Archive for the ‘Saúde e Qualidade de Vida’ Category

7 receitas de macarrão (levinhas!) para comer sem culpa

Espaguete de grão-de-bico com funghi secchi

Espaguete de grão-de-bico com funghi secchi (divulgação/BOA FORMA)

 

Apesar de saborosa e amada por muitos, a massa ainda é conhecida como vilã das dietas. Por ser fonte de carboidrato, quase sempre é excluída das refeições de quem deseja emagrecer. “A ciência da nutrição vem provando que excluir a massa da dieta é um grande equívoco. Uma massa de qualidade, quando acompanhada de vegetais e gorduras saudáveis, como azeite, oleaginosas ou abacate, formam um prato equilibrado, saudável, cheio de densidade e nutritivo”, diz a nutricionista Alessandra Luglio, de São Paulo. Na hora do preparo, opte pelas massas secas do tipo “grano duro”, versão tradicional ou integral, que são as mais ricas em proteína e fibras. Além disso, também dá para criar pratos criativos que usam legumes como base.

Agora que você já sabe que pode incluir o seu prato preferido no cardápio, conheça versões deliciosas de preparo:

 Espaguete de abobrinha 

Espaguete de abobrinha da Tainá Müller

(A_Lein/Thinkstock/Getty Images)

 

Ingredientes

  • 2 abobrinhas cortadas em tirinhas
  • 2 col. (sopa) de azeite extravirgem
  • 1 dente de alho picado
  • Sal a gosto
  • 1/4 de cebola picada
  • 2 tomates em cubinhos
  • 1/2 xíc. (chá) de molho de tomate

Modo de fazer

Em uma frigideira antiaderente, doure o alho com metade do azeite. Desligue o fogo e adicione a abobrinha e o sal. Em outra panela, doure a cebola com o restante do azeite, refogue o molho e, por último, junte o tomate. Sirva sobre a abobrinha.

Rende: 2 porções.
Calorias por porção: 95.

Espaguete de grão-de-bico com funghi secchi

Macarrão de grão-de-bico e funghi seco

(Divulgação/Divulgação)

 

Ingredientes

. 300 g pacote de macarrão de grão-de-bico (à venda em lojas de produtos naturais)
. 100 g de funghi secchi hidratado com o dobro de água
. Fios de cenoura cozida (cortada no espirilizador)
. 50 ml de vinho carbenet sauvignon
. 5 dentes de alho roxo amassados
. Ervas de Provence a gosto
. Azeite trufado a gosto
. Sal rosa do Himalaia
. Pimenta moída na hora
 

Modo de preparo 

Refogue o alho no azeite trufado sem deixar queimar. Acrescente as ervas e acerte o sal. Cozinhe o macarrão em outra panela, conforme a orientação do fabricante.
 
Ao mesmo tempo, cozinhe o funghi, depois pique-o em pedaços pequenos, e junte ao refogado. Acrescente o vinho tinto, e deixe reduzir. Inclua as cenouras para finalizar, acerte o sal e a pimenta.
 
Dica: se quiser, por cima, quebre com a mão com 1 fatia fina de queijo de ovelha.
 
  • Categoria: Massa
  • Dificuldade: Fácil
  • Tempo de Preparo: Rápido (até 30 minutos)
  • Tipo: Prato principal

Espaguete low carb de legumes ao pesto de manjericão

Prato com cenoura ralada e pesto de manjericão

(Alexandra Vaz/BOA FORMA)

 

Ingredientes

  • 4 cenoura média
  • 2 manjericão fresco
  • 1/2 castanha de caju torrada
  • 1/2 queijo meia-cura ralado
  • 2 alho
  • 1 azeite de oliva extra-virgem
  • 1/2 limão (suco)
  • • sal a gosto
  • • pimenta-do-reino a gosto
 

Modo de preparo

Corte a cenoura em fatias finas com um descascador. Aqueça a frigideira com um fio de azeite e doure os dentes de alho levemente. Refogue a cenoura fatiada até ficar al dente. Tempere com uma pitada de sal e de pimenta-do-reino. Bata no liquidificador o azeite, as castanhas, o alho, o queijo meia-cura e o suco de limão. Ao final, coloque o manjericão com uma pedra de gelo (para não escurecer) e bata mais um pouco. Então, é só montar o prato (use um aro para modelar) e finalizar com castanha-de-caju em pedaços.

Espaguete integral

(Alex Silva)

 

Ingredientes

  • 300 g macarrão espaguete integral cozido al dente
  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
  • 4 dentes de alho picados
  • 1 1/2 xícara (chá) de cogumelo shiitake fatiado
  • 1 1/2 xícara (chá) de cogumelo-de-paris
  • 20 tomate cereja cortados no meio
  • • sal pimenta-do-reino e tirinhas de pimenta dedo-de-moça a gosto
  • • salsa (ou salsinha) picada a gosto
 

Modo de preparo

Em uma frigideira, coloque 1 colher do azeite e doure o alho. Reserve. Na mesma frigideira, acrescente o restante do azeite e doure os cogumelos e, em seguida, junte os tomates. Refogue rapidamente. Tempere com o sal e a pimenta. Misture o alho reservado, a salsa e, por último, a massa. Sirva em seguida.

Macarrão de grão-de-bico sem glúten com espinafre

macarrão de grão-de-bico com espinafre

(Divulgação/Comer Bem que Mal Tem?)

 

Ingredientes

  • 1 manteiga
  • 1 azeite de oliva
  • 1 alho picado
  • 1 caldo de legumes caseiro
  • 2 Biomassa de banana verde
  • 1/2 limão-siciliano (suco)
  • 200 macarrão de grão-de-bico
  • 1 espinafre (use só as folhas)
  • • limão (raspas da casca)
  • • sal a gosto
  • • pimenta-dedo-de-moça fatiada (para decorar)
 

Modo de preparo

Prepare o  molho primeiro: em uma panela, junte a manteiga com o azeite e doure o alho. Acrescente o caldo de legumes, a biomassa de banana verde, raspas e o suco de limão. Tempere com o sal e reserve. Em uma panela com água fervente e temperada com 1 fio de azeite e um pouco de sal, adicione o macarrão e o espinafre. Cozinhe por 3 minutos (ou só até a massa ficar al dente). Escorra e passe o macarrão com o espinafre para um prato. Regue com o molho e decore com a pimenta.

Penne de arroz sem glúten com bacalhau ao pesto funcional de brócolis

Penne funcional

(Divulgação/BOA FORMA)

 

Ingredientes 

. 500 g de macarrão de arroz tipo penne
. 1 litro de água filtrada
. 200 g de bacalhau dessalgado desfiado
. 1 pitada de sal marinho 
. 2 xícaras de brócolis cozidos
. ½ xícara de manjericão fresco
. 1 dente de alho
. ½ xícara de azeite de oliva extra virgem 
. 1 colher de chá de sal marinho  
. ¼ xícara de nozes trituradas
. 2 colheres de chá de semente de chia 

Modo de preparo

Desfie o bacalhau e deixe de molho em 1 xícara de água. Aqueça 1 litro de água em uma panela com uma pitada de sal. Quando a água estiver fervendo coloque o macarrão e deixe até seu cozimento.  

Enquanto isso no liquidificador processe os brócolis, o manjericão, o azeite e o sal marinho. Se necessário acrescente 2 colheres de chá de água filtrada para que vire uma pasta grossa.

Retire do liquidificador, coloque em um bowl e adicione as nozes e as sementes de chia. Reserve.

Escorra o bacalhau e coloque em uma frigideira em fogo alto (200 ºC a 220 ºC) apenas o bacalhau (sem azeite, pois, o peixe já tem sua gordura) e refogue por 5 minutos.

Acrescente o pesto ao bacalhau e deixe no fogo por no máximo 3 minutos evitando assim que o azeite de oliva oxide.

Quando o macarrão estiver cozido, escorra a água e acrescente o pesto. Decore com folhas de manjericão e sirva em seguida.  

  • Categoria: Massa
  • Dificuldade: Fácil
  • Rendimento: 3 porções
  • Tempo de Preparo: Médio (de 30 a 45 minutos)
  • Tipo: Prato principal

Fettuccine ao molho de ervas

Fettuccine ao molho de ervas

(Sheila Oliveira/BOA FORMA)

 

Ingredientes

. 1/3 do pacote de fettuccine integral cru (170 g)
. 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
. 1 colher (sopa) de manjericão fresco
. 1 colher (sopa) de tomilho fresco (ou seco)
. 1 colher (sopa) de alecrim fresco (ou seco)
. 2 colheres (chá) de salsinha picada
. 1 colher (chá) de sal
. 2 fatias grossas (300 g) de peito de peru cortado em cubos

Modo de preparo

1. Cozinhe o fettuccine al dente, escorra e reserve.

2. Em uma panela, coloque metade do azeite e aqueça junto com as ervas e o sal por alguns segundos.

3. Junte o peito de peru e deixe aquecer. Misture o fettuccine delicadamente, regue com o restante do azeite e sirva em seguida.

  • Calorias: 307 por porção
  • Categoria: Massa
  • Dificuldade: Fácil
  • Rendimento: 4 porções
  • Tempo de Preparo: Rápido (até 30 minutos)
  • Tipo: Prato principal

 

Matéria originalmente publicada por:   http://boaforma.abril.com.br

São Paulo – Brasil – 22:08

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Josy Galvão

Câncer de partes moles ganha primeiro remédio em 40 anos

Novo medicamento é aprovado em tempo recorde e traz esperança para um tipo de tumor que não tinha tratamentos disponíveis até então.

A droga é administrada por meio de uma infusão intravenosa (Foto: GettyImages)

 

Metade do peso de seu corpo está distribuída em músculos, gordura, tendões, nervos periféricos… E, assim como acontece no resto do organismo, as células que compõem essas estruturas podem ficar doentes e originar um câncer. Trata-se do sarcoma de partes moles, um tumor relativamente raro, mas que provoca cerca de 5 mil mortes só nos Estados Unidos por ano — infelizmente, faltam dados sobre a incidência dele aqui no Brasil.

“Até agora, não existia uma droga específica para combatê-lo”, conta o oncologista Rodrigo Munhoz, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Mas a espera está prestes a acabar: a droga olaratumabe, da farmacêutica Eli Lilly, foi recentemente liberada pelas agências regulatórias dos Estados Unidos e da Europa.

Seus resultados preliminares foram tão positivos que o remédio ganhou o selo de terapia inovadora e teve o processo de aprovação acelerado, uma vez que ele pode beneficiar um grande número de pacientes. A experiência, que foi relatada num artigo científico publicado no prestigiado periódico The Lancet, envolveu 133 voluntários, que foram divididos em dois grupos.

O primeiro ganhou doses do olaratumabe e de doxorrubicina, um quimioterápico convencional. A segunda turma recebeu apenas a tal doxorrubicina. Os indivíduos que se valeram do tratamento duplo tiveram uma sobrevida média sem progressão da doença de 11,8 meses, o que não foi obtido apenas com a químio.

O olaratumabe integra a classe das terapias-alvo, drogas que agem como um míssil teleguiado e atacam com precisão uma parte específica do câncer. “Ele interfere numa proteína chamada PDGFR-alfa, que está envolvida no desenvolvimento do tumor. Assim, impede que as células cresçam e causem mais incômodos”, explica Munhoz, que também é médico do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.

O novo medicamento já passa a ser a primeira opção de tratamento junto com a químio no sarcoma de partes moles com metástase. A expectativa é que ele chegue ao Brasil apenas em 2018 ou 2019.

 

Matéria originalmente publicada por:   http://saude.abril.com.br

São Paulo – Brasil – 23:45

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Josy Galvão

Homens e mulheres metabolizam remédios de maneira diferente

Pesquisa mostra que diferenças de metabolismo exigem adequação do medicamento às especificidades da natureza do corpo. Na Alemanha, agências reguladoras já exigem testes em ambos os sexos.

Doping am Arbeitsplatz (picture-alliance/U. Baumgarten)

A travessia entre o diagnóstico e a cura de uma doença submete homens e mulheres a tratamentos com remédios que não necessariamente são adequados às particularidades de cada organismo, concluiu um estudo realizado no Instituto Max-Planck em Dresden, na Alemanha. Para os cientistas envolvidos na pesquisa, a produção de medicamentos pela indústria farmacêutica desconsidera o fato de que a diferença entre os sexos vai além do aparelho reprodutor.

Um exemplo é o metabolismo hepático. A equipe de Dresden descobriu que a gordura no sangue do homem e da mulher é diferente. Isso indica que o fígado de um e de outro funciona de maneira distinta. Por esse fator, um quinto dos homens analisados pelos pesquisadores apresentou risco maior de desenvolver ao longo da vida diabetes tipo 2, pressão alta e obesidade. Essas informações deveriam ser levadas em conta na hora de definir a composição de um remédio para eles. Mas na maioria dos casos, não são.

Nas mulheres, as chances de uma síndrome metabólica são menores. Só que outro problema foi detectado – aliás, um problema para as mulheres que tomam pílula. O consumo de anticoncepcionais, segundo o estudo, produz uma mudança drástica na gordura sanguínea. A consequência é que as células do fígado acabam danificadas.

Os cientistas alemães chegaram ainda à conclusão de que a pílula faz diminuir a formação do colesterol bom, o HDL, e eleva o perigo de infecções, pressão alta e arteriosclerose. Foram identificados também distúrbios de ritmo do coração e da circulação do sangue. Tudo isso poderia potencializar os efeitos colaterais de um medicamento, ou mesmo fazer o organismo da mulher reagir de uma forma inesperada.

A medicina de gêneros

Vera Regitz-Zagrosek, do Instituto de Pesquisa de Gêneros do hospital Charité, em Berlim, alerta para uma negligência que pode transformar qualquer remédio em uma possível ameaça. “Por motivos econômicos, a maioria dos testes para desenvolvimento de medicamentos usa animais machos”, afirma.

O caminho para minimizar os riscos pode estar na medicina de gêneros. De acordo com Regitz-Zagrosek, o que essa área da saúde pretende é repensar a fabricação e a indicação de fármacos. Para ela, os especialistas precisam se perguntar: “Posso dar isso a um homem? A uma mulher? Na mesma dosagem? Faz diferença se a mulher está no período menstrual?”.

As mulheres metabolizam remédios mais lentamente, aponta a pesquisa de Dresden. Por isso, estão sujeitas a uma superdosagem, o que não ocorre com os homens.

Outro desafio é tirar o rótulo de que certas doenças só atingem um lado. A osteoporose, por exemplo, é considerada por muitas indústrias farmacêuticas uma doença de mulher, e os medicamentos geralmente são fabricados para elas. Mas a diminuição da densidade dos ossos afeta homens, que no fim são tratados com os mesmos princípios ativos indicados para o sexo oposto.

Na visão de Jürgen Gräßler, pesquisador do Hospital Universitário de Dresden, as conclusões do estudo “podem significar que, no futuro, teremos que fazer um controle mais eficaz e começar cedo ações de prevenção, como dieta e atividades físicas”.

Na Alemanha, as primeiras mudanças já começaram a surgir. Agências reguladoras exigem que testes para medicamentos sejam feitos em ambos os sexos porque a natureza de cada corpo não é igual.

 

Matéria originalmente publicada por:  http://www.dw.com

São Paulo – Brasil – 20:40

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Josy Galvão

5 receitas de sopas funcionais para se aquecer e manter a forma no inverno

Em vez de optar por temperos industrializados, aposte nos caldo de legumes natural que além de ser saudável, não vai engordá-la. Veja as receitas indicadas por Alessandra Almeida, nutricionista funcional da Clínica Andrea Santa Rosa.

SOPA DE COUVE-FLOR COM CEBOLINHA (Foto: Divulgação)

SOPA DE COUVE-FLOR COM CEBOLINHA (Foto: Divulgação)

 

Uma sopa quentinha é uma ótima pedida para o inverno. Mas, na hora de fazer um prato que parece simples é possível errar. “As sopas sempre devem ser elaboradas com caldo de legumes natural. Os temperos industrializados são ricos em substâncias químicas que aumentam o grau de inflamação das células, provocam a retenção de líquido e são pré-fatores de câncer”, explica Alessandra Almeida, nutricionista funcional da Clínica Andrea Santa Rosa, no Rio. Ela também diz que é preciso ter cuidado com a quantidade de sódio presente nos rótulos desses produtos industrializados.”Evite sopas prontas vendidas no mercado.”

Aqui, ela ensina 5 receitas de sopas saudáveis – e pouco calóricas – para você fazer neste inverno.

SOPA DE COUVE-FLOR COM CEBOLINHA
Ingredientes: ½ unidade de couve-flor + 300 ml de água + ½ maço de cebolinha picada + 1 cebola + 2 dentes de alho + 2 colheres de sopa de azeite + sal a gosto.
Preparo: Em uma panela, refogue a cebola e o alho no azeite. Acrescente a couve-flor, mexa por uns instantes e adicione a água. Bata no liquidificador. Adicione o sal neste momento. Retorne tudo a panela com o cheiro verde, mexa por uns instantes e desligue o fogo.

SOPA DE LENTILHA COM MANJERICÃO
Ingredientes: ½ xícara de chá de lentilha + 2 xícaras de couve-flor + 2 cebolas pequenas + 2 dentes de alho + 1 colher de sopa de azeite + 8 a 10 folhas de manjericão fresco.
Preparo: Cozinhe a lentilha e a couve-flor com água. Em uma frigideira, refogue a cebola no azeite e bata no liquidificador com a água de cozimento, um fio de azeite e o manjericão fresco. Acrescente uma concha do que foi batido no liquidificador no refogado e mexa por uns instantes. Adicione o restante da sopa. Ajuste o sal e ervas a gosto.

SOPA DE BETERRABA
Ingredientes: 2 xícaras de couve-flor + ½ beterraba + 1 cebola roxa + 2 dentes de alho + 2 colheres de sopa de cheiro verde + 1 colher de sopa de alecrim.
Prepro: Cozinhe a couve-flor e a beterraba em água e reserve. Em uma frigideira, refogue a cebola e o alho no azeite até ficarem dourados. Bata no liquidificador a couve-flor, a beterraba e o alecrim com o refogado e 1 colher de sopa de azeite. Salpique cheiro verde e sirva em seguida.

SOPA DE BETERRABA (Foto: Divulgação)SOPA DE BETERRABA (Foto: Divulgação)

SOPA DE PALMITO COM ALHO PORÓ
Ingredientes: 1 palmito pupunha fresco + ½ xícara de chá de alho poró + 1 cebola branca + 2 dentes de alho + sal a gosto + 2 colheres de sopa de azeite.
Preparo: Em uma panela, refogue a cebola branca com o alho no azeite, acrescente o palmito e o sal. Mexa um pouco e acrescente a água. Deixe cozinhar até o palmito amolecer bem, no ponto de bater no liquidificador. Bata no liquidificador, acrescentando água aos poucos até ficar na consistência desejada. Faça um refogado de azeite com alho poró e transfira a sopa para esse refogado. Mexa por uns instantes e desligue o fogo. Enfeite a sopa com cebolinha picada.

SOPA DE ABOBRINHA PICANTE
Ingredientes: 1 abobrinha + 1 cebola + 2 dentes de alho + 1 colher de chá de curry + 1 colher de sopa de azeite.
Preparo: Cozinhe a abobrinha em água e reserve. Em uma frigideira, refogue a cebola e o alho no azeite até ficarem dourados. Bata no liquidificador a abobrinha com o refogado e 1 colher de sopa de azeite. Ajuste o sal e sirva.

 

Matéria originalmente publicada por:    http://revistamarieclaire.globo.com

São Paulo – Brasil – 22:18

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Josy Galvão

 

Aos 73, Drauzio Varella soma maratonas e explica paixão por correr: ‘Paz extrema’

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Médico, escritor e comunicador, Drauzio Varella também pode ser chamado de maratonista há mais de 20 anos. Desde os 50, ele viaja pelo mundo e toma as ruas de diversas cidades ao lado de milhares de pessoas nessas provas que atraem cada vez mais participantes. O que se tornaria uma paixão começou graças à “provocação” de um amigo, conforme ele próprio revelou em entrevista exclusiva à Agência Estado, realizada à beira do Mar Morto, em Israel.

“A decisão de correr maratona eu tomei aos 49 anos, por causa de um amigo que me falou: ‘Com 50 anos começa a decadência do homem’. Eu estava cheio de planos, fazendo um monte de coisas e pensei: ‘Para mim, não vai começar não’. Eu já corria um pouco, mas sempre errado, e decidi participar da Maratona de Nova York do ano seguinte, em 1993, para não começar a achar que estava velho”, lembra.

Com uma personalidade simples, externada em seus livros, programas de tevê e em seu canal no YouTube, Drauzio se deixa levar pela empolgação ao tentar descrever o sentimento de completar uma prova de longa distância. Ao longo dessas mais de duas décadas, disputou dezenas delas. Mas ao tentar descrever esta sensação, o escritor admite ficar sem palavras.

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“Quando você termina (a prova), é um barato. Fica extenuado, mas é uma sensação tão boa que não dá para descrever. Entra em um barato, chega a dar um barulho no ouvido, que é o que o pessoal que cheira cocaína diz que sente. Dá uma sensação de paz extrema, você volta cansado e parece que está em harmonia com o mundo. É isso que torna a prova atraente para muitas pessoas. E também o desafio de ser capaz de fazer. Correr dá um otimismo na vida, é uma sensação de que se é capaz de fazer tudo.”

E não é só a parte lúdica da prova que atrai Drauzio. Seu lado médico fala mais alto quando faz uma análise racional da prova. “O que me leva a insistir nas maratonas é que, nela, não há improviso. Se você treinar só 15 dias e correr, vai morrer no caminho. É preciso uma rotina de treinos, e isso me dá disciplina”, avalia. “Tem também um lado interessante, que é o fato de ela ser uma prova democrática. O esforço que você faz é o mesmo que faz o cara que ganha. Cada um vai no seu limite.”

Por sua carreira de médico, Drauzio já rodava o mundo para participar de convenções e palestras, mas o novo hobby adquirido na década de 1990 o levou para os mais diversos cantos. De provas regionais, como a de Blumenau (SC), a algumas das principais maratonas do mundo, casos de Boston, Nova York e Tóquio, já esteve em todo tipo de competição, e na última sexta-feira somou mais uma para o “currículo” ao disputar a Maratona de Jerusalém. Ele participou da disputa de 21 quilômetros, sua primeira corrida de longa distância após se recuperar de uma cirurgia no pé, realizada em julho, ocasionada por um neuroma.

Foto: Christina Volpe

Maratona de Jerusalém

“A Maratona de Jerusalém é especial, tem uma mágica. Logo de cara, você dá de frente com diversos cartões postais. E não são de qualquer cidade, são de Jerusalém, cheia de história, de mitos. Então, tem uma emoção especial”, avalia. “Na minha preparação tive uma porção de problemas, como uma dor no tendão de Aquiles. Cheguei a desistir, mas fui convencido a correr 21 quilômetros. Decidi aceitar e foi muito bom. Corri com facilidade, cheguei inteiro”, completa.

Foto: Christina Volpe/Webrun

Drauzio Varella na Maratona de Jerusalém

Por fim, Drauzio dá um conselho inesperado para quem também quiser chegar aos 73 anos em plena forma física. “Quando me perguntam o que eu faço, eu digo para não seguirem meu exemplo. Minha rotina de preparação eu faço da minha cabeça. Sobre alimentação, sempre que leio algumas dicas não me convenço. Acho que não é baseado em uma ciência. Nunca fiz dieta de nada. Só janto melhor na véspera da maratona, para não ficar com fome. Nunca tomei vitaminas, sais minerais, nada disso. Nem como as geleias e barras de cereais que dão durante a prova.”

 

Fonte: http://istoe.com.br

São Paulo – Brasil – 23:43

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Josy Galvão

A reviravolta na carreira do herói do título mundial alemão

Autor do gol do título na Copa, Mario Götze sofre de doença metabólica e é afastado do futebol por tempo indeterminado. Problema é novo ponto baixo na carreira do jogador, que já foi apontado como grande promessa.

Mario Götze no banco de reservas do Borussia Dortmund

Götze acompanha do banco jogo do Dortmund: curta carreira é marcada por altos e baixos

Um instante para a posteridade: isso Mario Götze inquestionavelmente conseguiu. Com o gol que selou a vitória da Alemanha sobre a Argentina na final da Copa do Mundo do Brasil, Götze escreveu história e virou herói. Lendárias são também as palavras que o técnico Joachim Löw disse ao jogador ao colocá-lo em campo, no fim do segundo tempo: “Mostre para todo o mundo que você é melhor que Messi e pode decidir este jogo!”

Hoje ninguém mais compararia Götze a Messi. E jogos ele também não pode mais decidir.

Segundo o Borussia Dortmund, o clube de Götze, o atleta de apenas 24 anos sofre de uma doença metabólica que é a responsável pelas suas frequentes lesões musculares. Dos 22 jogos disputados pela equipe renana na atual temporada da Bundesliga, Götze começou nove e entrou em outros dois.

“Este não é um caso [de recuperação] de curto prazo”, disse o diretor do Dortmund, Hans-Joachim Watzke.

Götze deixa o futebol, portanto, por tempo indeterminado. “Estou em tratamento e estou fazendo de tudo para retornar aos treinos o mais rapidamente possível e poder ajudar nossa equipe a conquistar nossos objetivos comuns”, declarou o atleta. O clube pediu aos torcedores e jornalistas que evitem especulações e respeitem a vida privada do jogador.

A curta carreira de Götze é cheia de altos e baixos. Ele foi logo apontado como uma das grandes promessas do futebol alemão e, com apenas 17 anos, estreou num jogo de Bundesliga com o Borussia Dortmund, em 2009. Um ano depois vestiu pela primeira vez a camisa da seleção alemã.

A sua habilidade logo lhe rendeu o apelido de Götzinho, por driblar como um brasileiro. Com a equipe treinada por Jürgen Klopp, Götze foi campeão alemão por dois anos consecutivos, em 2011 e 2012. Mas ele acompanhou a conquista do segundo título, em grande parte, de longe por causa de uma osteíte púbica.

Um ano depois, a ida dele para o Bayern de Munique gerou revolta entre os torcedores do Dortmund, e Götze passou de ídolo para traidor de uma hora para a outra. O fato de a transação ter sido divulgada um dia antes da semifinal da Liga dos Campeões em 2013, entre Dortmund e Real Madrid, enfureceu ainda mais os torcedores.

Götze permaneceu três anos em Munique, mas nunca conseguiu se integrar bem na equipe, em parte por causa das frequentes lesões. Quando estava em condições de jogar, ele era com frequência deixado no banco de reservas. “De grande talento do futebol alemão a um dos talentos mais desperdiçados”, escreveu o jornal Süddeutsche Zeitung, ao se referir à situação do jogador.

Nem mesmo o gol do quarto título mundial da Alemanha fez com que conquistasse seu lugar no Bayern. O herói do Maracanã nunca caiu nas graças do técnico Pep Guardiola. Por fim, também a diretoria do clube perdeu a confiança nele e o deixou partir. Em meados de 2016, ele optou pelo regresso ao Dortmund. Aos torcedores do clube, Götze disse estar ciente de que esse não seria um caminho fácil, numa alusão à sua polêmica saída, três anos antes.

Götze escreveu ainda que, por meio de seu desempenho em campo, gostaria de “convencer todas as pessoas”, também aquelas que não o receberiam “de braços abertos”. “É meu objetivo voltar a jogar o meu melhor futebol”, afirmou. Pouco mais de meio ano depois, ele luta sobretudo para poder voltar a jogar futebol.

Fonte: http://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 23:36

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Josy Galvão

Árbitro que venceu a depressão é agora “mental coach” na Bundesliga

Árbitro que venceu a depressão é agora «mental coach» na Bundesliga

Babak Rafati estava destacado para arbitrar o Colónia-Mainz, da Bundesliga, a 19 de novembro de 2011, mas nunca chegou a comparecer no estádio RheinEnergie e o jogo teve de ser adiado por não ter sido encontrado substituto a tempo.

Na madrugada que antecedeu a partida, o árbitro alemão tentou se suicidar no quarto do Hotel Hyatt, onde estava hospedado. Pensou em saltar do quinto andar do edifício, pensou em se atirar para o Reno, em tomar comprimidos, mas decidiu cortar os pulsos: foi encontrado estendido na banheira, ensanguentado.

Recuperou os sentidos já no hospital, salvo pela intervenção médica, mas a sua situação consternou a Alemanha. Rafati sofria de depressão, agudizada pela ansiedade inerente a ter de lidar durante mais de uma década com as pressões da alta competição: com a exploração do erro público, com as repreensões de observadores, com os insultos racistas a ele, que é cidadão alemão mas descendente de pais iranianos.

Aviso no estádio do Colónia, no jogo que Babak Rafati acabou por não apitar

Naquele tempo, a situação tocou em particular Bastian Schweinsteiger, que lhe escreveu uma carta. “Na vida caímos muitas vezes, mas o mais importante é levantarmo-nos outras tantas», transmitiu-lhe o jogador alemão que então atuava no Bayern de Munique.

Apesar de não ter tido apoio por parte da Federação Alemã de Futebol, Babak Rafati caiu, demorou bastante tempo até recuperar do estado depressivo, com a ajuda de médicos e da família (em particular da mulher), mas tal como o aconselhou Scheweinsteiger, levantou-se.

Este banqueiro de Hannover de 46 anos, que abandonou a arbitragem na sequência daquele quase trágico episódio, dá palestras sobre gestão de stress e é agora mental coach de três futebolistas da Bundesliga – cuja identidade, naturalmente, não revela.

“A depressão ainda é um grande tabu no futebol e os jogadores não contam todos os seus problemas aos psicólogos que são contratados pelo clube”, declarou o ex-árbitro em entrevista ao jornal suíço Blick, publicada no fim de semana.

Nesse testemunho, Rafati lamentou publicamente a falta de apoio da Federação Alemã e recordou como o sensibilizou o gesto de Schweinsteiger: “Me emocionei , porque estava num momento muito frágil. Foi um gesto muito bonito e nada calculista, já que ele sabia que eu nunca mais voltaria a apitar depois do sucedido.”

Babak, apitou mais de 150 jogos nas duas principais ligas profissionais alemãs e atuou em jogos internacionais entre 2008 e 2011, é o autor de um livro em que aborda a relação entre a sua atividade no futebol e a depressão e onde conta como ultrapassou a situação clínica que quase lhe pôs fim à vida.

“Tento com o meu livro ajudar outros a conseguirem ultrapassar a mesma situação difícil que vivi”, recorda o homem que aos 16 anos optou pela arbitragem por ser “um péssimo futebolista”, atividade que exerceu durante 25 anos. Os pensamentos sobre suicídio, porém, ficaram para trás: “Agora percebo como fui estúpido. A vida é muito bela para ser destruída.”

São Paulo – Brasil – 23:22

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Por Josy Galvão