Archive for the ‘Saúde e Qualidade de Vida’ Category

Uma breve história do sono – e da insônia

 (AnnaRise/iStock)

 

As horas passam e o corpo exausto rola na cama. Os olhos estão fechados, mas o cérebro continua em atividade alucinante. O silêncio é interrompido por rangidos, latidos, miados. Todo mundo parece dormir, menos você. Na verdade, um terço da humanidade está na mesma situação e passa a noite em claro. A ansiedade, uma eventual má digestão e até a cama desconfortável costumam levar à insônia. Mas, quando a dificuldade aparece quase toda noite, a causa pode estar em moléculas recém-encontradas no cérebro. São as oleamidas hidrolases que, ao pé da letra, cortam a vontade de dormir.

Essa é, ao menos, a suspeita de cientistas do Instituto Scripps, na Califórnia, Estados Unidos, chefiados pelo químico Dale Boger. Em 1994, eles identificaram uma proteína cerebral, a oleamida, que causaria o sono. “Ela aparecia em grande quantidade em gatos mantidos acordados por 22 horas”, explica Boger em entrevista à SUPER. “A oleamida provoca a sensação de que estamos despencando de cansaço”, diz ele, que já a identificou em seres humanos. Para o neurologista Rubens Reimão, do Hospital das Clínicas de São Paulo, a oleamida não é assim tão boa de cama: “O sono é fundamental para o organismo e, por segurança, a natureza deve ter criado várias substâncias para detoná-lo”, opina. “A oleamida provavelmente é apenas uma delas.”

Mesmo se a oleamida sozinha não fizer ninguém adormecer, a descoberta mais recente do pessoal do Instituto Scripps continuará sendo de arregalar os olhos. Há dois meses, eles encontraram uma segunda molécula cerebral de efeito oposto à do sono. Trata-se da oleamida hidrolase, capaz de quebrar em pedacinhos as oleamidas do repouso. “Quando restam poucas delas inteiras, a gente acorda”, conta Boger. O químico desconfia que muita hidrolase no cérebro significa grande dificuldade para dormir.

Sem chegar a dormir pesado

Em todo o mundo, um em cada cinco indivíduos usa com freqüência algum medicamento para adormecer. Depois de atravessar a noite sob sedação, essa gente passa o dia como um andróide mal programado. É a síndrome pós-sedativo, causada por uma noite ruim. Sim, porque dormir bem é seguir um script muito definido.

Nas fases 1, 2, 3 e 4, o sono se aprofunda cada vez mais. O auge do relaxamento físico acontece na última etapa, a fase REM (sigla para movimento rápido dos olhos, em inglês), que também é rotulada de sono paradoxal. Pois, enquanto o corpo descansa, o cérebro funciona a pleno vapor.

Depois de sonhar um pouco, as células cerebrais dão um tempo na fantasia. Interrompem a fase REM e voltam para as fases 4, 3 e 2 respectivamente. Então recomeça o ciclo até entrar em outra fase REM. O processo se repete três a seis vezes por noite. “Algumas substâncias como o álcool e os calmantes acabam criando uma espécie de sono artificial”, explica Rubens Reimão. “A pessoa sente a ilusão de ter dormido um sono pesado, mas seu cérebro não chegou às fases restauradoras do corpo e da mente, que são a 4 e a REM.” O resultado é que ela acorda péssima.

Todo barulho desperta e a gente não nota

Quando o corpo não experimenta as fases do sono plenamente, acaba acordando fraco. “Isso ocorre cada vez mais”, diz Fernando Pimentel de Souza, da Universidade Federal de Minas Gerais, que mostrou um estudo no 9º Simpósio sobre Distúrbios do Sono, há dois meses, em São Paulo. Ele comparou dois hospitais, um no barulhento centro de Belo Horizonte e outro em um subúrbio silencioso. Os pacientes do hospital central se recuperaram mais devagar. “Buzinas e motores sempre despertam”, diz Souza. “Mas só nota quem fica acordado mais do que 1 segundo. Menos do que isso, não se percebe que o sono foi interrompido várias vezes.”

Essas noites maldormidas e a insônia são os maiores males na cama hoje. Para quem fica em claro, a equipe do Instituto Scripps, nos Estados Unidos, testou uma substância, o composto 6, que serve de isca para as hidrolases da insônia. Ela induz um sono natural e restaurador. Se todos os testes comprovarem sua eficácia, o composto 6 poderá se transformar em um remédio muito mais eficiente do que os sedativos que andam por aí.

A História nos braços de Morfeu

Século 5 a.C.
Hipócrates (460 a.C.-377 a.C.), considerado o pai da Medicina, observa que estados de tristeza e depressão costumam levar à insônia. Hoje se sabe que, de fato, existe uma nítida relação entre estados depressivos e insônia.

Século 4 a.C.
O filósofo grego Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.) reconhece que o sono é uma necessidade vital. Só errou ao achar que ele era provocado pelo coração, e não pelo cérebro.

Século 1 a.C.
Os gregos passam a usar a traqueotomia, um furo na traquéia, para tratar a apnéia, a parada respiratória em pleno sono. A medida era um tanto severa, mas é impressionante notar que eles já percebiam a gravidade do problema.

Século 17
Surgem as roupas feitas exclusivamente para dormir. Mas as camisolas eram encontradas apenas nos armários dos nobres. A população em geral dormia como no passado – nua, com uma touca para proteger a cabeça.

Século 18
Em 1729, o biólogo francês Jean-Jacques D’Ortous explica que o organismo de todos os seres trabalha em ciclos que se repetem. Ou seja, todos necessitam intercalar períodos de atividade e repouso.

Século 19
Em 1881, o médico francês Jean-Baptiste Gélineau descreve a narcolepsia, doença que faz o corpo “desligar” e leva à crises agudas de sono ao longo do dia.
Enquanto isso, as camisolas se popularizam e, para serem diferentes, os ricos têm uma idéia da China: dormir de pijamas.

Década de 20
O médico alemão Hans Berger inventa o eletroencefalograma em 1929, exame que mostra a atividade cerebral. Com isso, prova que as ondas nervosas jamais cessam. O cérebro não “apaga” nem durante o sono.

Década de 50
Em 1953, o estudante de Medicina americano Eugene Aserinsky e seu professor de fisiologia, Nathaniel Kleitman, descobrem o estágio REM.

Ainda nos anos 50
Em 1956, no filme Baby Doll, de Elia Kazan, a atriz americana Carrol Baker representa a mocinha que, na hora de ir para a cama, aparece com uma minicamisola e calções curtos. Surgia mais um traje para dormir.

Década de 60
Em 1965, o fisiologista francês Henri Gastaut descobre a apnéia, a perigosa parada respiratória durante o sono, que pode ser fatal e, antes, era considerada apenas um ruidoso caso de ronco.

 

 

Matéria originalmente publicada por:   https://super.abril.com.br

São Paulo – Brasil – 19:14

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Josy Galvão

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Diabetes: veja frutas com alto índice glicêmico

Resultado de imagem para manga fruta

Quando o assunto é alimentação de quem tem diabetes, as frutas são um tópico delicado. Isso porque elas são ricas em carboidratos e algumas delas podem causar picos glicêmicos, o que não é interessante para quem tem diabetes. “Quanto mais rápida a absorção da glicose, mais rapidamente o corpo produz insulina”, explica o nutrólogo Roberto Navarro. Isso é ruim, pois diabéticos normalmente tem deficiência na produção de insulina (no caso de quem tem diabetes tipo 2) ou simplesmente não a possuem no organismo (diabetes tipo 1).

Mas como saber se uma fruta tem seu carboidrato absorvido de forma rápida ou lenta? Existe uma medida chamada índice glicêmico, que mensura justamente isso! “Esse índice é baseado na velocidade de absorção da glicose pelo corpo. Para isso pegam o pão branco ou glicose como referência, e compararam a resposta dos outros alimentos com ele”, explica a nutricionista Fernanda Castelo Branco, da ADJ Brasil Diabetes.

Para Fernanda, essa não é a única medida que deve ser levada em conta, já que a quantidade de carboidrato do alimento também é essencial para contabilizar o tamanho da alteração da glicose após a refeição. Isso vale inclusive para as frutas. “A melancia, por exemplo, tem o índice glicêmico alto, mas a quantidade de carboidratos não é grande o suficiente para trazer um pico glicêmico, se você consumir apenas uma porção”, explica a especialista.

Preciso evitar frutas com índice glicêmico alto?

Não é necessário abdicar das frutas, só porque o índice glicêmico é alto. “Deve-se levar em conta não só o índice glicêmico de um alimento, mas também da refeição como um todo”, explica o nutrólogo Navarro. Isso porque fibras, proteínas e gorduras na mesma refeição ajudam a reduzir a absorção dos carboidratos. No caso dos macronutrientes, isso ocorre devido a competição dentro do intestino. “Já as fibras causam uma barreira física que retarda a assimilação da glicose”, explica o especialista.

  • Acrescente fibras: é possível fazer isso adicionando um farelo, uma granola ou grãos como chia, aveia e linhaça
  • Na mesma refeição, consuma uma oleaginosa, como as castanhas, amêndoas, ou macadâmias
  • Use a fruta para fazer uma vitamina com leite ou iogurte
  • Se for um lanche, coma a fruta junto com algum sanduíche com queijo ou outra fonte de proteína.

Frutas de alto índice glicêmico

Entre as frutas com alto índice glicêmico encontramos:

Banana: A banana é a fruta com maior índice glicêmico de todas. Claro que essa quantidade varia de acordo com o tipo. O ideal é consumi-la com alguma fibra, como indicado acima, ou usá-la como um alimento pré-treino. “A banana é uma excelente forma de repor energia”, frisa Fernanda.

Manga, mamão, caqui e ameixa preta: Essas frutas têm índice glicêmico alto, no entanto sua carga glicêmica é moderada. Ou seja, uma porção de qualquer uma dessas frutas (o que equivale a uma unidade média ou uma xícara de chá picada) pode ser consumida, desde que acompanhada de alguma fibra.

Melancia: A melancia, apesar de ter um índice glicêmico alto devido a sua alta quantidade de água, tem uma carga glicêmica baixinha, já que a quantidade de carboidrato em uma fatia é pequena. Por isso mesmo, apesar dessa medida alta, ela não interfere de forma significativa na glicemia pós-prandial, e pode ser consumida.

 

 

Matéria originalmente publicada por:   http://www.minhavida.com.br

São Paulo – Brasil – 00:22

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Josy Galvão

Como cuidar dos cabelos crespos e cacheados no verão

cabelo cacheado

(Reprodução/Think Stock/Getty Images)

 

As férias estão aí, assim como o verão também e no que a gente pensa? Praia, piscina, sol e todo aquele combo que deixa nossos fios destruídos. Mas não precisa ser assim. Conversamos com Wilson Eliodório, hairstylist mais querido das cacheadas, que nos deu as melhores dicas para os cabelos cacheados e crespos ficarem 100% saudáveis durante (e depois) o verão.

O grande truque para ter cachos lindos e saudáveis? Pré-lavagem. “O lance é aplicar um óleo nos fios antes de lavá-los. Eu prefiro os óleos naturais como os de coco, azeite extravirgem ou óleo de girassol. Se você tem tempo, faça isso de noite e lave no dia seguinte. Se não, deixe agir por 20 minutos”, aconselha Wilson. O óleo vai criar um filme de proteção nos fios. Depois disso, pule diretamente para o condicionador e aplique o produto em todo o cabelo. Então, já com o condicionador na cabeça, abra a raiz e aplique o xampu fazendo a lavagem somente do couro cabeludo. “Enxagua tudo de uma vez e volta a aplicar o condicionador”.

lavagem de cabelo crespo e cacheado

(Reprodução/Think Stock/Getty Images)

 

Para cabelos crespos e cacheados sem grandes problemas, o recomendável é fazer isso duas vezes por semana. “Fazendo o processo direitinho, o fio se mantém hidratado e quanto mais ele estiver hidratado, mais definido ele também estará. Quanto mais definido, você precisa lavar menos”, garante Wilson.

Hidratação? Toda vez que lavar! Wilson aconselha investir em uma máscara de hidratação de boa qualidade e turbina-la com óleos e produtos naturais. “Eu gosto de misturar à máscara e aos óleos um pouquinho do miolo da babosa e mel. Bato tudo no mix e aplico no cabelo inteiro, mas não no couro cabeludo. Deixo o tempo que puder! Esse é um ótimo momento para desembaraçar os fios, já que eles estão super maleáveis”.

Quer mais um truque incrível? Wilson nos contou que a cada quinze dias é bacana dar um “banho” de vinagre orgânico de maça nos fios. “Eu coloco em um borrifador e aplico nos fios e no couro cabeludo. Depois, enxáguo bem. O vinagre, por ser ácido, contrai a cutícula do fio e o resultado disso é a selagem da hidratação – o cabelo se mantém muito brilhante. Além dele ser bactericida, protegendo o couro cabeludo de qualquer resíduo que tenha ficado dos produtos utilizados”.

Além de todos esses processos acima (é, ter um cabelo bonito dá trabalho), vale reforçar que o verão é um ótimo momento para deixar secadores e difusores de lado, dando um descanso para os fios. “Com a temperatura mais quente, os fios secam mais rápido naturalmente. É legal deixa-lo secar naturalmente, com certeza a consequência disso é um cabelo mais saudável”.

Para finalizar, não dá para esquecer de dobrar a proteção solar no verão, certo? Wilson explicou que, para ele, ainda não existe nenhum produto específico para isso sem todos os componentes que prejudicam os fios cacheados como sulfato e parabeno, por exemplo. “A melhor proteção ainda é o creme para pentear aplicado com um óleo durante a fitagem. Se for usado um óleo de boa qualidade, e obviamente natural, a proteção é garantida”!

 

Matéria originalmente publicada por:  https://cosmopolitan.abril.com.br

São Paulo – Brasil – 00:44

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Josy Galvão

Primeiro remédio em 40 anos para câncer de partes moles ganha registro da Anvisa

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A droga é administrada por meio de uma infusão intravenosa

 

Aprovado nos EUA e Europa em tempo recorde, trazendo esperança para um tipo de tumor que não tinha tratamentos disponíveis até então, o remédio foi registrado pela Anvisa em 26 dezembro de 2017 e já é uma realidade no Brasil.

Metade do peso de seu corpo está distribuída em músculos, gordura, tendões, nervos periféricos… E, assim como acontece no resto do organismo, as células que compõem essas estruturas podem ficar doentes e originar um câncer. Trata-se do sarcoma de partes moles, um tumor relativamente raro, mas que provoca cerca de 5 mil mortes só nos Estados Unidos por ano — infelizmente, faltam dados sobre a incidência dele aqui no Brasil.

“Até agora, não existia uma droga específica para combatê-lo”, declarou o oncologista Rodrigo Munhoz, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em junho de 2017. Quando a droga olaratumab, da farmacêutica Eli Lilly, foi liberada pelas agências regulatórias dos Estados Unidos e da Europa.

Seus resultados preliminares foram tão positivos que o remédio ganhou o selo de terapia inovadora e teve o processo de aprovação acelerado, uma vez que ele pode beneficiar um grande número de pacientes.  A experiência, que foi relatada num artigo científico publicado no prestigiado periódico The Lancet, envolveu 133 voluntários, que foram divididos em dois grupos.

O primeiro ganhou doses do olaratumabe e de doxorrubicina, um quimioterápico convencional. A segunda turma recebeu apenas a tal doxorrubicina. Os indivíduos que se valeram do tratamento duplo tiveram uma sobrevida média sem progressão da doença de 11,8 meses, o que não foi obtido apenas com a químio.
O olaratumabe integra a classe das terapias-alvo, drogas que agem como um míssil teleguiado e atacam com precisão uma parte específica do câncer. “Ele interfere numa proteína chamada PDGFR-alfa, que está envolvida no desenvolvimento do tumor. Assim, impede que as células cresçam e causem mais incômodos”, explicou Munhoz, que também é médico do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.

O novo medicamento já passa a ser a primeira opção de tratamento junto com a químio no sarcoma de partes moles com metástase.

Além do olaratumab a Anvisa aprovou também na mesma data, mais três novos medicamentos para o tratamento de câncer.

Os novos medicamentos são a lenalidomida, o durvalumabe e o netupitanto associado com a palonosetrona. Os produtos chegarão ao mercado de acordo com a programação de cada fabricante.

Confira abaixo os novos tratamentos para o câncer aprovados pela Anvisa, indicações e características.

Lartruvo (olaratumabe)

Indicado para pacientes com sarcoma de tecido mole avançado, que não podem fazer radioterapia ou passar por cirurgia e que não foram previamente tratados com antraciclínicos.

O produto foi registrado pela Eli Lilly do Brasil Ltda.

Como funciona o olaratumabe

O medicamento é um anticorpo monoclonal que reconhece e liga-se especificamente a uma proteína conhecida como receptor-a do fator de crescimento derivado das plaquetas (PDGFR-a). O PDGFR-a encontra-se em grandes quantidades em algumas células cancerígenas, nas quais estimula o crescimento e divisão das células. Quando olaratumabe se liga ao PDGFR-a, pode impedir o crescimento e a sobrevivência das células cancerígenas.

Revlimid® (Lenalidomida)

O medicamento é indicado, em combinação com a dexametasona, para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo refratário ou recidivado que já tenham recebido pelo menos um tratamento anterior. A lenalidomida também é indicada para pacientes com anemia dependente de transfusões decorrentes de síndrome mielodisplásica.

O Revlimid foi registrado na forma de cápsulas nas concentrações de 2,5mg, 5 mg, 10 mg e 25mg. O produto será fabricado pela empresa Celgene International, localizada na Suiça. O dono do registro no Brasil é a Celgene Brasil Produtos Farmacêuticos Ltda.

Controle especial

Antes de registrar a lenalidomida, a Anvisa definiu regras específicas para o seu controle, pois este medicamento pode provocar malformação congênita grave. Ou seja, o uso pode levar ao nascimento de bebês malformados e também à morte dos recém-nascidos. Esses efeitos são chamados de teratogênicos.

Akynzeo (netupitanto + palonosetrona)

O netupitanto + palonosetrona foi registrado com o nome comercial de Akynzeo. Este novo medicamento é indicado para a prevenção de náuseas e vômitos agudos ou tardios em pacientes que estão passando por quimioterapia.

As náuseas e vômitos são efeitos colaterais comuns que dificultam o tratamento do câncer. Entre os problemas estão a deficiência nutricional, ansiedade e depressão, redução da dose do medicamento e até mesmo interrupção do tratamento. Por isso, a eliminação de náuses e vômitos durante tratamentos quimioterápicos é fundamental para que o paciente tenha melhores chances de cura.

Indicação do Akynzeo

Prevenção de náusea e vômitos agudos ou tardios associados com quimioterapia antineoplásica altamente emetogênica baseada em cisplatina ou associados com quimioterapia antineoplásica moderadamente emetogênica.

O medicamento será fabricado pela empresa Helsinn Birex Pharmaceuticals Ltda, localizada em Damastown, na Irlanda, e a detentora do registro do medicamento no Brasil é a empresa Mundipharma Brasil Produtos Médicos e Farmacêuticos LTDA.

Imfinzi (durvalumabe)

O durvalumabe foi aprovado com indicação para o tratamento de pacientes com carcinoma urotelial localmente avançado ou metastático que tiveram prograssão da doença durante ou após a quimoterapia à base de platina. O produto também é indicado para pacientes que tiveram progressão da doenças em até 12 meses de tratamento neoadjuvante ou adjuvante com quimioterapia contendo platina.

O Imfinzi foi registrado com o produto biológico novo pelo laboratório farmacêutico Astrazeneca do Brasil Ltda.

Como funciona o durvalumabe

O medicamento é um imunoterápico constituído por anticorpo monoclonal humano (mAb) que se liga ao PD-L1 e bloqueia sua interação com o PD-1 nas células T e CD80 nas células imunes. Tal mecanismo antagoniza o efeito inibitório de PD-L1 nas células T humanas primárias, resultando na proliferação restaurada e liberação da interferona gama. A expressão de PD-L1 é uma resposta adaptativa que ajuda os tumores a evitar a detecção e eliminação pelo sistema imunológico, visto que a ligação de PD-L1 ao PD-1 nas células T ativadas libera um sinal inibitório às células T, protegendo assim o tumor da eliminação imunológica. PD-L1 também pode inibir as células T através da ligação ao CD80.

 

 

Fonte: Anvisa, http://pfarma.com.br  e http://saude.abril.com.br

São Paulo – Brasil – 14:51

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Josy Galvão

Protegido pelo silêncio da família, o  heptcampeão de Fórmula 1 Michael Schumacher, completa 49 anos

Em 4 anos, família de Schumacher gastou mais de R$110 milhões

Protegido pelo silêncio da família, o  heptcampeão de Fórmula 1 Michael Schumacher, completa 49 anos. Schumacher foi piloto da escuderia italiana Ferrari entre 1996 e 2006, onde conquistou cinco campeonatos mundiais e para comemorar o aniversário do piloto, a marca divulgou uma homenagem em seu perfil oficial no Twitter.

Já a Mercedes, equipe que Schumacher encerrou a carreira, também homenageou o ex-piloto no Twitter pelos seus feitos em sua passagem pela equipe alemã entre 2010 e 2012.

“155 pódios, 91 vitórias, 68 poles, 7 títulos, número um do mundo… Lenda. Parabéns Michael. Continue lutando”, escreveu.

Por conta da data de aniversário, a imprensa aproveitou para  especular sobre as cifras gastas pela família com o tratamento médico do piloto. Desde que sofreu um grave acidente de esqui na França há quatro anos, pouco se sabe sobre o tratamento de Schumacher. Mas, de acordo com o jornal espanhol “As”, os gastos da família do ex-piloto alemão com cuidados médicos chegaram a mais de 28 milhões de euros (cerca de R$ 110 milhões).

Segundo a publicação divulgada nesta terça-feira (2), o heptacampeão de Fórmula 1 recebe tratamento em casa, com isso, a família Schumacher precisa gastar 140 mil euros (cerca de R$ 549 mil) por semana com toda a estrutura médica necessária. O ex-piloto recebeu alta do hospital em setembro de 2014 e desde então vem sendo tratado sob muito segredo na residência da família Schumacher. Até hoje, nenhuma imagem do alemão após o acidente foi divulgada.

Em dezembro de 2013, enquanto Schumacher curtia suas férias nos Alpes suíços, a vida do ex-piloto mudou ao colidir com uma rocha em uma volta de esqui. O alemão ficou seis meses em coma e seu verdadeiro estado de saúde ainda é um grande mistério.

Os supostos 28 milhões de euros gastos nestes quatro anos com Schumacher, representam 3% da fortuna do heptacampeão de F1.

Segundo a revista “Forbes, o ex-piloto ganhou 840 milhões de euros (cerca de R$ 3,3 bilhões) em toda a carreira.

 

 

São Paulo – Brasil – 14:28

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Por Josy Galvão

Jogador se aposenta para doar fígado e salvar vida

Alejandro Benítez teve que abrir mão da carreira para conseguir ajudar o sobrinho, que estava entre a vida e a morte.

ctv-k0a-alejandro-benitez-argentina-rep-faceAlejandro Benítez mostrou todo o seu carinho com seus parentes próximos Foto: Reprodução/Facebook

 

Em dias em que todos no mundo parecem tão egoístas e sem pensar no próximo, veio da Argentina um exemplo a ser seguido. Alejandro Benítez, que atuava pelo Central Larroque, decidiu encerrar a sua carreira para poder doar parte de seu fígado para seu sobrinho, de apenas nove meses, que corria risco de morte.

“Em primeiro lugar para mim era a saúde do meu sobrinho e nada me importava mais do que isso”, disse, em entrevista à CNN. “Somos uma família muito unida, com três irmãos. Quando me disseram, eu não tive dúvidas. Eu teria que abandonar o futebol, mas não me importei. Eu jamais vou me arrepender de algo que fiz. Você não faz ideia da alegria que minha irmã ficou ao saber que havia uma chance de vida para Milo”, acrescentou.

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Ex-jogador considera encontro com o sobrinho após a operação como o momento mais emocionante de sua vida Foto: Reprodução/Facebook

A criança foi diagnosticada com uma obstrução nos vasos que transportam bílis do fígado para a vesícula logo que nasceu e necessitava de um transplante de qualquer jeito. O processo, porém, não foi nada simples e as cirurgias demoraram 7 horas no caso de Alejandro e 12 para Milo. Tudo isso, porém, valeu a pena quando o ex-atleta se encontrou com o sobrinho pela primeira vez após a cirurgia: “Foi a coisa mais emocionante que aconteceu na minha vida”.

Segundo Benítez, de 30 anos, sua idade avançada e uma lesão, que o tiraria de combate por um longo período, o fizeram ter ainda mais certeza da decisão. Ele, porém, pretende voltar ao futebol, mas não profissionalmente, apenas para se divertir.

 

Matéria originalmente publicada por:    http://esportefera.com.br

São Paulo – Brasil – 23:12

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Josy Galvão

Seu cabelo merece estes cuidados durante o inverno

Difícil não usar o jato quente no inverno, né? Tudo bem, mas então passe um protetor térmico nos fios antes (Getty Images/Getty Images)

Nesta época do ano, a propensão ao ressecamento e à caspa aumentam de forma sensível. Então vale a pena ficar de olho em procedimentos que auxiliam os cabelos a permanecerem sedosos e fortes. Aqui vai um jogo rápido para cuidar bem de seus cabelos no inverno:

Dica ampla, mas fundamental para quase todos os procedimentos específicos que você possa escolher: lave os cabelos como de costume, removendo todas as impurezas que se agarram a ele durante o dia. Essa prática serve para todos os tipos de cabelo, que merecem individualmente uma atençãozinha especial. A Plusbelle, por exemplo, colocou nas prateleiras sete linhas distintas para limpeza e condicionamento dos fios, que vão de cacheados aos quimicamente tratados.

+ Vá de água morna: pois a água quente é uma grande vilã dos cabelos no inverno. Ela desidrata os fios, aumenta a queda e provoca uma descamação no couro cabeludo.

+ Cuidado com o secador: aplique um protetor térmico ou reparador de pontas para proteger os fios antes de usar o secador.

+ Trate a oleosidade: opte por condicionadores e cremes mais leves e, para desembaraçar os fios, use produtos sem enxágue.

+ Massageie o couro cabeludo: a massagem da região durante o banho estimula a circulação e oxigenação, implicando um aceleramento no crescimento dos fios.

+ Hidrate: em épocas mais quentes do ano, cabelos especialmente cacheados costumam ser um tanto ressecados. No frio, a dica é fazer uma hidratação semanal. Vale investir em produtos com ativos bem hidratantes, como manteiga de karité e queratina. O nosso Plus para cabelos cacheados ou ondulados é a linha Hidratação e Maciez com Água Termal e Aloe Vera. Esses produtos têm propriedades que umidificam e nutrem o cabelo, deixando-o mais forte e macio.

 

 

Matéria originalmente publicada por:    http://mdemulher.abril.com.br

São Paulo – Brasil – 22:15

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Josy Galvão