Archive for the ‘Seleção Alemã’ Category

Futebol Alemão – Goretzka e Kimmich, jogadores alemães, doam dois milhões de euros para combater coronavírus

Goretzka e Kimmich são companheiros de clube e seleção alemã TF-Images/Getty Images

Mais um bom exemplo de solidariedade e combate à pandemia de coronavírus veio da Alemanha. Um dia depois de o Borussia Mönchengladbach anunciar que seus jogadores abriram mão de seus salários para não prejudicar outros funcionários do clube, dois atletas do Bayern de Munique e da seleção alemãLeon Goretzka e Joshua Kimmich, criaram uma campanha, “We kick Corona”, e doaram cada um 1 milhão de euros (cerca de 5,3 milhões de reais pela cotação atual) para ajudar pacientes infectados, assistentes sociais e serviços de saúde a lidar com o novo vírus.

Em uma postagem no Twitter, Goretzka agradeceu aos profissionais responsáveis por “darem tudo de si para controlar a situação” e disse que espera que torcedores sigam o exemplo e realizem doações. “Em campo, podemos vencer qualquer um. Mas só podemos vencer o coronavírus juntos”, completou.

As pessoas podem realizar doações pelo site da campanha, que também funciona como um canal de comunicação para pessoas que necessitem de ajuda. O Campeonato Alemão, assim como todas as grandes ligas europeias, está parado por causa do Covid-2019.

 

Matéria originalmente publicada por:  https://veja.abril.com.br/

São Paulo – Brasil – 14:04

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Josy Galvão

Coronavírus – Especialista Alemão prevê que futebol só vai poder voltar em 2021

Resultado de imagem para Coronavírus e a suspensão das ligas: especialista prevê que futebol só vai poder voltar em 2021

Torcedores do Bayern de Munique apoiam time usando máscaras – Getty Images

 

O virologista alemão Jonas Schmidt-Chanasit, do Instituto Berhard-Nocht, localizado em Hamburgo, considera que a pausa nas competições de futebol terá que durar até 2021 e até rejeita a possibilidade de jogar a portas fechadas antes dessa data.

“Não acredito que em abril eles possam voltar a falar sobre jogos sendo disputados novamente. Nem com as portas fechadas, porque eles têm o potencial de as pessoas possam se reunir em suas casas para assistir”, disse Schmidt-Chanasit em declarações à “Northern Television”, da Alemanha.

Bundesliga suspendeu a temporada até 2 de abril, mas essa data é considerada por muitos um tanto ilusória.

O diretor administrativo da Liga Alemã de Futebol, Christian Seifert, disse que os jogos com portões fechados são a única chance de salvar a temporada, o que também envolveria salvar alguns clubes da insolvência. Schmidt-Chanasit não acredita que a temporada atual possa ser concluída.

“Estou convencido de que só será possível jogar novamente no próximo ano. Não acho realista pensar que esta temporada possa terminar”, afirmou.

Matéria originalmente publicada por:  https://www.espn.com.br/

São Paulo – Brasil – 13:22

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Josy Galvão

 

Conheça o maior fenômeno das categorias de base europeias, com apenas 15 anos, ele já passou dos 100 gols

Youssoufa Moukoko tem só 15 anos, mas já defende a seleção sub-19 da Alemanha - AFP

Youssoufa Moukoko tem só 15 anos, mas já defende a seleção sub-19 da Alemanha – Imagem: AFP

Na última convocação da seleção alemã sub-19, um nome chamou a atenção. A lista para as eliminatórias da Eurocopa da categoria estava repleta de garotos de 18 e 19 anos. Mas tinha uma única exceção: um centroavante nascido no dia 20 de novembro de 2004.

O nome dele é Youssoufa Moukoko, um adolescente de 15 anos que vem destruindo recordes nas categorias de base germânicas, mesmo sempre atuando contra adversários que são de três a quatro anos mais velhos.

Há apenas dez dias, o atacante do Borussia Dortmund se tornou o maior artilheiro de uma única edição da versão sub-19 do Campeonato Alemão ao anotar 34 gols em 20 partidas.

Não, essa informação não está errada. Um menino de 2004 tem média de 1,7 tento por jogo em uma competição que permite a presença de jogadores nascidos a partir de 2001. E essa marca jamais foi atingida antes, nem mesmo por garotos que já estavam no limite da idade.

É por essas e outras que Moukoko é considerado atualmente o maior fenômeno das categorias de base europeias.

O atacante nasceu em Yaoundé, capital de Camarões, e permaneceu na África durante os dez primeiros anos de sua vida. Assim que chegou à Alemanha, ingressou nos times inferiores do St. Pauli. A partir daí, viu sua carreira decolar como um foguete.

Aos 12 anos, mudou-se para o Dortmund, marcou seus primeiros gols no Alemão sub-17 e foi parar nas capas dos principais jornais do país. O sucesso logo lhe rendeu um contrato de patrocínio com a Nike que pode chegar a casa dos 10 milhões de euros (R$ 55 milhões).

Bom demais para atuar no sub-17 mesmo sem ainda ter alcançado a idade para atuar na categoria, o centroavante foi promovido em agosto passado para o time sub-19. Logo na estreia, marcou seis vezes na vitória por 9 a 2 sobre o Wuppertal.

Desde o dia 7 de dezembro, o novo astro do Dortmund balançou as redes em todos os jogos que disputou. Foram 16 gols apenas nas últimas oito partidas, o que tornou inevitável sua convocação para a seleção júnior.

No total, o centroavante tem 126 gols marcados em 83 partidas disputadas desde que chegou à base do clube.

Na atual temporada, Moukoko também fez seus primeiros treinos com a equipe principal. A estreia entre os adultos só não foi possível ainda porque o regulamento do futebol alemão proíbe a escalação de menores de 16 anos.

Ou seja, até novembro, o menino-gol do Dortmund continuará restrito aos amistosos e torneios de base. Depois, estará livre para reforçar o elenco que ocupa a vice-liderança da Bundesliga, com 51 pontos, quatro a menos que o Bayern de Munique.

O planejamento da diretoria Aurinegra é que Moukoko seja preparado para ser o substituto de Erling Haaland, revelação desta temporada e vice-artilheiro da Liga dos Campeões. Se tudo der certo, o novo fenômeno alemão deve assumir a titularidade quando o norueguês for negociado, em um ano e meio ou dois anos.

 

 

Matéria publicada por:  https://www.radiocristalina.com.br/

São Paulo – Brasil – 12:26

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Josy Galvão

Jogadores da seleção alemã fazem vaquinha e doam €2,5 milhões para ajudar na luta contra o covid-19

A solidariedade tem sido uma marca do futebol alemão nos últimos dias. Federação, clubes e torcedores anunciam medidas para apoiar a população em meio à pandemia do coronavírus, assim como para absorver a crise econômica que os times menores sofrerão. Já nesta quarta-feira, os jogadores da seleção anunciaram um grande gesto. Diferentes nomes da Mannschaft se uniram para doar €2,5 milhões a organizações de saúde que estão tratando os pacientes e buscando soluções à situação emergencial.

Através de uma live nas redes sociais, diversos jogadores da equipe nacional revelaram sua “vaquinha”. Nomes como Manuel Neuer, Marco Reus, Toni Kroos, e Ilkay Gündogan lideraram a iniciativa. “Em momentos como este, temos que cuidar uns dos outros. Também nos juntamos para pensar e decidimos doar €2,5 milhões para boas causas”, declarou Neuer, capitão do Nationalelf. Outros jogadores engrossaram o coro, para que os suprimentos permaneçam disponíveis no país.

Segundo Oliver Bierhoff, diretor de seleções, a ideia veio de uma reunião envolvendo os jogadores mais rodados do elenco. Então, os demais convocáveis da Mannschaft não demoraram a responder e a apoiar. “Isso mostra que essa equipe está unida e os jogadores estão cientes de sua posição como exemplos”, declarou o veterano. A federação aproveitou a ocasião para reafirmar seu compromisso em apoiar também os clubes médios e pequenos, “financeiramente e estruturalmente”.

Já o técnico Joachim Löw preferiu uma análise mais filosófica do momento: “Os últimos dias me afetaram bastante e me fizeram pensar. Parece que o mundo está contra-atacando as pessoas, que pensam que sabem tudo e que podem fazer de tudo. Estamos viajando em velocidade e potência máximas. Lucros e recordes eram as coisas mais importantes. Catástrofes ambientais na Austrália e em outros lugares mal nos abalaram. Mas agora estamos experimentando algo que afeta o mundo todo e nos lembra o que realmente conta: amigos, família e respeito”.

Bierhoff e Löw abrirão mão de parte de seus salários durante a crise, para auxiliar a federação. Tal ideia também começa a ser partilhada dentro dos clubes. Segundo a revista Kicker, Hans-Joachim Watzke reduziu um terço de seu salário como diretor esportivo do Borussia Dortmund. Tomara que as doações realizadas pelos membros da seleção alemã conscientizem outros jogadores ao redor do planeta a tomarem atitudes mais proativas.

Matéria originalmente publicada por:  https://trivela.com.br/

São Paulo – Brasil – 18:32

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Josy Galvão

Seleção alemã pedalou em 2019, mas não saiu do lugar

A equipe comandada por Joachim Löw não aparece entre as favoritas para conquistar a Euro 2020. E seu futebol irregular tem desestimulado os torcedores, que têm evitado lotar os estádios.

Bundestrainer Joachim Jogi Loew (picture-alliance/E. Geuppert)

O técnico da seleção alemã, Joachim Löw, que ainda tenta montar uma equipe para a Euro 2020

Apesar da classificação relativamente tranquila para a Euro 2020 e também da convincente vitória sobre a Irlanda do Norte no último jogo do ano, ainda não é possível chegar a conclusões definitivas sobre a capacidade da Alemanha de participar desse torneio com dignidade e à altura das suas melhores tradições.

O próprio técnico Joachim Löw, que dirige a equipe pela oitava vez numa competição internacional, não sabe direito a quantas o time anda por conta de sua frequente instabilidade. Ele mesmo confessou recentemente: “Não nos vemos como favoritos. Não adianta alimentar muitas expectativas”.

Sinal dos tempos. Talvez seja por causa disso que nas últimas três partidas em casa, boa parte da torcida alemã preferiu ficar confortavelmente instalada na sua sala de estar tomando uma cervejinha do que pagar até 80 Euros por um ingresso.

No amistoso contra a Argentina em Dortmund, por exemplo, apenas 45.000 torcedores apareceram no Signal Iduna Park. Nas últimas duas partidas pelas eliminatórias da Euro, contra Belarus e Irlanda do Norte, o público também não lotou as arenas. Em Mönchengladbach compareceram apenas 33.000 espectadores e em Frankfurt foram 42.000. 

Löw está no comando da seleção há treze anos e nunca, durante todo esse período, tão poucos torcedores foram aos estádios para ver a equipe como em 2019 – em média apenas 37.000 por jogo. O desastre na Copa da Rússia e a horrorosa campanha na Liga das Nações em 2018 deixaram marcas indeléveis no coração da torcida que tem muitas reclamações a fazer e isto não apenas no campo esportivo.

Ter o prazer de ver a seleção jogando in loco ficou caro para o torcedor comum: “É muito dinheiro. São até 80 Euros por um ingresso mais 130 pela nova camisa, o custo do transporte, além dos comes e bebes, enfim, está tudo muito caro”, conta um fã que veio de Hamburgo para ver a seleção jogar em Mönchengladbach.

O torcedor já não aguenta mais as exageradas e artificiais campanhas de marketing em torno da seleção que dá a impressão de se tornar uma marca a ser comercializada: ”Die Mannschaft”. Acrescentem-se ainda os recentes escândalos de corrupção envolvendo dirigentes da Federação Alemã de Futebol (DFB), como por exemplo, o ex-presidente Reinhard Grindel que, diante das suspeitas levantadas, viu-se na contingência de renunciar ao cargo. É a receita pronta para o esvaziamento dos estádios.

Pode até ser que o torcedor não teria dado tanta importância aos fatores citados se a seleção ao menos apresentasse um futebol que o fizesse sonhar como fez em 2014. Acontece que o time oscila demais.

A rigor, dos dez jogos disputados em 2019, em apenas dois a equipe jogou relativamente bem. Foi contra a fraquíssima Estônia em junho na vitória por 8 a 0 e, nesta terça-feira, contra uma desmotivada Irlanda do Norte que levou uma sapatada por 6 a 1.  De resto, houve apresentações apenas regulares, pautadas por assustadoras quedas de rendimento no decorrer de uma mesma partida.

Consequentemente, pela primeira vez nos últimos dez anos, a Alemanha não é cotada como uma das favoritas ao título numa competição internacional. França, Inglaterra, Bélgica, Espanha e Holanda, pelo que mostraram nas eliminatórias, estão bem mais adiantadas do que os alemães. Todas já têm uma equipe montada. Se o torneio começasse amanhã, estariam prontas para entrar em campo.

Não é o caso da seleção alemã. A rigor, Löw até agora não sabe como vai montar seu time titular. Faltam seis meses e apenas duas partidas amistosas para o técnico definir o elenco que levará para Seefeld no Tirol onde, no hotel mais luxuoso e bucólico dos Alpes austríacos, a seleção se concentrará durante duas semanas para a Eurocopa.

Joachim Löw não fez a renovação que poderia ter feito logo depois de ter conquistado a Copa das Confederações em 2017. Perdeu um ano precioso e pagou um alto preço por sua teimosia.  Ficou pedalando sem sair do lugar e tentará, a partir de agora, recuperar o tempo perdido.

A verificar a partir de agora se a bela partida contra a Irlanda do Norte foi um primeiro passo nessa direção ou apenas mais uma pedalada que, no fim e ao cabo, não leva a lugar nenhum.

 

Gerd Wenzel começou no jornalismo esportivo em 1991 na TV Cultura de São Paulo, quando pela primeira vez foi exibida a Bundesliga no Brasil. Desde 2002, atua nos canais ESPN como especialista em futebol alemão. Semanalmente, às quintas, produz o Podcast “Bundesliga no Ar”. A coluna Halbzeit sai às terças. Siga-o no TwitterFacebook e no site Bundesliga.com.br

 

Matéria originalmente publicada por:  https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 13:47

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Josy Galvão

Seleção Alemã faz convocação para os últimos jogos de 2019 e já tem duas baixas

Após a divulgação da Seleção Alemã dos convocados para os últimos jogos de 2019, válidos pelas Eliminatórias da Eurocopa 2020, a equipe comandada por Joaquim Löw já sofreu duas baixas. Marco Reus, jogador do Borussia Dortmund, que segundo informações da DFB, tem um problema no tornozelo e Kai Havertz do Bayer Leverkusen, que sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda durante a vitória do Leverkusen por 2 a 0, para o Wolfsburg, na última rodada da Bundesliga. São dois jogadores importantes para a equipe, mas tudo indica que Löw não substituirá os atletas cortados.  A seleção nacional lidera o grupo e com certeza garantirá a vaga para a competição.

No próximo sábado, dia 16 de novembro, os alemães enfrentam a Bielorrússia em Mönchengladbach. No dia 19 de novembro, será a vez de encarar a Irlanda do Norte, em Frankfurt.

Confira os nomes:

Goleiros: Bernd Leno -Arsenal-ING, Manuel Neuer – Bayern de Munique, Marc-André ter Stegen – Barcelona-ESP .

Defensores: Matthias Ginter – Borussia Mönchengladbach, Lukas Klostermann – RB Leipzig, Niklas Stark – Hertha Berlim, Robin Koch – Freiburg, Nico Schulz – Borussia Dortmund, Jonathan Tah – Bayer Leverkusen, Jonas Hector – Colônia.

Meio-campistas: Julian Brandt – Borussia Dortmund, Emre Can – Juventus-ITA, Joshua Kimmich – Bayern de Munique, Ilkay Gündogan – Manchester City-ING, Nadiem Amiri – Bayer Leverkusen, Toni Kroos – Real Madrid, Leon Goretzka – Bayern de Munique, Sebastian Rudy – Hoffenheim, Suat Serdar – Schalke.

Atacantes: Timo Werner – RB Leipzig, Serge Gnabry – Bayern de Munique, Luca Waldschmidt – Freiburg.

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 13:26

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Por Josy Galvão

Seleção Alemã lança camisa para Euro 2020 dentro de um ônibus em Berlim

 © DFB

Mesmo sem estar 100% classificada para a Euro 2020, a Seleção da Alemanha lançou em parceria com a Adidas, o uniforme para competição.

O novo uniforme foi apresentado pelos jogadores em Berlin. Como parte da campanha produzida pela Adidas, Manuel Neuer circulou no ônibus 200, com embarque na estação Alexanderplatz. O fã Pascal Reunert não vai esquecer nunca esta viagem de ônibus,  “Eu tinha um lugar no ônibus, de repente o goleiro Manuel Neuer embarca,” diz ele, surpreso, acrescentando: “Afinal, você não encontra um goleiro mundial todos os dias”.

O encontro não foi coincidência, é claro. No fim de semana, Pascal recebeu uma comunicação da seleção nacional, por fazer parte de um Fã Clube, que havia ganho uma viagem surpresa para Berlim. No entanto, ele não sabia que de repente se tornaria parte das filmagens da Adidas para a nova camisa da Mannschaft. “Foi realmente emocionante”, diz Pascal, “foi realmente uma experiência interessante”.

A nova camisa terá sua estreia no próximo sábado, dia 16 de novembro, contra a Bielorrússia em Gladbach, pelas Eliminatórias da Euro 2020.

Confira as imagens do lançamento:

Fan Pascal Reunert com Manuel Neuer em Berlim: "Foi realmente uma experiência colle" © equipe nacional do Fan Club

Manuel Neuer com o fã Pascal Reunert

 © DFB

 

 © adidas

 

 

 © adidas

 

 © DFB

 

 © adidas

 

 © DFB

 

 © DFB

 

 © adidas

 

 © DFB

 

© DFB |  PHILIPPREINHARD.COM

 

 

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 12:17

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Por Josy Galvão

Seleção Alemã de futebol não vai mais jogar em países que discriminam mulheres

Resultado de imagem para seleção alemã 2019O presidente da Federação Alemã de Futebol, Fritz Keller, informou em artigo publicado no jornal Die Welt na última quarta-feira ter apresentado um projeto que impede a Seleção Alemã de jogar em países onde mulheres não têm acesso aos estádios de futebol ou outras instalações esportivas de forma discriminatória.

De acordo com Keller, a proposta foi aprovada por unanimidade na diretoria da Federação. “Precisamos entrar em discurso juntos no futebol alemão para responder a perguntas complexas de maneira diferenciada. Quais valores são inquebráveis para nós? Os direitos das mulheres, por exemplo”, afirma o dirigente no artigo.

Fritz Keller foi eleito presidente da DFB em setembro, substituindo Reinhard Grindel, que renunciou em abril após escândalo envolvendo o recebimento de presentes de luxo. Keller fez parte da diretoria do SC Freiburg desde 1994, e havia assumido a presidência do clube em 2014.

Polêmica

No texto, Keller comenta ainda a recente controvérsia envolvendo os jogadores de origem turca na seleção da Alemanha. Em outubro, o meia Ilkay Gündogan e o volante Emre Can geraram polêmica por curtir postagem no Instagram que mostrava jogadores da Turquia fazendo uma saudação militar como celebração de um gol. Gündogan e Can, posteriormente, removeram a curtida da publicação e negaram apoio à ação militar no país.

Em julho de 2018, Mesut Özil, também de origem turca, anunciou sua aposentadoria da seleção alemã. Ele alegou ser alvo de discriminação por parte da Federação após um encontro entre ele e o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan. “O direito à liberdade de expressão é indispensável e protegido constitucionalmente. Nenhum clube, e certamente a DFB, pode ou irá proibir seus membros de expressar opiniões dentro da estrutura dos valores de nossa constituição. Por razões esportivas, no entanto, uma politização desproporcional das equipes deve ser interrompida”, disse Keller ao Die Welt. “Não devemos mais fingir que esses desafios sociais e esses desenvolvimentos políticos globais não existem”.

 

 

Matéria originalmente publicada por:  https://www.terra.com.br/

São Paulo – Brasil – 13:14

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Josy Galvão

 

Sule pode esquecer a presença na Euro 2020

Niklas Sule

Acabou a temporada para Niklas Sule, revelou esta semana Uli Hoeness, presidente do Bayern Munique.

O zagueiro alemão rompeu os ligamentos cruzados do joelho direito frente ao Augsburg  e enfrenta um longo período de recuperação que o vai deixar de fora do Euro 2020, assegurou Hoeness.

“Aparentemente a temporada terminou para ele, pode esquecer a presença na Euro,” disse, citado pela agência SID, acrescentando ainda que o clube bávaro não vai contratar ninguém para substituir Sule no mercado de inverno.

O técnico da Seleção Alemã, Joachim Löw, afirmou que a lesão é “uma má notícia” porque o jogador de 24 anos era “pilar” no seu projeto de reconstrução para o Campeonato Europeu.

 

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 19:40

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Por Josy Galvão

Bastian Schweinsteiger, o Grande

Após começo de carreira atribulado, meio-campista decolou na Copa de 2006 e se consagrou na de 2014, quando literalmente deu o sangue pela Seleção Alemã na final no Maracanã. O herói vai deixar saudades entre torcedores.

Bastian Schweinsteiger

Após pendurar as chuteiras, Schweinsteiger comentará na TV jogos da Alemanha na Eurocopa de 2020 e na Copa de 2022

Contam as más línguas que, depois de ter visto Bastian Schweinsteiger atuando pela primeira vez, no time juvenil do Bayern em 2000, Franz Beckenbauer teria profetizado para os seus colegas de diretoria: “Esse aí não vai dar em nada.”

Outro que não botou muita fé nele foi Felix Magath, técnico do Bayern de 2004 a 2007. Logo após ter se recuperado de uma contusão, o jovem Schweinsteiger, então com 20 anos, ficou sabendo que passaria a treinar com o time das categorias de base, o Bayern II. Foi uma humilhação. Afinal, naquele mesmo ano de 2004, ele tinha vestido pela primeira vez a camisa da Seleção Alemã.    

Dois anos antes, mais precisamente no dia 13 de novembro de 2002, “Schweini”, como era apelidado carinhosamente na época, fazia sua estreia no time profissional do Bayern, comandado então por Ottmar Hitzfeld. Foi num jogo da Champions League contra o RC Lens. Ele entrou no lugar de Mehmet Scholl. Outro estreante naquela noite fria de inverno foi Philipp Lahm, que também passaria a desempenhar um papel importante na história do clube bávaro.   

A primeira partida de Schweinsteiger na Bundesliga se deu um mês depois, na vitória sobre o Stuttgart por 3 a 0.  Lembro-me bem desse confronto, porque meu colega na transmissão pela ESPN teve algumas dificuldades iniciais para pronunciar adequadamente o nome do jogador. Nada que algumas dicas de pronúncia correta não pudessem resolver.

O grande divisor de águas da carreira de Bastian Schweinsteiger foi a Copa do Mundo realizada na Alemanha em 2006. O eixo formado com ele no meio campo, Philipp Lahm na defesa, Lukas Podolski e Miroslav Klose no ataque, deixou marcas indeléveis na forma de jogar da seleção alemã durante quase uma década.

A consagração final só viria oito anos mais tarde, na Copa realizada no Brasil, mas é sabido que as grandes lendas do futebol se constroem também com derrotas. É a partir do fracasso que se molda o caráter do herói, que mais tarde ressurge em triunfo, e fracassos não faltaram na vida de Bastian.

Basta lembrar a final da Champions League de 2012 em Munique, contra o Chelsea. Na decisão por pênaltis, o Fussballgott da torcida bávara desperdiçou sua cobrança, para logo em seguida Drogba converter sem chance para Neuer, decretando a derrota do Bayern na sua própria sala de estar.

Um ano mais tarde, Schweinsteiger, Robben e companhia renasciam das cinzas em Londres. Eles triunfaram ao vencer o título pela quinta vez e, de quebra, ainda conquistar a tríplice coroa.

Também na seleção alemã, as grandes vitórias foram precedidas por grandes derrotas. Na hora H, a Mannschaft amarelava. Foi assim no Mundial de 2010 e na Euro de 2012. A opinião pública alemã suspeitava fortemente que a geração surgida em 2006 não estava à altura de gloriosas conquistas. Para muitos, era uma geração de fracassados.

Até que veio o ano de 2014.

Schweinsteiger machucado durante a final da Copa do Mundo de 2014, no Maracanã

Schweinsteiger deu literalmente o sangue na final da Copa do Mundo de 2014, no Maracanã

Um mês antes da Copa, estive na Alemanha para entrevistar Schweinsteiger. Foi muito divertido, à beira do campo do CT do Bayern na Säbener Strasse 51, em Munique. Durante o bate-papo, de repente passa o Dante, brincalhão como sempre. Pergunto para o Bastian se ele está preparado para eventualmente encarar o Brasil numa final em pleno Maracanã, e ele, sorrindo, responde: “Preparados para vencer, claro!” Dante, meio sem jeito, sai de mansinho.

Em 2014, Schweinsteiger comprovou de qual matéria-prima são feitos os heróis: basicamente do desejo inquebrantável de vencer. Inesquecível a cena com ele sangrando à beira do campo já na prorrogação da final contra a Argentina.

Durante o jogo, Schweinsteiger não evitou nenhuma dividida, teve câimbras, sofreu meia dúzia de faltas, deu literalmente o sangue, comeu a grama que o diabo amassou com o rabo e aguentou o tranco até o fim.

Caído em campo, a cada vez que se levantava, voltava mais forte, mais determinado a vencer. Com seu desempenho no Maracanã, tornou-se o ícone do triunfo da seleção alemã.

Bastian Schweinsteiger, o Grande, entra na história do futebol alemão como um dos seus maiores protagonistas. Os torcedores ainda vão sentir saudades dele por muito tempo. Eu também.

P.S. Schweinsteiger encerrou sua carreira como jogador profissional, mas continuará ligado ao esporte. Foi contratado pela TV pública ARD para comentar os jogos da Alemanha na Eurocopa de 2020 e na Copa do Mundo de 2022.   

Gerd Wenzel começou no jornalismo esportivo em 1991 na TV Cultura de São Paulo, quando pela primeira vez foi exibida a Bundesliga no Brasil. Desde 2002, atua nos canais ESPN como especialista em futebol alemão. Semanalmente, às quintas, produz o Podcast “Bundesliga no Ar”. A coluna Halbzeit sai às terças. Siga-o no TwitterFacebook e no site Bundesliga.com.br

 

 

Matéria originalmente publicada por:  https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 15:28

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Josy Galvão