Archive for the ‘Literatura’ Category

Mario Götze lança livro infantil

Se tornar jogador de futebol e jogar na Seleção Alemã, o sonho de um garoto que virou realidade! Para contar esta história de sucesso e aprendizado o meia-atacante Mario Götze, jogador da Seleção Alemã, foi dele o gol  que garantiu o tetra dos alemães, em 2014, aqui no Brasil e do Borussia Dortmund, acaba de lançar um livro infantil.  “Marios grosser traum” – na tradução para o português, “O grande sonho de Mario”. O atleta declarou que não se trata de uma autobiografia, mas sim da história de um garoto de 10 anos de idade que sonhava em se tornar jogador de futebol.

“Eu devo muito ao futebol e quero através dele retornar algo de bom para as pessoas, compartilhar com elas as experiências e aprendizados”, declarou o jovem alemão. “Principalmente as crianças, que estão próximas do meu coração, porque são o futuro do mundo, então resolvi escrever um livro que falasse de respeito, tolerância e cidadania”.

O personagem do livro é o garoto Mario, que tem o sonho de se tornar jogador da Seleção Alemã e que em sua trajetória na busca de realizar o seu sonho, ele aprende que o dinheiro não é tudo na vida, além de muitas outras lições necessárias na formação do ser humano. “O final do livro é surpreendente”, declarou Götze.


A capa traz em sua ilustração o garoto Mario com a camisa número 19 da Seleção Alemã, a mesma utilizada por Götze, e ao fundo em perspectiva a imagem do Estádio do Maracanã, palco do tetra germânico na Copa do Mundo de 2014. Os alemães venceram a Argentina por 1 a 0.

Confira mais detalhes do livro nas imagens abaixo:

 

O livro já se encontra disponível para venda no site oficial e custa 13 euros (em torno de R$ 50). Toda a verba da venda dos livros será revertida para a Fundação Alemã “Kids to Life”, que ajuda crianças e adolescentes carentes e  que não tem acesso a oportunidades.

Auf wiedersehen! 

 

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 14:46

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Por Josy Galvão

As estrelas da Feira do Livro de Frankfurt

Neste ano, o maior evento do mundo editorial está mais político do que nunca. Algumas das principais atrações vão falar sobre democracia, extremismo e nacionalismo.

Feira do Livro de Frankfurt

O Brexit, a tentativa de golpe de Estado na Turquia, a crise de refugiados e os perigos dos movimentos populistas na Europa são alguns dos principais temas da Feira do Livro de Frankfurt, que abriu nesta quarta-feira (19/10) sua edição de número 68. Neste ano, Holanda e a região de Flandres são os convidados de honra. Dessa vez, não um país, mas uma língua e um espaço cultural protagonizam o evento.

Como em 2015, a feira reúne cerca de 7 mil expositores, provenientes de mais de cem países, mostrando que, ano após ano, Frankfurt fortalece sua posição como epicentro do mundo editorial, ao mesmo tempo que mantém seu atrativo de grande festival literário para o grande público, com quase 4 mil eventos e a participação de cerca de 600 autores. A DW selecionou dez das principais atrações de língua não alemã que comparecem à feira deste ano.

David Hockney

Frankfurter Buchmesse 2016 David Hockney (Alexander Heimann)O pintor britânico apresentou em Frankfurt um livro de 500 páginas que é considerado o maior da feira e talvez também um dos mais caros, pois custa 2 mil euros. Chamada A Bigger Book, a obra oferece um panorama visual da carreira do artista, de 79 anos, incluindo desde seus trabalhos mais antigos, passando por suas famosas pinturas de piscina e colagens de Polaroid, até seus desenhos mais recentes, feitos com iPad. O livro contém apenas algumas linhas de texto escrito à mão, deixando a arte falar por si. “Um livro como este não precisa de muito texto”, justificou Hockney. “Você só precisa de imagens.”

Can Dündar

Buchmesse Frankfurt Can Dündar - Raif Badawi Award 2016 (picture-alliance/dpa/S. Prautsch)O jornalista turco apelou em Frankfurt para que a Europa faça mais pela liberdade de opinião e imprensa na Turquia. Segundo ele, seu país está a caminho de uma “ditadura islâmica”. Dündar avalia que cerca de 130 jornalistas e escritores estão atualmente presos na Turquia. O ex-editor do jornal Cumhuriyet, ele foi condenado a quase seis anos de prisão em novembro de 2015, depois que seu jornal publicou revelações sobre supostos envios ilegais de armas pelo serviço secreto turco a extremistas na Síria.

Elif Shafak

Buchmesse Frankfurt Elif Shafak (picture-alliance/dpa/F. Rumpenhorst)A escritora turca residente em Londres quase foi presa em 2006, depois de ser acusada de “insultar o povo turco” pelas referências ao genocídio armênio incluídas em seu livro De volta a Istambul. Em Frankfurt, ela discute sobre a Europa e o islã e apresenta seu novo livro, que também lida com a Turquia – um país profundamente dividido entre a democracia secular ocidental e a cultura islâmica.

Boualem Sansal

Algerischer Schriftsteller Boualem Sansal (picture-alliance/dpa)Nascido em 1949, ele é um dos mais famosos escritores da Argélia. Há anos Sansal adverte, em seus romances e ensaios, sobre os perigos do islamismo radical. Em 2011, ganhou o Prêmio da Paz do Comércio Livreiro Alemão. Seu romance2084 foi premiado no ano passado com o Grand Prix du Roman de l’Académie Française.

Timothy Garton Ash

Aachen Timothy Garton Ash erhält Karlsmedaille (picture-alliance/dpa/H. Kaiser)A Europa é o tema principal do historiador e escritor britânico Timothy Garton Ash. Não é de se admirar que, justamente por isso, ele tenha passado a ser um intelectual muito requisitado nesses tempos de ascensão dos movimentos nacionalistas europeus. O autor participa na Feira de Frankfurt de diversos debates sobre temas políticos, como, logicamente, não poderia deixar de ser.

Ian Kershaw

München Sir Ian Kershaw Historiker Mein Kampf Critical Edition Book Presentation (Getty Images/J. Simon)Mais um historiador britânico, ele tem agendadas várias participações durante a Feira do Livro de Frankfurt. Anos depois de sua monumental biografia de dois volumes sobre Adolf Hitler, um de seus maiores sucessos de vendas, seu mais recente livro, To Hell and Back: Europe, 1914-1949 (Ida e volta ao inferno: Europa, 1914-1949, em tradução livre), também lida com o século 20. Kershaw é um mestre em abordar a história de forma acessível ao grande público.

Leon de Winter

Ehrengast Buchmesse Leon de Winter (DW/S. Bartlick)Holanda e Flandres, convidados da Feira do Livro de Frankfurt deste ano, trouxeram autores de diferentes gerações. Leon de Winter é um deles. Ele apresenta seu romanceGeronimo. A obra é uma pequena provocação, pois traz uma trama eletrizante que mostra, na ficção, o lado humano do terrorista Osama bin Laden.
Fiona Kidman
Resultado de imagem para Fiona KidmanEla é pouco conhecida, tanto na Alemanha quanto no Brasil. Mas em seu país de origem, a Nova Zelândia, e em outros países da Commonwealth, a autora de 76 anos acumulou vários prêmios. Em seu mais recente romance, All Day at the Movies (Todo o dia no cinema, em tradução livre), a ex-jornalista conta a saga de uma família, tendo como pano de fundo a história da Nova Zelândia, com todas as agitações do passado recente.

John Burnside

Frankfurt Buchmesse Autor John Burnside (picture-alliance/E. Elsner)No best-seller A Lie About My Father (Uma mentira sobre meu pai, em tradução livre), Burnside escreveu sobre sua infância com o pai violento e alcoólatra. Em seu mais recente romance publicado na Alemanha, Waking up in Toytown(Subindo na cidade dos brinquedos, em tradução livre), ele se lembra de 1980, quando era, como ele mesmo diz, “muito louco”, ou seja, esquizofrênico. O livro descreve o longo e tortuoso caminho do escritor rumo à normalidade.

Donna Leon

Buchmesse Frankfurt Donna Leon (picture-alliance/dpa/A. Dedert)Celebridade na Alemanha, a autora de romances policiais americana dá prosseguimento em uma turnê que realiza pelo país, apresentando em Frankfurt seu 25º romance tendo o comissário Brunetti como protagonista. A história se passa, como sempre, em Veneza, cidade que é lar adotivo da escritora, de 74 anos.

Fonte:       http://www.dw.com/

São Paulo – Brasil – 00:03

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Josy Galvão

Novo Asterix tem personagem inspirado em Assange

Trigésimo sexto volume da série chega às livrarias com tiragem de 4 milhões de exemplares em mais de 20 línguas. Controle da informação é o tema central da nova aventura de Asterix e Obelix.

Imagem da capa de “O papiro de César”, novo álbum da série Asterix

O 36º livro da série de histórias em quadrinhos Asterix chegou nesta quinta-feira (22/10) às livrarias da Europa. Em Paris, alguns fãs fizeram fila em frente a uma loja para poder comprar um exemplar autografado pelos novos autores a partir da meia-noite.

O papiro de César foi apresentado há cerca de duas semanas num evento para a imprensa na Torre Eiffel, com as presenças do roteirista Jean-Yves Ferri, do ilustrador Didier Conrad (desenhos) e de Albert Uderzo, de 88 anos, um dos criadores da série.

O título do novo álbum já havia sido anunciado em março, mas só neste mês foram revelados pormenores da história, que faz referências à atualidade e foca no controle e também no vazamento de informações. Entre os novos personagens está o jornalista gaulês Doublepolemix, que é inspirado na figura de Julian Assange, fundador da organização WikiLeaks.

O novo personagem Doublepolemix, inspirado em Julian Assange, conversa com Obelix

O papiro de César tem uma tiragem inicial de 2 milhões de exemplares em francês e outros 2 milhões em outras 20 línguas, entre elas o português.

Ferri e Conrad são os mesmos autores que, em 2013, assinaram o volume anterior, Asterix entre os pictos, o primeiro livro no qual Uderzo não participou.

Uderzo e René Goscinny publicaram a primeira história de Asterix na revista Pilote em 1959. O primeiro livro próprio, Asterix, o gaulês, só saiu em 1961, dando início a uma das mais bem sucedidas séries de histórias em quadrinhos do mundo, com mais de 350 milhões de livros vendidos.

Asterix é um pequeno gaulês de bigode farto que tem como melhor amigo Obelix, um personagem gordo e desajeitado, dono de uma força incomum e que adora comer javalis. Ambos são habitantes de uma aldeia invencível, que teimosamente resiste às investidas militares dos romanos.

A parceria entre Uderzo e Goscinny terminou em 1977, com a morte do roteirista, mas o nome de ambos foi sempre mantido na assinatura das histórias. Em 2011, Uderzo, de 88 anos, retirou-se da série alegando cansaço.

Fonte:     http://www.dw.com/

São Paulo – Brasil – 23:04

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Josy Galvão

Nobel de Literatura vai para bielorrussa Svetlana Alexievich

Jornalista investigativa “transcendeu o formato jornalístico e desenvolveu um novo gênero literário”, diz Academia Sueca. Seus romances abordam temas como o colapso da União Soviética e a catástrofe nuclear de Chernobil.

A jornalista investigativa e autora bielorrussa Svetlana Alexievichfoi a vencedora do Prêmio Nobel de Literatura de 2015, divulgou nesta quinta-feira (08/10) a Academia Sueca em Estocolmo. O júri destacou “seus escritos polifônicos, um monumento ao sofrimento e à coragem nos nossos tempos”.

Ao longo de sua carreira, Alexievich usou suas habilidades jornalísticas para narrar as grandes tragédias da União Soviética e seu colapso, a Segunda Guerra Mundial, a guerra soviética no Afeganistão e o acidente nuclear de Chernobil.

Seu primeiro romance, The Unwomanly Face of the War (A cara pouco feminina da guerra, em tradução livre), publicado em 1985 e baseado em histórias de mulheres que lutaram contra o nazismo na Alemanha, vendeu mais de 2 milhões de cópias.

Seus livros foram publicados em 19 países, mas não há traduções brasileiras, nem de sua obra mais famosa, Vozes de Chernobil, feita a partir de mais de 500 entrevistas com testemunhas da catástrofe nuclear. Ela também escreveu três peças de teatro e roteiros para 21 documentários.

A secretária permanente da Academia Sueca, Sara Danius, elogiou Alexievich como uma grande e inovadora escritora. “Ela transcendeu o formato jornalístico e desenvolveu um novo gênero literário, que leva sua marca registrada.”

Por telefone, Alexievich afirmou à emissora sueca SVT que ganhar o Nobel de Literatura a deixou com um sentimento “complicado”. “Por um lado, é um sentimento fantástico, mas é também um pouco perturbador.”

Perguntada sobre o que iria fazer com as 8 milhões de coroas suecas (cerca de 960 mil dólares) do prêmio, ela disse: “Farei apenas uma coisa: vou comprar a minha liberdade. Eu preciso de muito tempo para escrever meus livros, de cinco a dez anos. Tenho duas ideias para novos livros, por isso, estou contente que agora vou ter liberdade para trabalhar neles.”

Em 2013, Alexievich já havia conquistado o Prêmio da Paz, dado há mais de seis décadas pela Associação Alemã do Comércio Livreiro. “Suas crônicas trágicas sobre o destino de indivíduos envolvidos no desastre de Chernobil, na guerra soviética no Afeganistão e seu desejo não realizado de ver a paz após o colapso do Império Soviético dão uma expressão tangível a uma tendência fundamental à decepção existencial que é difícil de ignorar”, disse a associação à época.

Nascida em 1948, filha de dois professores, Alexievich estudou Jornalismo em Belarus, que na época fazia parte da União Soviética. Ela trabalhou num jornal local e depois virou correspondente da revista literária Neman.

Atualmente, a jornalista vive em Minsk, capital de Belarus, e, como muitos intelectuais, apoia os opositores políticos do autoritário presidente Alexander Lukashenko.

Mulheres no Nobel

Para o Prêmio Nobel de Literatura deste ano, a Academia Sueca recebeu 259 propostas de nomes e reduziu a lista para 198. Com Alexievich, o número de mulheres a conquistar o Nobel de Literatura chega a 14, sete delas nos últimos 25 anos.

A mais recente foi a escritora canadense Alice Munro, em 2013, antecedida da alemã de origem romena Herta Müller, em 2009, da britânica Doris Lessing, em 2007, da austríaca Elfriede Jelinek, em 2004, da americana Toni Morrison, em 1993, e da sul-africana Nadine Gordimer, em 1991.

Antes delas vieram a poetisa alemã Nelly Sachs, em 1966, a chilena Gabriela Mistral, em 1945, a romancista americana Pearl S. Buck, em 1938, a escritora norueguesa Sigid Undset, em 1928, e a italiana Grazia Deledda, em 1926.

A sueca Selma Lagerlöf, autora de A maravilhosa viagem de Nils Holgersson, foi a primeira mulher homenageada com o Nobel da Literatura, em 1909. No ano passado, o prêmio foi para o escritor francês Patrick Modiano.

Os anúncios dos prêmios Nobel deste ano continuam nesta sexta-feira, com a divulgação do vencedor do Nobel da Paz. O ganhador da categoria Economia será anunciado na próxima segunda-feira. Todos os prêmios serão entregues em 10 de dezembro.

Fonte:     http://www.dw.com/

São Paulo – Brasil –23:34

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Josy Galvão

Ator de ’50 Tons de Cinza’ é eleito o homem mais sexy de 2015

Jamie Dornan e outras 99 celebridades estarão na edição de março da revista “Glamour”.

Ator de '50 Tons de Cinza' é eleito o homem mais sexy de 2015

O ator Jamie Dornan, protagonista do filme “50 Tons de Cinza” (2015), foi eleito o homem mais sexy do mundo pela revista britânica “Glamour”. Os companheiros de profissão Benedict Cumberbatch e Tom Hiddleston completam o pódio.

A lista com os 100 homens mais bonitos do mundo conta com as estreias de Chris Martin, vocalista da banda Coldplay, os atores James McAvoy e Dan Stevens, e o campeão da Fórmula 1 Lewis Hamilton.

Chris Hemsworth, ator em “Thor” (2011) e “Rush – No Limite da Velocidade” (2013), aparece na 13º colocação. Em novembro de 2014, a revista “People” o elegeu como o homem mais bonito do mundo.

A Glamour faz uma votação anual com os leitores da revista antes de eleger os homens mais bonitos. A publicação será lançada em março, no Reino Unido.

Confira os 100 homens mais sexy de acordo com a revista “Glamour”:

1. Jamie Dornan (ator, “50 Tons de Cinza” (2015))
2. Benedict Cumberbatch (ator, “Sherlock” e “O Jogo da Imitação” (2014))
3. Tom Hiddleston (ator, “Thor” (2011) e “The Avengers: Os Vingadores” (2012))
4. Robert Pattinson (ator, franquia “A Saga Crepúsculo”)
5. Henry Cavill (ator, “O Homem de Aço” (2013))
6. Theo James (ator, “Divergente” (2014))
7. Harry Styles (músico, One Direction)
8. Jamie Campbell Bower (ator, franquia “A Saga Crepúsculo”)
9. Jared Leto (músico e ator, “Clube de Compras Dallas” (2014))
10. Pharrell Williams (músico)
11. Liam Hemsworth (ator, franquia “Jogos Vorazes”)
12. Johnny Depp (ator, franquia “Piratas do Caribe” e “Alice no País das Maravilhas” (2010))
13. Chris Hemsworth (ator, franquia “Thor”)
14. Ian Somerhalder (ator, “The Vampires Diaries”)
15. Charlie Hunnam (ator, “Sons of Anarchy” e “Círculo de Fogo” (2013))
16. Richard Armitage (ator, franquia “O Hobbit”)
17. Zayn Malik (músico, One Direction)
18. Alex Turner (músico, Arctic Monkeys)
19. David Gandy (modelo)
20. Orlando Bloom (ator, franquia “Piratas do Caribe”)
21. Matt Bomer (ator, “White Collar”)
22. Niall Horan (músico, One Direction)
23. Idris Elba (ator, franquia “Thor” e “Círculo de Fogo” (2013))
24. Michael Fassbender (ator, “12 Anos de Escravidão” (2013) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014))
25. Alexander Skarsgard (ator, “True Blood”)
26. Zac Efron (ator, “High School Musical” e “Vizinhos” (2014))
27. Chris Martin (músico, Coldplay)
28. Paul Wesley (ator, “The Vampire Diaries”)
29. Bradley Cooper (ator, “Se Beber, Não Case” e “Sniper Americano” (2014))
30. Chris Evans (ator, “The Avengers: Os Vingadores” (2012) e franquia “Capitão América”)
31. Brandon Flowers (músico, The Killers)
32. Dan Stevens (ator, “Downton Abbey”)
33. Lewis Hamilton (piloto de Fórmula 1)
34. Kit Harington (ator, “Game of Thrones” e “Pompeia” (2014))
35. Gerard Butler (ator, “300” (2006) e “Como Treinar o Seu Dragão” (2010))
36. Matt Smith (ator, “Doctor Who”)
37. Max Irons (ator, “A Garota da Capa Vermelha” (2011))
38. Robert Downey, Jr. (ator, franquia “Homem de Ferro”)
39. Daniel Radcliffe (ator, franquia “Harry Potter” e “Será Quê?” (2013))
40. James McAvoy (ator, “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014))
41. Josh Hutcherson (ator, franquia “Jogos Vorazes”)
42. Sam Claflin (ator, franquia “Jogos Vorazes”)
43. David Beckham (ex-jogador de futebol)
44. Drake (rapper)
45. Leonardo DiCaprio (ator, “Titanic” (1997) e “O Lobo de Wall Street” (2013))
46. Oliver Cheshire (modelo)
47. Ryan Gosling (ator, “Tudo Pelo Poder” (2011))
48. Channing Tatum (ator, “Anjos da Lei” e “Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo” (2014))
49. Chris Pratt (ator, “Os Guardiões da Galáxia” (2014))
50. Colin Farrell (ator, “Por um Fio” (2002) e “O Vingador do Futuro” (2012))
51. Tom Hardy (ator, “A Origem” (2010) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012))
52. Louis Tomlinson (músico, One Direction)
53. Sean Bean (ator, franquia “Senhor dos Aneis”)
54. Taylor Lautner (ator, franquia “Crepúsculo”)
55. Tinie Tempah (rapper)
56. Liam Payne (músico, One Direction)
57. Justin Timberlake (músico e ator)
58. Rafael Nadal (tenista)
59. Ricky Wilson (músico, Kaiser Chiefs)
60. Nicholas Hoult (ator, “Um Grande Garoto” (2002) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014))
61. Andrew Garfield (ator, “O Espetacular Homem Aranha” (2012))
62. Jensen Ackles (ator, “Supernatural”)
63. Dave Franco (ator, “Anjos da Lei” (2012) e “Truque de Mestre” (2013))
64. Luke Evans (ator, franquia “O Hobbit”)
65. Douglas Booth (ator, “Noé” (2014))
66. Jonathan Rhys Meyers (ator, “O Som do Coração” (2007))
67. Hugh Jackman (ator, franquia “X-Men”)
68. Calvin Harris (DJ)
69. Eddie Redmayne (ator, “A Teoria de Tudo” (2014))
70. Joe Manganiello (ator, “True Blood”)
71. Nikolaj Coster Waldeu (ator, “Game of Thrones”)
72. David Tennant (ator, “Harry Potter e o Cálice de Fogo” (2005))
73. Logan Lerman (ator, “Percy Jackson e o Ladrão de Raios” (2010) e “As Vantagens de Ser Invisível” (2012))
74. Jake Gyllenhaal (ator, “Donnie Darko” (2001) e O Abutre” (2014))
75. Matthew McConaughey (ator, “Sahara” (2005) e “Clube de Compras Dallas” (2013))
76. Tom Welling (ator, “Smallville: As Aventuras do Superboy”)
77. Adam Levine (músico, Maroon 5)
78. Paolo Nutini (músico)
79. Ryan Reynolds (ator, “Enterrado Vivo” (2010) e “Lanterna Verde” (2011))
80. Chris Pine (ator, “Caminhos da Floresta” (2014))
81. Alex Pettyfer (ator, “Eu Sou o Número Quatro” (2011))
82. John Mayer (músico)
83. Adam Lambert (músico)
84. Anson Mount (ator, “Sob o Domínio do Medo” (2011))
85. Brad Pitt (ator, “Bastardos Inglórios” (2009) e “Clube da Luta” (1999))
86. Serge Pizzorno (músico, Kasabian)
87. Tom Daley (atleta olímpico)
88. Ansel Elgort (ator, “A Culpa É das Estrelas” (2014))
89. Jake Bugg (cantor)
90. Aidan Turner (ator, franquia “O Hobbit”)
91. Jon Hamm (ator, “Mad Men”
92. Joseph Gordon-Levitt (ator, “A Origem” (2010) e “Looper: Assassinos do Futuro” (2012))
93. Tom Odell (músico)
94. Jason Momoa (ator, “Stargate: Atlantis”)
95. Justin Theroux (ator, “The Leftovers”)
96. Garrett Hedlund (ator, “Tron: O Legado” (2010) e “Invencível” (2014))
97. James Franco (ator, “127 Horas” (2010) e “A Entrevista” (2014))
98. Jeremy Renner (ator, “The Avengers: Os Vingadores” (2012) e “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma” (2011))
99. Kellan Lutz (ator, saga “Crepúsculo”)
100. Ashton Kutcher (ator, “Two and a Half Men”).

E você, o que achou da lista? Deixe o seu comentário!

Fonte:  http://almanaque.portalvox.com/

São Paulo – Brasil – 23:09

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Por Josy Galvão

Em quatro dias, novo ’50 Tons’ vende 1,1 milhão de cópias

Em apenas quatro dias, Grey, que conta a historia de Cinquenta Tons de Cinza pelos olhos do galã sadomasoquista Christian Grey, já vendeu 1,1 milhão de cópias em seus diversos formatos de leitura nos mercados americano e britânico. As informações são do site da revista americana Entertainment Weekly.

De acordo com a Vintage Anchor books, editora responsável pela obra, Grey chegou ao número com a venda de livros em formato físico, e-books e edições em áudio. “Este é um número surpreendente de venda de livros ao longo de um fim de semana e reflete o engajamento dos leitores apaixonados pelos livros de Cinquenta Tons“, disse Anne Messitte, porta-voz da Vintage, em um comunicado à EW. “A versão de Christian da história está provando ser irresistível.”

Diante da velocidade das vendas — o livro foi lançado na última quinta-feira –, a editora britânica afirmou que já está organizando novas edições do romance. A primeira versão foi planejada para ter 1,25 milhões de cópias, enquanto as próximas devem ultrapassar a casa dos 2 milhões.

Grey ficou no topo da lista de pré-venda da livraria online Kindle, da Amazon. “É a maior pré-venda do ano”, disse Sara Nelson, diretora editorial da Amazon.com. “Eu ficaria muito surpresa se não for um best-seller.” A trilogia de Cinquenta Tons de Cinza já vendeu mais de 125 milhões de exemplares no mundo e é considerada uma das publicações de maior sucesso comercial na história.

Fonte:  http://veja.abril.com.br/

São Paulo – Brasil – 22:18

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Josy Galvão

O futebol “negócio” e o futebol “espetáculo” segundo José Saramago

saramago

“O que as vitórias têm de mau é que não são definitivas. O que as derrotas têm de bom é que também não são definitivas”. A frase poderia ter sido cunhada por um grande técnico de futebol. Um grande pensador do esporte. Na verdade, é atribuída a um dos maiores nomes da literatura em língua portuguesa. E teria sido dita por José Saramago em uma conversa informal com ninguém menos do que Luís Figo, após um infortúnio da seleção portuguesa. Aspas para qualquer jogador carregar pelo resto da vida.

Saramago não era exatamente dos mais apaixonados do futebol, mas tinha sua relação com o esporte. Filho de um benfiquista fanático, chegou a ser sócio do clube, mas não frequentou as arquibancadas por tanto tempo. Com o passar dos anos, desanimou. Tanto com a espetacularização quanto com a mercantilização do jogo. Ainda assim, mostrava-se um daqueles que gostavam do futebol bem jogado.

Abaixo, reproduzimos alguns trechos da entrevista de Saramago à extinta “A Bola Magazine”, concedida em 1998 – logo após se tornar o primeiro escritor em língua portuguesa a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura. Fala sobre as suas visões sobre o esporte, assim como a presença do futebol nos livros. É óbvio, você não precisa concordar com tudo o que ele diz. Mas é sempre legal tentar entrar na mente de um dos maiores nomes da literatura dos últimos 100 anos, ainda mais em um assunto tão cotidiano. No aniversário dos cinco anos da morte de Saramago (18/06), fica a homenagem:

Porque é que o esporte em geral e o futebol em particular têm sido incompatíveis com a literatura? Quer dizer, o esporte não é propriamente um tema literário, pois não?
Aqui entre nós, não é. Mas na América Latina é, e muito. Tem-se escrito, e muitíssimo bem, sobre o mundo do futebol.

Mas qual o porquê de esse fenômeno ser tão localizado?
Não sei como responder-lhe a essa pergunta. No caso da América Latina poderíamos atribuir isso à terrível paixão com que o jogo é vivido por lá.

Aparentemente, por aqui também há paixão…
…mas talvez não haja.

Que me lembre, dos 94 Prêmios Nobel da Literatura que o precederam, apenas um, Camilo José Cela, escreveu assumidamente em redor do esporte no seu “Onze Contos de Futebol”. Alguma vez lhe passaria pela cabeça escrever contos sobre futebol?
Não… Não. E a razão é simples: trata-se de um mundo que não conheço. Em princípio, quem escreve deve ter muito cuidado e não meter-se por assuntos que não domina. Da mesma maneira que não seria capaz de escrever um romance ou um conto em que o personagem principal fosse um presidente do conselho de administração de uma empresa multinacional, também não seria capaz de meter-me na pele de um dirigente de um clube de futebol ou de um jogador de futebol.

José  Saramago  no  SESC

O distanciamento entre si e o esporte é assim tão grande?
Bom, eu joguei tênis durante muitos anos, vivia na Parede e tinha acesso fácil às quadras. Nado, como qualquer pessoa nada, pratiquei um esporte menos que amadorístico, as mudanças da minha vida afastaram-me da prática desportiva. Mas distanciamento não posso dizer que haja. Sou dos que assistem aos espetáculos confortavelmente sentados frente à televisão. Gosto de ver umas modalidades bem menos que outras. O salto em comprimento, por exemplo, aborrece-me porque é excessivamente repetitivo. Mas aprecio as corridas. As corridas que não são de longa distância, porque essas são excessivamente táticas, deixando a resolução para as últimas voltas, dando vontade de perguntar para que é que se correram todas as voltas anteriores. O futebol tem o velho problema: ou é bem ou mal jogado.

Tal como os livros. Ou são bem ou mal escritos…
E, da mesma maneira que um livro mal escrito se torna entediante, também me sucede estar a ver um jogo de futebol e deixá-lo a meio. Além disso, o futebol de hoje tem uma coisa que não suporto e que é o jogo violento. Não o jogo violento no sentido… razoável. Não é preciso embrulhar os jogadores em algodão-em-rama. Mas existe uma violência, assente na crueldade, que não aceito. Que me incomoda.

Já li, numa entrevista que deu, se não me engano ao Baptista-Bastos, que o futebol deixou de exercer em si qualquer atração. Qual foi o porquê da desilusão? Houve alguma razão especial para isso?
Não. Eu fui sócio do Benfica com os meus oito ou nove anos. Por influência do meu pai, claro, ele era um benfiquista ferrenho, no tempo do Estádio das Amoreiras. Mas depois as mudanças de vida levaram-me por outros caminhos. Não me apetecia estar a sair de casa para ver um jogo. Nunca fui suficientemente entusiasta para andar de bandeira e cachecol e toda essa parafernália que fez com que o espetáculo se tenha deslocado do campo para as arquibancadas. O que, aliás, está de acordo com os atuais costumes do mundo. Além do mais desagradei-me…

Também não quero estar aqui com a conversa saudosista do “antigamente é que era bom”. Mas a verdade é que, nessa época, o jogador tinha o seu clube, e clube e jogador estavam pegados um ao outro. A camisa era uma coisa respeitável. Quase como uma outra bandeira. E o Benfica viveu o orgulho de só ter jogadores portugueses… Num tempo não muito distante. E agora o que é que acontece? Caiu-se num exagero. Onde estão hoje o Benfica, o Sporting, o Porto? O futebol não passa de um negócio. Desapareceu uma certa solidariedade de grupo. Isso fez-me desinteressar pelo futebol, mas também é certo que nunca fui um grande aficionado.

saramagoAFP

É o autor do conceito do transiberismo, o que para a questão que lhe quero colocar vai dar ao mesmo. Quando se trata de uma Copa do Mundo, por quem torce: pelos portugueses, pelos ibéricos, pelos lusófonos?
Eu defendo que devemos sair deste pequeno quintal que é o nosso e pensarmos que estamos numa realidade maior que é a Península Ibérica. Mas também não é ficar por aí. Olhar para o outro lado do Atlântico, para a América, para a África. E esta recente cimeira Ibero-Americana fez-nos perceber que podemos esperar do futuro algumas coisas magníficas nesse domínio, logo veremos o quê. Quanto ao que me pergunta, enfim, eu continuo a ter uma forte costela patriótica. Agora se são, por exemplo, espanhóis a defrontar alemães, eu fico do lado dos espanhóis, naturalmente. O que também não significa muito, porque prefiro sempre aqueles que fazem o seu trabalho bem feito. E se uma boa equipe alemã joga com uma boa equipe portuguesa, vejo por vezes a minha preferência cair para aquele que está a jogar melhor, independentemente do patriotismo. Com uma exceção, em todo o caso: quando um pequeno joga com um muito grande, mesmo que jogue mal estou a favor do pequeno.

O poeta T. S. Eliot, por acaso também ele Nobel lá pelos idos de 48, dizia que “o futebol é um elemento fundamental da cultura contemporânea”. Que comentário lhe merece esta frase?
O comentário que essa frase me merece é o de que nem sempre os poetas têm razão. Essas coisas são sempre muito pessoais. E nada pior do que as citações dos escritores. Primeiro, porque correspondem a uma ideia pessoal; depois, porque as formulam como se fossem ideias universais. O futebol converteu-se num espetáculo e já nada tem praticamente de esporte. Apenas isso.

Fonte:   http://trivela.uol.com.br/

Por: Leandro Stein

São Paulo – Brasil – 01:31

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Josy Galvão

Novo ’50 Tons’ é roubado antes de sua publicação

E.L. James, a autora de Cinquenta Tons de Cinza, anunciou na semana passada que a sua série best-seller teria mais um livro: Grey, um volume que repassaria a história do casal Anastasia Steele e Christian Grey pelo olhar do galã sadomasoquista. O volume estaria disponível para leitores americanos e britânicos já na semana que vem, em 18 de junho, mas pode estar ao alcance dos fãs ainda antes, já que o original da publicação desapareceu, segundo o jornal britânico Daily Mail.

O original foi dado como perdido na manhã desta terça-feira e há o temor que ele seja pirateado ou que trechos dele sejam vendidos para meios de comunicação. Procurada pelo Daily Mail, a Penguin Random House, editora do selo Vintage, responsável pela obra, se absteve de comentar o desaparecimento, não dizendo, por exemplo, como se deu o sumiço do livro. A única informação dada pela editora é de que “há uma investigação policial em curso”. A autora da série, E.L. James, também não se pronunciou.

O caso remete ao que ocorreu com Stephenie Meyer, escritora de Crepúsculo. Em 2008, ela planejava reescrever a trama dos vampiros adolescentes, mas sob a perspectiva de Edward Cullen, namorado de Bella – Kristen Stewart na versão cinematográfica. Entretanto, parte do rascunho foi roubado e divulgado na internet, e Stephenie parou de escrevê-lo.

Em 2007, o último livro de Harry Potter também vazou: ele estava disponível para download dias antes do seu lançamento oficial, apesar do forte esquema de segurança montado em torno dele. Antes, em 2003, próximo ao lançamento de Harry Potter e a Ordem da Fênix, o motorista do caminhão que transportava a publicação roubou páginas do livro e tentou vendê-las, sem sucesso, ao jornal The Sun.

É possível que Grey se torne mais um episódio da franquia cinematográfica de Cinquenta Tons de Cinza, apesar de os protagonistas do original, Dakota Johnson (Anastasia Steele) e Jamie Dornar (Grey),não terem assinado contrato para realizarem o spin-off.

Fonte:    http://veja.abril.com.br/

São Paulo – Brasil – 23:36

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Josy Galvão

Mark Zuckerberg cria clube de leitura virtual no Facebook

Photo: Getty Images

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, teve mais uma ideia brilhante e criou um clube de leitura virtual, que funcionará pelo Facebook. A ideia é uma resolução para o novo ano que se inicia. O criador da rede social mais utilizada do planeta prometeu que lerá um livro a cada duas semanas e fez um convite para que pessoas de todo o mundo se unam a ele.

Conhecido por suas resoluções diferenciadas a cada ano, Zuckerberg decidiu que  2015 será o “ano dos livros”. Dois anos atrás, ele se lançou o desafio de conhecer uma pessoa nova por dia. No último ano, tentou escrever, diariamente, uma nota de agradecimento.

A página foi criada no último sábado no Facebook para ser uma espécie de fórum de discussão dos livros propostos e traz o nome de “A year of books” (um ano de livros, em tradução livre) . Nas primeiras 24 horas de funcionamento, mais de 62 mil pessoas já haviam feito a sua inscrição.

A página da comunidade virtual traz a seguinte descrição:  “Nós leremos um livro a cada duas semanas e o discutiremos aqui. Os livros vão dar destaque à aprendizagem de novas culturas, crenças, histórias e tecnologias”. 

O principal objetivo da página é a sugestão de  livros que provoquem diálogos sobre diversos assuntos e culturas. A Bíblia e o Alcorão são as sugestões mais citadas até o momento, mas centenas de outros títulos, também já foram sugeridos.

O primeiro livro escolhido para a abertura dos diálogos é “O fim do poder”, do venezuelano Moisés Naím, ex-editor da revista americana “Foreign Policy” e autor de mais de dez livros sobre economia e política internacional. O livro foi publicado em março de 2013, e tem 300 páginas, e traz como tema as mudanças pelas quais o mundo vem passando desde meados do século XX e tenta explicar por que o poder é tão transitório nos dias de hoje, analisando o papel das novas tecnologias.

O administrador da comunidade virtual faz seguinte apelo aos inscritos na página: “Por favor, só participe das discussões se você realmente leu os livros e tem ideias interessantes a acrescentar. O grupo será moderado para que se mantenha focado”.

Fica a dica e o convite para participar de mais esta ideia brilhante, que com certeza agregará novos conhecimentos aos participantes da página.

 

São Paulo – Brasil – 23:46

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Josy Galvão

Livro do zagueiro Dante é nomeado para prêmio da Academia Alemã de Cultura

Zagueiro brasileiro Dante posa com a taça do Campeonato Alemão, a Salva de Prata
Zagueiro brasileiro Dante posa com a taça do Campeonato Alemão, a Salva de Prata

Sempre premiado dentro de campo por suas boas atuações no Campeonato Alemão, o zagueiro Dante agora pode ser reconhecido fora dos gramados. Nesta segunda-feira, a Academia Alemã para a Cultura do Futebol anunciou que a autobiografia do defensor da seleção brasileira está concorrendo ao prêmio de “Livro de Futebol do Ano”.

Ich, Dante (“Eu, Dante”, em alemão) vai competir com outros 11 livros para o prêmio. O vencedor será anunciado no dia 24 de outubro, em Nuremberg.

“Estou muito feliz por ter o meu livro selecionado para este prêmio. Quando decidi escrever o livro no ano passado, eu tinha imaginado que eu queria compartilhar com os fãs de futebol minha paixão, meu desejo de jogar o jogo, e para mostrar a todos que quando se tem um objetivo que não apenas devemos sonhar, mas pode-se realmente trabalhar duro e fazer o sonho virar realidade”, celebrou Dante.

“Com a minha história e alguns exemplos e situações da minha vida, eu queria compartilhar com os fãs alguns fatos vividos, bem como a vida de um jogador de futebol profissional “, prosseguiu o defensor da seleção brasileira.

“Fico feliz que o livro foi bem recebido pela imprensa, fãs e críticos. Estou certo de que os outros livros que eu estou competindo também são muito bons e não vai ser fácil para mim para ganhar este prêmio. No entanto,  fazer parte desta prestigiada lista já é uma alegria “, concluiu.

Fonte: http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 23:39

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Josy Galvão