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Futebol Alemão – A busca de Berlim por identidade no futebol

Em todas as grandes ligas europeias, as capitais têm clubes consagrados e disputando torneios continentais. Mas, na metrópole alemã, conturbada história política e falhas administrativas minaram o progresso do esporte.

As metrópoles europeias são repletas de variedades, e Berlim não é exceção. No entanto, quando se trata de futebol, a capital alemã deixa a desejar: na era profissional, nunca teve uma equipe campeã nacional.

O último título foi em 1931, época em que os campeões do norte e do sul do país se enfrentavam em partida única – o Hertha Berlin derrotou o Munique 1860 por 3 a 2. Durante a divisão da Alemanha, entre as temporadas de 1950 e 1991, Berlim comemorou apenas seis títulos do principal campeonato de futebol da Alemanha Oriental. Detalhe: o clube, Vorwärts Berlin, foi fundado em Leipzig e se mudou temporariamente à capital, onde ficou 18 anos.

Na França, o multimilionário Paris Saint-Germain; na Espanha, o maior campeão europeu Real Madrid; na Itália, a tradicional Roma; na Inglaterra, Arsenal e Chelsea; e em Portugal, o supercampeão Benfica – só para citar algumas das potências nacionais que costumam figurar nas competições continentais de futebol, como a Liga dos Campeões, que começou nesta terça-feira (15/09).

Das muitas equipes que têm se esforçado para superar os obstáculos financeiros e políticos da cidade nos últimos 70 anos, Hertha Berlin e Union Berlin são os dois clubes que sofreram os menores danos.

Mas ambos não possuem a ressonância condizente com um clube da capital. As razões vão desde fronteiras históricas, envelhecimento de estádios até as exigências do futebol moderno. A combinação de todos esses fatores cria a história de uma cidade desprovida de uma grande presença no futebol.

A turbulenta história de Berlim é conhecida mundialmente, mas os impactos dessa divisão entre leste e oeste perduram, apesar de o Muro ter sido derrubado há 25 anos. As diferenças ainda se refletem geograficamente através das bases de torcedores de Hertha e Union, que estão divididos quase exatamente como na época do antigo Muro.

O histórico efeito colateral da divisão tem arrastado Berlim para patamares mais baixos do mapa financeiro da Alemanha. Nenhuma das 30 principais empresas alemãs cotadas no mercado de ações está baseada em Berlim.

Frankfurt é a capital bancária do país e onde está localizada a sede do órgão que administra o futebol profissional da Alemanha, a DFL. Enquanto isso, o estado alemão com maior Produto Interno Bruto (PIB) é a Baviera e, consequentemente, o clube de futebol mais bem sucedido do país está localizado em Munique. Vale lembrar que o Bayern, recordista de títulos alemães, não fez parte dos clubes fundadores da Bundesliga e foi se tornar potência somente na década de 1970.

A reconhecidamente pobre, mas popular Berlim virou terreno fértil para diversidade cultural e social. Futebol, deve-se dizer, nunca foi o primeiro amor dos berlinenses. Porém, isso está começando a mudar, mas não às custas de outras modalidades – de basquete a hóquei no gelo, existem 72 equipes esportivas de alto nível na capital.

Em Berlim, a população mudou e seguiu as marés da história. Já Dortmund, Stuttgart, Frankfurt e Mönchengladbach tiveram o benefício do “efeito paixão” gerado em cidades menores. Elas viram um imenso apoio aos clubes ao longo das gerações, permitindo ao futebol criar raízes nos corações de suas comunidades – algo com que o Hertha Berlin só pode sonhar.

Mesmo dentro de sua própria cidade, o Hertha tem encontrado dificuldades para emplacar. Após a Segunda Guerra, o clube ficou meio que abandonado em Berlim Ocidental e acabou sem grandes realizações esportivas até 1990.

“São quase 50 anos de desenvolvimento que o Hertha simplesmente não teve comparado a outros clubes. E, entre 1983 e 1997, ele não disputou campeonatos do alto escalão, o que dificultou a transferência de apoio entre gerações”, diz Uwe Bremer, jornalista do diário local Berliner Morgenpost.

Numa Alemanha unificada, não tem sido fácil reunir apoio a partir do lado leste da cidade. O Union, por outro lado, tem alimentado um culto, que coloca o clube do lado oriental de Berlim acima de seus grandes rivais em termos de lealdade.

Para manter o clube vivo, torcedores doaram dinheiro, tempo e sangue, literalmente. Mas, apesar de todos esses esforços, ele continua sendo um clube de menor porte, ainda distante da primeira divisão. O recém-nomeado treinador Sascha Lewandowski, que teve passagem pelo Bayer Levekusen, pode mudar isso – mas não parece que os fãs do Union vão se importar muito.

Estádio Olímpico de Berlim e sua icônica pista de atletismo azul: torcedores reclamam da distância do gramado

No Hertha já não é assim. “Dizer que Berlim não se preocupa com o Hertha não é verdade. Na segunda divisão, tiveram média de 40 mil torcedores por partida, e agora estão em torno da marca de 50 mil”, explica Bremer.

Desde 2001, quando a DFL obrigou que todo clube profissional tivesse uma categoria de base, o Hertha possui uma das cinco melhores academias de futebol do país – cinco de seus talentos estiveram na Copa do Mundo de 2014: os irmãos Boateng, um pela Alemanha, outro por Gana; o iraniano Ashkan Dejagah; o bósnio Sejad Salihovic; e John Anthony Brooks, que foi convocado pelos Estados Unidos.

“Gigante adormecido”

Depois da queda do Muro, a lenda do futebol alemão Franz Beckenbauer previu que o Hertha era “um gigante adormecido pronto para ser despertado”. Vinte e cinco anos depois, o clube da capital alemã continua inerte, recentemente tendo dificuldades de se manter na primeira divisão.

Pode-se dizer que o Hertha minou seu próprio progresso. Membro-fundador da Bundesliga, o clube esteve no centro de um escândalo de manipulação de resultados no futebol alemão na década de 1970. Nos anos 1990, esteve sob gerência do controverso Dieter Hoeness, irmão do ex-presidente do Bayern de Munique Uli Hoeness.

Dois anos após voltar à primeira divisão, o Hertha se classificou para a Liga dos Campeões. Muito dinheiro foi gasto, muitas vezes em maus jogadores. E a equipe não vingou. Nos anos seguintes, o Hertha conseguiu alcançar somente a quarta colocação da Bundesliga em três oportunidades – 2002, 2005 e 2009. O fracasso do investimento quase custou a vida do clube.

Dois recentes rebaixamentos também afetaram o Hertha. Como o dinheiro da televisão na Alemanha é calculado sobre uma base das colocações em cinco anos, rivais mais consistentes no meio da tabela, como o Hannover, são mais bem recompensados financeiramente.

O sucessor de Hoeness, Michael Preetz, consertou alguns estragos reduzindo os preços dos ingressos e reestruturando as finanças do clube. Preetz, no entanto, ainda não conseguiu inspirar, apesar de supostamente ter mais poder no clube do que o intocável presidente Werner Gegenbauer.

Basta perguntar a qualquer um dos seis treinadores que estiveram no Hertha desde que Preetz assumiu a direção. Além disso, o Hertha não soube capitalizar a recente loucura no mercado de transferências. “Como é possível competir quando Augsburg vende um único jogador por 30 milhões de euros?” argumenta Bremer.

O marfinense Salomon Kalou, ex-jogador do Chelsea e presente em duas Copas do Mundo, é a grande estrela do Hertha

E ainda há a questão da identidade local. Em muitas maneiras, o Hertha é um clube sem lar. Ambos os estádios originais, o Poststadion e sua casa atual, o Estádio Olímpico, são associados a Berlim ao invés de ao próprio clube. Além disso, os torcedores do Hertha acreditam que a distância do campo de jogo, causada pela pista de atletismo, lhes custa de três a quatro pontos numa temporada em termos de influência.

“Tem que ser muito apaixonado para torcer pelo Hertha”, diz Bremer. “Lembro de ter visto um cartaz no meio da multidão que dizia: ‘Primeiro Hertha, depois sexo’. Isso define tudo.”

Já o jornalista esportivo e morador de Berlim Kit Holden adota um tom mais crítico. “O Hertha falhou completamente em não acompanhar as mudanças em Berlim. Ele poderia ter capitalizado o fato de uma cidade estranha estar se tornando uma metrópole, mas não conseguiram deixar de ser um clube estranho”, disse.

Tanto Berlim como o futebol estão mudando muito rápido para o Hertha. E, numa cidade que faz tanto barulho, talvez não seja surpresa que o futebol tenha dificuldades de encontrar uma voz de liderança.

“Berlim não precisa do futebol como outras cidades precisam. E o futebol nunca precisou de Berlim como outras subculturas precisaram”, afirma Holden.

Fonte:     http://www.dw.com/pt

São Paulo – Brasil – 23:35

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Josy Galvão

Futebol Alemão – Dortmund e St. Pauli fizeram amistoso em prol dos refugiados na Alemanha

Dortmund e St. Pauli fizeram amistoso em prol dos refugiados na Alemanha

O Borussia Dortmund e o Saint-Pauli, time da segunda divisão alemã, fizeram uma bela ação nesta terça-feira. Jogando em Hamburgo, no estádio Millerntor, as equipes se enfrentaram em um amistoso em que o resultado de 2 a 1 para os Aurinegros menos importa. Elas deram as boas-vindas aos refugiados que saíram de seus países em busca de melhores condições de vida na Alemanha.

O clube atualmente na quarta colocação da segundona, mandante da peleja amistosa, diz que a realização do jogo serviria para lançar um sinal ao mundo e desempenhar seu papel numa criação de cultura de boas-vindas àqueles que migraram para a Alemanha.

Cerca de mil refugiados que se acomodaram nas imediações de Hamburgo foram convidados a assistirem a partida. De acordo com o St. Pauli, muitos voluntários, que se dedicaram em ajudar os migrantes, também estiveram no estádio para acompanhar a vitória do Dortmund, que incluiu o primeiro gol de Januzaj com a camisa 9 Aurinegra – Castro fez o outro, enquanto Picault diminuiu para os mandantes.

St Pauli Refugiados Futebol
St. Pauli exibe faixas a refugiados

O trabalho em prol dos refugiados na Europa começou há cerca de alguns meses e foi ainda maior em agosto. O Porto, de Portugal, convocou os times que vão disputar a UEFA Champions League na temporada 2015-16 para doar um euro a cada ingresso vendido no primeiro jogo em casa, nas duas primeiras rodadas da fase de grupos da maior comeptição de clubes do continente.

O Bayern de Munique, da Alemanha, realizou uma doação de 1 milhão de euros (R$ 4,22 milhões na cotação atual) e um acampamento de treinamento especial. O clube bávaro planejou organizar nas próximas semanas um acampamento de treinamento para jovens refugiados, que deverão treinar na cidade esportiva do Bayern, onde também receberão aulas de alemão, alimentação e equipamento esportivo.

No último domingo, o Papa Francisco, neto de imigrantes italianos à Argentina, pediu para que todas as paróquias e comunidades religiosas no “Velho Continente” recebesse ao menos uma família, como um ato de solidariedade.

O Dortmund volta a campo no próximo sábado, fora de casa, diante do Hannover 96, às 10h30 (de Brasília). A equipe Aurinegra ocupa atualmete a liderança do Campeonato Alemão.

Fonte:    http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 23:25

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Josy Galvão

Milhares de refugiados têm recepção calorosa na Alemanha

Pequeno migrante sorri a caminho da estação de Hegyeshalom, na Hungria: país está facilitando travessia Foto: SRDJAN ZIVULOVIC / REUTERSPequeno migrante sorri a caminho da estação de Hegyeshalom, na Hungria: país está facilitando travessia – SRDJAN ZIVULOVIC / REUTERS

DORTMUND, FRANKFURT, BUDAPESTE, MUNIQUE – Milhares de refugiados exaustos foram recebidos por pessoas com cartazes de boas-vindas em estações ferroviárias na Alemanha, neste domingo, dia de solidariedade pelo continente europeu, com várias declarações de apoio aos migrantes. Na chegada às cidades de Dortmund, Frankfurt e Munique adultos e crianças encontraram também voluntários com alimentos, roupas e cobertores. Os migrantes alcançaram o país depois de longa jornada, passando pela Hungria e pela Áustria — com um improvisado corredor humanitário.

Até o meio da tarde, cerca de seis mil refugiados já tinham chegado à Alemanha, a maior parte à região da Baviera, no sul do país. De acordo com a polícia federal, dez mil pessoas devem entrar no país neste domingo. No sábado, oito mil imigrantes entraram na Alemanha, a maioria de trem ou ônibus.

— Muitos imigrantes não estão entendendo porque é que há todo esse tumulto e me perguntam o que essas pessoas querem – disse a voluntária Lara Sabbagh à AFP — Eles não entendem imediatamente que estamos aqui para ajudá-los.

— É claro que temos limitações para receber os migrantes, mas não estamos questionando isso. O que me pergunto é como os acomodaremos, e como daremos garantia de que estarão seguros em Munique e na Alemanha — contou em coletiva de imprensa o prefeito Dieter Reiter.

Em uma Europa dividida sobre o que fazer com a crise migratória, a pior desde o fim da II Guerra Mundial, a Alemanha relaxou regras para o acolhimento de refugiados.

No sábado, cerca de dez mil migrantes chegaram à Áustria. Deles, oito mil seguiram para a Alemanha, de acordo com autoridades. Neste domingo, o fluxo continua, com expectativa de 12 mil chegando ao país.

A Hungria anunciou que está facilitando o uso dos sistemas nacionais de transportes para que os migrantes se desloquem com mais facilidade em direção à Áustria. No sábado, o país disponibilizou ônibus e trens separados para os refugiados, buscando não misturá-los à população que normalmente utiliza os serviços. Na média, a saída de um trem para a fronteira está ocorrendo poucos minutos depois da chegada à estação de Keleti.

Um grupo voluntário começou a fazer doações de sapatos para os refugiados chegando à estação de Keleti.

DO VATICANO AO FUTEBOL E AO CINEMA

Pela manhã, o Papa Francisco se juntou à onda que tem mostrado o lado solidário da Europa. O Pontíficie declarou que o Vaticano receberá duas famílias de refugiados e conclamou paróquias, mosteiros e conventos na Europa a fazerem o mesmo.

Em Estocolmo, o premier sueco, Stefan Löfven, pediu um sistema de cotas “permanente e obrigatório” na União Europeia (UE), coincidindo com uma manifestação a favor dos refugiados.

Seguindo o exemplo do Bayern de Munique e do Real Madrid, o Roma anunciou que arrecadará fundos para o Alto Comissariado para Refugiados da ONU (Acnur) e organizações como Save the Children, Comitê Internacional de Resgate e Cruz Vermelha.

No Festival de Cinema de Veneza, onde atores e diretores partilharam suas angústias e pediram tolerância.

— Sou um mexicano vivendo na Europa e sempre me senti bem-vindo. Gostaria que hoje e no futuro a mesma recepção pudesse ser estendida a outros imigrantes — disse o diretor mexicano Alfonso Cuarón, que preside o júri do festival italiano.

NA FRANÇA, MAIORIA É CONTRA REGRAS MAIS BRANDAS

Embora milhares tenham ido às ruas em Paris no sábado para apoiar o acolhimento de refugiados, uma pesquisa divulgada neste domingo indica que a maioria dos franceses é contra a flexibilização de regras para refugiados. O levantamento feito pelo Odoxa para o jornal Le Parisien-Aujourd’hui mostrou que 55% dos mil entrevistados se opõem a normas mais brandas.

Chegam a 44% os que acham que a França está sendo tão hospitaleira com os migrantes quanto a Alemanha. Seis em cada dez pessoas disseram que apoiariam a participação da França em uma coalização para enviar tropas terrestres para a Síria para lutar contra o Estado islâmico.

Estação de Dortmund estava cheia neste domingo – INA FASSBENDER / REUTERS

REINO UNIDO USARÁ PARTE DE ORÇAMENTO DE AUXÍLIO

Já o Reino Unido anunciou que usará parte do seu orçamento de auxílio internacional para ajudar a cobrir os custos de acomodação de refugiados chegando da Síria. A medida foi anunciada pelo ministro das Finanças, George Osborne, neste domingo, numa tentativa de conter as preocupações do público com o impacto nos serviços locais.

O orçamento para ajuda internacional equivale a 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB).

– A ajuda internacional que temos…pode proporcionar suporte no primeiro ano para esses refugiados, pode ajudar os conselhos locais com coisas como moradia – disse Osborne à BBC.

Cameron não disse quantos refugiados receberia, mas uma porta-voz da agência de refugiados das Nações Unidas afirmou quatro mil sírios serão acolhidos na Grã-Bretanha.

Imigrantes são recebidos com cartazes de boas vindas na estação de Dortmund – INA FASSBENDER / REUTERS

Fonte:      http://oglobo.globo.com/

São Paulo – Brasil – 00:03

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Josy Galvão

Eurocopa 2016 – “A Escócia não pode nos parar”, diz Özil

“A Escócia não pode nos parar”, diz Ozil

Mesut Özil está convencido de que a Alemanha dará mais um passo importante contra a Escócia na segunda-feira em direção a classificação para a Euro 2016. A vitória por 3 a 1 sobre a Polônia animou os jogadores do time comandado por Joachim Löw.

Pelo Grupo D, os campeões do mundo conquistaram a sua quinta vitória em sete rodadas nas eliminatórias na última sexta-feira em Frankfurt. Mario Götze marcou duas vezes, e Thomas Müller uma, cravando a vitória alemã sobre os visitantes.

Faltando apenas três rodadas, a Alemanha está com dois pontos de vantagem sobre a segunda colocada Polónia, e quatro sobre a Irlanda, que está em terceiro lugar. Caso vença o seu próximo adversário, os alemães estarão com a sua classificação praticamente garantida.

 Getty Images

A posição da sua Seleção, e a derrota da Escócia para a Geórgia na última sexta-feira deixa Özil ainda mais confiante na vitória da Alemanha, embora o jogar fora de casa preocupe um pouco o jogador.

“Eu acho que nós merecemos estar no topo do grupo. Agora temos de ir mais longe na segunda-feira e sabemos que vai ser um jogo difícil, porque a Escócia vai lutar até o último minuto. Mas se mostramos tudo o que podemos, a Escócia não será capaz de nos parar”, afirmou o meia do Arsenal.

Toni Kroos também aposta em um duelo difícil contra a Escócia, mas diz que a Alemanha está preparada. Já Götze ficou satisfeito por ter contribuído de forma significativa depois de ter o seu futuro incerto no Bayer de Munique.

A partida entre Escócia e Alemanha válida pela oitava rodada das eliminatórias da Euro está marcada para esta segunda-feira, às 15h45 (horário de Brasília), em Glasgow.

Fonte:   http://www.goal.com/br

São Paulo – Brasil – 01:57

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Josy Galvão

Eurocopa 2016 – Joachim Löw aprova atuação da Alemanha e enaltece Götze

Joachim Löw aprova atuação da Alemanha e enaltece Götze: "Fez grande partida"

Na última sexta-feira a Alemanha venceu a Polônia por 3 a 1 em partida válida pelas Eliminatórias da Euro 2016, com gols de Mario Götze duas vezes e Thomas Müller, ambos atletas do Bayern de Munique. Com o resultado, os atuais campeões mundiais assumiram a liderança do Grupo com 16 pontos, dois à frente dos poloneses.

Após a partida, o técnico da Seleção Alemã, Joachim Löw, falou sobre a boa atuação da equipe e aprovou a vitória contra o adversário direto.

Fizemos uma grande partida e o coletivo funcionou muito bem. Marcamos dois gols em menos de 20 minutos, por conta de boas jogadas que a equipe fez, e do talento de outros. No final da primeira etapa, a equipe se descuidou, sofrendo o gol em uma bola perdida no meio campo. Por pouco não sofremos o empate, mas o Neuer salvou com uma grande defesa”, exaltou.

“Perdemos grandes oportunidades na segunda etapa de marcar pelos menos dois ou três gols, faltou capricho na hora de arrematar para gol. Porém conseguimos marcar um gol nos instantes finais e conseguimos os três pontos contra um adversário difícil”, completou.

Depois, o comandante comentou sobre a atuação de Mario Götze: “Ele fez uma grande partida, foi muito participativo em boa parte das jogadas da equipe, criou oportunidades de gol e mandou uma na trave. Nos últimos tempos vinha sendo criticado por não estar jogando o que se espera dele. Ele é jovem e jogadores como o Götze, oscilam na carreira. Acredito que fará atuações desta maneira em outras partidas em seu clube e na seleção”.

Na próxima segunda-feira (7), os alemães irão até Glasgow enfrentar a Escócia, no Hampden Park. Os escoceses perderam na rodada para a Geórgia, por 1 a 0, em Tbilisi, e perdeu a terceira colocação para Irlanda. Portanto, se os alemães vencerem a Escócia, praticamente garantirão a vaga para a fase final, que será disputada na França. No duelo entre as duas seleções vitória da Alemanha por 2 a 1 em Dortmund.

Fonte:     http://www.vavel.com/br

São Paulo – Brasil – 23:33

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Josy Galvão

Futebol Alemão – Draxler revela porque escolheu o Wolfsburg ao invés da Juventus

Draxler é o novo camisa 10 dos Lobos

O jovem craque Julian Draxler era um dos jogadores mais cobiçados do mercado e a Juventus quase contratou o garoto revelado pelo Schalke 04. No entanto, o meia seguiu na Alemanha e deixou os Azuis Reais para jogar no Wolfsburg.

(Foto: Getty Images)

Alguns não entenderam a escolha, mas o próprio jogador explicou sua decisão. “Eu deixei o Schalke porque eu queria uma mudança de cenário. Mas eu acho que, na Alemanha, em relação a Itália, eu posso crescer mais e melhorar minhas características. A Bundesliga é o campeonato que eu preciso atualmente”, afirmou.

“Eu só lamento não ter chegado ao Wolfsburg enquanto De Bruyne (que foi para o Manchester City) estava aqui. Teria sido ótimo jogar junto com ele”, completou.

Fonte:   http://www.goal.com/br

São Paulo – Brasil – 22:19

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Josy Galvão

Seleção Alemã – Löw garante que a Alemanha está menos dependente de Schweinsteiger

Mudanças

O técnico da Alemanha, Joachim Löw sugeriu que utilizará o capitão Bastian Schweinsteiger com moderação ao longo dos próximos anos. Aos 31 anos, o meio-campista disputou 90 minutos pela primeira vez nesta temporada pelo Manchester United.

Porém, o comandante alemão continua convencido da importância de Schweinsteiger para a seleção e afirma que o escalará para jogar quando ele estiver 100 por cento e em situações específicas.

“Talvez eu não precise mais de Bastian em todo jogo agora”, disse Löw ao Süddeutsche Zeitung.

Getty Images

“Eu preciso dele quando é importante para nós. Então eu sei que ele assume a responsabilidade e sua vontade de vencer é como de nenhum outro”, afirmou o treinador.

A Alemanha enfrenta a Polônia na sexta-feira, pelas Eliminatórias da Eurocopa 2016, antes de enfrentar a Escócia, três dias depois. Löw já pensa à frente e fala em defender o título da Copa do Mundo em 2018.

“O Campeonato Europeu na França é para nós um grande objetivo, mas nossos pensamentos já está na frente. Nós temos a Copa do Mundo 2018 em mente – Missão: Defender o título”, garantiu ele.

A Polônia lidera o Grupo D da Euro com 14 pontos. A Alemanha tem 13 e está em segundo e a Escócia, com 11, é a terceira colocada.

Fonte:   http://www.goal.com/br

São Paulo – Brasil – 23:47

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Josy Galvão