçar o fermento dentro. Distribuir nas bordas da farinha a manteiga, o açúcar uma pitada de sal e as raspas de limão. Aquecer o leite e despejar sobre o fermento. Misturar todos os ingredientes, a partir do meio, com as mãos, trabalhando a massa até que se descole da tigela. Polvilhar com farinha e deixar descansar em temperatura ambiente por 15 a 20 minutos, coberta com um pano.

Abrir a massa sobre uma superfície enfarinhada até obter um retângulo de cerca de 30 x 25 centímetros. Cortar a manteiga resfriada em fatias finas e distribuí-las sobre uma das metades da massa. Dobrar a outra metade da massa por cima, e pressionar as bordas.

Abrir a massa novamente com o rolo até obter um retângulo de 50 x 30 centímetros. Dobrar um terço da massa em direção ao meio e depois o terceiro terço por cima, de modo que a massa fique com três camadas. Resfriar por 15 minutos.

Abrir a massa novamente até obter um retângulo de 80 x 40 centímetros. Pincelar com um pouco de água, e polvilhar com a canela e o açúcar misturados. Enrolar a massa a partir do lado mais comprido formando um rocambole achatado de cerca de 6 centímetros de largura. Cortar em pedaços de cerca de 4 centímetros de largura.

Com o cabo de uma colher de pau, pressionar os pedaços no meio, de comprido. Dispor os pãezinhos com uma distância de 4 a 5 centímetros entre eles sobre duas fôrmas untadas e enfarinhadas. Cobrir com um pano e deixar descansar por 15 a 20 minutos. Assar em forno preaquecido a 200°C por 15 a 25 minutos.

*Receita traduzida da revista Essen & Trinken

Fonte:   http://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 22:22

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Josy Galvão

Tradicionais bolos europeus

O chá ou café com bolo não é só tradicional na Alemanha ou na Inglaterra. Conheça os bolos tradicionais de alguns países.

Englischer Kuchen (Imago/Westend61)

Bolo Inglês

O tradicional Bolo Inglês é feito com frutas secas, como passas, e cristalizadas, como laranja e limão. Se feito com mais algumas especiarias, é o bolo ideal para a época natalina. Pelos seus ingredientes, o sabor se intensifica com o passar dos dias.

Pão de ló português (Imago/GlobalImagens)

Pão de ló português

Muitos ovos, açúcar e farinha são o segredo desta especialidade. Pela textura, ganhou o nome “ló”, que é um tecido muito fino e leve. Em Portugal, há várias variedades regionais. Reservada aos padres abastados e magistrados, também era indicado para convalescentes. Era enviado como conforto para famílias enlutadas e oferecido com um copo de vinho aos condenados à morte, antes de subirem à forca.

Mandeltorte (Colourbox)

Bolo sueco de amêndoas

Por causa de sua cor, o bolo sueco de amêndoas é frequentemente consumido nos feriados de Páscoa. Ele também é conhecido como Bolo de Oscar 2º, porque era o preferido deste rei sueco, morto em 1907. Sua característica, além da massa feita com amêndoas, é o creme de manteiga, com a cobertura de amêndoas torradas.

Holländer Kirschtorte (imago/imagebroker)

Torta holandesa de cerejas

Esta torta típica da Holanda é uma bomba calórica. Ela é feita com massa folhada, que leva pedaços de manteiga e um pouco de vinagre. O recheio é geleia de cereja, de preferência com as frutas inteiras. Para ficar firme, a nata batida em chantili recebe gelatina.

Rüblitorte (picture-alliance/dpa/F. Gabbert)

Bolo de cenoura, da Suíça

“Rüblitorte” vem de rübli = Rüben, cenouras. A receita mais antiga data de 1892, da cidade suíça de Kaiseraugst. O original da época levava 500 g de cenoura, 500 g de açúcar, 500 g de avelã moída, 3 ovos, 100 g de farinha de trigo e 10 g de fermento. O bolo é muito popular na Páscoa e também é muito apreciado na Inglaterra e nos Estados Unidos.

Tarta de Santiago (imago/CTK Photo)

Tarta de Santiago, da Espanha

Este famoso bolo à base de amêndoas moídas e ovos é decorada com açúcar de confeiteiro e leva a marca da cruz de Santiago, por ser da região da Galícia. Em 2006, a especialidade se tornou “denominação de origem protegida”.

Französischer Zitronenkuchen Tarte au citron (Colourbox)

Torta de Limão, da França

Nesta especialidade francesa, o doce do açúcar é compensado com a acidez do limão. Enquanto a massa podre (ou melhor, pâte brisée) assa, é feito o recheio, que consiste em um creme de açúcar, gemas e casca e suco de limão. Por fim, o bolo pode ser coberto por merengue, que é dourado por alguns minutos no forno.

Sachertorte (Imago/Westend61)

Torta Sacher, da Áustria

A torta de chocolate com recheio de geleia de damasco foi inventado pelo confeiteiro Franz Sacher, em 1832, para o príncipe Klemens von Metternich, da Áustria. A marca “Original Sachertorte” foi registrada pelo Hotel Sacher, construído em 1876 pelo filho de Franz Sacher, em Viena. A receita é segredo.

Italienische Spezialität Panettone (imago/Schöning)

Panetone, da Itália

Este tradicional bolo de Natal é uma especialidade de Milão. Seu processo especial de fermentação garante uma consistência macia. Outra característica do panetone são as frutas secas e a forma, cilíndrica e alongada.

Deutschland Bächerei Konditortorte Schwarzwälder Kirschtorte (Fotolia/don57)

Floresta Negra, da Alemanha

O Schwarzwälder Kirschtorte (Bolo de Cereja Floresta Negra) é feito com três camadas de bolo de chocolate aromatizado com destilado de cereja, recheado com chantili e compota de ginja (cereja azeda). A decoração também é padronizada: chantili, raspas de chocolate e, sobre cada bico de chantili, uma cereja. A receita se popularizou a partir dos anos 1930 na Alemanha.

Autoria: Roselaine Wandscheer

Fonte:   http://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 23:37

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Josy Galvão