Archive for the ‘UEFA Champions League’ Category

Diretor do Dortmund justifica volta de Hummels: “Melhor zagueiro alemão”

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A expectativa do Borussia Dortmund em torno do retorno de Mats Hummels segue alta. Depois de anunciar o retorno do experiente defensor vindo do Bayern de Munique, o clube Aurinegro explicou a negociação por intermédio de seu diretor esportivo, Michael Zorc, que exaltou as qualidades do novo contratado e disse contar, a partir de agora, com “o melhor zagueiro alemão”.

“Estamos muito contentes pelo regresso do Hummels. Sabemos que ele tinha outras opções, mas desde cedo que ele mostrou interesse em assinar pelo Borussia de Dortmund. Conseguimos contratar um jogador extraordinário, diria mesmo que é o melhor zagueiro alemão da atualidade”, disse Zorc em entrevista concedida ao jornal alemão Bild.

Contratado em definitivo pelo Borussia Dortmund, Hummels dará início a sua segunda passagem pelo clube. Formado no Bayern, o zagueiro alemão passou quase uma década nos Aurinegros, onde fez 309 jogos e participou do histórico time comandado por Jürgen Klopp, que conquistou o campeonato alemão e foi finalista da Liga dos Campeões justamente contra o rival bávaro.

Os valores da negociação entre os times, no entanto, não foram divulgados. Mas de acordo com a revista alemã Kicker, o Borussia desembolsou cerca de 38 milhões de euros (cerca de R$ 165 milhões). O curioso é que, em 2016, os bávaros contrataram Hummels dos Aurinegros por 35 milhões de euros (aproximadamente R$151 milhões na cotação atual).

Matéria originalmente publicada por:  http://www.espn.com.br/

São Paulo – Brasil – 13:08

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Josy Galvão

Bayer Leverkusen contrata jovem promessa ao PSG

O jogador da seleção sub-20 da França Moussa Diaby, que representava o campeão gaulês Paris Saint-Germain, assinou contrato válido para as próximas cinco temporadas com o Bayer Leverkusen, anunciaram os dois clubes.

O extremo esquerdo, de 19 anos, foi aposta de Thomas Tüchel no PSG na última temporada, somando 34 jogos, 13 dos quais como titular, e quatro gols.

Diaby, que representou a França na Copa do Mundo sub-20, muda-se agora para o quarto classificado da última edição da Bundesliga e que vai disputar a próxima edição da Liga dos Campeões.

O valor da transferência não foi divulgado por nenhum dos clubes, mas, segundo a imprensa francesa, o Bayer Leverkusen teria desembolsado 15 milhões de euros ao PSG.

 

#WeAreGermany

São Paulo – Brasil – 12:34

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Por Josy Galvão

 

Com a porta aberta para deixar o Bayern, Boateng é disputado por Inter de Milão e Juventus

Com a porta aberta para deixar o Bayern, Boateng é disputado por Inter de Milão e Juventus

Os dias do zagueiro alemão Jérome Boateng parecem estar contados no Bayern de Munique. Após o presidente do clube dizer que era melhor o defensor procurar um novo clube, agora foi a vez de o jogador perder a confiança do técnico Niko Kovac.

De acordo com o jornal alemão Bild, além do treinador da equipe, Boateng também não conta com a confiança do diretor esportivo Hasan Salihadmizic, que já deixou claro ao jogador que ele procure uma nova equipe. O defensor, inclusive, já tem um preço fixado para uma eventual transferência: 15 milhões de euros (R$ 65,25 milhões).

Ainda de acordo com o portal alemão, o defensor já possui clubes interessados. Classificados para a próxima edição da Champions League, a dupla italiana Juventus e Inter de Milão já demonstrou interesse em contar com Boateng para a próxima temporada.

O defensor de 30 anos chegou ao Bayern em 2011, vindo do Manchester City, e desde então conquistou inúmeros títulos com a equipe bávara. Dentre eles, a Liga dos Campeões 2012/2013 e os sete troféus consecutivos da Bundesliga. Ao todo, participou de 286 jogos e marcou oito gols.

 

Matéria originalmente publicada por:  https://www.foxsports.com.br

São Paulo – Brasil – 21:44

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Josy Galvão

Jürgen Klopp, muito além do futebol

Alemão entra na galeria dos grandes técnicos mundiais após vencer Liga dos Campeões. Para ele, sucesso ou fracasso não podem ser medidos só por números: trabalho mais apaixonante é desenvolver potencial de jogadores.

Premier League: Liverpool FC v Wolverhampton Wanderers (picture-alliance)

Se ainda faltava alguma coisa para Jürgen Klopp ser colocado na primeira prateleira dos grandes técnicos do futebol mundial, agora não falta mais nada. Depois do triunfo de Madri, o “good german”, como costuma ser chamado pelos habitantes de Liverpool, fará parte da galeria dos treinadores que marcaram como poucos a história dos “Reds”: Bill Shankly, Bob Paisley, Joe Fagan e Rafael Benitez.

Em 2015, ao iniciar o seu trabalho na cidade dos Beatles, numa de suas primeiras coletivas de imprensa, Klopp havia prometido que, mais tardar dentro de quatro anos, venceria um título. Só não especificou qual. Antes de chegar ao lugar mais alto do pódio, porém, encarou alguns insucessos, como, por exemplo, a sina de não conseguir vencer uma final.

Há cerca de quatro anos, quando se transferiu para o Liverpool, já havia perdido três finais com o Borussia Dortmund, fracassos que iriam se repetir com o time inglês, também por três vezes.

Isso sem contar que, na Premiere League propriamente dita, o mais perto que Klopp chegou de colocar a mão na taça foi na temporada encerrada com o vice-campeonato. Faz quase 30 anos que o Liverpool não vence um título da principal competição de futebol da Inglaterra. Será, sem dúvida, o próximo desafio do técnico alemão.

De todo modo, vale lembrar que Jürgen Klopp não está preso à lógica perversa que mede o sucesso de um trabalho pela conquista de um título, qualquer que seja. Talvez por isso, o seu primeiro gesto após o encerramento da final de Madri tenha sido caminhar em direção a Mauricio Pochettino, técnico do Tottenham, para abraçá-lo afetuosamente.  

Logo em seguida, durante inúmeras entrevistas, não se cansava de repetir que “…sucesso ou fracasso não podem ser mensurados tão somente por alguns números…”. Ele considera que o seu trabalho mais apaixonante é desenvolver o potencial dos jogadores e ajuda-los no seu crescimento como profissionais. “Um jogador de um time grande como o Liverpool normalmente atua com 90% a 95% do seu potencial. Cabe a mim conseguir fazer com que entre em campo esbanjando 100%. É isto que muitas vezes vai fazer a diferença”, declarou recentemente.

Outro aspecto muito trabalhado pelo treinador é o fator motivacional baseado em duas colunas mestras: fé e vontade. O capitão Henderson reconhece: “A palavra de Jürgen no vestiário nos leva a inabalável crença que podemos sim, conquistar o que quisermos! Foi assim contra o Barcelona e hoje de novo contra o Tottenham”. 

Antes de entrar em campo para a partida decisiva contra os catalães, Klopp disse ao grupo: “Sejam como leões que não comem há dois meses”. Os jogadores do Barcelona devem ter sentido na própria carne esta fé que move montanhas e a fome irresistível de vencer dos “Reds”.

Klopp ergue a taça de campeão da Liga dos Campeões com o time do Liverpool

Klopp ergue a taça de campeão da Liga dos Campeões com o time do Liverpool

 

E tem ainda o fator empatia. Andando pelas dependências do clube com ele, a gente tem a nítida impressão que Klopp é amigo íntimo de todo mundo, desde o funcionário mais humilde, passando pelos auxiliares dos diversos departamentos até os gestores e executivos.

“Nunca vi nada parecido”, explica o intransponível zagueiro Virgil van Dijk. “Ele sempre nos diz: ‘Vocês não jogam só por vocês mesmos. Vocês jogam por todos aqueles que estão sempre disponíveis para lhes ajudar, por seus companheiros, por seus fãs, pelos funcionários do clube que sempre fazem de tudo para que vocês possam dar o melhor em campo’. Essa mensagem toca fundo o nosso coração”.  

A empatia de Klopp não se restringe apenas ao seu convívio cotidiano com as pessoas, seja no trabalho ou no seu ambiente privativo rodeado por familiares e amigos. Abrange também o coletivo, fazendo com que frequentemente se manifeste sobre questões políticas e problemas sociais.

Ao jornal El País Jürgen Klopp deixou claro que, como cristão protestante, é movido por um poderoso sentido comunitário de solidariedade. 

Em novembro do ano passado, por exemplo, na partida contra o Estrela Vermelha em Belgrado, Klopp colou na sua jaqueta um button com a flor fênix, símbolo da Sérvia, em homenagem a 1,2 milhão de sérvios mortos pelos exércitos austro-húngaro e alemão durante a Primeira Guerra Mundial. Na época, a matança aniquilou quase 30% da população do pequeno país.

No livro Klopp bring the noise, do jornalista Raphael Honigstein, as palavras do técnico sobre o seu posicionamento político e social não poderiam ser mais claras: “Eu sou de esquerda, naturalmente. É melhor ser de esquerda do que de centro. Eu acredito no Estado de bem-estar social. Não tenho plano de saúde privado. Jamais votaria num partido que promete baixar os impostos. Assim como eu vivo bem, quero que os outros também vivam bem. Se existe alguma coisa que jamais faria na minha vida, é votar na direita”. 

Sobre a preservação do meio-ambiente, em entrevista ao Westdeutsche Zeitung, disse: “Creio que nossa missão é fazer com que nosso minúsculo pedaço de terra seja um pouco mais bonito. A vida consiste em fazer com que os lugares por onde passamos sejam melhores”.

No que diz respeito à cidade de Liverpool, os seus habitantes, especialmente depois da conquista da “Orelhuda”, certamente concordarão com ele.   

Gerd Wenzel começou no jornalismo esportivo em 1991 na TV Cultura de São Paulo, quando pela primeira vez foi exibida a Bundesliga no Brasil. Desde 2002, atua nos canais ESPN como especialista em futebol alemão. Semanalmente, às quintas, produz o Podcast “Bundesliga no Ar”. A coluna Halbzeit sai às terças. Siga-o no TwitterFacebook e no site Bundesliga.com.br

 

 

Matéria originalmente publicada por:  https://www.dw.com/pt-br

São Paulo – Brasil – 18:33

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Josy Galvão

Chega de vices: entenda como o respaldo a Jürgen Klopp tornou o Liverpool um time campeão

Chega de vices: entenda como o respaldo a Jürgen Klopp tornou o Liverpool um time campeão

Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters

 

Qual a chance de seu time manter um técnico depois de três temporadas sem conquistar título algum? Se no Brasil os treinadores costumam ser sacrificados ao primeiro grande tropeço, no Liverpool o respaldo a Jürgen Klopp foi fundamental para que o time do norte da Inglaterra desfilasse pelas ruas da cidade com o troféu da Liga dos Campeões, encerrando um jejum de 14 anos.

Até da decisão do último sábado, Klopp tinha perdido as últimas seis finais de mata-mata que havia disputado. Mas o estigma do vice não o impediu de manter-se nos cargos e desenvolver bons trabalhos a médio/longo prazo.

“Não me vejo como um perdedor. É assim que eu entendo a sorte: se você trabalha para ganhar títulos, mais cedo ou mais tarde você alcançará o objetivo “, disse o alemão de 51 anos, na véspera da final contra o Tottenham.

Foi com a confiança das diretorias por onde passou que Klopp construiu times competitivos e passou a ser reconhecido como um dos melhores técnicos da atualidade, ao lado de Pep Guardiola. Foram sete anos em cada clube que comandou na Alemanha.

No Mainz, onde fez a transição de jogador para treinador, conquistou acesso à elite e vaga para a Liga Europa. E seguiu no posto por mais uma temporada mesmo quando o time foi novamente rebaixado.

No Borussia Dortmund foi bicampeão da Bundesliga. Mas depois também amargou duas derrotas em finais da Copa da Alemanha e uma na Liga dos Campeões, diante do Bayern de Munique.

 

O fato é que a projeção na Alemanha atraiu o interesse do Liverpool quando o clube demitiu Brendan Rodgers com a temporada 2015/16 recém iniciada. Klopp pegou o bonde andando e conseguiu levar o clube a duas finais – e a dois vices – logo de cara, na Copa da Liga Inglesa e na Liga Europa. Era o início de uma construção de identidade do grupo.

“Eu sinto, sobretudo, alívio. Alívio pela minha família. As últimas seis vezes que saímos de férias apenas com a medalha de prata, eu não me senti tão bem”, disse Klopp, após o título com o Liverpool.

Jürgen Klopp em finais:

  • 2012: campeão da Copa da Alemanha (Borussia Dortmund)
  • 2013: vice da Liga dos Campeões (Borussia Dortmund)
  • 2014: vice da Copa da Alemanha (Borussia Dortmund)
  • 2015: vice da Copa da Alemanha (Borussia Dortmund)
  • 2016: vice da Copa da Liga Inglesa (Liverpool)
  • 2016: vice da Liga Europa (Liverpool)
  • 2018: vice da Liga dos Campeões (Liverpool)
  • 2019: campeão da Liga dos Campeões (Liverpool)

Desempenho do Liverpool de Klopp

Temporada – 2015/16

  • Premier League – 8º
  • Copa da Inglaterra – 4ª rodada
  • Copa da Liga Inglesa – vice-campeão
  • Liga Europa – vice-campeão

Temporada – 2016/17

  • Premier League – 4º
  • Copa da Inglaterra – 4ª rodada
  • Copa da Liga Inglesa – semifinais
  • O clube não disputou competições internacionais

Temporada – 2017/18

  • Premier League – 4º
  • Copa da Inglaterra – 4ª rodada
  • Copa da Liga Inglesa – 3ª rodada
  • Liga dos Campeões – vice-campeão

Temporada – 2018/19

  • Premier League – 2º
  • Copa da Inglaterra – 3ª rodada
  • Copa da Liga Inglesa – 3ª rodada
  • Liga dos Campeões – campeão

Isso é o que significa.

Elenco moldado à moda do chefe

O primeiro jogo de Klopp no comando do Liverpool curiosamente também foi contra o Tottenham. Dos 13 atletas escalados naquele empate sem gols, em outubro de 2015, só Origi jogou neste sábado em Madri.

O primeiro jogo oficial de Klopp pelo Liverpool teve: Mignolet, Clyne, Skrtel, Sakho, Moreno, Leiva, Can, Milner, Lallana (Allen), Coutinho (Ibe) e Origi

De lá para cá foram mais de 20 contratações, com um investimento total superior a 400 milhões de libras (mais de R$ 2 bilhões na cotação atual). Nem todas emplacaram – como Karius, o goleiro que teve a noite mais infeliz da carreira na final da Champions de 2017/18. Mas a base campeã em Madri teve o dedo do alemão em todos os setores.

Oito dos 14 jogadores que entraram em campo neste sábado pelo Liverpool foram contratados por indicação ou com aval de Klopp. Isso sem contar Alexander-Arnold, promovido das categorias de base pelo técnico. Só Origi, Firmino, Henderson, Milner e Joe Gomez já estavam no clube antes do alemão assumir o cargo.

Quando cada jogador chegou ao clube

Escalação contra o Tottenham na final da Champions (valores do site Transfermarkt.com em milhões de euros)

Titulares

  • Alisson – 19/07/2018 – Roma – 62,50 mi
  • Robertson – 21/07/2017 – Hull City – 9 mi
  • Van Dijk – 01/01/2018 – 84,65 mi
  • Matip – 01/07/2016 – Schalke 04 – custo zero (fim de contrato com Schalke 04)
  • Alexander-Arnold – promovido da base
  • Wijnaldum – 22/07/2016 – Newcastle – 27,50
  • Fabinho – 01/07/2018 – Monaco – 45 mi
  • Henderson* – 01/07/2011 – Sunderland – 8,5 mi
  • Firmino* – 01/07/2015 – Hoffenheim – 25 mi
  • Salah – 01/07/2017 – Roma – 42 mi
  • Mané – 01/07/2016 – Southampton – 41,20 mi

Reservas

  • Milner* – 01/07/2015 – City – custo zero (fim de contrato com Manchester City)
  • Joe Gomez* – 01/07/2015 – Charlton – 2,5 mi
  • Origi* – 30/07/2014 – Lille – 12,63 mi

Vendo as cifras acima você pode achar que é fácil montar um time capaz de brigar por qualquer troféu. Mas investimento alto não necessariamente se reverte em títulos. Vide os novos ricos Manchester City e Paris Saint-Germain, que têm elencos mais caros do que o do Liverpool e ainda estão na fila sonhando com a Orelhuda. E o Manchester United, que a levantou pela última vez em 2008, também tem jogadores mais valiosos no papel e anda em segundo plano mesmo na Inglaterra.

Klopp bateu o pé para que o clube abrisse o bolso para resolver problemas em posições-chave. Foi assim que Virgil Van Dijk tornou-se o zagueiro mais caro da história no início de 2018. Foi assim que Alisson tornou-se o goleiro mais caro da história seis meses depois. Com o holandês eleito o melhor jogador desta Premier League e o brasileiro fundamental no segundo tempo na final da Champions fica difícil algum torcedor questionar se valeu a pena o esforço.

O maior triunfo da carreira de Jürgen Klopp: Liverpool tem toda identidade do técnico — Foto: Sergio Perez/Reuters

O maior triunfo da carreira de Jürgen Klopp: Liverpool tem toda identidade do técnico — Foto: Sergio Perez/Reuters

Além da turma comprada a peso de ouro, o alemão também teve o mérito de fazer com que outros atletas crescessem sob seu comando. Salah foi finalista do prêmio The Best da Fifa depois de voar no Campeonato Inglês de 2017/18. Firmino ganhou o status de coringa e matador e conquistou uma vaga na Seleção para a Copa da Rússia. Alexander-Arnold, que até outro dia era boleiro em Anfield, virou um fenômeno na lateral e foi para a Copa aos 19 anos.

“Não posso mudar. Sinto a oportunidade. Sinto a pressão do jogo e do desenvolvimento dos jogadores. Não acho que tenha todo o tempo do mundo, mas não acho que duvidem de mim. Se está certo eu não sei, mas tenho totalmente liberdade para tomar as decisões para que eu e meu time nos desenvolvamos juntos”, disse o técnico.

Klopp cativa os comandados e desfila aquele jeito de “gente como a gente”, de quem ficou calejado por tantas vezes em que bateu na trave e precisou recomeçar. Se no ano passado ele teve forças para cantar com torcedores e seguir em frente após uma dura derrota em Kiev, imagine agora que finalmente conquistou o maior título para clubes da Europa. O contrato dele com o Liverpool vai até 2022. Seriam sete anos de uma história agora, sem sombre de dúvidas, feliz.

Matéria originalmente publicada por:  https://globoesporte.globo.com

São Paulo – Brasil – 22:37

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Josy Galvão

 

Copa da Alemanha – Bayern bate RB Leipzig e confirma dobradinha na Alemanha

Neuer ergue o troféu de campeão da Copa da Alemanha

Neuer ergue o troféu de campeão da Copa da Alemanha (Foto: Reprodução Twitter)

Indiscutível! O Bayern de Munique confirmou sua supremacia em território doméstico e conquistou a Copa da Alemanha, no sábado, no Estádio Olímpico de Berlim. Lewandowski, para variar, foi o herói com dois gols na vitória por 3 a 0 sobre o valente RB Leipzig na capital alemã. Coman completou o placar com um golaço, que garantiu a festa dos sonhos para a despedida de Robben, Ribery e Rafinha.

Soberania vermelha

O título sobre o Leipzig aumenta ainda mais a hegemonia do Bayern no ranking de títulos da Copa da Alemanha. Agora, são 19 contra apenas seis do segundo colocado, o Werder Bremem. Soberano também na Bundesliga (29 x 9 do Nuremberg), os bávaros unificam as conquistas no futebol alemão pela 12ª vez na história. Um absurdo!

Torcida do Bayern acostumada a comemorar

Torcida do Bayern acostumada a comemorar (Foto: Reprodução Twitter)

 

Grande jovem alemão

Apesar da frustração, o RB Leipzig tem muito o que comemorar em Berlin. Com apenas uma década de história, o clube segue sem troféu em sua galeria, mas vai para terceira participação em Champions League em apenas quatro anos na divisão de elite. Vice da Copa, a equipe terminou na terceira colocação na Bundesliga, atrás do próprio Bayern e do Borussia Dortmund.

RB Leipzig Bayern final Copa da Alemanha

RB Leipzig Bayern final Copa da Alemanha (Foto: Reprodução Twitter)

 

Polonês implacável

O Bayern de Munique passa por um processo de reconstrução natural, mas é difícil imaginar o sucesso bávaro sem Robert Lewandowski. Pela quarta temporada consecutiva, o polonês terminou a temporada com 40 ou mais gols com a camisa vermelha. Em 2018/19, o atacante entrou em campo 47 vezes e foi às redes em 40 oportunidades. No total, são 191 gols na Bavária. Uma máquina!

Lewandowski herói bávaro

Lewandowski herói bávaro (Foto: Reprodução Twitter)

 

Paredão!

Se Lewandowski foi decisivo pelos dois gols marcados, Neuer não ficou para trás e realizou o mesmo número de milagres. Com o placar ainda 0 a 0, fez defesa espetacular em cabeçada de Poulsen na pequena área e viu a bola explodir no travessão. Já no início do segundo tempo, Forsberg teve a chance do empate em arrancada livre e viu o goleiro se agigantar para fazer bela defesa. Decisivo!

Neuer faz defesa incrível em cabeçada de Poulsen

Neuer faz defesa incrível em cabeçada de Poulsen (Foto: REUTERS/Fabrizio Bensc)

 

Despedida perfeita!

Multicampeões, Robben, Ribery e Rafinha vestiram pela última vez em uma partida oficial a camisa do Bayern de Munique. E a festa do adeus foi como sonhada: com mais um troféu. A galeria do trio conta com todas as conquistas possíveis: Bundesliga, Copa, Supercopas, Mundial e Champions League. Como já tinha acontecido no jogo contra o Eintracht, que valeu a Liga, o holandês e o francês tiveram a oportunidade de entrar em campo, já o lateral-direito fez a festa do banco de reservas.

Robben entra em campo na decisão da Copa da Alemanha

Robben entra em campo na decisão da Copa da Alemanha (Foto: Reprodução Twitter)

 

 

Matéria originalmente publicada por:  https://globoesporte.globo.com

São Paulo – Brasil – 22:48

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Josy Galvão

Alemanha é contra reforma da Champions mas não tem escolha, diz CEO do Dortmund

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Foto: AFP

 

A oposição alemã ao projeto de reforma da Liga dos Campeões apresentado pela UEFA é o resultado de um “choque das culturas”, segundo o presidente do Borussia Dortmund Hans-Joachim Watzke, que no entanto faz um apelo a seus compatriotas pelo compromisso.

A Liga alemã de futebol (DFL) e seus 36 clubes se posicionaram por unanimidade contra o projeto de reforma da Champions que visa uma espécie de “super Liga” europeia, com um núcleo de clubes reconduzidos de um ano para o outro, e um acesso limitado à competição por meio dos campeonatos nacionais.

Os clubes impregnados de cultura americana ou anglo-saxã “não entendem de maneira alguma o que nós sentimos, que uma sociedade fechada não é uma coisa à qual aspiramos. Eles sempre repetem: mas isso vai dar mais segurança no planejamento”, disse Watzke na terça-feira no Signal Iduna Park, onde ele apresentava diante da imprensa um balanço da temporada do Borussia, vice-campeão da Alemanha.

“Até mesmo o Bayern e nós dissemos claramente: temos que reforçar a posição da Bundesliga”, disse o diretor-executivo do Dortmund, que apesar disso avalia que a Alemanha deve assumir um compromisso, para não ficar à margem.

“A reforma chega, de uma forma ou de outra, e nós queremos que ela respeite na medida do possível o sentimento dos alemães (…) Mas ninguém deve acreditar que eles vão adotar 90% de nossas ideias. No fim das contas, eles vão nos dizer: façam o de vocês sozinhos e nós faremos nossa Liga sem vocês”.

“Se a Bundesliga se isolar, o futebol alemão morre. Se não ficarmos mais no sistema, não nos desenvolvemos mais”, alertou Watzke.

A maioria das ligas europeias se opõe a esta reforma. A Liga espanhola considera até possíveis recursos na justiça. Na França, a Liga (LFP) e a Federação (FFF) do país querem apresentar uma “proposta alternativa” nos próximos dias.

“Nós não vamos decidir nada sem levar em conta as opiniões de cada um”, assegurou a UEFA na última sexta-feira, após um encontro em Budapeste com as federações europeias.

 

Matéria originalmente publicada por:    https://istoe.com.br

São Paulo – Brasil – 16:34

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Josy Galvão