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Brasil é o segundo maior mercado para a La Roche-Posay

Getty Images

 

Diz a lenda que, no século 14, o nobre Bertrand du Guesclin passava por La Roche-Posay, uma pequena aldeia no oeste da França, quando parou em uma espécie de “lago milagroso” para refrescar seu cavalo que sofria de eczema. Após molhar suas patas e beber a água, ele saiu de lá curado. Já em 1617, Pierre Milon, médico do rei Luís XIII, passou a viajar para a comuna a fim de estudar as propriedades curativas da água termal. Os comentários em torno de seu poder levaram Napoleão Bonaparte a inaugurar um hospital militar na cidade, com o intuito de ajudar suas tropas a recuperar as várias lesões de pele adquiridas no Egito.

Foi só em 1913 que a Academia Francesa de Medicina nomeou oficialmente La Roche-Posay como cidade termal, o que passou a atrair multidões de dermatologistas e pacientes. Até hoje, foram criadas cerca de 400.000 terapias à base da água local, que apresenta pH neutro e é rica em selênio (um mineral antioxidante que neutraliza os radicais livres). Por ano, cerca de 8.000 pacientes viajam para lá — alguns com tratamento pago pelo governo francês.

Neste ano, um negócio fundado em 1975 pelo farmacêutico francês René Levaye completa 40 anos. Trata-se do Laboratoires Pharmaceutiques La Roche-Posay, que nasceu para criar produtos para a pele sensível dos pacientes em tratamento. Hoje, os produtos da marca vendidos em farmácias de 50 paí­ses completa 15 anos de Brasil. “A operação brasileira é a mais importante depois da França”, revela Délio de Oliveira, diretor-geral da divisão de cosmética ativa da L’Oréal, dona da marca desde 1989.

Localmente, a La Roche é líder do mercado de dermocosméticos (cosméticos com comprovação científica) em valor e volume — categoria que cresce dois dígitos por ano, a exemplo do salto de 17,2% em 2014. Hoje, a marca está presente em 42 mil pontos de vendas dentre um total de 65 mil farmácias existentes no país. “Quintuplicamos de tamanho de 2005 a 2014”, conta Oliveira. Ao todo, a marca hoje tem 64 produtos à venda no Brasil — mais de 50% deles produzidos no país.

Os três mais vendidos são Anthelios (linha de protetores solares), Effaclar (linha para tratamento de peles oleosas ou acneicas) e Kerium (linha de cuidados com o cabelo e couro cabeludo). Todos os produtos da marca levam água termal e visam o tratamento, caso do recém-lançado Effaclar BB Blur, uma base em textura musse que uniformiza o tom da pele e promete controlar a oleosidade por nove horas.

Fonte:    http://www.forbes.com.br/

São Paulo – Brasil –23:14

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Josy Galvão

Saiba como conseguir a cidadania alemã no Brasil

Portão de Brandemburgo em Berlim, na AlemanhaPortão de Brandemburgo em Berlim, na Alemanha (iStockphoto/Getty Images)

A Alemanha é um dos países que reconhecem a cidadania pelo conceito de jus sanguini, ou seja, o direito de sangue. Isso significa que brasileiros que tenham descendência alemã podem requerer a dupla-cidadania.

O primeiro passo para conseguir cidadania alemã é procurar pelo Consulado Alemão que atende ao seu Estado e entrar com um pedido de solicitação do reconhecimento. Confira todas as informações necessárias para adquirir a cidadania alemã no Brasil:

Quem tem direito à cidadania

Quem tem direito à cidadania

Filhos de pais alemães: que, no momento do nascimento do filho, era casado com a mãe da criança ou que, no momento do nascimento do filho, não era casado com a mãe da criança nascida depois de 30/06/1993 e se tiver sido feito um reconhecimento de paternidade válido segundo a legislação alemã.

Filhos descentes de mães alemãs: que, no momento do nascimento do filho, era casada com o pai da criança (nascida a partir de 01/01/1975) ou que, no momento do nascimento do filho, era casada com o pai da criança nascida no período entre 01/04/1953 e 31/12/1974, e a mãe prestou uma declaração sobre o assunto diante de uma autoridade alemã ou representação alemã no período de 01/01/1975 a 31/12/1977 (comprovante). Não é possível fazer uma declaração retroativamente.  Ou ainda, que, no momento do nascimento do filho, não era casada com o pai da criança.

Outros casos: casamentos com cidadãos alemães só dão direito à nacionalidade se o matrimônio aconteceu antes de 1953. Podem também obter a cidadania indivíduos que morem na Alemanha por pelo menos 12 anos.

Quais são os documentos necessários

Quais são os documentos necessários

Para solicitar a cidadania alemã é preciso obter documentos do antepassado que nasceu como filho de pais alemães e foi o primeiro da família a emigrar para o Brasil. São necessários documentos como a certidão de nascimento do antepassado e comprovante sobre o momento da emigração ou chegada no Brasil. Caso o antepassado tenha nascido depois de 1914, ainda será necessário apresentar os seguintes documentos do pai dele: certidão de nascimento, certidão de casamento, caso o antepassado seja divorciado é preciso uma sentença de divórcio. Além disso, deverão se apresentados a certidão de nascimento, certidão de casamento, sentença de divórcio (caso seja divorciado), carteira de identidade ou passaporte e comprovante de residência do requerente e dos parentes.

Como funciona o processo

Como funciona o processo

Depois de descobrir se possui direito à cidadania alemã – o que pode ser feito no próprio consulado alemão – e reunir todos os documentos, é preciso entrar na fila do consulado que atende o seu Estado e aguardar uma convocação. Caso todos os documentos estejam corretos, os consulados convocam os requerentes para uma inscrição no cadastro consular. Após a conclusão do processo, os novos cidadãos alemães podem agendar a emissão do passaporte alemão.

Quanto tempo demora e quanto custa

Quanto tempo demora e quanto custa

Os custos para aquisição da cidadania alemã no Brasil podem variar entre os diferentes casos, dependendo do número de certidões que o processo exige. Devido à grande quantidade de requerimentos provenientes do mundo inteiro, o tempo de tramitação na Agência Federal de Administração (Bundesverwaltungsamt) em Colônia pode variar bastante, mas em média é de dois a três anos. Caso a Agência Federal de Administração tenha dúvidas relacionadas ao seu requerimento ou ainda solicite outros documentos, a Agência Federal de Administração entrará em contato com você através da representação alemã, que lhe encaminhará a solicitação.

Quais são os benefícios

Quais são os benefícios

Ao adquirir a cidadania alemã o cidadão poderá desfrutar dos mesmos privilégios e obrigações de uma pessoa nascida na Alemanha, podendo residir no país e usufruir de direitos de um cidadão alemão. Entre as facilidades, está o direito de entrar a residir legalmente em qualquer um dos outros 27 países da União Europeia.

Fotos: (iStockphoto/Getty Images)

Fonte:  http://veja.abril.com.br/ e http://www.brasil.diplo.de/

São Paulo – Brasil – 20:01

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Josy Galvão

Alemanha ‘ajuda’ o Brasil a ganhar ouro na ginástica rítmica do Pan

A Alemanha, que tanta dor de cabeça causou no futebol, ajudou o Brasil a ganhar a medalha de ouro na competição com fitas da ginástica rítmica nos Jogos Panamericanos.

Com a música “I’m Still Loving You” do grupo alemão, Scorpions, e trajadas com as cores da bandeira do país europeu, as brasileiras foram impecáveis no Coliseu de Toronto e ficaram com a primeira posição com a nota 15,000.

O time foi formado por Ana Paula Ribeiro, Beatriz Pomini, Dayane Amaral, Emanuelle Lima e Morgana Gmach.

A prata ficou com os Estados Unidos, com 13,283. O bronze foi do Canadá, com 12,817.

O tema foi escolhido pela comissão técnica da seleção brasileira já visando ao Mundial de Stuttgart (ALE), que será realizado entre os dias 7 e 13 de setembro.

“Chega disso de 7 a 1 com a Alemanha (risos). Conseguimos fazer uma boa apresentação e encantar o público. E é isso que esperamos fazer no Mundial”, disse Morgana. 

A coreografia com o colã e fitas nas cores amarela, vermelha e preta, foi apresentada pela primeira vez em Toronto.

“Já havíamos dançado com esta música em uma competição em Berlim (ALE), mas ainda sem o colã”, explicou Morgana.

No ano que vem, na Olimpíada do Rio de Janeiro, a coreografia nas fitas mudará. O time feminino se apresentará com a música “Aquarela do Brasil”.

No sábado, as brasileiras já haviam garantido a medalha de ouro na final geral nos aparelhos. Nesta segunda-feira, brigarão por medalha na prova de seis maças e dois arcos.

Confira a apresentação das brasileiras:

Fonte: http://pan.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 21:42

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Josy Galvão

Brasil 2014 – Löw, um ano depois: “Futebol alemão é visto de outra maneira após a Copa”

Joachim Löw técnico Alemanha Copa do Mundo (Foto: Getty Images)Joachim Löw com o troféu da Copa do Mundo durante a festa do título em Berlim (Foto: Getty Images)

Do que seria a Alemanha, glorificada antes da hora pelo 7 a 1, em caso de derrota para a Argentina na final da Copa do Mundo? Ninguém sabe. Joachim Löw, por outro lado, tem a certeza de que o título no Maracanã coroou um trabalho de longo prazo e que agora traz consequências mais que positivas a seu país. Ele, claro, é um dos responsáveis diretos por isso.

O gol de Mario Götze aos oito minutos do segundo tempo da prorrogação completou um ano nesta segunda-feira, 13 de julho. Löw concedeu longa entrevista ao jornal “Bild am Sonntag”. Bem-humorado, disse que não assiste aos vídeos do Mundial, elogiou o tratamento recebido pelos próprios brasileiros depois da marcante goleada e também pela opinião pública mundial.

– Eu não acho que vencer a Copa do Mundo me fez diferente. Mas agora somos vistos de outra maneira por pessoas fora da Alemanha. O futebol alemão aumentou drasticamente em popularidade depois da nossa vitória no Brasil. Deixa-me orgulhoso o fato de nós termos jogado como time e as pessoas terem reconhecido isso – disse.

Löw já pensa adiante. A Alemanha está em segundo lugar no Grupo D das eliminatórias para a Eurocopa de 2016 (os dois melhores de cada chave se classificam) com uma equipe um pouco modificada. Philipp Lahm, Miroslav Klose e Per Mertesacker, por exemplo, se aposentaram, mas outros nomes podem deixar o time – caso do atacante Lukas Podolski, reforço do Galatasaray, que recebeu um “ultimato” do treinador.

– O mais importante para Podolski agora é ganhar consistência em termos de jogo. O próximo ano será decisivo para ele.

Confira outros trechos da entrevista abaixo:

Memórias da Copa
Eu não vejo muitos replays daquele gol (do Götze). Quando voltei para casa em Freiburg depois da Copa do Mundo, revi o primeiro tempo do jogo contra o Brasil e a prorrogação contra a Argentina.

Os momentos memoráveis obviamente foram o gol contra a Argentina e o apito final. Foi quando toda a pressão sobre nós simplesmente evaporou. Mas o que mais me impressionou foi a resposta das pessoas no Brasil depois que ganhamos da seleção deles por 7 a 1. Elas nos escoltaram de volta ao aeroporto e em todo o caminho até o nosso QG (em Santa Cruz Cabrália, no sul da Bahia). Esse tratamento que nós recebemos foi a maior honra que você pode ter de um rival. Eu nunca me esquecerei disso. Assim como nosso retorno a Berlim, que foi extremamente emocionante. Foi uma grande sensação descer do avião e ver tantos rostos felizes.

Schweinsteiger sangrando final Alemanha x Argentina (Foto: Reuters)“Schweinsteiger simbolizou nossa campanha”, diz Löw (Foto: Reuters)

Schweinsteiger
Para mim ele é sólido como uma pedra. Sua atuação na final simbolizou o nosso espírito. Ele se sacrificou em prol do time. Um guerreiro Schweinsteiger, que sempre se levanta quando é atingido. Ele simbolizou a nossa campanha inteira na Copa do Mundo.

Götze
Mario é extremamente profissional dentro e fora do campo. Tenho certeza de que ele vai fazer isso e eu disse o mesmo a ele. A situação que ele está passando no Bayern no momento é apenas parte de ser um jogador. Você precisa lutar pelo seu caminho e Mario quer fazer isso e ganhar mais troféus.

Eliminatórias da Euro-2016
Os primeiros meses foram definitivamente difíceis para os jogadores e também para nós treinadores. A Copa foi extremamente desgastante física e mentalmente. Muitos tiveram dificuldade em encontrar o ritmo novamente. Precisamos ter o nosso tempo e encontrar nova motivação. Isso nos custou muitos pontos, mas começamos a melhorar depois do Ano Novo.

Caras novas no time
Não temos que fazer muitas mudanças porque nossos jogadores ainda são jovens e famintos. Mas obviamente há diversos nomes, que também estiveram na Euro Sub-21, que estão começando a ter regularidade em seus times. Emre Can é um interessante e extremamente versátil jogador. Kevin Volland e os goleiros Bernd Leno e Marc-André ter Stegen também são candidatos. Obviamente eu sinto que tenho uma ligação forte com os jogadores que venceram a Copa do Mundo, mas no fim do dia tudo é sobre momento.

Mario Gotze Ter Stegen Bayern de Munique Barcelona (Foto: Getty Images)Mario Götze e Ter Stegen conversam no duelo entre Bayern e Barcelona pela semifinal da Champions (Foto: Getty Images)

Fonte:    http://globoesporte.globo.com/

São Paulo – Brasil – 00:43

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Josy Galvão

Brasil 2014 – Lahm escolhe momento favorito e fala sobre sentimento com título da Copa

Philipp Lahm é o maior lateral da Alemanha nos últimos anos. Excelente jogador, se destaca pela técnica, inteligência tática e forte mentalidade. Não à toa, foi o capitão da Nationalelf no tetracampeonato da Copa do Mundo conquistado no Brasil e, um ano depois, ainda faz falta na seleção alemã que sofre com a carência de laterais, apesar de ter um time espetacular em todos os outros setores do campo.

Mas se por um lado a Alemanha, um ano depois, ainda sente falta de seu antigo capitão, por outro, o país celebra, nesta segunda-feira, o aniversário de um ano da conquista no Brasil. E Lahm, que teve a honra de usar a braçadeira, falou com exclusividade à Goal sobre o tetracampeonato, além de escolher seu momento favorito no título.

“O maior momento foi o apito final da decisão. Foi um momento que guardarei para o resto da minha vida. Você está ganhando por 1 a 0, na prorrogação de uma final de Copa do Mundo contra a Argentina, e quando vem o apito final, você pensa: nós somos Campeões do Mundo. Isso é muito especial. É ótimo comemorar com seus companheiros de time, com os técnicos e todo o staff”, revelou.

“O apito final, mesmo duas horas depois, é um sentimento inacreditável. Você vai até o pódio, ganha uma medalha e então está pronto para levantar o troféu. Então você vai para o vestiário e conversa com a chanceler e o presidente, e todos estão comemorando. É um sentimento inacreditável, eu não consigo descrever. Como momento mais especial, escolho o apito final porque ele durou duas horas e foi um sonho, muito, muito legal. Você só pode entender isto se fizer parte”, contou.

“O sentimento de ser campeão é sempre o mesmo. É uma enorme alegria quando você volta e lembra tudo o que aconteceu. Mas no caso do futebol, as coisas acontecem muito rápido. Depois do título, eu já tive uma temporada inteira e outra já está chegando. Nós, no Bayern, temos grandes objetivos. Queremos ir o mais longe que conseguirmos em todas as competições, ganhar a Bundesliga e tudo acontece muito rápido”, afirmou.

“É claro que é excelente ganhar um título. Você permanece campeão do mundo por toda a sua vida. É algo especial, muito bom. Muitas pessoas falam com você sobre isso, por isso é especial. Mas você também não acorda pensando sobre o título durante todas as manhãs, sempre existem novos objetivos para se alcançar”, concluiu.

Fonte:   http://www.goal.com/br

São Paulo – Brasil – 00:04

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Josy Galvão

Brasil 2014 – ‘Guardiola queria treinar o Brasil antes da Copa, mas não quiseram’, revela Daniel Alves

Na véspera do aniversário de um ano da goleada sofrida pela seleção brasileira, por 7 a 1, para a Alemanha, Daniel Alves fez uma importante revelação: Pep Guardiola desejou treinar o Brasil e prometeu ter um projeto para levar a equipe ao hexa em casa, mas foi ignorado.

Em entrevista ao programa Bola da Vez, o lateral direito do Barcelona falou sobre a intenção do técnico catalão em comandar a seleção na Copa de 2014. Só que o medo de o povo não aceitar um estrangeiro atrapalhou.

“Eu pago por ser linguarudo, mas não conto mentira. Antes da Copa, o Pep queria treinar a seleção brasileira e não quiseram. O Pep falou que queria fazer a gente campeão do mundo e tinha toda a estratégia e não quiseram. Falaram que não sabiam se o Brasil iria aceitar. Se não aceitamos o melhor do mundo, que pode nos fazer melhores, você não se preocupa com a seleção brasileira”, disse.

“Desde que eu estou na seleção, ele já tinha o time na cabeça, já tinha a equipe que ele queria para treinar o Brasil”, aumentou.

Daniel Alves também revelou que Guardiola tinha o plano de receber apenas se o trabalho desse o resultado esperado pelo povo e mostrou indignação com o fato de o técnico não ter sido aceito na seleção.

“O Pep é o melhor treinador do mundo. O cara mais gestor esportivo que eu vi. Um cara que revolucionou o futebol, um time, uma equipe. Tivemos a chance de ter o cara sem ter que gastar, se o problema é dinheiro. A intenção dele era só receber se tivesse o resultado esperado pelo povo brasileiro. Você deixa passar uma oportunidade dessa? Você não pensa na seleção brasileira”, afirmou.

Fonte:      http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 01:24

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Josy Galvão

1958: Brasil campeão do mundo

No dia 29 de junho de 1958, a seleção brasileira de futebol venceu sua primeira Copa do Mundo, na Suécia. O herói da equipe foi Pelé, então com 17 anos, no começo de sua esplêndida carreira.

Edson Arantes do Nascimento, o Pelé

Estádio de Rosunda, em Estocolmo. Final da Copa do Mundo de 1958. Brasil contra a Suécia.

O estádio estava lotado para a partida entre o anfitrião e o favorito sul-americano. A grande sensação, no entanto, era Pelé, com 17 anos o jogador mais jovem de todas as Copas. Édson Arantes do Nascimento havia iniciado sua carreira profissional no Santos, com 15 anos de idade, quando seu apelido ainda era Gasolina.

Hoje, Pelé é respeitado em todo mundo como um dos melhores jogadores de futebol de todos os tempos, se não o melhor, o que é atestado pelo título de “rei”, pelo qual é conhecido não só no Brasil.

Nas mais de 1.360 partidas que disputou, Pelé marcou 1.281 gols. Seus companheiros de equipe o admiravam tanto quanto torcedores do mundo todo. Rodrigues, o goleiro que sofreu o primeiro gol de Pelé como profissional, faturou com as camisetas que mandou imprimir com seu nome e a frase “O goleiro que sofreu o primeiro gol de Pelé”.

Outro ídolo, Garrincha disse certa vez que “Pelé é um monstro de outro mundo”. Seis gols foram marcados pelo “rei” na Copa da Suécia, inclusive o último nos minutos finais da partida decisiva, que terminou em 5 a 2 para a seleção canarinho.

Ao da Suécia, sucederam-se mais dois títulos mundiais para o Brasil de Pelé: 1962, no Chile, e 1970, no México. Em 1974, Pelé mudou-se para os Estados Unidos, onde jogou no Cosmos, de Nova York. O “rei” e o Kaiser Beckenbauer tornaram o futebol conhecido no país do beisebol.

Fonte:     http://www.dw.com/pt

São Paulo – Brasil – 21:25

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Josy Galvão