Archive for the ‘Gastronomia’ Category

Assim foi a Oktoberfest 2017

Mais de seis milhões de pessoas participaram da tradicional festa da cerveja em Munique, que se encerrou no feriado da Reunificação. Em pouco mais de duas semanas, foram consumidos sete milhões de litros de cerveja.

O prefeito de Munique abre o primeiro barril

Prefeito abre o primeiro barril

Como já é tradição, o primeiro barril foi aberto pelo prefeito de Munique, Dieter Reiter, no sábado, dia 16 de setembro. Normalmente a festa dura duas semanas, mas este ano foi estendida até o feriado da Unidade Alemã, em 3 de outubro.

Típico bávaro abana no desfile em Munique

Desfile tradicional

Mais da metade dos visitantes da Oktoberfest são os próprios moradores de Munique. Não surpreende, portanto, que compareçam com a roupa típica.

O canecão Oktoberfest 2017 com capa

Acessório para o caneco

Uma das novidades da tradicional festa foi uma capa para manter a cerveja gelada. O caneco de um litro, chamado “Mass”, custou de 10,60 a 10,95 euros.

Garçonete da Oktoberfest carregando cerveja

Milhões de litros de cerveja

O preço não espantou os visitantes, que consumiram 7,5 milhões de litros da bebida, 127 bois e 59 novilhos assados.

Uma das tendas lotadas em Munique

Tendas lotadas

Cada cervejaria tem sua tenda no parque da Oktoberfest. E, já antes de abrirem, há filas diante de algumas. Pessoas de 65 países vieram à festa, principalmente dos Estados Unidos, Reino Unido, França e Suíça.

Uma das modas da Oktoberfest foram os calçados brancos com roupa típica

Tênis brancos

Tanto os moradores de Munique como muitos visitantes costumam vir com as roupas típicas da Baviera: o “dirndl” para as garotas” e a calça de couro para os rapazes – se bem que muitas moças também usam a calça de couro. A moda este ano foi usar tênis brancos.

 Foto noturna do parque da Oktoberfest

Não só cerveja

O festival da cerveja de Munique, ou “Wiesn”, como é conhecido entre os bávaros, tem também um enorme parque de diversões, instalado no parque Theresienwiese.

Patrizia Dinkel, de 21 anos, foi a playmate da Oktoberfest 2017. A miss de outubro da revista Playboy nasceu em Lichtenfels, na Alemanha, mas mora em Munique.

Teve até playmate

Patrizia Dinkel, de 21 anos, é a playmate da Oktoberfest.

Jogadores do Bayern na Oktoberfest 2017

Jogadores

Numa festa tradicional como a Oktoberfest de Munique não poderia faltar o tradicional clube da capital bávara, o Bayern de Munique. Na foto, os jogadores James Rodriguez, Rafinha, Kingsley Coman, Franck Ribery, Corentin Tolisso e David Alaba.

Oktoberfest em Qingdao, na China

Cópias pelo mundo

Em várias cidades do mundo há “cópias” deste festival da cerveja, seja no Brasil, nos Estados Unidos ou mesmo na China, como em Qingdao (foto).

 

 

Matéria originalmente publicada por:     http://www.dw.com

São Paulo – Brasil – 00:08

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Josy Galvão

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Wiener schnitzel, o bife à milanesa austríaco

Origem do escalope de vitela empanado, que deve ser crocante por fora e suculento por dentro, é rodeada por lendas. Uma das mais famosas envolve um comandante do Exército, um cozinheiro imperial e uma estadia na Itália.

Wiener Schnitzel

O escalope fino e largo, frito após ser empanado com ovo e migalhas de pão e geralmente servido com uma rodela de limão siciliano, é símbolo da culinária austríaca. Hoje o wiener schnitzel, ou wienerschnitzel, também é extremamente popular aqui na Alemanha – onde costuma ser preparado com carne de porco, e não de vitela, como na versão vienense. No entanto, diz a lenda que a origem do prato não está em nenhum dos dois países.

Como se não bastasse ter a pasta, o risotto e a pizza em seu repertório gastronômico, a Itália pode ser a responsável por mais esse clássico. Uma das muitas versões sobre o surgimento do wiener schnitzel diz que um comandante do Exército austríaco levou a receita para o país natal em 1857.

Ao passar um período na Itália, o comandante Feldmarschall Redetzky teria se encantado tanto com a cotolleta alla milanese (costeleta de Milão) – a qual, por sua vez, teria surgido entres os séculos 14 e 16 – que informou o imperador austríaco sobre o prato. Ao retornar para Viena, ele teria sido convocado a ensinar pessoalmente a receita ao chef de cozinha imperial. Logo, o escalope empanado teria conquistado todo o império.

Apesar de muito difundida, a lenda de Redetzky é bastante contestada, já que se acredita que, muito antes dos tempos do comandante, alimentos empanados já tenham feito parte da culinária vienense, para aproveitar restos de pão.

Historiadores dizem que a arte de “encapar” a comida surgiu no Império Bizantino no século 12, de onde teria sido levada para a Espanha e para a Itália. Em Veneza, teria nascido a moda de empanar pedaços de carne e outros alimentos com folhas de ouro. Em 1514, quando a prática foi proibida, os cozinheiros encontraram um substituto à técnica no empanado com migalhas de pão, que ganha um brilho dourado após a fritura.

Para mim, o wiener schnitzel só é bom quando servido sequinho por fora e suculento por dentro. Nada de gordura pingando. A maior diferença com o bife à milanesa brasileiro e italiano está na espessura, sendo a versão austríaca bem mais fina. Na Itália e na Áustria, a cotoletta alla milanese e o wiener schnitzel são tradicionalmente fritos na manteiga.

Segundo a revista gastronômica alemã Essen und Trinken, o segredo do wiener schnitzel está na adição de um pouco de creme de leite aos ovos batidos que servem de base para o empanado, o que faz com que a crosta se descole levemente da carne e fique crocante. Eis a receita clássica, segundo a publicação:

Ingredientes (para 4 porções)

4 bifes de vitela de cerca de 120 g cada

Sal

Pimenta-do-reino

2 ovos

2 colheres (sopa) de creme de leite fresco

50 g de farinha de trigo

150 g de farinha de rosca

200 g de manteiga

Fatias de limão (de preferência siciliano)

Modo de preparo

Bata os bifes envoltos em filme plástico com a ajuda de um martelo de carne, até ficarem finos. Tempere-os com sal e pimenta-do-reino.

Bata os ovos e o creme de leite com um garfo. Coloque a farinha de trigo em um prato e a farinha de rosca em outro.

Passe cada um dos bifes rapidamente pela farinha de trigo, sacuda o excesso, depois pela mistura de ovo e creme de leite, e, por fim, generosamente pela farinha de rosca.

Derreta a manteiga numa frigideira grande e frite os bifes por 3 minutos de cada lado, até dourarem. Coloque sobre papel toalha para tirar o excesso de gordura e sirva com rodelas de limão por cima.

 

Matéria originalmente publicada por:     http://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 23:14

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Josy Galvão

A Alemanha e suas mil e uma saladas de batata

Acompanhamento tipicamente alemão tem incontáveis variantes. Receitas variam de região para região e de família para família, sendo preparadas com ou sem maionese. Aprenda duas versões.

Salada de batata

Muitas receitas de salada de batata alemãs levam bacon ou presunto

 

Nada como uma maionese de batata para acompanhar o churrasco. Assim como no Brasil, na Alemanha a salada do tubérculo também não pode faltar como acompanhamento à carne grelhada – ou, com mais frequência, à salsicha. Mas por aqui, a Kartoffelsalat não é sinônimo de maionese, pois nem sempre é preparada com o molho. Há incontáveis versões do prato, variando de região para região e de família para família.

Num livro de culinária alemão, encontrei até uma brincadeira a respeito. Diz a publicação que os melhores estudos de campo sobre o tema salada de batata podem ser feitos numa festa à qual se pede que cada convidado traga um prato. O resultado são várias tigelas com diferentes variantes de Kartoffelsalat e uma discussão sobre como a avó de um a preparava na região da Suábia ou a receita que outro provou certa vez na Baviera – com pepinos frescos em vez de em conserva.

Até mesmo moradores de uma mesma região alemã podem preparar a salada de diferentes maneiras, e é difícil categorizar as receitas por região. “Isso porque, na Alemanha, há tantas receitas de salada de batata quanto pessoas com o sobrenome Müller [comparável a Silva no Brasil]”, diz o livro Culinaria Deutschland: Deutsche Spezialitäten.

Costuma-se diferenciar entre as receitas do norte e do sul da Alemanha. No norte do país, assim como na região da Silésia (hoje pertencente à Alemanha, Polônia e República Tcheca), o prato costuma ser preparado com maionese.

Na região da Renânia, além de maionese e batata, a salada costuma levar pepinos em conserva e maçãs. No norte, as versões mais comuns contêm maçãs e ovos cozidos. Muitas vezes, iogurte é usado como substituto ou complemento da maionese.

No sul da Alemanha e na Áustria, a maionese costuma ficar de fora, e as batatas são temperadas com caldo de carne, vinagre e mostarda. Muitas vezes, acrescentam-se cubinhos de bacon ou pedaços de pepino. É comum marinar as batatas ainda quentes, e a salada pode então ser servida fria ou morna (warmer kartoffelsalat). Até hoje a salada de batata morna com bacon é chamada nos EUA de German Potato Salad.

Salda de batata com salsichaPara muitas famílias alemãs, salada de batata com salsicha é o prato típico da ceia de Natal

Além de churrasco, a salada de batata é um acompanhamento popular para o clássico Wiener Schnitzel e para peixe empanado. Em muitas famílias, é costume comer a salada com salsichas na véspera de Natal.

Eu gosto particularmente da versão que se atribui à região da Suábia, no sudoeste da Alemanha, sem maionese e com vinagre e com pedacinhos de bacon. Isso porque é assim que minha avó prepara o prato.

Selecionei duas das muitas variantes da Kartoffelsalat, uma com e uma sem maionese. Confira as receitas:

Schwäbischer Kartoffelsalat (salada de batata suábia)

Ingredientes

1,2 kg de batatas

Sal

1 cebola

200 ml de caldo de carne

5 colheres (sopa) de vinagre de vinho branco

2 colheres (chá) de mostarda

Pimenta-do-reino

1 colher (chá) de azeite

 1 maço de cebolinha

Modo de preparo

Lavar e cozinhar as batatas com casca em água salgada por 20 minutos. Escorrer, deixar esfriar um pouco e descascar as batatas. Deixar esfriar completamente e cortar em fatias de 4 a 5 mm de espessura. Picar bem a cebola e adicioná-la ao caldo. Deixar ferver e tirar do fogo.

Misturar o vinagre, a mostarda, o sal, a pimenta e o açúcar. Despejar o caldo quente sobre as batatas. Misturar cuidadosamente para que as fatias não quebrem e deixar descansar por cerca de uma hora. Temperar com azeite e sala e pimenta a gosto. Picar a cebolinha e polvilhar sobre a salada pouco antes de servir.

Salada de batata com maionese

Ingredientes

800 g de batata

150 g de presunto cozido

2 pepinos em conserva grandes

5 ovos bem cozidos

100 g de ervilhas cozidas

Cebolinha

125 ml de caldo de carne

4 colheres (sopa) de vinagre de vinho branco

Sal

Pimenta-do-reino

200 g de maionese

100 g de iogurte natural

Modo de preparo

Cozinhar as batatas com casca em água com sal. Ao final, descascá-las e cortar em fatias.

Enquanto as batatas cozinham, picar o presunto, os pepinos e os ovos em cubinhos e misturar às ervilhas. Picar a cebolinha.

Ferver o caldo de carne com o vinagre. Temperar com sal e pimenta-do-reino a gosto e despejar o líquido sobre as batatas fatiadas. As batatas devem absorver o caldo quase que por completo. Após 15 minutos, acrescentar os demais ingredientes. Misturar a maionese com o iogurte e acrescentar à salada de batata. Ajustar o sal se necessário.

 

 

Matéria originalmente publicada por:     http://www.dw.com

São Paulo – Brasil – 22:59

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Josy Galvão

Nussecke, delícia das padarias alemãs

Espécie de biscoito triangular com geleia de damasco, avelãs caramelizadas e chocolate amargo é bastante popular na Alemanha. Além de brilhar nas vitrines das padarias, doce é muito apreciado na versão caseira.

Nussecken

Nussecke pode levar chocolate em toda a sua base ou apenas nas pontas dos triângulos

 

Estes dias fui a um casamento aqui na Alemanha e me lembrei de uma das primeiras delícias do país que provei e que há tempos não comia: nussecke. Os doces em forma de triângulo – uma espécie de biscoito coberto de avelãs e geleia de damasco e com um toque de chocolate de amargo – foram servidos logo após a cerimônia religiosa, à porta da igreja. Eram caseiros, feitos pela mãe do noivo, e divinos.

Além de a receita ser relativamente fácil de preparar em casa, os nussecken – cantos de nozes, literalmente – também estão presentes na maioria das padarias alemãs. Na minha primeira vez na Alemanha, aos 16 anos, fiquei encantada com as vitrines repletas de pães e doces e logo caí nos encantos desse quitute macio e caramelizado.

Algumas receitas substituem a avelã por amêndoas. Para finalizar o doce, costuma-se mergulhar apenas duas das pontinhas do triângulo no chocolate amargo derretido, mas muitas padarias revestem toda a base de biscoito de chocolate. Muitas famílias preparam o doce no Natal, mas na verdade ele é queridinho dos alemães o ano todo.

Há até uma entrada no Livro Guinness dos Recordes para o maior nussecke do mundo. Ele foi preparado com a ajuda de 20 padarias em 17 de dezembro de 2010 no Deutsches Eck – local onde os rios Mosela e Reno se encontram, na cidade de Koblenz. Quando saiu do forno, ainda em forma de retângulo, tinha 9 metros de comprimento e pesava “apenas” 450 quilos. Depois de ser medido, o recordista foi cortado em triângulos e distribuído ao público de curiosos.

Não deixe de provar o nussecke nas padarias alemãs, ou aprenda a receita para fazer em casa:

Ingredientes (para 32 unidades)

Massa

300 g de farinha de trigo

1 colher (chá) de fermento

130 g de manteiga

130 g de açúcar

2 ovos

Recheio

4 colheres (sopa) de geleia de damasco

200 g de manteiga

200 g de açúcar

16 g de açúcar de baunilha ou 2 colheres de chá de essência de baunilha

200 g de avelãs moídas

200 g de avelãs picadas

100 g de chocolate amargo

Modo de preparo

Para a massa, misturar farinha, fermento e manteiga com as mãos. Acrescentar os ovos e o açúcar e bater com a batedeira até obter uma massa homogênea.

Abrir a massa sobre uma superfície enfarinhada até obter um grande retângulo. Dobrar a massa e transportá-la para uma fôrma retangular grande coberta de papel-manteiga. Passar a geleia de damasco sobre a massa.

Numa panela, derreter a manteiga, o açúcar e o açúcar de baunilha ou essência. Acrescentar as avelãs moídas e picadas e 4 colheres de sopa de água e mexer bem. Despejar a mistura de avelãs sobre a massa e espalhá-la até as bordas. Assar a 180 °C por cerca de 25 minutos.

Tirar do forno e cortar a massa ainda quente, em retângulos e depois triângulos. Derreter o chocolate em banho-maria e mergulhar os triângulos nele – toda a base de biscoito ou apenas duas das pontas – e colocar para secar sobre um pedaço de papel-manteiga.

Toda semana, a coluna Pitadas traz receitas, curiosidades e segredos da culinária europeia, contados por Luisa Frey, jornalista aspirante a mestre-cuca.

 

Matéria originalmente publicada por:  http://www.dw.com/

São Paulo – Brasil – 00:20

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Josy Galvão

Bayern de Munique faz o tradicional ensaio fotográfico da cerveja

Bayern de Munique ensaio cerveja

Um dia depois de estrear na Liga dos Campeões com boa vitória por 3 a 0 sobre o Anderlecht, o elenco do Bayern de Munique se reuniu nesta quarta-feira para um momento de descontração. Os atletas e o técnico Carlo Ancelotti participaram de um ensaio fotográfico que já se tornou tradição no clube bávaro, promovido por uma fabricante de cerveja que patrocina a equipe. Às vésperas do início da Oktoberfest, tradicional festa em Munique, todos utilizaram roupas típicas e posaram com copos de cerveja nas mão. O único que dispensou a bebida foi o atacante Ribéry, que é muçulmano e não consuma bebidas alcoólicas.

Rafinha Bayern de Munique ensaio cerveja

No dia do aniversário de 28 anos do atacante alemão, Thomas Müller, a equipe ensaiou inclusive um parabéns para você em homenagem ao colega.

Haaaaappy Birthday to youuuu, Thomas Müller! 🎶

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo, close-up

 

Matéria originalmente publicada por:   http://globoesporte.globo.com

São Paulo – Brasil – 23:07

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Josy Galvão

Creme de riesling

Sobremesa simples e pouco doce é preparada com o mais famoso dos vinhos alemães, produzido há séculos no país. Creme leva apenas riesling, açúcar e gemas e pode ser servido quente ou frio.

Rieslingcreme

Quando se pensa em vinho alemão, logo se pensa em riesling. Produzido há séculos em terras germânicas, ele é o favorito entre os vinhos alemães e o mais exportado pelo país. Para quem, como eu, gosta desse vinho branco e curte uma sobremesa que não seja doce demais, o creme de riesling é uma ótima opção.

Preparado com apenas três ingredientes (riesling, gemas e açúcar), o doce lembra o famoso licor de ovos alemão eierlikör, semelhante ao eggnog, popular nos EUA. Na Alemanha, o licor é muito apreciado nos mercados natalinos em forma de eierpunsch, bebida quente feita de eierlikör, vinho branco e canela.

No preparo do creme de riesling, a sobremesa é aquecida em banho-maria, e o álcool evapora em parte. Mesmo assim o gosto do vinho fica bem acentuado, quebrando a doçura do açúcar. Por isso mesmo a receita recomenda usar vinho do tipo seco. Se quiser um toque mais doce, dá para usar o suave ou demi-sec.

Além das variações seco (trocken), demi-sec (halbtrocken ou feinherb) e suave (lieblich), o riesling pode ter graduações alcoólicas variadas. Desde frutado, com cerca de 10% de álcool, passando por vinhos secos complexos, com até 14% de graduação alcoólica.

Há plantações de uva do tipo riesling de norte a sul da Alemanha. Além de estar muito bem adaptada a todas as regiões vinícolas do país, a uva resiste a baixas temperaturas, de até -20 ºC.

Aprenda a receita do creme de riesling:

Ingredientes (para 4 pessoas):

6 gemas

125 g de açúcar

200 ml de vinho riesling seco

Modo de preparo:

Numa tigela de metal, bater as gemas com o açúcar, até formar espuma. Acrescentar o vinho e misturar bem. Colocar a tigela para cozinhar no banho-maria.

Aquecer o creme mexendo sempre, até começar a engrossar. Não aquecer demais, senão a gema pode talhar. 

Quando o creme estiver espumoso, despejar em quarto tigelas de sobremesa, decorar com frutas, se quiser, e servir imediatamente – ainda quente, ou depois de resfriado.

 

 

Matéria originalmente publicada por:   http://dw.de/pt

São Paulo – Brasil – 23:09

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Josy Galvão

 

Lukas Podolski inaugura sorveteria em Colônia e distribui sorvetes grátis

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foto: Uwe Weiser

 

Ice, Ice, Poldi! Quem precisa de cerveja quando o príncipe Poldi distribui uma rodada de sorvetes?

Neste sábado Colônia sediou a abertura da sorveteria “Ice Cream United”, de propriedade de Lukas Podolski (32), ex jogador da Seleção Alemã e do Colônia. Na inauguração, entre às 18:00 e 20:00, os cidadãos de Colônia tiveram direito a um sorvete gratuito.

Os fãs de Podolski compareceram em peso para a abertura de sua loja, todos queriam experimentar os sorvetes.

O campeão mundial que na próxima temporada jogará no Japão, recebeu a todos em sua loja, falou sobre os produtos, de suas ambições com a Ice Cream United e também deu autógrafos. . ” O sorvete contém apenas doze por cento de açúcar”, declarou Poldi.

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foto: Uwe Weiser

Com 60 m², a loja foi montada no estilo industrial, em madeira e aço inoxidável. 

“Ficou muito legal – exatamente como queríamos”, disse Podolski, que procurou mesmo um design industrial com um grande balcão de madeira e aço inoxidável.

Não foi difícil convencer os fãs a comparecerem a inauguração da loja. A multidão era tão grande que a polícia também compareceu à rua para manter tudo sob controle.

Desejamos sucesso ao Podolski em seu novo empreendimento.

 

São Paulo – Brasil – 00:38

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Por Josy Galvão