Archive for the ‘História’ Category

Aos 50, Michael Schumacher continua sendo ‘gigante’ admirado

Apesar de estar fora da vida pública após acidente de esqui, legado de comprometimento, competitividade e condicionamento físico na Fórmula 1 continua. Piloto conquistou sete mundiais e não foi superado até hoje.

Schumacher, com uniforme de piloto, com os dois braços levantados num momento de comemoração

Schumacher num dos muitos momentos de vitória: assim os fãs devem recordar o campeão

Michael Schumacher está longe dos holofotes. Ele vive isolado em sua casa na Suíça desde seu acidente de esqui, há cinco anos, em 29 de dezembro de 2013, nos Alpes franceses, acontecimento que transformou a vida de Schumacher de forma mais drástica do que suas incontáveis ​​conquistas, títulos e prêmios. O ex-piloto de Fórmula 1 Schumacher completou 50 anos nesta quinta-feira (03/01) distante do público. O que resta são as lembranças.

“Claro que o primeiro momento que me vem à cabeça é o de quando Michael me entregou a coroa de flores pela vitória na corrida de kart”, diz Sebastian Vettel. Naquela época, ele ainda era um menino, enquanto Schumacher já era um grande nome do circo da Fórmula 1. Há muito tempo que ele agora é seu colega de profissão e, há mais tempo ainda, seu ídolo. Michael Schumacher – o heptacampeão mundial, vencedor de 91 Grandes Prêmios, recordista da Fórmula 1.

Como piloto de corridas, Schumacher se tornou um fenômeno. Era um ponto fora da curva em seu métier. Um extrapolador de fronteiras, um perfeccionista. “Michael Schumacher podia fazer perguntas a ponto de se tornar irritante, de tanto que incomodava. Mas ele simplesmente queria saber exatamente sobre o que estava falando”, explica o ex-vice-presidente da Mercedes Benz Motorsport, Norbert Haug, em entrevista à agência de notícias DPA.

Segundo Haug, Schumacher queria fazer tudo da forma correta, perfeita. “Uma característica que eu achava realmente fascinante era a energia que ele podia investir nesta profissão, no automobilismo. Isso era loucura, sem limites e realmente incrível”, conta Nico Rosberg, que foi companheiro de equipe de Schumacher na Mercedes por três anos, depois que o piloto retornou às pistas em 2010, com quase 41 anos, após uma pausa de três anos.

Schumacher pilotando um kart

Schumacher pilotando um kart: carreira trilhada por méritos próprios

 

Mas o que distingue um piloto de classe mundial? “Às vezes, as pessoas imaginam o automobilismo, vendo por fora, de forma um pouco errada, como se ele fosse movido pela insanidade. Mas é exatamente isso que ele não é”, diz Haug. “É uma arte do controle de alto nível em alta velocidade.” E o conhecimento de que cada erro pode ter consequências devastadoras. Schumacher teve experiência direta com isso já no começo da carreira na Fórmula 1.

Foi no dia 1° de maio de 1994, quando Ayrton Senna, ícone da principal categoria do automobilismo, morreu num acidente em Ímola, na Itália. Foi o final de semana mais negro da Fórmula 1. Um dia antes de Senna, o austríaco Roland Ratzenberger não sobrevivera a um acidente. Schumacher venceu a corrida e, naquele ano, também conquistou naquele ano o Campeonato Mundial pela primeira vez.

Cinco títulos seguidos com a Ferrari

Durante sua carreira, Schumacher escapou de ferimentos ou acidentes graves na maior parte das vezes. Ele ia até o limite, tanto das regras como no comportamento dentro da pista. Seu maior acidente na Fórmula 1 ocorreu em 1999, em Silverstone, quando Schumacher quebrou a tíbia ao bater o carro contra uma pilha de pneus no final de uma curva.

Um ano depois, começou sua era de títulos com a Ferrari, com cinco triunfos em série no Campeonato Mundial. “Ele estabeleceu um padrão de domínio, embora às vezes de forma controversa”, diz o britânico Damon Hill.

O ex-automobilista de 58 anos sabe do que fala. Hill está na lista de rivais que disputaram o título com Schumacher. Em 1994, o alemão e o inglês chocaram seus carros na Austrália. A colisão obrigou os dois motoristas a saírem da corrida final. Schumacher acabou levando o campeonato, alvo de controvérsias porque há pessoas que disseram acreditar que o alemão causou o acidente de forma deliberada.

Em 1995, Hill perdeu novamente o título para seu rival da Benetton. Em 1996, o inglês derrotou o alemão. Mas, com sete títulos mundiais, Schumacher ainda permanece inalcançável. “Ganhar sete títulos é loucura”, diz Hill, com um meneio de cabeça levemente incrédulo e um sorriso nos lábios.

Início no kart

Schumacher foi conquistando seus sucessos por mérito próprio. Mecânico de automóveis, sem pais ricos, o pai trabalhava como gerente de uma pista de kart, a mãe tinha um quiosque no local. Foi a ascensão de um menino simples a partir de uma origem humilde. “Você não consegue vencer essa fome crua, natural”, disse Lewis Hamilton há algumas semanas, durante entrevista à DPA. Junto com o irmão Ralf Schumacher, ele corria na pista de kart na cidade de Kerpen, onde ele também lançou as bases para sua carreira.

Imagem de vídeo gravado sobre a cabeça de Schumacher mostra o carro vermelho do alemão colidindo com outro veículo

Momento em que Schumacher faz seu carro colidir com o do rival Villeneuve em 1997

O que restam hoje são lembranças. De sete títulos mundiais, de mais de 300 taças, de duelos lendários, de desatinos, como na final do Mundial de 1997, quando ele tentou tirar da pista seu então adversário Jacques Villeneuve, em Jerez de la Frontera. Villeneuve terminou a corrida em terceiro e se sagrou, assim, campeão naquele ano, e Schumacher, além de acabar na caixa de brita, foi desclassificado, perdendo todos os seus pontos no campeonato, como punição por ter provocado o acidente.

Mas ele também era um jogador de equipe, um líder real. “Ser rápido é garantir o acesso ao clube dos melhores. Mas formar uma equipe, mantê-la robusta diante das adversidades, isso é o que faz a diferença entre pilotos bons e os muito, muito bons”, enfatiza Norbert Haug.

Tragédia

No final de todos os triunfos esportivos, veio a tragédia, o maldito 29 de dezembro de 2013, sem o qual a história de Michael Schumacher não pode mais ser contada. Mas o grave acidente de esqui do heptacampeão mundial de Fórmula 1 deve ficar em segundo plano pelo menos neste 3 de janeiro, dia em que Schumacher completa 50 anos, data em que suas conquistas serão mais lembradas.

“Ele sempre será o maior de todos os tempos”, elogiou Lewis Hamilton recentemente, em entrevista ao diário alemão Bild am Sonntag. “Pessoalmente, me lembro que eu sempre o escolhia como piloto quando jogava corrida no videogame, quando era jovem “.

Como está Michael Schumacher hoje? Como ele vai celebrar seu 50º aniversário? Na quarta-feira (02/01), sua família foi a público na página oficial de Schumacher no Facebook. “Estamos felizes com isso e queremos agradecer, de coração, que vocês estão comemorando o aniversário de 50 anos de Michael com ele e conosco”. 

O texto continua: “Michael pode ter orgulho do que conquistou. E nós também temos.” A família também pede compreensão pelo fato de continuar não havendo informações sobre o atual estado de saúde de Schumacher. “Podem ter certeza de que ele está em boas mãos e que estamos fazendo tudo o que é humanamente possível para ajudá-lo. Por favor, entendam que estamos atendendo aos desejos de Michael, deixando um tema tão sensível como a saúde na esfera privada – da mesma forma como foi no passado”, explicam.

A família aproveitou também o anúncio para contar uma grande novidade, a Fundação Keep Fighting, que é da família do heptacampeão da Fórmula 1, dará aos fãs do alemão um novo presente: o aplicativo oficial de Michael Schumacher. O App trará uma visão da exposição “Michael Schumacher Private Collection” que está no museu Motorworld, na cidade de Colônia, na Alemanha.

A novidade consiste em um museu virtual que homenageia a carreira do maior vencedor da história da F1. O App oferece carros de corrida em 3D e seus sons de motor, aprofunda as estatísticas e registros de Michael Schumacher e conta também com uma entrevista gravada com o alemão em 2013. Os anos anteriores à F1 não são esquecidos, com a presença de karts e outros carros como Fórmula König, Fórmula 3, DTM e carros esportivos guiados por Schumi.

O app oficial de Michael Schumacher será lançado em 3 de janeiro — Foto: Reprodução

O app oficial de Michael Schumacher será lançado em 3 de janeiro — Foto: Reprodução

“The Official Michael Schumacher App” estará disponível para download em versões para iOS e Android desde o  dia 3 de janeiro de 2019.

Exposição em Maranello

Há duas semanas, o Museu da Ferrari em Maranello anunciou que também faria uma homenagem a Michael Schumacher pelos 50 anos do ex-piloto da Scuderia. O museu abriu també, no dia 03 de janeiro uma exibição especial dedicada ao alemão. No anúncio oficial, a Ferrari apresentou a ideia não só como uma celebração, mas um gesto de gratidão ao piloto mais bem-sucedido pela equipe do cavalo rampante.

Matéria originalmente publicada por: Fonte:   https://www.dw.com/pt-br  e  https://globoesporte.globo.com

São Paulo – Brasil – 08:00

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Josy Galvão

 

 

 

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A história do castelo alemão vendido por um euro

O castelo de Marienburg.© GETTY O castelo de Marienburg.

 

O príncipe Ernst August von Hannover levou 14 anos para tomar uma decisão que revelou que a nobreza alemã parece viver de aparências — e que os magníficos castelos nem sempre são o que parecem. Depois de se tornar em 2004 o chefe da Casa de Welf, talvez a mais nobre dinastia da Alemanha, o jovem de 35 anos se rendeu às leis que regem a vida dos ricos e pobres e decidiu vender, pelo preço simbólico de um euro, o magnífico palácio de Marienburg, a residência oficial da dinastia, no estado da Baixa Saxônia. O príncipe não queria gastar mais dinheiro na conservação do prédio.

“Foi uma decisão de grande importância para minha família”, admitiu o príncipe quando anunciou a venda do palácio. “Encontramos uma boa solução que permitirá que o palácio e seu inventário sejam preservados para o público”. O novo proprietário do palácio, que foi iniciado em 1867 no topo de uma colina, será a empresa LIemak Inmobilien, uma subsidiária da Klosterkammer, que se comprometeu a financiar os custos de renovação da grande residência, estimado em quase 30 milhões de euros, embora haja especialistas que dizem que, para evitar que o castelo se torne uma ruína, mais de 60 milhões devem ser gastos.

“Eu não podia mais cuidar das despesas”, admitiu o príncipe quase humildemente, aceitando que a conservação da grande residência, que tem 135 quartos, estava destruindo sua riqueza pessoal. O jovem iniciou negociações com as autoridades de Hannover há sete anos, mas seus problemas financeiros foram herdados quando seu pai, o príncipe Ernst August, transferiu-lhe o patrimônio da família em 2004.

Ekaterina Malysheva e Ernst August von Hannover, depois de seu casamento civil na Prefeitura de Hannover.© GTRESONLINE Ekaterina Malysheva e Ernst August von Hannover, depois de seu casamento civil na Prefeitura de Hannover.

Já em 2005, o jovem foi forçado a leiloar tesouros artísticos do palácio, medida que lhe rendeu 44 milhões de euros. Com o dinheiro, o príncipe pagou dívidas antigas e renovou uma torre que estava caindo aos pedaços. O jovem também lançou programas culturais que atraíram mais de 200.000 visitantes por ano, mas o sucesso não impediu que o majestoso palácio se deteriorasse ainda mais.

A compra do esplêndido prédio e os caros planos para renová-lo, como esperado, foram criticados pelos partidos da oposição. “Os planos do governo são absolutamente absurdos”, denunciou o especialista em orçamento dos Verdes, Stefan Wenzel. De acordo com a lei de proteção de monumentos, os proprietários são responsáveis pela preservação de edifícios históricos.

Mas o Ministério da Cultura defendeu a decisão de adquirir o palácio. “Marienburg é um monumento cultural e um lugar de recordação de grande importância para a identidade estatal da Baixa Saxônia”, disse o ministro Björn Thümler (CDU). “O palácio é um dos monumentos mais importantes da Baixa Saxônia.”

O acordo entre o chefe da Casa de Welf e o governo regional estipula a criação de uma fundação cultural que administrará cerca de 1700 obras de arte do palácio. A fundação será presidida pelo príncipe Ernst August. O governo regional também adquiriu dois milhões de euros, além de 100 obras de arte que serão expostas no museu do estado em Hannover, mas a famoso coroa da Casa Real de Hannover, a peça mais valiosa da família, continuará em posse do príncipe.

“Continuarei unindo a Marienburg, ainda que de outra forma”, admitiu o príncipe a um jornal regional de Hannover. Ernst August Jr. viveu até o ano passado em Londres, mas o jovem decidiu mudar sua residência para a Baixa Saxônia depois de se casar com Ekaterina Malysheva. O casamento aconteceu em Marienburg.

 

Matéria originalmente publicada por:     https://www.msn.com/pt-br

São Paulo – Brasil –  18:05

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Josy Galvão

A Rota dos Contos dos irmãos Grimm

Uma das mais antigas rotas turísticas alemãs, do centro ao norte do país, tem 600 km e segue as pegadas dos irmãos Grimm. Ela vai de Hanau, onde nasceram Jakob e Wilhelm, a Bremen, do conto dos animais músicos.

Estátuas de bronze dos irmãos Grimm em Hanau

Hanau, cidade natal

A Rota dos Contos de Grimm começa em Hanau, a cerca de 18 km de Frankfurt. Ali nasceram os irmãos Jakob (1785-1863) e Wilhelm (1786-1859) Grimm. A cidadezinha medieval preserva a memória dos ilustres irmãos com um festival anual de teatro, em que são interpretadas peças baseadas nos contos dos Grimm. A estátua de bronze é de 1896.

A casa onde moraram os irmãos Grimm em Steinau

Steinau, a infância dos Grimm

Os escritores e filólogos Jakob e Wilhelm Grimm passaram a infância em Steinau. A Amtshaus, prédio renascentista dos condes de Hanau, é hoje a Casa dos Irmãos Grimm, um museu sobre a vida e obra deles. Há também um teatro de marionetes em que são encenados contos de Grimm. Na foto, a casa onde eles moraram.

As cabeças no muro representam O lobo e os sete cabritinhos da fábula dos Grimm

Marburg, estudo do Direito

Foi nesta cidade que Jakob e Wilhelm Grimm moraram entre 1802 e 1805, se formaram em Direito e iniciaram o resgate de contos populares alemães. Fundada em 1527, a Universidade Philipp foi a primeira universidade protestante da Europa. Na cidade, há uma trilha com 15 estações dedicadas aos contos e fábulas dos Grimm. Na foto, as cabeças no muro representam “O lobo e os sete cabritinhos”.

Museu Grimmwelt em Kassel

Kassel, fonte de inspiração

Os irmãos Grimm residiram em Kassel por 30 anos. Em um dos bairros da cidade morava Dorothea Viehmann, uma das principais fontes dos contos e fábulas escritos pelos Grimm. A cidade tem o museu Grimmwelt, dividido em 25 áreas temáticas e com apresentações interativas sobre contos e fábulas, a vida de Jakob e Wilhelm, e o dicionário alemão, compilado pela primeira vez pelos Grimm.

O castelo da Bela Adormecida em Sababurg

Castelo da Bela Adormecida em Sababurg

Já no século 19, Sababurg era considerado pela tradição popular como o castelo em que se passou o conto da Bela Adormecida. A fortaleza foi construída em 1334, no coração do bosque Reinhardswald, entre Kassel e Göttingen.

Beijo na Gänseliesel traz sorte aos recém-formados em Göttingen

Os Grimm foram professores em Göttingen

Jakob e Wilhelm foram professores na Universidade de Göttingen até serem expulsos por terem ideias muito liberais. O símbolo de Göttingen é a “Gänseliesel”, a “pastorinha dos gansos”, de um conto dos Grimm. Reza a tradição que traz sorte aos recém-formados se eles beijam a bochecha da estátua.

Märchenhaus (casa dos contos de fadas) em Alsfeld

Alsfeld e a casa dos contos de fadas

A cidadezinha de Alsfeld, com suas dezenas de casas em enxaimel, já parece cenário de um conto. Na casa de 1628 (!) chamada “Märchenhaus” (casa dos contos de fadas) são lidos contos infantis e o acervo é dedicado aos irmãos Grimm. No andar superior há uma exposição de bonecas de mais de dois séculos.

Vila da Branca de Neve em Bad Wildungen

A vila da Branca de Neve

Segundo o historiador Eckard Sander, o conto da Branca de Neve remonta ao lugar chamado Bergfreiheit em Bad Wildungen. A personagem teria sido inspirada na excepcionalmente bela princesa Margaretha von Waldeck. Os sete anões seriam uma alusão ao trabalho infantil nas minas da região. Ali há uma “casa da Branca de Neve” e num festival anual são apresentados contos em palcos ao ar livre.

Casa onde nasceu Dorothea Viehmann em Baunatal

Baunatal, onde os contos foram narrados

Grande parte dos contos e mitos populares compilados pelos Grimm foram contados a eles por Katharina Dorothea Viehmann, que nasceu nessa casa em 08/11/1755. O pai dela tinha uma taverna e desde criança ela gostava de ouvir as histórias dos viajantes. Um dos mais de 40 contos que ela contou a Jakob e Wilhelm é “O pobre aprendiz de moleiro e a gatinha”, publicado no 2º volume de contos, em 1815.

Hamelin, a cidade do flautista que encanta ratos

Hamelin, “a cidade dos ratos”

“O Flautista de Hamelin” é um dos contos mais conhecidos da Alemanha. A história se passa na cidade medieval de Hamelin, na Baixa Saxônia. De maio a setembro, aos domingos, acontece na cidade o tradicional Festival Flautista de Hamelin.

Chapeuzinho Vermelho foi inspirada no traje tipico de Schwalmstadt

Chapeuzinho Vermelho de Schwalmstadt

Esqueçam a imagem do manto de Chapeuzinho Vermelho que nos acompanha desde a infância. Na realidade, a personagem foi inspirada no traje típico de Schwalmstadt, em que a menina usa um ornamento vermelho cabeça, parecido com um copo.

O castelo da Rapunzel em Trendelburg

O castelo da Rapunzel em Trendelburg

A fortaleza de Trendelburg, com mais de 40 metros de altura, paredes de até sete metros de espessura e suas imponentes torres inspiraram o conto da Rapunzel. Quem estiver disposto a subir os 130 degraus até o telhado da fortaleza, tem a oportunidade de apreciar a bela paisagem.

As ruínas do burgo de Polle, que inspirou o conto da Cinderela

Burgo de Polle e “Cinderela”

No século 13, os condes de Everstein construíram um burgo sobre um rochedo, cuja primeira citação oficial data de 1285. Desde um incêndio em 1641, o burgo está em ruínas. Além de ser palco de um festival anual, o burgo tem um quarto da Cinderela e um museu que podem ser visitados.

Casa de Joãozinho e Mariazinha no Magic Park em Verden

“Parque Mágico” em Verden

Num enorme “bosque encantado” no parque Magic Park, em Verden, figuras móveis em tamanho natural e cenários dos contos dos irmãos Grimm encantam a criançada. O passeio pelo bosque dura meia hora.

A lebre e o ouriço em Buxtehude

Buxtehude, da lebre e do ouriço

O conto da lebre e do ouriço foi escrito por Wilhelm Schröder e publicado pela primeira vez em 1840 num jornal de Hannover com o título “A corrida entre a lebre e o ouriço num campo perto de Boxtehude”. Em 1843, os irmãos Grimm publicaram a fábula em seu quinto volume de contos. Os contos dos irmãos Grimm já foram traduzidos para mais de 160 idiomas.

A estátua dos animais músicos em Bremen

Bremen, dos animais músicos

A fábula do burro, cachorro, gato e galo que fogem de casa, onde seriam mortos, para viverem livres em Bremen, pode ser interpretada como a busca da liberdade pelos serviçais dos senhores feudais. Bremen, já na época, era uma cidade hanseática livre. Em 1977, a fábula inspirou Chico Buarque para o musical “Os Saltimbancos”.

 

Matéria originalmente publicada por:     https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil –  06:30

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Josy Galvão

Chelsea quer levar torcedores racistas para visitar Auschwitz

Clube de futebol britânico pretende promover visitas ao campo de extermínio nazista localizado na Polônia para combater o racismo. Iniciativa ocorre após time banir torcedores por cantos antissemitas.

Torcedores do Chelsea

Clube expulsou alguns torcedores antissemitas

 

O clube britânico de futebol Chelsea anunciou nesta quinta-feira (11/10) que pretende incentivar torcedores a participar de cursos de educação sobre o Holocausto no campo de extermínio nazista de Auschwitz, localizado na Polônia.

O presidente do Chelsea, Bruce Bruck, afirmou que a iniciativa visa acabar com as atitudes racistas em torno do clube e destacou a busca para solucionar o problema em vez de apenas impor proibições.

“Banindo pessoas não é possível mudar seu comportamento. Essa nova política lhes dá a oportunidade de perceber o que fizeram, para que mudem seu comportamento”, afirmou Buck ao tabloide britânico The Sun.

Segundo o jornal, o proprietário do Chelsea, o russo Roman Abramovich, que é judeu, é quem está liderando a iniciativa.

Em setembro do ano passado, o clube criticou e baniu diversos torcedores que entoaram canções antissemitas durante uma partida contra o Tottenham Hotspur, time que possuiu historicamente uma grande base de apoio entre a comunidade judaica.

O Chelsea pretende suspender a expulsão de torcedores que concordarem em participar da iniciativa. “No passado, nós os proibimos de ir ao estádio por três anos. Agora estamos dando uma opção: podemos bani-los ou podem passar um tempo com nossos funcionários da diversidade para entender o que fizeram”, acrescenta Buck.

Em setembro, o Chelsea e o Congresso Judaico Mundial (WJC) lançaram uma iniciativa para combater o racismo no esporte. Uma cúpula internacional está planejada para o próximo ano em Paris, com o objetivo de iniciar um diálogo global no combate à discriminação, ao racismo, ao antissemitismo e a todas as formas de ódio no esporte.

 

Matéria originalmente publicada por:   https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 12:21

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Josy Galvão

Conheça as histórias que explicam passado da Oktoberfest

Quem vai a Munique para ver a festa da cerveja mais famosa do mundo também pode aprender sobre curiosidades da Oktoberfest com uma visita guiada. E descobrir que até Albert Einstein já instalou lâmpadas num estande.

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Tradição da cultura bávara, a Oktoberfest de Munique oferece diversão, muita música e, é claro, a bebida típica do evento: a cerveja. Mas, com visitas guiadas, o evento que já acontece há mais de 200 anos também abre espaço para quem quer saber mais sobre a história da festividade e até mesmo de alguns dos brinquedos disponíveis no parque de diversões no local.

O participante mais famoso nos preparativos da Oktoberfest, por exemplo, é Albert Einstein, que chegou a instalar lâmpadas num estande porque os pais tinham uma empresa de artigos de eletricidade.

Outro fato marcante da Oktoberfest é o figurino usado no evento. O vestido usado pelas mulheres, o Dirndl, dá algumas dicas sobre as personalidades das usuárias: se o nó do avental estiver amarrado do lado direito, quer dizer que a dona do vestido é casada. Do lado esquerdo, mostra que a moça é solteira.

Com a ajuda de guias, turistas e moradores de Munique podem aprender ao passear pela estrutura da festa, criada para celebrar a união de dois membros da realeza da Baviera.

Tudo começou em 1810 com uma festa de casamento. Hoje a Oktoberfest de Munique é a maior festa popular do mundo, atraindo anualmente cerca de seis milhões de pessoas.

 

Matéria originalmente publicada por:    https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 23:23

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Josy Galvão

 

Doodle do Google faz homenagem a Ebenezer Cobb Morley o pai do futebol moderno

Doodle do Google faz homenagem a Ebenezer Cobb Morley o pai do futebol moderno

O doodle dessa quinta, homenageia a Ebenezer Cobb Morley o “pai do futebol moderno”.

A data marca o 187ª aniversário de nascimento de Morley, 16 de agosto de 1831.

Filho de um ministro, Morley cresceu como um entusiasta dos esportes e passou a estudar Direito. Depois de ingressar no Barnes Football Club em Londres, ele percebeu que o jogo se beneficiaria de mais estrutura e regulamentação. Ele escreveu para o jornal esportivo Bell’s Life para defender um jogo mais organizado.

Antes de Ebenezer Cobb Morley estabelecer as regras do futebol em 1863, o jogo era muito mais caótico do que a versão que conhecemos hoje. Sua 13ª regra dá alguma indicação de como o futebol era indisciplinado: “Nenhum jogador deve usar pregos, placas de ferro ou guta-percha nas solas ou nos saltos de suas botas”.

Seguiu-se uma reunião na Freeman’s Tavern, onde Morley se juntou a membros de clubes de futebol de toda a Inglaterra, que participaram da regulamentação antes de Morley redigir sua lista de 13 regras, que se tornou o padrão de jogo na Inglaterra.

As leis de Morley ajudaram a reduzir a violência no campo – embora ele achasse que os jogadores deveriam “hackear a perna da frente” – e formalizaram a regra crucial que agora chamamos de offsides, que impede os jogadores de se posicionarem permanentemente atrás da linha defensiva de um oponente. um passe.

Morley mais tarde ajudou a estabelecer a Associação de Futebol, que ainda é o órgão que rege o futebol na Grã-Bretanha. Em 1863 foi eleito Secretário Honorário da FA, ocupando o cargo até 1866 e presidente da FA de 1867 a 1874.

Outros grupos de vários países também fizeram avanços cruciais no futebol, mas graças a Morley, “o belo jogo” tornou-se menos brutal, a ação se espalhou pelo campo e é jogada do jeito que é hoje.

Feliz Aniversário Sr. Morley!

 

Matéria originalmente publicada por:    https://istoe.com.br/

São Paulo – Brasil – 06:20

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Josy Galvão

 

5 de agosto de 2006: Werder Bremen conquista a Copa da Liga Alemã ao vencer o Bayern de Munique

Torsten Frings e Werder Bremen comemoram a conquista da Taça da Liga.

Em 05 de agosto de 2006, na reunião de duas das principais equipes da Bundesliga, Werder Bremen e Bayern de Munique, o Werder venceu e conquistou a sua primeira Copa da Liga Alemã.

O primeiro título da temporada 2006/2007 vai para o Bremen. Na final do campeonato da Copa da Liga, o atacante Ivan Klasnic marcou os dois gols ( 29º e 66º minutos), que garantiram a vitória por 2 a 0 aos  Verdes e Brancos. A equipe de Bremen foi para um duelo contra o recordista de títulos de Munique e foi recompensado na frente de 41.300 torcedores no estádio central de Leipzig.

Torsten Frings, capitão da equipe, recebeu após o apito final o troféu do campeonato. Na semifinal, o Werder havia vencido por 2 a 1 a equipe do Hamburgo.

 

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 21:12

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Por Josy Galvão