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Sensação da Bundesliga, Douglas Costa “vive um sonho” na Seleção Brasileira

Sensação da Bundesliga, Douglas Costa “vive um sonho” na Seleção Brasileira

O início de temporada tem sido espetacular para Douglas Costa, que tem encantado torcedores do Bayern de Munique na Alemanha. O brasileiro, convocado para os amistosos da Seleção contra Costa Rica e EUA, falou sobre a rápida adaptação ao futebol alemão e elogiou o estilo de jogo pedido por Pep Guardiola.

“Eu acho que o Guardiola é um treinador ofensivo, e nosso time também é. Tem muita posse de bola. Você pode ver em nossos jogos, muita posse de bola, está sempre no contra-ataque, no ataque rápido… Então acho que essas são as minhas características”, afirmou o meia-atacante, que recebeu conselhos de Arjen Robben para se cuidar com os dribles, para evitar lesões por entradas dos adversários.

“Acho que o pessoal fala ainda muito sobre o que eu falei com o Robben depois do jogo. Ele falou que era a qualidade do brasileiro, mas que realmente tem que ter cuidado com as pancadas do futebol alemão, porque na Bundesliga agora o pessoal vai ficar esperto. Eu agradeci a ele, e falei que se tiver que fazer de novo eu vou fazer. Acho que faz parte, faz parte do futebol brasileiro”.

“É tudo igual. Pancada é pancada (risos)”, disse. “É como eu falei: lá o pessoal bate, aqui bate… É tentar escapar, né? Seguir adiante”, garantiu. Nos treinos realizados em Nova Jersey, o líder de assistências do Bayern nesta Bundesliga tem atuado na faixa esquerda do campo. Perguntado se isso acabaria, eventualmente, jogando Neymar para o centro, Douglas garantiu que está disposto a tudo pelo Brasil.

“Se tiver que ser, vou fazer o possível para fazer isso. E jogar com o Neymar e o pessoal da Seleção Brasileira é demais! Acho que estou vivendo um sonho também”.

Volta por cima após pênalti perdido na Copa América

Douglas Costa também falou sobre o pênalti perdido na Copa América, o único desperdiçado em sua carreira profissional: “Pensei bastante sobre isso, mas logo após a gente teve um torneio na China, com o Bayern, que foi para os pênaltis”, explicou. “Eu fui, converti e falei: ‘ah, agora já passou, né?’ E depois a gente teve final da Supercopa também, que foi para os pênaltis contra o Wolfsburg. Eu fiz o pênalti de novo”… Foi isso que deu forças para continuar”.

Fonte:   http://www.goal.com/br

São Paulo – Brasil – 23:42

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Josy Galvão

A elitização do futebol: ingresso brasileiro é o mais inacessível do mundo

O Profut, sancionado por Dilma Rousseff no início deste mês, determina que clubes de futebol, aqueles que decidirem renegociar suas dívidas fiscais com o governo, mantenham “oferta de ingressos a preços populares”. Não especifica nem quantos bilhetes, nem a que preço. Mas devia. O ingresso brasileiro é o mais inacessível do mundo para a camada socioeconômica mais baixa da população.

Quantas horas uma pessoa que receba um salário mínimo precisa trabalhar para comprar o tíquete mais barato? A conta, aqui, foi feita por Oliver Seitz*, brasileiro que leciona administração esportiva na University College of Football Business em Londres: divide-se o salário mínimo pela carga horária de trabalho de cada país, depois pelo preço do ingresso mais baixo disponível. Vamos nos restringir aos campeões da última temporada, até porque o jogo do último colocado naturalmente tem menos demanda do que o do primeiro.

Um torcedor brasileiro precisa trabalhar dez horas e 18 minutos para comprar um ingresso, o mais barato, do Cruzeiro. Se o sujeito quiser ir ao Mineirão todo domingo, agora que o time não disputa mais a Copa do Brasil, precisa dedicar quase um quarto da carga de trabalho semanal só para comprar a entrada. Sem considerar transporte, talvez estacionamento, alimentação dentro ou fora do estádio. Um alemão, no lado oposto, tem de ficar na labuta uma hora e 48 minutos para assistir a uma partida do Bayern de Munique.

Talvez a Alemanha não seja a comparação mais justa, porque lá existe a filosofia de perder alguma receita no fim da temporada em prol de uma arena plenamente ocupada. Mas o Brasil é menos acessível do que todos os outros principais países do futebol.

Um francês, no país que tem uma das cargas de trabalho mais baixas da Europa, trabalha duas horas e 36 minutos para ver o Paris Saint-Germain. Um inglês, no território onde a camada mais pobre da população vê futebol pela TV a cabo e ingressos são reconhecidamente caros, leva seis horas e 18 minutos por uma partida do Chelsea. Até argentinos e portugueses, em economias bambas, têm de trabalhar menos para assistir a Racing e Benfica.

Esta análise não pode considerar só o valor do tíquete, mas o poder de compra da população. E elitização se mede não com números médios de preço do ingresso e renda do torcedor, mas mínimos. 

Comparação dos preços de ingressos dos campeões das principais ligas do mundo em 2014 (Foto: Infográfico: Giovana Tarakdjian)

O Cruzeiro, por acaso, está bem perto da média da primeira divisão brasileira: 11 horas e oito minutos de trabalho por um ingresso. Alguns demandam um pouco menos, outros muito mais. O mais legal é que, a partir da comparação do futebol brasileiro com as principais ligas europeias, é possível determinar um valor acessível para o cidadão menos endinheirado: R$ 20,63, ou quatro horas e 15 minutos de trabalho com um salário mínimo por mês.

Comparação dos preços de ingressos da primeira divisão do futebol brasileiro em 2015 (Foto: Infográfico: Giovana Tarakdjian )

O ideal, para um estádio de futebol, é que o preço do ingresso seja alto suficiente para que o mandante consiga dinheiro para investir em atletas, mas baixo suficiente para que o estádio esteja totalmente ocupado. O futebol inglês pode se dar ao luxo de cobrar mais caro pelo tíquete porque, afinal, lá os campeões têm 100% dos lugares preenchidos. No Brasil, onde a média nacional fica na casa dos 40%, a maior parte das arquibancadas que fica vazia todo jogo poderia ser ocupada pela camada mais pobre da população. Aquela que, antes da modernização dos estádios forçada pela Copa do Mundo, normalmente comparecia toda quarta e domingo para apoiar o time. Maximizaria, inclusive, as receitas. Um bom negócio para todos.

Não quer dizer que todos ingressos devam custar 20 pratas. Nem que, se custassem, estádios seriam preenchidos. Há mais variáveis que atraem ou afastam torcedores: desempenho do time, ídolo(s), acesso à arena, segurança, conforto, dia, horário, clima, fase do campeonato, se são pontos corridos, se é mata-mata. Mas é fato que o preço é um fator determinante. Tanto que o São Paulo, em 2013, quando baixou preços de ingressos de R$ 26 para R$ 11, em média, aumentou a média de público do Morumbi de 8.500 para 29.800 por jogo. O erro são-paulino, o mesmo cometido pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FFERJ) no Campeonato Cariocade 2015, foi fixar a quantia em um teto (o valor do bilhete mais caro), e não trabalhar a precificação a partir de um piso (o do mais barato).

Arena lota de baixo para cima. Quando começam as vendas, primeiro esgota o setor que tem entradas mais baratas. Depois, o seguinte. Depois, o seguinte. Se a primeira faixa de preço é cara demais para o torcedor que ganha um salário mínimo, ela é ocupada por outro, e este deixa de pagar pelo setor seguinte. O resultado é que, na hora do jogo, as arquibancadas mais salgadas, geralmente as que ficam visíveis durante a transmissão da partida pela TV, ficam às moscas. O Corinthians passa por isso em Itaquera. Atlético-MG e Cruzeiro, no Mineirão. O Palmeiras, no Allianz Parque. Em resumo: estádio precisa ser setorizado, e as faixas de preço dos ingressos precisam atender a todo tipo de público, do popular à elite, até encher a casa.

O cartola vai argumentar, como já faz, que o preço mínimo precisa ser alto para privilegiar o sócio-torcedor e incentivar a adesão ao programa. Só que para o fulano que ganha R$ 788 por mês gastar R$ 30 só para ter preferência na compra de ingressos, ou desembolsar para lá dos R$ 100 mensais para conseguir 25%, 50% ou 75% de desconto e ainda ter que pagar pelos bilhetes, tampouco é acessível. Também tem a meia-entrada, outro complicador, um problema de toda casa de entretenimento, do cinema e ao concerto musical. Mas nem assim se pode ignorar: futebol está caro demais.

Depois de longas discussões entre CBF, clubes e Bom Senso FC, deputados federais e senadores, esses responsáveis por representar a população brasileira, concordaram com um Profut que agrada a todos, menos ao torcedor. A CPI do Futebol do senador Romário (PSB-RJ) foi para cima dos sigilos bancário e fiscal de Marco Polo Del Nero, presidente da CBF, mas tampouco deu atenção a um dos poucos legados da Copa, a reconstrução dos estádios brasileiros e a consequente exclusão dos cidadãos mais pobres. A considerar que o salário mínimo deveria ser de R$ 2.088,20 para igualar o poder de compra do brasileiro ao do estrangeiro, e que isso nocautearia de vez a economia, tampouco pode-se esperar por uma “ajuda” de Dilma. É isso, torcedor. Conforme-se em ver teu time pela televisão aberta.

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*Oliver Seitz é PhD em indústria do futebol e professor de administração esportiva da UCFB em Londres (oliver@brain.srv.br).

 

 

Fonte:      http://epoca.globo.com/

São Paulo – Brasil – 00:39

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Josy Galvão

Alemanha – 54.907 dos 55.000 carnês de temporada do Borussia Dortmund foram renovados

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Falar da paixão dos torcedores do Borussia Dortmund já virou lugar comum. Os 80.424 espectadores que lotam o Signal Iduna Park em todos os jogos da Bundesliga dão a maior prova de fanatismo ao clube. Nesta quarta, os Aurinegros anunciaram um número que dimensiona outra vez a devoção de seus seguidores. A cada temporada, 55 mil carnês para as partidas da equipe em casa são vendidos. Para a próxima temporada, apenas 93 compradores decidiram não renovar o direito. Ou seja, 54.907 torcedores manterão sua fidelidade durante toda a campanha em 2015/16, independente dos perrengues que o time viveu na tabela em 2014/15.

O número só enfatiza o ótimo programa que o Dortmund oferece aos seus torcedores. O Signal Iduna Park combina conforto e um clima fantástico, sem esfolar as carteiras de seus frequentadores. A ótima média de público é conquistada graças à paixão, é claro, mas também pelo bom tratamento e pelos preços justos cobrados pelos Aurinegros. O clube não tem a má fé de explorar altos preços, diferentemente do que tem sido motivo de protestos em vários países, como a Inglaterra e o Brasil, uma confiança entre diretoria e torcida que não deverá se desgastar tão cedo.

A base de sócios do Dortmund chega a cerca de 120 mil, e até cresceu quando a equipe de Jürgen Klopp aparecia na lanterna da Bundesliga. Agora, 93 felizardos da lista de espera terão a chance de adquirir o carnê da temporada. O que resta de dúvida é o seguinte: o que fez os outros 93 indivíduos desistirem de acompanhar os Aurinegros? Talvez este também seja o número de novos residentes nos manicômios da cidade. Só a loucura parece explicar a desistência.

Observação: O preço dos carnês variam entre € 717 (categoria 1) e € 130 (geral simples), o que dá uma média de valor por ingresso entre R$ 142 e R$ 26 – preços bem baixos para o que estamos acostumados a ver no futebol brasileiro. Para conhecer a tabela de preços, vale conferir o texto do amigo Walter Paneque, do blog Muralha Amarela: “Entenda como o Dortmund fideliza seu sócio-torcedor”.

Fonte:   http://trivela.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 23:48

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Josy Galvão

Perguntado como acompanha futebol brasileiro, Firmino brinca: “Pela TV de plasma”

Perguntado como acompanha futebol brasileiro, Firmino brinca: "Pela TV de plasma"

O jogador do Hoffenheim, Roberto Firmino, foi convocado mais uma vez por Dunga. A seleção canarinho faz dois amistosos nesta semana contra França em Saint-Denis e depois enfrenta o Chile em Londres.

Firmino começou a sua trajetória profissional vestindo a camisa do Figueirense e desde 2010 defende as cores dos Hoffs. O bom futebol vem atraindo interesse de outros clubes fora da Alemanha, principalmente do futebol inglês. Manchester United e Arsenal afirmaram ter interesse no jogador brasileiro.

Além disso, Firmino ganhou destaque marcando um belo gol no último amistoso diante da Áustria na vitória por 2 a 1. Com isso, ganhou mais uma chance na equipe verde e amarela.

Em entrevista coletiva, o jogador falou da chance que vem tendo na equipe titular do Brasil: “Estou feliz em defender a seleção brasileira e ser lembrado pela comissão técnica que acredita no meu futebol, mas ainda é o começo. Terei uma enorme concorrência pela frente e o Brasil tem grande jogadores que podem dar conta do recado. Só que vou continuar trabalhando para ganhar meu espaço na equipe”.

Perguntado como acompanha o futebol brasileiro, Firmino brincou: “Em uma TV de Plasma em minha casa”, arrancando risadas dos jornalistas presentes em sua coletiva.

Com 23 anos e pouco conhecido no Brasil, Firmino falou sobre suas origens e onde viveu na infância: “Venho de uma família humilde, comecei a jogar futebol aos sete anos e venho batalhando muito desde então, como fazem muitos outros jogadores. Depois de jogar uma Série B pelo Figueirense fui para o Hoffenheim e estou lá até hoje. Falando assim pode parecer fácil, mas garanto que não foi”. – completou.

Fonte: http://www.vavel.com/

São Paulo – Brasil –22:28

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Josy Galvão

Allianz palmeirense gera ciúmes na Allianz Arena Alemã

Allianz Parque Palmeiras Sport Campeonato Brasileiro 19/11/2014

O sucesso do Allianz Parque tem gerado ciúmes na coirmã Allianz Arena, da Alemanha. Com números altos de público e renda, além dos eventos importantes ali marcados, o estádio brasileiro tem roubado a cena e vem chamando mais a atenção da seguradora, dona dos direitos de nome de ambos os lugares. O show do Paul McCartney foi o mais impactante até agora.

Até o meio do ano passado, as relações entre os envolvidos com as operações palmeirenses eram ótimas com os alemães. Depois, a partir dos últimos meses de 2014, a situação já era diferente, com muito menos contato e poucas conversas.

Segundo informações obtidas quando o ex-Beatle fechou o contrato para passar com sua turnê em São Paulo, os executivos do país campeão da Copa do Mundo chegaram a não acreditar.

Em pouco tempo, a arena palmeirense virou o centro, quase um xodó, enquanto antes só se falava da casa do Bayern de Munique.

Os números de público e renda também foram impactantes. A receita do primeiro jogo, contra o Sport, de R$ 4,9 milhões, uma das dez maiores da história do futebol brasileiro, e a maior no futebol paulista, também foi destacada algumas vezes.

Em outubro do ano passado, em Nice, em uma convenção com todos os estádios da Allianz (do Brasil, da Austrália, da Inglaterra, da Alemanha e da França), uma outra situação causou certo desconforto.

O assunto era a necessidade da colocação de internet aberta ao público em todas as praças da seguradora. Os representantes do palco palmeirense pediram a palavra: “o nosso já está funcionando” – ainda que, é bom lembrar, nem sempre funcione, dependendo do número de pessoas lá dentro.

No início deste ano, com quase 34 mil votos, o palmeirense foi eleito o estádio do ano, em uma votação aberta realizada pela Stadium DB, site especializado no assunto, superando as arenas que estiveram na Copa do Mundo em 2014.

O vice-campeão foi o San Mamés, que fica na Espanha, com mais de 27 mil votos. A Arena Corinthians, a Arena da Baixada e a Arena das Dunas também concorreram.

Na votação organizada entre os especialistas do site, o vencedor foi Hazza Bin Zayed Stadium, que fica nos Emirados Árabes Unidos. O vice-campeão dessa parte é brasileiro: a Arena da Amazônia.

Depois de Paul, nenhum outro show aconteceu até agora na casa palestrina. Há sete datas reservadas para o segundo semestre de 2015. Em abril, Roberto Carlos vai passar com sua turnê por lá, a primeira passagem de um cantor nacional.

Fonte: http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 22:31

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Josy Galvão

Bayer Leverkusen confirma torneio com brasileiros

Renato Augusto, que jogou no Bayer, será uma das atrações do torneio
Renato Augusto, que jogou no Bayer, será uma das atrações do torneio

O Bayer Leverkusen confirmou nesta quinta-feira, por meio de seu site oficial, um torneio amistoso com Corinthians, Fluminense e Colônia (ALE), agendado para os Estados Unidos, entre os dias 15 e 17 de janeiro.

Segundo o endereço eletrônico do time alemão, a equipe vai jogar contra “duas equipes tops do futebol brasileiro”, mas comete uma gafe ao chamar o Corinthians de “Corinthians São Paulo”, ao invés de “Corinthians Paulista”.

O site do Bayer lembra que, no Fluminense, joga o “o atacante de nível internacional Fred”, além de recordar que no Corinthians atua o meia Renato Augusto, que fez história na agremiação germânica.

De acordo com o Bayer, a competição chamada Flórida Cup terá os seguintes jogos: Fluminense x Bayer e Corinthians x Colônia, no dia 15, e Bayer x Corinthians e Colônia x Fluminense, no dia 17.

Fonte: http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 22:28

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Josy Galvão

Reação da torcida após derrota por 7 a 1 emociona Roma

Público aplaudiu e cantou mesmo depois da vitória de 7 a 1 do Bayern na Itália

Torcida da Roma na Curva Sul do Estádio Olímpico durante a partida contra o Bayern de Munique, goleada alemã por 7 a 1: fidelidade à prova

Torcida da Roma na Curva Sul do Estádio Olímpico durante a partida contra o Bayern de Munique, goleada alemã por 7 a 1: fidelidade à prova (Filippo Monteforte/AFP)

No futebol brasileiro, é comum ver manifestações violentas da torcida depois que um clube tradicional sofre uma derrota vexatória em casa. Na Itália, outro país apaixonado por futebol, não é necessariamente assim. Na terça-feira, a Roma, dona de uma das torcidas mais fanáticas do país, foi atropelada por 7 a 1 pelo Bayern de Munique, no Estádio Olímpico, em partida da Liga dos Campeões. Mesmo depois da humilhação, porém, membros da torcida Curva Sud, principal organizada da equipe italiana, incentivaram o time e levaram o presidente do clube, James Pallotta, às lágrimas. “Um dia não muda nada. Acontece no caminho para a glória. Vi um vídeo dos nossos torcedores após o jogo e ele me fez chorar. Eles são os melhores do mundo. Estou muito orgulhoso por fazer parte da Roma”, disse Pallotta em nota divulgada nesta quarta.

Na canção entoada no fim da partida, os torcedores gritavam: “Força, grande Roma. Venceremos o tricolor (termo que se refere ao título do Campeonato Italiano) e a Liga dos Campeões”. A atitude dos torcedores, mostrando sua fidelidade à equipe mesmo num momento tão difícil, também emocionou o volante Daniele De Rossi, ídolo do clube. “Nós e a cidade estávamos esperando por esse jogo por muito tempo, e é uma pena o resultado. Ver os torcedores nos aplaudirem no fim do jogo foi como uma facada no coração. A temporada é longa, então ainda vamos conseguir retribuir o apoio.” Apesar da derrota, a Roma continua na vice-liderança do Grupo E, com boas possibilidades de classificação para as oitavas de final. No Campeonato Italiano, o time da capital está em segundo lugar, a um ponto da líder Juventus.

Fonte: http://veja.abril.com.br/

São Paulo – Brasil – 22:54

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Josy Galvão

Kaká vê Alemanha como exemplo a ser seguido pelo Brasil

Kaká vê Alemanha como exemplo a ser seguido pelo Brasil

De volta à seleção brasileira, Kaká acredita que o Brasil pode usar a Alemanha como exemplo para construir um time mais forte no futuro. Os germânicos conquistaram o título mundial em 2014 e, na semifinal do torneio, golearam o Brasil por 7 a 1. Foi o resultado mais elástico de uma semifinal de Copa e a maior derrota da Seleção no Mundial.

“O futebol brasileiro é muito competitivo, mas o que falta é um pouco de organização, planejamento e implementação deste planejamento. E não apenas em termos de resultados, mas em benefícios a longo prazo também”, disse em entrevista para o site da FIFA. “Pode ser o caso de não conseguirmos os resultados que o povo espera nos próximos anos, mas no longo prazo vale a pena”.

“É aí que a Alemanha é um modelo a ser seguido, porque eles estiveram planejando desde 2006, quando receberam a Copa do Mundo, e colheram a recompensa em 2014 (…) Não aconteceu do nada. Eles fizeram planos, os colocaram em prática e conseguiram as recompensas”, opinou o camisa 8 do São Paulo, que também elogiou o técnico Dunga.

“É um técnico que faz os jogadores comprarem o que está fazendo. Ele sempre trabalha para perpetuar a mensagem sobre o comprometimento. Até com os torcedores ele veio e fez um trabalho de resgate, conseguindo que eles ficassem um pouco mais envolvidos novamente. Mais uma vez, acho que Dunga pode ser o cara que vai resgatar a situação para manter as pessoas comprometidas”.

Fonte: http://www.goal.com/

São Paulo – Brasil – 22:46

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Josy Galvão

Os desafios do combate a homofobia no futebol

Chuteiras com cadarços nas cores do arco-íris: campanha cada vez mais forte na Europa

O futebol é uma maneira pela qual podemos conhecer melhor uma cultura, um povo. Através do esporte, pessoas mostram lados bons e ruins da sociedade. Diversos são os exemplos positivos dados por torcedores e fãs do chamado ‘esporte bretão’, mas infelizmente o universo da bola também é palco de episódios de intolerância e preconceito. Recentemente, vivenciamos mais um caso de racismo no futebol brasileiro.

No entanto, não é apenas no Brasil ou nas arquibancadas de um clube específico que ocorrem tais situações, e elas não se limitam a cor do adversário. Em um ambiente machista e sexista como o futebol, outro forte tabu é a homossexualidade.

Na verdade, o tema ainda está distante de ter uma abordagem madura e difundida, com ideais sendo contrapostas e se chegando a um, mínimo, consenso de como tratar a questão. Esta dificuldade foi sentida na produção desta matéria, já que diversos jogadores, ex-jogadores, treinadores e até jornalistas se recusaram a falar sobre o assunto. Isso mostra que por mais que as sociedades estejam atrasadas em tópicos polêmicos, o futebol ainda consegue estar um passo atrás.

“Acontece justamente porque o futebol por muitos é considerado como sendo um dos poucos e últimos redutos da ‘verdadeira masculinidade’. Este é também um dos motivos porque há tantos jogadores que sentem a necessidade de se afirmarem como heterossexuais”, comenta o jornalista Gerd Wenzel, daESPN, que mora no Brasil há quase 60 anos, mas nasceu na Alemanha, um dos países mais avançados no combate a homofobia no futebol.

A polêmica no clássico Majestoso

O debate sobre a homofobia no futebol brasileiro voltou à tona neste ano, com a adoção de uma prática que veio das arquibancadas mexicanas: a ofensa ao goleiro rival nas cobranças de tiro de meta. O episódio mais famoso aconteceu em março, quando a torcida do Corinthians gritava “bicha” a cada reposição de bola do goleiro são-paulino Rogério Ceni.

A atitude se estendeu a outras partidas, mas este confronto marcou o início da luta do Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual (Gads), que entrou no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) requisitando punição ao Timão. O pedido foi negado, mas o grupo promete insistir.

“Se o Corinthians estivesse disputando o título, denunciaria mesmo assim. Com dor no coração, mas denunciaria. Porque só assim que se aprende”, afirma o corintiano, advogado e homossexual assumido, Paulo Iotti.

O protesto, pelo menos, já gerou algumas reações. A principal delas foio manifesto do alvinegro do Parque São Jorge falando sobre o tema.

“Após a polêmica com o Aranha, achamos oportuno fazer isso”, disse para a Goal Brasil o gerente de marketing do Corinthians, Alexandre Ferreira. “A gente não tem expectativa de que isso mude do dia pra noite, mas não tira a importância de falar sobre o assunto.”

Mesmo assim, o temor por alguma punição esportiva ainda está presente em ações como essa.

“Além do lado social, temos preocupação na questão esportiva também, é preciso admitir. De não sermos punidos como aconteceu com o Grêmio. É a mesma coisa com a violência. Não queremos violência no estádio, não só porque o tema é importante, mas porque o time pode ser punido”, completa Alexandre.

Apesar disso, o clássico deste final de semana voltou a ser marcado pelos insultos relacionados a sexualidade e a discussão fica por conta desta atitude ser considerada ou não homofobia.

Breve histórico no Brasil

Entre os anos de 1970 e 1980, alguns times contaram com torcidas organizadas cujo o objetivo era apoiar o time e mostrar o orgulho na escolha de sua orientação sexual. A primeira delas foi a Coligay, do Grêmio. Dentre as mais famosas, nasceram também a Flagay (Flamengo) e Raposões (Cruzeiro). Todas sofreram com perseguições, principalmente de torcedores dos próprios clubes.

Atualmente, é possível ver nas redes sociais alguns movimentos semelhantes. No Brasil, a Galo Queer é uma das mais populares do Facebook, mas o número de curtidas não chega nem a dez mil, o que também mostra o tom da resistência no meio.

Anos atrás, a torcida do São Paulo se recusava a cantar o nome de Richarlyson porque achava que ele era homossexual. No campo, no entanto, ele foi de extrema importância na conquista de títulos, chegando até mesmo a ser chamado para a Seleção Brasileira.

 

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Torcida Independente fazendo Homenagem para as Gaivotas da fiel.

A incrível evolução das chuteiras ao longo do tempo

A incrível evolução das chuteiras ao longo do tempo

© FIFA.com

Arthur Friedenreich balançou as redes adversárias com regularidade excepcional durante os primeiros anos do futebol brasileiro. Ainda mais impressionante é ver com que chuteiras ele marcava seus gols (no alto à esquerda). O par está em exibição no Museu do Futebol em São Paulo, ao lado dos calçados típicos utilizados na Copa do Mundo da FIFA 1970 (no meio à esquerda).

As chuteiras que Helmut Rahn usou para marcar dois gols, incluindo o do título, na final da Suíça 1954 (no alto à direita) também estão muito distantes dos modelos atuais.

As revolucionárias Adidas Predator (no meio à direita) foram lançadas em 1994 e tiveram um impacto impressionante na Copa do Mundo da FIFA daquele ano.

Estilistas premiados também foram tomados pela febre das chuteiras de futebol. O renomado japonês Yohji Yamamoto customizou uma edição limitada da adiZero F50 para o meio-campista norte-irlandês Jonny Steele e o atacante americano Gyasi Zardes (embaixo à esquerda).

E para comemorar a Chuteira de Ouro adidas de James Rodríguez no Brasil 2014, a poderosa empresa alemã de material esportivo produziu a miadidas adiZero F50 com inscrições especiais (embaixo à direita). Apenas seis pares do modelo foram fabricados, um para cada gol marcado pelo camisa 10 da Colômbia na 20ª Copa do Mundo da FIFA.

Como você há de concordar vendo a montagem acima, as chuteiras de futebol experimentaram uma evolução espetacular ao longo da história.

Fonte: http://pt.fifa.com/

São Paulo – Brasil – 00:03

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Josy Galvão