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Klopp rejeita convite para treinar lanterna do Campeonato Alemão

Klopp Borussia Dortmund (Foto: REUTERS/Ina Fassbender)Klopp segue em período sabático e não quer treinar Gladbach (Foto: REUTERS/Ina Fassbender)

Sem clube desde que deixou o Borussia Dortmund, Jürgen Klopp rejeitou o convite para treinar o Borussia Mönchengladbach. O representante do treinador, Marc Kosicke, afirmou ao jornal “Bild” que seu cliente não tem interesse em trabalhar na equipe, que está nas Liga dos Campeões mas ocupa a lanterna do Campeonato Alemão.

– Jürgen não será o novo técnico do Borussia Mönchengladbach – afirmou, categórico, o empresário.

O Gladbach ficou sem técnico no domingo, quando Lucien Frave se demitiu após quatro anos no comando da equipe. Mesmo tendo levado a equipe à fase de grupos da Champions nesta temporada, o treinador afirmou que não se sentia mais o nome ideal para o clube.

A diretoria do Gladbach ficou surpresa com a decisão de Favre. Ídolo do clube, o ex-zagueiro e treinador Berti Vogts sugeriu a contratação de Klopp. O técnico, porém, deve permanecer num período sabático – ele também despertou o interesse de clubes ingleses.

O Borussia Mönchengladbach está na 18ª posição do Campeonato Alemão e sofreu cinco derrotas nas cinco primeiras rodadas do torneio. Na Champions, também começou mal: perdeu por 3 a 0 para o Sevilla na estreia.

Fonte:     http://globoesporte.globo.com/

São Paulo – Brasil – 23:27

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Josy Galvão

Klopp não tem ideia de seu futuro, mas gostaria de treinar “equipes que precisam de ajuda”

Klopp vai voltar a trabalhar, mas ainda não planejou onde e quando

Após sete anos de sucesso e muitas emoções com o Borussia Dortmund, o técnico Jürgen Klopp deixou os Aurinegros após a última temporada decepcionante, e quis tirar um período sabático antes de começar um novo projeto.

Seu substituto, Thomas Tuchel, tem feito um excelente trabalho no BVB, e enquanto isso, Klopp, livre no mercado, se tornou alvo de vários clubes da Europa, sendo especulado em inúmeras equipes, entre elas, principalmente, Liverpool e Manchester City.

O treinador, no entanto, afirmou que ainda não tem ideia de seu futuro e que pode ir na via contrária a que todos estão esperando.

(Foto: Getty Images)

“Meu próximo clube não precisa ser gigante. Existem outros bons projetos que são excitantes, como times que precisam de ajuda”, afirmou Klopp ao jornal alemão Bild.

“Estou lendo muito e conhecendo várias pessoas. Existem coisas pequenas que são muito divertidas. Eu não estou perdendo nada do futebol atualmente”, garantiu.

“Eu não faço a mínima ideia de qual é o meu futuro e, agora, isso não é importante para mim, porque eu sei que para começar um novo capítulo, preciso sentir a emoção certa, que irá garantir um novo capítulo maravilhoso”, disse.

“Na maior parte da vida, o dia seguinte é planejado. No meu caso, o próximo ano está sem planejamento algum, será uma total surpresa. Eu não sei onde e quando vou continuar a trabalhar, mas sei que irei”, finalizou o treinador.

Fonte:   http://www.goal.com/br

São Paulo – Brasil – 01:00

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Josy Galvão

Futebol Alemão – Em menos de um mês, camisa 10 do Dortmund já fez mais do que na última temporada inteira

Mkhitaryan vive boa fase em 2015-16 no Borussia Dortmund
Mkhitaryan já participou diretamente de 11 gols em seis jogos na temporada
Henrikh Mkhitaryan chegou pressionado no Borussia Dortmund. Negociado por 25 milhões de euros no meio de 2013 pelo Shakhtar Donetsk, o armênio tornou-se a contratação mais cara da história do clube alemão e chegava para usar a camisa 10 e substituir Mario Götze.

No primeiro ano vestindo amarelo e preto, o meia-atacante esteve longe de ser uma frustração no time treinado por Jürgen Klopp. Em 45 jogos, ele marcou 13 gols e deu dez assistências. Porém, se não decepcionou, também esteve longe de encantar.

Em uma das partidas mais importantes do Dortmund em 2013-14, ele falhou. Três vezes. Depois da derrota por 3 a 0 para o Real Madrid na ida das quartas de final da UEFA Champions League, o time Aurinegro venceu por 2 a 0 e ficou a um gol de ter, ao menos, levado o jogo para a prorrogação. O gol poderia ter vindo em uma das três oportunidades desperdiçadas por Mkhitaryan (duas delas foram impressionantes). 

Vilão naquela partida, Mkhitaryan fechou a temporada como titular e peça importante no elenco. O mesmo não ocorreu na temporada seguinte. O armênio começou boa parte dos jogos, mas deixou de ser incontestável entre os 11 iniciais em 2014-15 e fechou a campanha com apenas cinco gols e cinco assistências.

A contratação mais cara do Dortmund parecia fadada a um fracasso. Porém, em 2015-16, o atleta mostra que tem condições de fazer com que a história mude completamente.

Após seis jogos oficiais, o meia-atacante já marcou sete vezes e deu passe para seus companheiros marcarem em quatro oportunidades. Dessa forma, participou diretamente de 11 gols do time nesta campanha, mais do que as dez de 2014-15. E ele alcançou a marca em menos de um mês de temporada, já que o primeiro jogo oficial do Dortmund ocorreu em 30 de julho (vitória por 1 a 0 sobre o Wolfsberger, na Áustria, pelo confronto de ida da terceira fase preliminar da Liga Europa.

Mais do que os números, Mkhitaryan ganhou a confiança do novo técnico do clube, Thomas Tuchel. No começo de agosto, depois do segundo jogo oficial dos Aurinegros em 2015-16, o treinador adotou tom bastante elogioso ao falar de seu camisa 10.

 

Fonte:     http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 23:09

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Josy Galvão

Futebol Alemão – Borussia Dortmund parece revitalizado, e as expectativas para a temporada são boas

Borussia Dortmund parece mais forte nesta temporada

A última temporada foi decepcionante para o Borussia Dortmund. Após o primeiro turno horrível na Bundesliga, o time conseguiu se recuperar e evitar o pior, mas só levou uma vaga na Liga Europa. E o pior veio nas outras competições. O clube sofreu uma eliminação vexatória na Champions League e uma triste derrota para o Wolfsburg na despedida de Jürgen Klopp, na final da Copa da Alemanha, depois de eliminar o Bayern de Munique na semifinal.

No entanto, a expectativa e o clima para o novo ciclo de competições é totalmente diferente de 2014/15. Apesar de um novo goleiro, o elenco não sofreu tantas modificações, tendo apenas três contratações e dois jogadores que voltaram de empréstimo. E com exceção de Ciro Immobile, emprestado ao Sevilla, nenhum titular de destaque saiu – sendo que o italiano foi um dos símbolos da decepção na última temporada e sua saída era desejada. A mudança, porém, não está somente na movimentação do mercado, mas, principalmente, na mudança do comando técnico.

Depois de muitas glórias e um trabalho fenomenal, Jürgen Klopp deixou o BVB. O sentimentalismo geralmente toma conta das análises quando um ídolo histórico – e com tanto carisma – está envolvido, mas era a hora certa de sair. Não por relacionamento desgastado ou crise, mas porque o clube precisava disso. Klopp é um grande treinador, mas parecia estar acomodado no Dortmund, que jogava da mesma maneira e no mesmo 4-2-3-1 desde 2010.

Getty Images

Não existiam variações e modificações, e mesmo sem ter os mesmos jogadores que fizeram o Borussia renascer no cenário europeu, o treinador quis manter o mesmo estilo de jogo e esquema tático mesmo com atletas diferentes. Obviamente, isso não funcionou. Para ficar apenas em um exemplo, Immobile nunca daria certo no BVB com o time atuando como se Lewandowski ainda estivesse por lá. Os dois são completamente diferentes. Grande parte do fracasso do italiano na Alemanha se deve a ele próprio, mas uma boa parcela de sua passagem frustrante também se explica por isso.

Klopp, porém, ficou no passado, e será – e deve ser – lembrado como um dos maiores da história do clube, que fez um trabalho sensacional e o Dortmund renascer na Europa.

O novo Borussia

Para o lugar do treinador, foi escolhido Thomas Tuchel, que como seu antecessor, fez um trabalho interessante no Mainz 05. E Tuchel, mesmo com pouco tempo no cargo, parece ter conquistado a diretoria, os torcedores e, o mais importante, o grupo de jogadores.

Entre várias declarações dos atletas, destaca-se a de Hummels, que revelou que só decidiu continuar no Borussia Dortmund após conversar com o novo comandante. Outros jogadores muito cobiçados no mercado como Gündogan, Reus e Aubameyang também continuaram no clube.

Getty Images

O jovem treinador vem fazendo um trabalho muito interessante e, ainda que não sirva de parâmetro pelo nível das partidas, os Aurinegros apresentaram variações interessantes e um bom futebol na pré-temporada. Até mesmo jogadores muito contestados nos últimos anos, como Mkhitaryan, renderam muito bem. O camisa 10, inclusive, foi um dos destaques do time no último mês, jogando como nunca jogou no BVB.

Shinji Kagawa, excelente e talentoso meia japonês, que foi mal na última temporada, também parece estar com o astral renovado e foi bem nas partidas em que atuou. O nipônico inclusive resolveu voltar a usar a camisa 23 que usou em sua primeira passagem no Borussia, quando brilhou intensamente, já que em 2014/15, com o número 7, decepcionou.

Além do bom trabalho de Tuchel, o astral que parece renovado, o clima melhor e mais leve e alguns jogadores voltando a apresentar o nível que se espera, o Dortmund chama atenção por ter um elenco interessante.

Weidenfeller, que tem sido muito contestado, deve começar a temporada no banco, e o contratado Roman Bürki, suíço que veio do Freiburg, deve ser o titular. O goleiro de 24 anos foi uma ótima acquisição e barata para os padrões do mercado: R$ 15 milhões. Ele fez boa pré-temporada e foi muito bem em sua ex-equipe. O Freiburg, apesar de rebaixado, passou longe de ter uma das piores defesas da última Bundesliga e não sofreu gols em nove partidas ao longo do campeonato. Muito disso se deve a Bürki, que tem mostrado muito talento já há algum tempo.

Thomas Tuchel possui várias opções para armar o time. Mostramos três delas (Crédito das imagens: Goal Brasil)

 

Na defesa, Hummels é um dos melhores zagueiros do mundo e com o astral renovado que vem demonstrando, deve atuar no nível que se espera. Subotic parece estar mais inteiro fisicamente, enquanto Sokratis é uma boa opção. Também existe o garoto Ginter, que foi mal na temporada passada, mas tem muito talento e potencial. Se Tuchel trabalhar da maneira certa com ele, o jovem poderá dar um retorno enorme ao Borussia dentro de campo.

Nas laterais, Piszczek e Schmelzer estão longe de mostrar o melhor que já mostraram, mas ainda assim, são melhores que a maioria dos jogadores da posição no Campeonato Alemão. Já no meio-campo, além de Mkhitaryan e Kagawa, existem várias e excelentes opções.

Os contratados Gonzalo Castro e o jovem Julian Weigl foram muito bem na pré-temporada. O garoto tem apenas 19 anos, mas um talento enorme. É uma grata surpresa e uma aposta que pode dar muito certo e atua tanto como volante quanto mais avançado. Já o experiente meia proporciona novas e boas possibilidades para Tuchel. Além deles, Hofmann voltou muito bem do empréstimo ao Mainz 05, Kampl parece estar melhor que em 2014/15 e ainda existem as opções de Kuba e Grosskreutz.

Isso sem falar na dupla Marco Reus e Aubameyang que dispensa apresentações. Os dois podem desequilibrar qualquer partida e seguem na equipe. Resta ver como Adrián Ramos vai se sair. O colombiano é bom atacante, mas como todo o elenco, decepcionou na temporada passada. Agora, com o astral renovado, pode ser uma excelente opção, quem sabe, no melhor dos cenários, virando o atacante titular e deslocando Aubameyang para os lados do campo, como o gabonês tanto gosta de jogar. Ou pelo menos sendo uma boa alternativa no banco de reservas.

Quanto a dupla de volantes, Gündogan e Nuri Sahin, se estiverem inteiros fisicamente, formam uma das melhores da Europa. Ambos são muito técnicos, têm qualidade no passe, visão de jogo, batem bem na bola e chegam bem ao ataque. São volantes modernos e que dão muito ao time. No entanto, Bender é confiável e Leitner, que voltou de empréstimo do Stuttgart, é um jogador que, apesar da corneta, agrada.

Expectativa

Com tudo isso, a expectativa para a temporada do Borussia Dortmund é ótima. O time vive uma nova era que começou bem com Thomas Tuchel, o clima parece excelente e a equipe tem potencial e muito talento, no entanto, alguns pontos precisam ser observados.

Nas últimas temporadas, os Aurinegros sofreram muito com as lesões de seus principais jogadores. É verdade que existem boas opções na zaga, meio-campo e ataque, mas o nível cai consideravelmente se muitos dos destaques (Hummels, Gündogan, Reus e Aubameyang, por exemplo) desfalcam o time – principalmente em grandes partidas. É importante que o Borussia esteja inteiro fisicamente. Do contrário, é difícil imaginar o BVB brigando por alguma coisa.

Outra questão é o nível de atuação e as apostas. Com seus principais jogadores (pode-se considerar também Kagawa, Mkhitaryan, Nuri Sahin e outros além do quarteto já citado) atuando no nível esperado, é muito provável que o Dortmund brigue até mesmo pelo título da Bundesliga. No entanto, se o time for instável de um jogo para o outro e pior, durante as partidas, como foi nas últimas temporadas, qualquer esperança vai por água abaixo.

O fato é que o Borussia Dortmund ainda é uma incógnita. O potencial é enorme e a expectativa, atualmente, é grande. Existe talento e condição até mesmo de brigar pelo título e dar alegrias para a fanática torcida Aurinegra que tanto merece, apesar do Wolfsburg estar mais pronto e o Bayern ainda ser o melhor time do país em todos os quesitos. Tenho um bom pressentimento, inclusive, e a equipe é uma das forças da Liga Europa. Para isso, porém, o bom trabalho feito até aqui precisará ser repetido e ampliado desde a primeira rodada da Bundesliga.

Por Gabriel Pazini

Fonte:   http://www.goal.com/br

São Paulo – Brasil –23:47

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Josy Galvão

Futebol Alemão – Hummels revela porque quis continuar no Borussia Dortmund

Hummels é uma das estrelas do Borussia Dortmund

Zagueiro e capitão do Borussia Dortmund, Mats Hummels revelou que quase deixou o clube, mas que decidiu continuar nos Aurinegros por um motivo especial: o novo técnico Thomas Tuchel.

Na última temporada, o Dortmund teve um péssimo início, ficando na zona de rebaixamento no primeiro turno da Bundesliga. O clube se recuperou e terminou a campanha na zona de classificação para a Liga Europa, e na Champions League foi eliminado pela finalista Juventus, além de chegar na final da Copa da Alemanha. No entanto, a sensação de que poderia ter feito mais e apresentado um futebol melhor do ponto de vista coletivo e individual abalou Hummels.

O zagueiro admitiu que estava desiludido com o Borussia e com ele mesmo, e que queria deixar o clube. No entanto, após a despedida emocionante de Jürgen Klopp e a chegada de Thomas Tuchel, o defensor sentiu que deveria seguir no Westfallenstadion após uma conversa com o novo treinador.

Getty Images

“A metade inicial da temporada 2014/15 foi um desastre para mim em relação ao meu peso. Eu tenho a tendência de comer muito quando estou frustrado. Existiam dias em que queria deixar o clube e dias em que queria continuar”, admitiu Hummels.

“Mas se eu fosse me transferir, precisaria estar com 100% de certeza. Eu preciso saber se vai dar certo em todos os níveis, e não era o caso neste ano”, completou.

“Eu tive uma conversa com Tuchel durante a fase em que estava considerando meu futuro. Eu realmente gostei de sentar com ele e ver como ele me queria no clube e como ele me disse isso. Se um técnico quer me convencer a ficar, eu realmente gostaria que ele não tentasse usar o lado emocional, mas sim palavras claras”, revelou.

“Depois da conversa, senti que trabalhar com ele me faria ficar forte novamente. Agora, eu realmente estou pesando menos e tenho uma forma muito melhor que em 2014”, concluiu.

Getty Images

Hummels ainda mostrou confiança, afirmando que Tuchel é capaz de levar o Borussia ao título de novo, já que ele não tem medo do Bayern de Munique.

“Na Alemanha, muitos clubes têm muito medo do Bayern de Munique, dentro e fora de campo. Tenho a impressão de que muitos times perdem suas partidas para o Bayern antes mesmo de entrar em campo, mas quando Tuchel estava no Mainz, ele nunca fez isso”, exaltou o defensor.

Com moral junto ao elenco, o novo técnico do Borussia Dortmund comanda o time em uma pré-temporada que tem se mostrado promissora. Apesar de terem sido apenas amistosos, os aurinegros apresentaram um futebol de brilhar os olhos e conseguiram grandes vitórias. A expectativa para a temporada é boa, e o clube tentará voltar a tirar a salva de prata da Bundesliga das mãos do favorito Bayern de Munique. Após o bicampeonato do Dortmund, os Bávaros conquistaram três títulos em sequência.

Fonte:   http://www.goal.com/br

São Paulo – Brasil – 00:11

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Josy Galvão

Alemanha – “Saída de Klopp foi um choque para todos os jogadores”, declarou Langerak

Klopp

O goleiro Mitchell Langerak reconheceu que a notícia que o treinador Jürgen Klopp ia abandonar o Dortmund caiu que nem uma bomba no balneário da equipe alemã.

“Para todos os jogadores foi um tempo de muita emoção. Foi o fim de uma era. Tivemos tanto sucessos juntos. Todos ficaram desiludidos com a sua saída. Foram sete anos, eu estive cinco, e foram os anos onde conquistamos mais títulos. Foi fantástico fazer parte disto. Obviamente que sua saída foi um choque para todos”, afirmou Mitchell Langerak, em declarações à Imprensa local.

Klopp estava há sete anos no Dortmund e tinha contrato ate 2018, mas decidiu sair do clube alemão.

Fonte: http://www.abola.pt/

São Paulo – Brasil – 00:56

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Josy Galvão

Alemanha – 54.907 dos 55.000 carnês de temporada do Borussia Dortmund foram renovados

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Falar da paixão dos torcedores do Borussia Dortmund já virou lugar comum. Os 80.424 espectadores que lotam o Signal Iduna Park em todos os jogos da Bundesliga dão a maior prova de fanatismo ao clube. Nesta quarta, os Aurinegros anunciaram um número que dimensiona outra vez a devoção de seus seguidores. A cada temporada, 55 mil carnês para as partidas da equipe em casa são vendidos. Para a próxima temporada, apenas 93 compradores decidiram não renovar o direito. Ou seja, 54.907 torcedores manterão sua fidelidade durante toda a campanha em 2015/16, independente dos perrengues que o time viveu na tabela em 2014/15.

O número só enfatiza o ótimo programa que o Dortmund oferece aos seus torcedores. O Signal Iduna Park combina conforto e um clima fantástico, sem esfolar as carteiras de seus frequentadores. A ótima média de público é conquistada graças à paixão, é claro, mas também pelo bom tratamento e pelos preços justos cobrados pelos Aurinegros. O clube não tem a má fé de explorar altos preços, diferentemente do que tem sido motivo de protestos em vários países, como a Inglaterra e o Brasil, uma confiança entre diretoria e torcida que não deverá se desgastar tão cedo.

A base de sócios do Dortmund chega a cerca de 120 mil, e até cresceu quando a equipe de Jürgen Klopp aparecia na lanterna da Bundesliga. Agora, 93 felizardos da lista de espera terão a chance de adquirir o carnê da temporada. O que resta de dúvida é o seguinte: o que fez os outros 93 indivíduos desistirem de acompanhar os Aurinegros? Talvez este também seja o número de novos residentes nos manicômios da cidade. Só a loucura parece explicar a desistência.

Observação: O preço dos carnês variam entre € 717 (categoria 1) e € 130 (geral simples), o que dá uma média de valor por ingresso entre R$ 142 e R$ 26 – preços bem baixos para o que estamos acostumados a ver no futebol brasileiro. Para conhecer a tabela de preços, vale conferir o texto do amigo Walter Paneque, do blog Muralha Amarela: “Entenda como o Dortmund fideliza seu sócio-torcedor”.

Fonte:   http://trivela.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 23:48

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Josy Galvão