Archive for the ‘Seleção Alemã’ Category

Dirigentes da Copa do Mundo realizada na Alemanha são acusados de fraude

Ídolo do futebol alemão e presidente do Comitê Organizador, Franz Beckenbauer também é alvo da investigação.

Franz Beckenbauer, ídolo do futebol alemão

Franz Beckenbauer, ídolo do futebol alemãoFoto: CHRISTOF STACHE/AFP

Na manhã da terça-feira (6), a Justiça da Suíça apresentou uma acusação contra três dirigentes do futebol alemão. As autoridades afirmam que Horst Schmidt, Theo Zwanziger e Wolfgang Niersbach são suspeitos de cometerem fraude na escolha da Alemanha como sede da Copa do Mundo de 2006. As informações são do jornal El País.

Ainda segundo a publicação, o ex-diretor da FIFA Urs Linsi também estaria envolvido no esquema. O Gabinete da Procuradoria Geral da Suíça identificou um pagamento de 6,7 milhões de euros por parte dos alemães para a escolha do país para o Mundial.

Schmidt e Zwanziger, vice-presidentes do Comitê Organizador da Copa do Mundo na Alemanha, e Linsi são acusados de fraude. Enquanto Niersbach, vice-presidente do comitê já mencionado e Zwanziger, ex-presidente da DFB (Federação Alemã de Futebol), são vistos como cúmplice de fraudes. Os quatro acusados negaram qualquer irregularidade.

Ídolo do futebol alemão e presidente do Comitê Organizador da Copa do Mundo, Franz Beckenbauer também é alvo da investigação. Apesar disso, as averiguações junto ao ex-jogador estão sendo conduzidas de maneira diferente, devido aos problemas de saúde que ele vem sofrendo. As autoridades afirmaram que não é possível interrogá-lo.

 

Matéria originalmente publicada por:  https://www.folhape.com.br

São Paulo – Brasil – 13:54

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Josy Galvão

 

 

Dortmund empresta Schurrle ao Spartak Moscou

OFICIAL: Dortmund empresta Schurrle ao Spartak Moscovo

O Borussia Dortmund e o Spartak Moscou anunciaram ter chegado a acordo para o empréstimo de André Schurrle dos alemães ao conjunto russo.

Após uma temporada emprestado aos ingleses do Fulham, o campeão do mundo pela Alemanha em 2014 volta a ser emprestado, experimentando aos 28 anos o terceiro campeonato diferente, depois de ter jogado na Alemanha e na Inglaterra.

 

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 13:14

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Por Josy Galvão

O melancólico ocaso do “Kaiser”

Franz Beckenbauer conquistou a glória como jogador e técnico da seleção alemã. Mas sua carreira como dirigente e organizador da Copa de 2006 não teve o mesmo final feliz. Desde então, a vida do “Kaiser” desandou.

Deutschland Franz Beckenbauer in München (picture-alliance/dpa/EPA/M. Mueller)

Franz Beckenbauer em 2010. Poucos anos depois, ele seria acusado de participar da compra de votosna para favorecer a candidatura da Alemanha como país-sede da Copa de 2006

Conta a lenda que por ocasião de um jogo amistoso do Bayern em Viena, em 1969, um fotógrafo pediu a Beckenbauer para que ele posasse ao lado da estátua de Franz Joseph 1°, Kaiser (imperador) da Áustria de 1848 a 1916.

No dia seguinte, o jornalista Seep Graf escreveu uma coluna num diário local e descreveu o jovem jogador alemão como sendo o novo “Kaiser do Futebol”. Foto e texto passaram a ser considerados metáforas perfeitas para descrever o jogador fora de série, além da aura intangível que o envolvia.

Assim surgia a figura imponente do Kaiser Franz Beckenbauer no cenário do futebol mundial. Aos 20 anos, ele já havia encantado até os mais críticos jornalistas esportivos com seu toque elegante e ao mesmo tempo eficiente na condução da bola. Reinventou a posição de líbero, dando-lhe uma interpretação mais ofensiva do que a habitual. Na Copa de 1966 por pouco não se tornou campeão mundial, traído tão somente por um gol na final com a Inglaterra, gol esse que até hoje é alvo de calorosa polêmica.

Quem não se lembra de sua atuação na Copa do México em 1970, quando, com a clavícula lesionada encarou uma semifinal contra a Itália? Esse seria considerado o melhor jogo de todas as Copas. A Alemanha perdeu aquele confronto épico na prorrogação, mas entrou na história como uma equipe heroica cujo herói maior atendia pelo apelido de “Kaiser”.

Mais maduro, aos 28 anos, comandou a esquadra alemã na Copa de 1974. A “Mannschaft” conquistou o seu segundo título ao vencer a Holanda na final em Munique. O artífice maior do triunfo foi Franz Beckenbauer com sua arte no trato da bola, sua capacidade de fazer lançamentos precisos, seu talento natural para se posicionar em campo e seu carisma ímpar ao comandar os companheiros. 

O “Kaiser”, o mais popular e melhor jogador alemão do século 20, não parou por aí. Ele assumiu o comando técnico da seleção em meados da década de 1980 e se tornou campeão mundial mais uma vez. Foi na Copa da Itália em 1990. Os comandados de Beckenbauer triunfaram sobre a Argentina de quem haviam perdido a final no México em 1986. A conquista do tri teve ainda um sabor todo especial porque se deu justamente no ano da reunificação da Alemanha.

Em 1991 Beckenbauer, então com 45 anos, ao olhar pelo retrovisor para sua carreira, tinha motivos de sobra para se orgulhar. Tudo o que um jogador e técnico de futebol pode ganhar, ele ganhou. Faltava apenas a carreira de dirigente.

Franz Beckenbauer bei der WM 1974 (AP)

 

O Bayern, seu clube de origem, lhe abriu as portas e o elegeu como presidente em 1994, cargo que exerceu durante 15 anos. Na qualidade de um dos vice-presidentes da Federação Alemã de Futebol chefiou o comitê da candidatura alemã para a Copa de 2006. Com seu carisma e sua influência na FIFA, obteve os votos necessários para a Alemanha sediar o Mundial mais uma vez. Foi ainda o presidente do comitê organizador daquela Copa. 

Parecia que a terceira carreira do “Kaiser”, dessa vez como dirigente, a exemplo das duas anteriores, também teria um final feliz.

Entretanto, em outubro de 2015, a revista Der Spiegel revelou que o empresário Robert Louis-Dreyfus cedeu um empréstimo 6,7 milhões de euros ao comitê da candidatura alemã, chefiado por Franz Beckenbauer, supostamente para garantir votos pró-Alemanha de alguns delegados asiáticos. O dinheiro acabou sendo transferido para uma conta da empresa Kemco, no Catar, cujo proprietário é Mohammed bin Hammam, na época presidente da Confederação Asiática de Futebol.   

Um mês depois das revelações da Der Spiegel , no dia 6 de novembro de 2015, a Procuradoria Federal da Suíça deu início a um inquérito por fraude e lavagem de dinheiro. Beckenbauer seria a figura-chave na compra de votos a favor da Alemanha como país-sede da Copa de 2006.   

Desde então, a vida de “Kaiser” desandou. Em 2016, a morte do seu filho Stephan, de apenas 46 anos, além de lhe causar profunda tristeza, teve forte impacto também sobre sua saúde. Num espaço de dois anos se submeteu a duas cirurgias cardíacas, além do implante de uma prótese no quadril. Recentemente, sofreu um grave derrame ocular e, de acordo com testemunhas, teria dito: “…não enxergo quase nada com o olho direito…”.

Os advogados de Beckenbauer encaminharam atestados médicos à Procuradoria dando conta de que o estado de saúde do seu cliente tem se deteriorado desde abril, inclusive apresentando massivas lacunas na memória com considerável incapacidade de discernimento. Os médicos de Beckenbauer entendem que ele não tem condições de ser levado a julgamento sem sofrer danos irreversíveis e que podem representar sério risco de morte em plena sala do tribunal.

A Justiça suíça não se deu por satisfeita com as explicações dos advogados e solicitou exames comprobatórios adicionais. Não resta muito tempo para a Procuradoria. A defesa usará todos os meios legais para protelar um eventual julgamento do seu cliente. O objetivo é claro. Os crimes pelos quais Beckenbauer teria que responder em juízo prescrevem daqui a oito meses, em abril de 2020.

De todo modo, indo a julgamento ou não, é um melancólico ocaso para uma carreira de tanta glória e nos faz lembrar também que toda glória humana é efêmera.   

Gerd Wenzel começou no jornalismo esportivo em 1991 na TV Cultura de São Paulo, quando pela primeira vez foi exibida a Bundesliga no Brasil. Desde 2002, atua nos canais ESPN como especialista em futebol alemão. Semanalmente, às quintas, produz o Podcast “Bundesliga no Ar”. A coluna Halbzeit sai às terças. Siga-o no TwitterFacebook e no site Bundesliga.com.br

Matéria originalmente publicada por:  https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 13:08

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Josy Galvão

Futebol Feminino – Análise: Nike desafia história em novo olhar sobre futebol

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Em 2008, durante seminário realizado pela Nike com jornalistas em sua sede, nos Estados Unidos, a marca apresentou alguns detalhes do plano que tinha para se tornar a marca líder em vendas no futebol até 2014. A meta era audaciosa, já que esse era um terreno soberano da Adidas durante décadas.

No ano da Copa do Mundo realizada no Brasil, a marca americana anunciou um recorde de US$ 2,4 bilhões em vendas com artigos de futebol. A meta havia sido cumprida pela empresa, que destronou a concorrente alemã. Mas o reinado durou pouco. A estonteante conquista da seleção da Alemanha, com direito a 7 a 1 no Brasil na semifinal, impulsionou as vendas da camisa germânica e, no final daquele mesmo ano fiscal de 2014/2015, a liderança voltou à Adidas.

O que teve de comum entre as duas marcas ao longo desse tempo foi a estratégia adotada para o crescimento. Para ser líder em vendas, é preciso ter bastante produto a se ofertar para o público. Para chegar à liderança, a Nike investiu pesado. Passou a vestir as seleções de França e Inglaterra, dois colossos de vendas. Além disso, mirou os esforços com clubes e seguiu a ser a marca com os atletas mais celebrados. 

A retomada da Adidas seguiu essa mesma estratégia. O foco, porém, foram os clubes. A marca das três listras tirou da concorrente Manchester United e Juventus. Ampliou a parceria com clubes menores pelo mundo todo. E colheu os frutos.

Agora, a Nike faz um caminho diferente. Dentro do projeto traçado em 2015 de faturar US$ 50 bilhões até 2020, a marca decidiu mudar o rumo do investimento em futebol. Já sabendo que a meta estipulada há quase cinco anos não será alcançada, a empresa migrou o investimento. No lugar de ter maior quantidade de patrocínios, passou a selecionar melhor onde investir e, agora, mira o público feminino.

A guinada na comunicação veio só em março deste ano, em meio às celebrações do Dia Internacional da Mulher. Mas a estratégia está sólida. Com um histórico de ser pioneira em alguns movimentos, a marca tenta agora mostrar que a mulher é o caminho para a retomada das vendas. O maior problema, para isso, é que a indústria do futebol feminino está definitivamente mais atrasada do que a do masculino. Por isso, o potencial de crescimento do esporte ainda está represado. 

Se, há meia década, o caminho para ser líder em vendas era ter o maior número de patrocínios no futebol, a Nike tenta agora reescrever essa história. Até hoje ninguém conseguiu fazer isso. Mas até agora o futebol feminino nunca tinha sido prioridade.

 

Matéria originalmente publicada por:  https://maquinadoesporte.uol.com.br

São Paulo – Brasil – 12:51

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Josy Galvão

Lukas Podolski pode se juntar à equipe da Alemanha em Tóquio para as Olimpíadas de 2020

O ex-jogador do Bayern de Munique e da Seleção Alemã pode ser um dos três jogadores veteranos selecionados para a equipe olímpica de 2020.

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Getty Images

 

Uma das regras do futebol nos Jogos Olímpicos, é que cada seleção pode ter três jogadores com idade acima das restrições do sub-21. Com os Jogos Olímpicos de verão previstos para Tóquio, Japão em 2020, a Alemanha pode escalar um jogador que sabe algo sobre vencer competições internacionais e o próprio Japão: Lukas Podolski.

Podolski, que fez parte da equipe alemã vencedora da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, atualmente joga pelo Vissel Kobe na Liga J1 do Japão e está sendo avaliado como um dos três jogadores “veteranos” permitidos para compor a Seleção Alemã.

O sonho do ouro olímpico 2020 em Tóquio acompanha a seleção da Alemanha sub-21. Apesar da falta de defesa do título na derrota contra a Espanha na final da Eurocopa, o time e o técnico Stefan Kuntz (56) já estão ansiosos pelo torneio. E agora um plano está tomando forma: Lukas Podolski (34) pode se tornar parte da equipe!

O Sport 1 falou com Podolski sobre a oportunidade:

“As Olimpíadas no Japão, o país que eu passei a amar e apreciar nos últimos anos, sem dúvida: isso seria, naturalmente, uma grande honra para mim.”

Podolski havia se aposentado da Seleção Alemã em março de 2017, após a Euro 2016, mas poderia ser uma escolha sentimental para fornecer liderança veterana durante as Olimpíadas.

Nas Olimpíadas de 2016, onde a Alemanha garantiu uma medalha de prata, o técnico Horst Hrubesch usou Lars Bender, Sven Bender e Nils Petersen como suas três escolhas.

 

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 13:54

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Por Josy Galvão

Cinco anos do 7 x 1 diante da Alemanha. Que lições o futebol aprendeu desde então?

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Hoje, dia 8 de julho, completa exatamente cinco anos do maior vexame do futebol brasileiro: a goleada sofrida diante da Alemanha por 7 x 1 em pleno Mineirão, em jogo de um semifinal de Copa do Mundo.

Sobre o jogo, pouco a falar. Basta lembrar que alguns jogadores alemães confessaram mais tarde em entrevistas que decidiram tirar o pé, para que a humilhação não fosse ainda maior.

Mas o que mudou no futebol brasileiro desde então? Bom, na época da tragédia, nada mudou. Tanto que havia a expectativa de uma reformulação geral, um novo treinador, nova comissão técnica, novas ideias. Até que em setembro a CBF anunciou o nome do novo técnico: Dunga. Dunga?  “Mais um gol da Alemanha” e um atraso inevitável no ciclo de preparação para a copa seguinte, Rússia 2018. Diante da Bélgica vimos o resultado.

E hoje? Ainda longe de uma organização ideal. A impressão é que vamos demorar para voltar a ser novamente o país do futebol, ou que vamos voltar a conquistar uma Copa do Mundo brevemente.

É preciso tirar os olhos do retrovisor de conquistas e passar a olhar com carinho para o presente. Ajustar calendários, mais transparência e acreditar em trabalho de base, visando resultados a médio e a longo prazo.

O caminho é longo, o desafio é enorme. Mas para que os 7 x 1 não sejam jamais esquecidos, é necessário arregaçar as mangas, trabalhar seriamente, assimilar conhecimentos do futebol que estão praticando em várias partes do mundo sem àquela típica arrogância de que não precisamos aprender nada pois somos os melhores. Não, não somos mais os melhores há muito tempo.

Para finalizar, a tragédia dos sete a um diante da Alemanha há cinco anos, tem que servir como foi a tragédia de 1950 no Maracanã, na derrota diante do Uruguai. Ali, no meio de choros dos torcedores por todo o Brasil, estava nascendo uma nova ideia, uma nova concepção, a do Brasil vencedor de 1958, 1962 e 1970.

Por: Fábio Machado

Matéria originalmente publicada por:  https://ndmais.com.br

São Paulo – Brasil – 17:12

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Josy Galvão

Empresário de Neuer abre polêmica no Bayern de Munique

O empresário de Manuel Neuer, Thomas Kroth, criticou fortemente a política recente do Bayern de Munique que, em entrevista ao ‘Suddeutsche Zeitung’ no último sábado, pode levar o goleiro alemão a mudar de ares, sublinhado a falta de capacidade competitiva dos bávaros. 

“A carreira de Neuer está orientada para o sucesso. Ele quer ganhar o Europeu em 2020 com a Alemanha e uma 2ª Liga dos Campeões. Mas tenho a impressão de que a diferença do Bayern para o top 4 de Inglaterra já é grande. Creio que não estão tão competitivos e preparados para estar à altura dos objetivos de Neuer”, criticou o agente, que deixou em aberto a possibilidade de o goleiro renovar com o Bayern e terminar a carreira na Alemanha, ressalvando haver mais opções. 

No entanto, as palavras de Thomas Kroth não caíram bem no seio bávaro. Lothar Matthäus, antigo capitão do Bayern, saiu em defesa do clube, reprovando a atitude de Neuer. “Teve um comportamento completamente inaceitável para um capitão! Enquanto líder da equipe devia saber que tem a porta da direção sempre aberta, por isso se queria contestar alguma coisa, bastava ir lá”, explicou ao diário alemão ‘Bild’.

 

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 14:26

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Por Josy Galvão