Posts Tagged ‘jurgen klinsmann’

Alemanha – Jürgen Klinsmann é Embaixador do Futebol de 2015

A Alemanha é considerada uma grande nação de futebol. Os jogadores e treinadores são conhecidos pelo seu engajamento, tanto na Alemanha quanto no exterior e são muito respeitados nas ligas internacionais. Eles representam sua pátria e contribuem para uma imagem positiva da Alemanha.

A Iniciativa “Embaixador alemão do Futebol” tem o objetivo de honrar o trabalho dessas pessoas através de prêmios entregues anualmente.  No foco, estão o trabalho esportivo e o social das personalidades. Além do prêmio principal “Embaixador de Futebol” existem também o Prêmio de Honra e o Prêmio do Público. Os prêmios são outorgados durante a cerimônia no Ministério das Relações Externas, em Berlim.

Neste ano, o principal foi entregue ao treinador Jürgen Klinsmann pelo Ministro Federal das Relações Externas, Frank-Walter Steinmeier. Klinsmann não pôde comparecer ao evento, mas acompanhou a cerimônia pela internet. O ex-jogador alemão, Thomas Hitzlberger, recebeu o Prêmio de Honra pelos seus esforços extraordinários no esporte e na sociedade. O Prêmio do Público foi entregue ao jogador da seleção alemã, Mesut Özil.

Entre os patrocinadores, estão o Ministério Federal das Relações Externas, o Instituto Goethe e a Deutsche Welle. A iniciativa também apoia projetos sociais no exterior.

Fonte: http://www.brasil.diplo.de/

São Paulo – Brasil – 23:33

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Josy Galvão

Equipe médica do Bayern de Munique pede demissão

Crise no Bayern de Munique: um dia depois da derrota para o Porto por 3 a 1, o médico-chefe do clube, Dr. Müller-Wohlfahrt, pediu demissão do seu cargo após quase quatro décadas de serviços prestados ao time bávaro. Seus três assistentes (Dr. Peter Ueblacker, Dr. Lutz Hänsel e Dr. Kilian Müller-Wohlfahrt) o acompanharam no gesto e também se demitiram dos seus respectivos cargos.

Numa carta assinada pelos quatro médicos, eles afirmam que é incompreensível “…tentar responsabilizar o Depto. Médico do clube pela derrota, mas é isto que está sendo feito por setores no Bayern de Munique. Tal atitude destruiu o relacionamento de confiança mútua existente até então.”

O diretor de comunicação do Bayern, Markus Höwerick, se mostrou surpreso com a decisão da equipe médica: “Não fomos informados previamente a respeito”, limitou-se a dizer nesta quinta-feira à noite.

Fontes fidedignas do clube informam que desde o início da temporada havia sinais de que o relacionamento entre o Dr. Müller-Wohlfahrt (desde 1977 no clube) e Pep Guardiola não era dos melhores por causa das inúmeras contusões de diversos jogadores do time.

Não é a primeira vez que Müller-Wohlfahrt pede demissão do seu cargo. Após uma discussão com o então técnico Jürgen Klinsmann em 2008, ele deixou o cargo, mas voltou logo após a saída de Klinsmann do Bayern.

Entre os seus pacientes mais famosos estão Usain Bolt, Lothar Matthäus, Boris Becker, Bruce Springsteen e a tenista Andrea Petkovic, além de muitas outras personalidades da alta sociedade de Munique.

Fonte: http://www.bundesliga.com.br/

Por: Gerd Wenzel

São Paulo – Brasil – 23:25

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Josy Galvão

Schweinsteiger supera Klinsmann em número de jogos pela Alemanha

O campeão mundial Bastian Schweinsteiger superou Jürgen Klinsmann no ranking de jogadores que mais vezes vestiram a camisa da seleção alemã. O atual capitão da Alemanha fez o seu jogo de nº 109 pela “Nationalelf” contra a Geórgia neste domingo (2 a 0) e ocupa agora o posto de n° 5 na lista dos atletas que mais jogaram pela Alemanha, superando Jürgen Klinsmann que atuou em 108 oportunidades.

Schweinsteiger precisa de mais quatro partidas para igualar o seu colega de clube, Philipp Lahm, que já se aposentou da seleção. O capitão do Bayern está em quarto lugar na tabela com 113 partidas pela Alemanha, atrás de Lothar Matthäus (150), Miroslav Klose (137) e Lukas Podolski (122).

Fonte: http://www.bundesliga.com.br/

Por: Gerd Wenzel

São Paulo – Brasil –21:34

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Josy Galvão

Podolski supera Klinsmann e Völler no ranking de artilheiros da Alemanha

Lukas Podolski marcou o seu gol de nº 48 no amistoso de ontem (quarta-feira) contra a Austrália em Kaiserlautern e ocupa agora o 4º lugar no ranking dos maiores artilheiros da seleção alemã de todos os tempos. Com este gol, o “Príncipe de Colônia” superou dois campeões mundiais de 1990 de uma só vez: Jürgen Kloinsmann e Rudi Völler.  Líder absoluto na lista da artilharia continua sendo Miroslav Klose com 71 gols. Klose se aposentou da seleção logo após a Copa do Mundo realizada no Brasil no ano passado.

Confira o ranking com os 10 principais artilheiros da Alemanha:

1. Miroslav Klose 71 gols / 137 jogos pela Alemanha

2. Gerd Müller 68 / 62

3. Joachim Streich 55 / 102 (República Democrática Alemã – DDR)

4. Lukas Podolski* 48 / 122

5. Jürgen Klinsmann 47 / 108

4. Rudi Völler 47 / 90

7. Karl-Heinz Rummenigge 45 / 95

8. Uwe Seeler 43 / 72

9. Michael Ballack 42 / 98

10. Oliver Bierhoff 37 / 70

Fonte: http://www.bundesliga.com.br/

Por: Gerd Wenzel

São Paulo – Brasil –23:41

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Josy Galvão

Low, in the words of others

Germany head coach Joachim Loew faces the media during a press conference at the Hotel Ciudad de Vigo
© Getty Images

At the 2014 FIFA World Cup Brazil™, football fans across the globe witnessed the diverse facets that make up Germany coach Joachim Low’s character: a man who is constantly focused and perfectly prepared, often reserved, occasionally demanding and increasingly emotional. At the end of the tournament spectators also experienced the 54-year-old in a state of unbridled joy, having led his country to a fourth World Cup triumph.

On Monday 12 January Low could be in the spotlight once again when the FIFA Ballon d’Or Gala takes place in Zurich. Alongside Carlo Ancelotti and Diego Simeone, the Black Forest native is one of three candidates in the running for the FIFA Coach of the Year for Men’s Football award.

In the build-up to the ceremony, FIFA.com spoke exclusively with several figures well acquainted with each of the contenders in order to find out more about the trio of finalists. What is it that makes them special? Why do they stand out as a coach? And why would they deserve to win the prize? Today, we kick things off with Low.

Jurgen Klinsmann
The former striker and 1990 World Cup winner made Low his assistant coach in 2004 while in charge of the German national side. Together they crafted a team with a greater attacking flair and a more attractive style, securing a third-placed finish at the 2006 World Cup on home soil. Low went on to succeed Klinsmann, who is now head coach of the USA national team.

Jogi is a determined and straightforward coach with an eye for detail. He communicates in a very open and honest manner, and always treats everyone with great respect. Over the course of eight years he’s developed Germany bit by bit and would absolutely deserve the award for his long-term work. There’s no greater success that winning the World Cup.

“Everyone progresses over the years, whether it be professionally or personally. He’s matured into a real character as a coach and has also developed the necessary toughness to fight his way through certain things. It’s wonderful to observe that from afar.

“What’s special about him? His level-headedness, honesty and – when it comes to the crunch – his laid-back demeanour, which is typical of people from Baden-Wurttemberg. He’s a very meticulous coach, but he never loses sight of the bigger picture either.

“On top of that he always has time to have an espresso with you!”

Bernd Schneider
The 81-time international was a creative presence in the Germany midfield during Low’s tenure in the dugout alongside Klinsmann between the 2002 and 2006 World Cups. Low made him vice-captain after the 2006 tournament.

“It doesn’t get any better than winning a World Cup, so he would absolutely deserve to win the award. He’s worked consistently well since 2006 and has taken Germany to two finals: at the 2008 European Championship and at the 2014 World Cup, where he finally won the title. That will live long in the memory. As a footballer, there’s nothing that can top winning that.

“What are my personal memories of Jogi? I only have good ones! He’s a very meticulous coach who really does analyse the tiniest details. He always has a plan and explains exactly what everyone needs to do out on the pitch. He was an outstanding coach even back when I was a player. He and Klinsmann divided things up between them but of course communicated a lot too. It wasn’t a case of Klinsmann only being responsible for motivating us and Low only taking charge of the tactical side of things.”

Toni Kroos
Under Low’s guidance, the 25-year-old Real Madrid midfielder has developed from a highly-promising youngster into a pillar of the Germany team. At Brazil 2014 he was one of the key figures in implementing the coach’s playing philosophy out on the pitch.

“In the time he’s been national coach he’s always helped the team progress. We play very, very good football. You can see his stamp on things; he wants us to play the game and you could see that at the World Cup. He’s a world champion so I think that’ll give him a good chance of winning [the award].”

Shkodran Mustafi
A relatively unknown quantity on the international scene prior to Brazil 2014, Mustafi was a last-minute call up into Low’s squad for the tournament. The 22-year-old went on to become a world champion and has since become a first-team regular in Valencia’s defence.

“I think Low is a coach who knows exactly what he wants, what kind of characters and players he needs, and what kind of people he needs to form a successful team. Anyone who watched the World Cup could see that the team is a unit. It didn’t matter at all who was on the pitch and who was on the bench. It was a team and the team took the title home. You could sense that every second of the tournament.

“Anyone who wins the World Cup deserves to [win the award]. He was criticised a lot for his squad selection and his style: people said he was taking too many new, young, inexperienced players to Brazil, but he stuck to his guns. He did things his own way and knew exactly what he wanted. And that got us the World Cup trophy.”

Fonte: http://www.fifa.com/

São Paulo – Brasil – 23:28

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Josy Galvão

Klinsmann and the case of the hidden Messi

Klinsmann and the case of the hidden Messi

© Getty Images

Jurgen Klinsmann took over the USA reins three-and-a-half years ago promising change. He threw around buzzwords like “proactive” and “reactive,” but he did not stop there. “Maybe we can find someone kicking a ball around the streets,” he told. “Maybe there’s a Messi hiding somewhere here in the States. Who knows?”

It was more than just a provocative sound byte. The former Germany striker intended to look under every rock, in every dusty corner, for overlooked American talent. Who is to say there might not just be a hidden Messi – or some similar gem not quite as precious – in the Untied States’ 10,000,000 square miles?

In a country with a population of more than 300,000,000, Klinsmann is keen to put his finger on players with more than just a capacity for hard-work and graft, more than just the honest strivers that have defined American soccer team for the last decades.

“We need to dig for more,” Klinsmann said, staying on message over his years in charge. He wanted to show his big words were more than just soft rhetoric. “We’re looking for players everywhere. There’s definitely talent in the US that’s not being tapped. We’re trying to get our heads and hands around that.”

Lower leagues and University fields
Klinsmann has called on a staggering number of players in his time in charge of the Stars and Stripes. He is always searching. Never satisfied. Two players, in particular, speak to the coach’s desire to overturn any and all obstacles in his search. Miguel Ibarra is a pest of a striker with a nose for the danger zones. Twice Klinsmann called him into camp since the Americans reached the FIFA World Cup™ Round of 16 in Brazil this summer. It did not bother the German one bit that Ibarra is not even playing his football in Major League Soccer, the country’s top flight, but rather in the recently re-formed North American Soccer League, which is effectively the national second division.

“He’s a good example that there are different ways to get all the way to the top,” Klinsmann said about the Minnesota United FC forward and his decision to call in a non-MLS domestic player for the first time since 2005. The coach, animated and demanding of his players in training, did something similar when he called on Jordan Morris, a second-year student-athlete at Stanford University. He became the first collegian called into a USA camp since 1995, a time when there was no major domestic league in the country.

“We evaluate people based on their potential, based on talent and their willingness to learn,” Klinsmann remarked of Morris, who, in order not to jeopardise his status as an amateur, had to turn down the stipend given to the rest of his mates in camp. “Sometimes people think it’s coming a bit too early for a player like Morris who still plays in college, but we don’t think so because we see the potential.”

Klinsmann now wears two hats for the United States Soccer Federation. He is not only the nation’s top coach but also American soccer’s technical director. He is in charge of guiding the country’s football into a new and bright future. Some might say the two positions are at odds. One is about cold, hard results and the other is more nebulous in its concerns.

Klinssmann’s way or the highway
One thing is certain: Klinsmann is doing things his own way. He’s attacked the quality of play in Major League Soccer and left Landon Donovan, the country’s top player for over a decade, off the team for Brazil 2014. He included an unheralded youngster, Julian Green, in that same team. He has played head games with all of his big stars – sending stressful messages to the likes of Clint Dempsey, Michael Bradley and Jozy Altidore. No one is safe. There are no sacred cows.

The blond and likable manager has turned to naturalised Americans with roots all over Europe, like Norway, Iceland and Germany. He has opened the door for aging players like Chris Wondolowski and Kyle Beckerman, who looked to have missed their chance at national team glory.

Klinsmann even turned renowned attacker DaMarcus Beasley into a defender at this summer’s World Cup. The coach preaches Yoga and denounces hamburgers, once asking a journalist: “You wouldn’t put diesel fuel in your Ferrari, would you?”

The latest in Klinsmann’s overhaul is a proposed expansion of the country’s developmental and youth programmes. He wants to see players earlier, younger. He wants a network of coaches with eyes and ears everywhere, under more rocks and sniffing in more dusty corners.

Whether any of this will unearth the mythical American Messi remains doubtful. But listening to Klinsmann makes you think: it’s possible. “We want to push the game higher,” he said, publicly targeting a semi-final place at Russia 2018. “We want to play with the best in the world.”

Fonte: http://www.fifa.com/

São Paulo – Brasil – 23:49

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Josy Galvão

Jürgen Klopp quase treinou o Bayern de Munique, afirma dirigente

Ficou entusiasmado com a possibilidade

O diretor do Mainz, Christian Heidel, revelou que o atual treinador do Borussia Dortmund, Jürgen Klopp, esteve próximo de se juntar ao Bayern de Munique em 2008.

Os bávaros elencaram Klopp com um dos candidatos para assumir o lugar de Ottmar Hitzfeld como comandante do time, após o bom desempenho no Mainz .

No entanto, Jürgen Klinsmann foi o selecionado para o cargo, apesar do “entusiasmo” de Klopp.

“Eu estava sentado ao lado dele quando recebeu a ligação do diretor do Bayern Uli Hoeness,” contou Heidel ao Bild.

“O Bayern tinha dois candidatos e Klopp era um deles, a opção doméstica. Jürgen Klinsmann era o outro candidato e ele era a opção com reconhecimento internacional.”

“É claro, ele começou a ficar entusiasmado quanto a isso. Quando o Bayern telefona pra você e demonstra interesse expresso, é sempre algo que mexe com você.”

Klopp também foi sondado pelo Bayer Leverkusen na ocasião antes de optar deixar o Mainz para assumir o Dortmund.

O treinador guiou o BVB a dois títulos da Bundesliga e uma da Copa da Alemanha, também chegando a uma final da Liga dos Campeões, em 2012-13, perdida para o próprio Bayern por 2 a 1.

Fonte: http://www.goal.com/

São Paulo – Brasil – 23:09

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Josy Galvão

FIFA Ballon d’Or 2014 – Os novatos na disputa pelo prêmio de Treinador do Ano

Four rookies in the FBO
© FIFA.com

Diego Simeone é do tipo que, mesmo estando na área técnica, simula uma cabeçada quando sua equipe cobra um escanteio. Quase como Jürgen Klinsmann, que não para de gritar e gesticular durante as partidas, e completamente diferente de Mauricio Pellegrini e Alejandro Sabella. Se o chileno às vezes parece uma estátua, o argentino tampouco deixa transparecer as emoções ao longo dos 90 minutos. Para Pellegrini e Klinsmann, o estilo ofensivo é inegociável. Já Sabella e Simeone são, acima de tudo, pragmáticos.

Mas, afinal, o que há em comum entre esses quatro comandantes, indicados pela primeira vez ao prêmio de Treinador do Ano da FIFA para futebol masculino? Cada um, à sua maneira e com suas manias, fez um excelente trabalho em 2014, priorizando o coletivo em vez das individualidades e construindo verdadeiras equipes.

A revolução americana
“Klinsmann nos trouxe o pensamento positivo americano”, disse Paul Breitner em 2006. Foi assim que o campeão mundial de 1974 resumiu a revolução operada pelo hoje técnico dos EUA na rejuvenescida seleção alemã que subiu ao pódio na Copa do Mundo da FIFA disputada em casa naquele ano, com um futebol alegre, baseado na posse de bola. Klinsmann, tendo Joachim Löw como assistente, estabeleceu então os fundamentos de um estilo que, oito anos depois, daria à Alemanha seu quarto título mundial.

Em 2011, o técnico assumiu outro desafio: implementar esse “pensamento positivo americano” nos próprios EUA, seu “país de adoção”. E os resultados da nova revolução de “Klinsi” foram vistos no Brasil. A fim de aprimorar o espírito coletivo da equipe, ele não hesitou em dispensar jogadores consagrados como Landon Donovan, mudar de posição veteranos como Michael Bradley e Clint Dempsey ou apostar em jovens como John Brooks.

Os Estados Unidos passaram da fase de grupos após uma vitória sobre Gana, um empate com Portugal e uma derrota diante da Alemanha pelo placar mínimo. Nas oitavas, a Bélgica precisou da prorrogação para eliminar uma seleção cujas marcas registradas eram a forte e constante marcação desde o ataque, a posse de bola e um estilo claramente ofensivo.

Energia positiva
Com um futebol igualmente vistoso, baseado na manutenção da bola e na busca contínua pelo gol adversário, Manuel Pellegrini tornou-se, em 2014, o primeiro técnico não europeu a conquistar o Campeonato Inglês, em sua temporada de estreia no Manchester City. Ao longo de seus 26 anos de carreira como treinador, o chileno conheceu sucessos e fracassos, além de ter protagonizado verdadeiras façanhas, como levar o Villarreal às semifinais da Liga dos Campeões em 2006 e quase repetir o feito com o Málaga em 2013.

“Ele criou um bom ambiente e trouxe uma energia mais positiva”, reconheceu David Silva, um dos astros dos Citizens. Porque em um elenco repleto de talentos individuais, a grande proeza do chileno foi formar uma equipe no verdadeiro sentido da palavra. Uma análise das estatísticas da temporada 2013/2014 prova que não existem titulares absolutos para Pellegrini: rodízios permanentes, sobretudo no meio de campo e no ataque, artilharia dividida por até 15 jogadores e todo um elenco de jogadores badalados sujeito a um estilo inegociável marcaram seu trabalho. “Ele quer que o time jogue de forma valente e ousada”, revela o capitão Vincent Kompany.

A equipe acima de tudo
Para Alejandro Sabella, por sua vez, tanto a tática como o estilo de jogo são flexíveis. “Respeitando a bola, é possível jogar com qualquer esquema”, afirma. Apenas a busca do bem comum é imprescindível. A equipe, o espírito de grupo, deve estar acima de tudo. Com essa filosofia, ele levou o Estudiantes da Argentina ao título da Copa Libertadores em 2009 e colocou o melhor Barcelona da história contra as cordas na Copa do Mundo de Clubes da FIFA daquele ano.

Foi também com essa mentalidade que Sabella conduziu a seleção argentina a uma final de Copa do Mundo da FIFA após 24 anos. Ele começou o torneio apostando no ataque que havia produzido ótimos resultados nas eliminatórias, com Lionel Messi acompanhado de Gonzalo Higuaín, Ángel Di María e Sergio Agüero, mas os problemas físicos desses três últimos forçaram uma mudança. E o novo sistema, a partir das oitavas, exigiu o máximo de Messi. “Ele é um exemplo do que foi a equipe, sempre pensando nos outros e dando antes de receber”, afirmou o treinador após o Mundial. “Fez um enorme sacrifício mesmo sendo o melhor jogador do mundo.”

Sí se puede
Sacrifício e trabalho. São os pilares do estilo Simeone de dirigir e explicam como o Atlético de Madri conseguiu ganhar seis títulos em apenas dois anos. Em um histórico 2014, o clube quebrou a hegemonia de Real Madrid e Barcelona no Campeonato Espanhol e esteve a 90 segundos de sua primeira consagração na Liga dos Campeões. E tudo isso apesar da saída de Radamel Falcao, principal referência de um elenco que no ano anterior havia vencido a Copa do Rei na casa dos merengues.

Para Simeone, se você acredita e trabalha duro, é capaz de qualquer coisa. Essa filosofia ele já havia colocado em prática na Argentina, onde conquistou títulos por Estudiantes e River Plate, e na Itália, onde levou o modesto Catania à sua melhor temporada. Mas foi no Atlético que a mentalidade aguerrida se desenvolveu definitivamente. “Ele sempre nos deixa motivados”, resume Koke.

Assim como Sabella, com quem trabalhou durante a carreira de jogador quando este era assistente de Passarella na seleção argentina, Simeone acredita que “é preciso se adaptar a cada partida”. E também à perda de seus grandes jogadores, que, no caso do Atlético, foram Thibaut Courtois e Diego Costa nesta temporada. “Temos um grupo novo, com o qual devemos formar uma equipe novamente”, explica o treinador. “Este ano está mais divertido do que o anterior, sem dúvida.”

Fonte: http://pt.fifa.com/

São Paulo – Brasil – 22:52

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Josy Galvão

Parabéns, Jürgen Klinsmann

30/07 — Jürgen Klinsmann (50) viveu nesse ano sua primeira grande experiência como treinador fora da seleção alemã, a qual havia levado à terceira colocação na Copa do Mundo 2006. Em seu novo desafio, superou o chamado “grupo da morte” no comando dos Estados Unidos e só seria eliminado na prorrogação das oitavas de final, diante da Bélgica. À frente da seleção americana, terminou em primeiro lugar as eliminatórias da CONCACAF rumo ao Brasil 2014 e, no ano passado, conquistou o título da Copa Ouro.

Happy Birthday!

Herzlinchen Glückwunsch!

Feliz Cumpleaños!

Feliz Aniversário!

 

Fonte: http://pt.fifa.com/

São Paulo – Brasil – 19:14

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Por Josy Galvão

Klinsmann afirma ter rejeitado clubes europeus para seguir nos EUA

Derrotados pela Bélgica, Estados Unidos chegaram até as oitavas de final da Copa

O técnico dos Estados Unidos, Jürgen Klinsmann, garantiu ter rejeitado várias ofertas de clubes europeus para seguir à frente da seleção norte-americana.

O ex-jogador tem contrato até 2018 com a seleção e a imprensa europeia especulou o seu nome como possível comandante do Galatasaray (que acertou com Cesare Prandelli, ex-Itália), e Bild noticiou que até mesmo equipes alemães teriam procurado ele.

“Existiram vários interesses de clubes europeus, mas eu disse a eles imediatamente que não tinham que seguir em frente. Isso não é um problema para mim. Eu estou sob contrato aqui até 2018 e estou ansioso para os próximos eventos”, disse Klinsmann à repórteres.

Klinsmann levou os EUA até as oitavas de final do Mundial no Brasil, perdendo para a Bélgica, por 2 a 1, na prorrogação, em um dos jogos mais emocionantes do torneio.

Fonte: http://www.goal.com

São Paulo – Brasil –22:22

Siga o Batom e Futebol no Twitter, a casa do Futebol Alemão no Brasil: @Batom_efutebol

Follow Batom and Futebol on Twitter, the home of German Football in Brazil:  @Batom_efutebol

Josy Galvão