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Messi supera Cristiano e Suárez e é o melhor da Europa

Lionel Messi durante o sorteio da fase de grupos da UEFA Champions League, nesta quinta-feira (27)Messi recebe o prêmio de melhor da Europa das mãos de Platini, com Cristiano Ronaldo ao fundo(Eric Gaillard/Reuters)

Lionel Messi e o Barcelona foram os grandes vitoriosos da cerimônia realizada pela UEFA, em Mônaco, nesta quinta-feira, que também definiu o sorteio dos grupos da próxima Liga dos Campeões. O craque argentino recebeu pela segunda vez o prêmio de melhor jogador da Europa depois de uma temporada fantástica com o clube espanhol. Messi teve 49 votos, o uruguaio Luis Suárez, seu companheiro de clube, três, e o português Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, apenas dois.

Único dono de quatro Bolas de Ouro de melhor do mundo, o argentino também se tornou o único atleta a conquistar duas vezes o prêmio oferecido pela UEFA. Messi venceu a primeira edição, em 2011, e nas seguintes venceram Andrés Iniesta, Frank Ribéry e Cristiano Ronaldo. 

Messi recebeu o troféu de melhor da Europa das mãos de Michel Platini, presidente da UEFA e candidato a presidência da FIFA, sob o olhar distraído de Cristiano Ronaldo – Messi também levou o prêmio de gol mais bonito da temporada, marcado no Bayern de Munique, no jogo de ida na semifinal.

O goleiro alemão Ter Stegen, do Barcelona, ganhou o prêmio de melhor defesa por sua intervenção contra o mesmo Bayern de Munique. A equipe catalã ainda foi homenageada por sua quinta conquista da Liga: subiram ao palco os espanhóis Andrés Iniesta (representante do título de 2015), Andoni Zubizarreta (1992) e Carles Puyol (2009), o francês Éric Abidal (2011) e o brasileiro Juliano Belletti (2006).

Fonte:     http://veja.abril.com.br/

São Paulo – Brasil – 23:02

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Josy Galvão

Barcelona vence Juventus e conquista Liga dos Campeões

Com gols de Neymar, Rakitic e Suárez, time espanhol vence por 3 a 1 e chega ao título do torneio de clubes mais importante do futebol europeu pela quinta vez. Triunfo coroa temporada perfeita.

O Barcelona derrotou neste sábado (06/06) a Juventus por 3 a 1, no Estádio Olímpico de Berlim, e conquistou seu quinto título de Liga dos Campeões. A vitória coroou uma temporada perfeita do time catalão, que já havia levantado os troféus do Campeonato Espanhol e da Copa do Rei.

Os gols que selaram a “tríplice coroa” do Barcelona foram do croata Ivan Rakitic, do uruguaio Luís Suárez e de Neymar. O centroavante espanhol Álvaro Morata descontou para os italianos. O meia Andrés Iniesta, capitão do Barça, foi escolhido o melhor em campo.

“É incrível, é algo único. Para conquistar todos esses troféus, você tem que sofrer”, disse Suárez após o jogo. “Após fazerem 1 a 1, eles igualaram a partida, mas temos jogadores que fazem a diferença.”

O gol de Neymar deu a ele a artilharia do torneio, ao lado de Cristiano Ronaldo e Messi. Cada um balançou as redes dez vezes nesta Liga dos Campeões. O brasileiro ainda teve um gol anulado durante a partida, por toque de mão.

O jogo

A Juventus entrou em campo apostando na força do seu sistema defensivo, que até o apito inicial havia sofrido apenas sete gols na competição – menos que qualquer outra equipe. Já o Barcelona jogava suas fichas no trio apelidado de “MSN” – as iniciais de Messi, Suárez e Neymar. Juntos eles marcaram mais de 120 gols na temporada.

Rakitic abre o placar para o Barça

E foi em jogada de um dos três atacantes, Neymar, que o placar foi aberto, logo aos quatro minutos de jogo. O brasileiro recebeu pela esquerda, segurou a bola diante de três marcadores e tocou no meio para Iniesta. O meia invadiu a área e rolou para Rakitic tocar de canhota para o fundo das redes.

Nos primeiros 45 minutos, o Barcelona dominou as ações em campo. Com a abertura no placar, os catalães deixaram de forçar as jogadas ofensivas, mas estiverem constantemente presentes no campo de ataque.

Foram 66% de posse de bola para o Barcelona, que também criou as melhores chances. A mais perigosa delas aos 14 minutos, quando Dani Alves, em chute de esquerda, obrigou Buffon a fazer grande defesa. No rebote, Messi, sem ângulo, quase fez belo gol de cabeça.

Em alguns momentos a Juventus conseguiu neutralizar o Barça, mas faltou criatividade e poderio ofensivo para causar perigo à meta de Ter Stegen. As melhores chances saíram de cochilos da defesa espanhola ou dos pés do centroavante Álvaro Morata

Numa delas, ele escapou pela direita, deu lindo corte em Mascherano e rolou para trás. O chileno Arturo Vidal chutou firme, mas por cima do gol de Stegen. Em outra, Jordi Alba saiu jogando errado, deixou a bola nos pés de Marchisio, que, de fora da área, quase marcou.

Suárez aproveita rebote para ampliar

A Juventus voltou para o segundo tempo fiel à sua estratégia de jogo: uma postura sólida na defesa, sem se abrir a riscos, esperando uma falha do adversário. E foi assim que conseguiu o empate: aos nove minutos, Lichtsteiner cruzou para Tévez, que girou bonito e chutou de esquerda. Stegen defendeu, mas no rebote Morata empurrou para o gol.

O gol deu a impressão de que a Juventus assumiria o controle da partida. Mas não demorou até que, ante um aparente descontrole de seu time, Messi apanhasse a bola e revolvesse. Aos 23, o argentino arrancou da intermediária e chutou firme. Buffon defendeu, mas soltou nos pés de Suárez, que só teve o trabalho de chutar para o fundo das redes.

Logo depois, em lance polêmico, Jordi Alba cruzou para Neymar, sozinho, dentro da pequena área, cabecear para o gol. A bola entrou, porém antes tocou na mão do atacante brasileiro, que não havia finalizado com precisão. O gol foi anulado, para protesto dos jogadores do Barcelona.

Após ficar novamente atrás do placar, a Juventus não conseguiu esboçar uma pressão sobre o Barcelona, que continuou a ter as melhores chances. A confirmação do título saiu já nos acréscimos, quando Neymar, após contra-ataque, chutou de esquerda, cruzado, para fazer 3 a 1.

Neymar reclama de gol anulado: bola tocou na mão do atacante antes de entrar

Ficha técnica:

Juventus 1 x 3 Barcelona

Local: Estádio Olímpico de Berlim.

Arbitragem: Cüneyt Çakir, da Turquia, auxiliado pelos compatriotas Bahattin Duran e Tarik Ongun.

Gols: Ivan Rakitic (4’/1T), Álvaro Morata (9’/2T), Luis Suárez (23’/2T) e Neymar (51’/2T).

Cartões amarelos: Arturo Vidal (10’/1T), Paul Pogba (40’/1T) e Luis Suárez (25’/2T).

Juventus: Gianluigi Buffon; Patrice Evra (Kingsley Coman 44’/2T), Andrea Barzagli, Leonardo Bonucci e Stephan Lichsteiner; Claudio Marchisio, Arturo Vidal (Roberto Pereyra 34’/2T), Paul Pogba e Andrea Pirlo; Carlos Tévez e Álvaro Morata (Fernado Llorente 40’/2T). Técnico: Massimiliano Allegri.

Barcelona: Marc-André ter Stegen; Daniel Alves, Gerard Piqué, Javier Mascherano e Jordi Alba; Ivan Rakitic (Jérémy Mathieu, 46’/2T), Sergio Busquets e Andrés Iniesta (Xavi, 33’/2T); Luis Suárez (Pedro Rodríguez 49’/2T), Lionel Messi e Neymar. Técnico: Luís Enrique.

Fonte: http://www.dw.de/

São Paulo – Brasil – 22:16

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Josy Galvão

Barcelona e Juventus jogam para coroar temporada perfeita

Times são atuais campeões de todos os torneios domésticos e podem conquistar tríplice coroa com título da Liga dos Campeões. Decisão marca reencontro de Luis Suárez e Giorgio Chiellini, após mordida na Copa.

A 60ª final do principal torneio europeu de clubes, que será disputada pela primeira vez na capital da Alemanha, vai celebrar a temporada perfeita, seja de Barcelona ou Juventus. Ambos os clubes conquistaram as respectivas ligas e copas nacionais – com relativa supremacia – e buscam no Estádio Olímpico de Berlim, neste sábado (06/06), a desejada tríplice coroa.

Conquistar as três principais competições da temporada será algo inédito para a “Velha Senhora”, que já venceu a Liga dos Campeões em duas ocasiões: em 1996, derrotando o Ajax, da Holanda, por 4 a 2 nas penalidades; e em 1985, quando superou o Liverpool por 1 a 0, na fatídica final no Estádio de Heysel, em Bruxelas, onde 39 torcedores morreram após confusão generalizada iniciada por hooligansingleses.

Já o Barcelona pode repetir o feito da temporada 2008/2009, quando levantou as taças da Copa do Rei, do Campeonato Espanhol e da Liga dos Campeões. O brasileiro Daniel Alves, os espanhóis Xavi Hernández, Sergio Busquets, Gerard Piqué, Pedro Rodríguez e Andrés Iniesta, além do craque argentino Lionel Messi são remanescente daquela conquista. O defensor uruguaio Martín Cáceres, atualmente na Juventus, fazia parte deste elenco catalão.

Solidez defensiva x máquina de gols

Esta é a oitava final de Liga dos Campeões para ambas as equipes – a Juventus ganhou duas e o Barcelona saiu vencedor em quatro decisões. E como não poderia ser diferente quando equipes italianas e espanholas se enfrentam, será um confronto entre a solidez defensiva e o poderio ofensivo.

Em toda a campanha, a Juventus marcou 16 gols – o Barcelona anotou 15 somente na fase de grupos (28 no total). O trio de ataque do Barcelona, apelidado de MSN – iniciais de Messi, Suárez e Neymar – já balançou as redes 120 vezes na temporada, estabelecendo um novo recorde na Espanha. Para efeito de comparação: a Juventus anotou 103 gols.

Para completar, Lionel Messi pode se tornar o único jogador a ser cinco vezes artilheiro da Liga dos Campeões. Basta ele anotar um gol e deixar justamente Cristiano Ronaldo para trás – ambos somam dez tentos nesta edição.

O trio MSN – Messi, Suárez e Neymar – marcou 120 gols na temporada e estabeleceu novo recorde na Espanha

A missão, no entanto, não deverá ser fácil. Após o golaço de Messi contra o Athletic Bilbao, na final da Copa do Rei, o zagueiro italiano Giorgio Chiellini provocou o craque argentino. “Messi não conseguiria fazer gols como esse na Itália. Na Espanha, o futebol é muito mais ofensivo, enquanto na Itália defendemos muito melhor”, analisou, deixando claro que a marcação será dura e no melhor estilo italiano.

Em todo o mata-mata, a Juventus sofreu apenas três gols, mesmo número de vezes que a rede do Barcelona balançou somente no jogo de volta contra o Bayern de Munique, pelas semifinais.

A final em Berlim também será especial para o capitão da Juventus, Gianluigi Buffon. Além de a Liga dos Campeões ser o único título que falta em sua carreira, o goleiro italiano retorna ao gramado onde fora campeão mundial, após disputa por pênaltis contra a França, em 2006. Outro remanescente daquele título mundial é Andrea Pirlo. E a decisão deste sábado pode marcar a sua despedida – segundo a imprensa italiana, ele jogará na MLS, a liga americana de futebol, na próxima temporada.

Despedida de Xavi do Barcelona

Seguindo no tema despedida, é fato que a decisão em Berlim é o último jogo de Xavi Hernández com a camisa do Barcelona. O meia espanhol, que atuou mais de 20 anos pelos catalães e conquistou a Liga dos Campeões por três vezes, é o jogador com o maior número de partidas disputadas na história do torneio: 150, ao lado do goleiro titular do Real Madrid, Iker Casillas.

Em homenagem do Barcelona, realizada num auditório do clube, Xavi se emocionou, sorriu e recebeu toda a honraria de um grande ídolo. No discurso de agradecimento, o camisa 6 tentou agradecer a todas as pessoas importantes em sua carreira: roupeiros, companheiros e os tantos treinadores, entre eles Tito Vilanova, que morreu em 2014 devido a um câncer, a quem chamou de “pai”.

“Gostaria de agradecer um a um a todos os sócios e torcedores do Barcelona, todos que me deram o seu afeto. Obrigado a todo o Barça”, disse Xavi, que pode conquistar em Berlim a sua 25ª taça pelo clube catalão.

Suárez reencontra Chiellini

A disputa entre Juventus e Barcelona marca também o reencontro dos jogadores que provocaram a provavelmente principal polêmica durante a Copa do Mundo de 2014, no Brasil. O atacante Luis Suárez voltará a estar de frente com o zagueiro Giorgio Chiellini, assim como estiveram na Arena São Paulo, em 24 de junho, quando o uruguaio deu uma mordida no ombro do italiano.

Na época, o Uruguai eliminou a Itália do Mundial, mas Suárez foi banido do torneio e suspenso por quatro meses. “Não terei problema nenhum em dar a mão a Luis Suárez e cumprimentá-lo antes do jogo. Quem me conhece sabe que não guardo rancor”, disse Chiellini, tratando de abafar uma suposta polêmica.

Tanto Barcelona como Juventus contam com força máxima. Não há jogadores suspensos – apenas um contundido e duas dúvidas. O defensor Cáceres está fora, com uma contusão no tornozelo, enquanto Andrea Barzagli, da Juventus, e Andrés Iniesta, do Barcelona sentem lesões na coxa e na panturrilha, respectivamente.

Reencontro de Suárez e Chiellini: mordida do uruguaio foi provavelmente a cena mais polêmica do Mundial de 2014

Prováveis escalações:

Juventus:Gianluigi Buffon; Patrice Evra, Giorgio Chiellini, Leonarod Bonucci e Stephan Lichtsteiner; Claudio Marchisio, Arturo Vidal, Paul Pogba e Andrea Pirlo; Carlos Tévez e Álvaro Morata. Treinador: Massimiliano Allegri.

Barcelona:Marc-Andre ter Stegen; Daniel Alves, Gerard Piqué, Javier Mascherano e Jordi Alba; Sergio Busquets, Ivan Rakitic e Andrés Iniesta (Xavi Hernández); Neymar, Luis Suárez e Lionel Messi. Treinador: Luis Enrique.

Arbitragem:Cüneyt Çakir, da Turquia, auxiliado pelos compatriotas Bahattin Duran e Tarik Ongun.

Local:Estádio Olímpico de Berlim.

Fonte: http://www.dw.de/

São Paulo – Brasil – 02:29

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Josy Galvão

Gündogan passa em exames médicos e pode seguir para o Barcelona

Gundogan pode rumar a Barcelona (fotografia do site do Dortmund)

Ikay Gündogan, médio do Dortmund, poderá rumar a Barcelona para suprir a saída de Xavi, informa o jornal Mundo Deportivo.

O médio teria inclusive realizado exames médicos em Munique para provar que está totalmente recuperado de uma lesão grave, contraída no verão de 2013, que o afastou dos gramados durante mais de 1 ano.

Gündogan tem contrato com o clube alemão até 2016, data em que acaba a proibição dos catalães contratar jogadores, e já teria recusado assinar um novo contrato. O Barcelona pode então esperar ou procurar contratá-lo de imediato, pagando ao Dortmund, para ir se adaptando, um pouco como aconteceu com Luis Suárez o ano passado.

Atentos à situação do alemão estão também Bayern de Munique e Manchester United.

Fonte: http://www.abola.pt/

São Paulo – Brasil – 23:43

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Josy Galvão

Barcelona detona o Bayern

Sempre ele! Messi marca dois gols no segundo tempo e comanda a vitória do Barcelona em casa Foto: Emilio Morenatti / AP

Em seu retorno ao Camp Nou, o técnico Josep Guardiola ganhou dois “presentes” do amigo Lionel Messi que dificilmente irá esquecer até o final de sua carreira.

O argentino marcou duas vezes, uma delas de maneira antológica, e comandou a vitória por 3 a 0 do Barcleona sobre o Bayern de Munique, nesta quarta-feira, pelo jogo de ida da semifinal da UEFA Champions League.

Com o resultado, o time catalão pode até perder por dois gols de diferença na próxima terça-feira, na Allianz Arena, que ainda assim vai à final do torneio. Aos bávaros, restará buscar um triunfo por quatro tentos de diferença para seguir na competição.

O primeiro tempo teve grande atuação do goleiro Neuer, que fez duas defesas espetaculares com os pés, uma em cima de Luis Suárez e outra sobre Daniel Alves, e garantiu o 0 a 0 em uma etapa bastante movimentada.

Na volta dos vestiários, porém, o alemão nada pôde fazer contra a genialidade de Messi.

Primeiro, ele disparou um forte chute no canto e marcou o primeiro. Três minutos depois, fez os mais de 90 mil torcedores presentes no Camp Nou se levantarem com um lance histórico, no qual deixou Boateng, zagueiro tetracampeão do mundo com a seleção germânica, caído no chão como um amador, para em seguida tocar por cobertura sobre Neuer.

Nos acréscimos, Neymar recebeu ótimo passe Messi, saiu na cara de Neuer e “se vingou” do goleiro pelo 7 a 1 na Copa do Mundo com um belo toque rasteiro para matar o jogo e deixar Pep Guardiola com cara de poucos amigos.

O jogo

O primeiro tempo não teve rede balançando, mas cheirou a chuva de gols.

A chance mais clara foi logo aos 12 minutos, quando Luis Suárez arrancou completamente livre pela direita, invadiu a área e tocou cruzado. Neuer, porém, esticou o pé esquerdo e fez um verdadeiro milagre, salvando os bávaros.

Josep Guardiola voltou ao Camp Nou e terá pesadelos com o ex-pupilo Lionel Messi
Guardiola foi arrasado pelo Barça

Três minutos depois, outro lance inacreditável: nova jogada de Suárez pela direita, cruzamento rasteiro e Neymar chega de carrinho para concluir. A bola morreria dentro do gol, mas o joelho do lateral Rafinha a mandou pela linha de fundo, para incredulidade do ex-santista.

Assustado com o domínio do adversário, o técnico Josep Guardila arrumou a cozinha de seu time e equilbrou as ações na sequência. Aos 18, Thomas Müller mandou para a área e Lewandowski chegou um segundo atrasado, na melhor chance alemã na etapa inicial.

Se não fosse Neuer, porém, o Bayern teria saído com prejuízo antes do intervalo. Aos 38, Daniel Alves recebeu grande lançamento de Iniesta e, mesmo caindo, conseguiu tocar cruzado. Novamente com os pés, o arqueiro da seleção alemã fez mais uma grande defesa.

Na volta do intervalo, os visitantes voltaram mais ligados e, logo no primeiro lance, viram Lewandowski arrancar e ser derrubado por Dani Alves na entrada da área. Chance muito boa, mas Xabi Alonso cobrou em cima da barreira.

A resposta catalã veio aos 13, quando Neymar e Messi tabelaram na entrada da área e o argentino disparou um forte chute. No meio do gol, contudo, Neuer agarrou firme. Pouco depois, Neymar recebeu pela esquerda e procurou o ângulo oposto do alemão, mas mandou muito alta, sem perigo para a equipe visitante.

Depois disso, porém, o jogo entrou em uma fase mais morna, sem tantas chances, mas com domínio catalão e a segurança no gol bávaro nas mãos de Neuer.

Quando o duelo começava a cheirar a 0 a 0, porém, apareceu o gênio Lionel Messi.

Primeiro, aos 32 minutos, ele aproveitou roubada de bola de Daniel Alves, recebeu do brasileiro na entrada da área e fuzilou no canto esquerdo do arqueiro rival, que, dessa vez, nada pôde fazer.

Três minutos depois, a jogada da partida: Messi recebeu na direita e deu um corte espetacular em Boateng, que caiu como uma estátua no chão. Na cara de Neuer, La Pulga deu um toque por cobertura de perna direita e fez um gol histórico, para delírio da torcida.

Nos acréscimos, Neymar recebeu ótimo passe Messi, saiu na cara de Neuer e “se vingou” do goleiro pelo 7 a 1 com um belo toque rasteiro para matar o jogo.

FICHA TÉCNICA:
BARCELONA-ESP 3 x 0 BAYERN DE MUNIQUE-ALE
Uefa Champions League – Semifinal – Ida

Local: Camp Nou, em Barcelona (ESP)
Data: 6 de maio de 2015, quarta-feira
Horário: 15h45 (horário de Brasília)
Público: 95.639 torcedores
Árbitro: Nicola Rizzoli (ITA)
Assistentes: Elenito Di Liberatore e Mauro Tonolini (ambos ITA)
Cartões amarelos: Daniel Alves, Neymar e Piqué (BAR); Benatia e Xabi Alonso (BAY)

GOLS
BARCELONA: Messi, aos 32 e aos 35 minutos do segundo tempo; Neymar, aos 47 do segundo tempo

BARCELONA: Ter Steger; Daniel Alves, Piqué, Mascherano (Bartra) e Jordi Alba; Busquets, Rakitic (Xavi) e Iniesta (Rafinha); Neymar, Messi e Luis Suárez Técnico: Luis Enrique

BAYERN: Neuer; Rafinha, Benatia, Boateng e Bernat; Xabi Alonso, Schweinsteiger, Lahm e Thiago Alcântara; Thomas Muller (Gotze) e Lewandowski Técnico: Josep Guardiola

Fonte: http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 22:12

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Josy Galvão

Gerrard se diz chocado por ausência de Suárez na Bola de Ouro: ‘Política no futebol’

suarez gerrard uruguai inglaterra
Luis Suárez e Steven Gerrard se cumprimentam no Uruguai x Inglaterra da Copa

O capitão do Liverpool, Steven Gerrard, classificou como decisão política o fato de a FIFA não ter incluído seu ex-companheiro de equipe Luis Suárez na lista de indicados deste ano ao prêmio Bola de Ouro de melhor jogador do mundo.

A lista de 23 nomes, divulgada nesta semana, não incluí o atacante uruguaio, que foi suspenso por quatro meses pela FIFA após ter dado uma mordida no jogador italiano Giorgio Chiellini durante partida da Copa do Mundo do Brasil, em junho.

Suárez voltou oficialmente aos gramados no fim de semana, jogando pelo Barcelona no clássico contra o Real Madrid. O uruguaio foi contratado  do Liverpool pelo time espanhol por quase 120 milhões de dólares, segundo o clube britânico.

“Ele marcou 31 gols e foi eleito melhor jogador na liga mais difícil do mundo”, disse Gerrard em uma entrevista ao Daily Mail. “E você me diz que ele não está na lista da Bola de Ouro? Incrível. Ele deveria disputá-la com Cristiano Ronaldo. Isso é um fato. Não posso acreditar nisso, mas isso é política no futebol, não é?”.

O Liverpool tem sofrido nesta temporada sem Suárez, parcialmente por causa do desfalque do atacante Daniel Sturridge, afastado por lesão desde o fim de agosto, e pelo mau desempenho de Mario Balotelli, que ainda não marcou nenhum gol no Inglês.

Fonte: http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 22:39

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Josy Galvão

No Clássico espanhol só deu Real Madrid

Neymar abriu o placar. Depois só deu Real Madrid

© Getty Images

Um dos maiores espetáculos de futebol do mundo teve atrativos dignos de sua grandeza neste sábado. A estreia de Luis Suárez no ataque do Barcelona ficou em segundo plano quando Neymar, em sua excepcional fase, abriu o placar, mas o gol de pouco serviu. Com Cristiano Ronaldo, Pepe e Karim Benzema, o Real Madrid conseguiu uma impressionante virada, dominando o confronto, para fazer a festa da torcida merengue no Santiago Bernabéu.

Mesmo o clássico sendo um campeonato à parte dentro da liga espanhola, o Barça precisa da vitória sobre o Celta de Vigo, no próximo sábado, para manter a liderança. Com 22 pontos após nove rodadas, a equipe catalã agora tem os madrilhenhos em seus calcanhares.

Agora com apenas um ponto a menos do que seu arquirrival, o Real Madrid se encorpa de vez na disputa pelo título ao somar seis vitórias seguidas. Deste modo, tem contra o Granada a chance de mais um triunfo para, quem sabe, já assumir a ponta da classificação no próximo sábado.

A euforia dos 85 mil torcedores merengues durou apenas quatro minutos a partir do início do clássico. Em começo intenso, o Barcelona abriu o placar quando Suárez encontrou Neymar em invertida de bola. O camisa 11 brasileiro dominou, levou para o meio e bateu cruzado no cantinho para vencer Iker Casillas.

A desvantagem no marcador fez o Real Madrid se lançar ao ataque e pressionar demais a defesa catalã. Benzema teve duas grandes chances no mesmo lance ao cabecear na trave e desperdiçar o rebote, aos 11 minutos. Segurando o ímpeto rival, o Barcelona ampliaria com Messi não fosse ótima intervenção de Casillas aos 22.

Os donos da casa seguiam melhores no jogo, quando Gerard Piqué interceptou cruzamento rasteiro de Marcelo com o braço, e o árbitro assinalou pênalti. Cristiano Ronaldo deslocou o chileno Claudio Bravo para empatar e marcar pela 14ª vez na história do clássico – e pela 16ª vez nesta liga espanhola. Avassalador. O gajo ainda deu fim aos 754 minutos que o Barcelona ostentava sem tomar gols no Campeonato Espanhol.

Os 45 minutos finais começaram também com os donos da casa em melhor momento. Em vacilo da defesa rival na bola aérea, o cerebral Toni Kroos encontrou Pepe livre na segunda trave e o zagueiro português testou com propriedade para virar o clássico. O gol fez o Barcelona se perder na sequência, tendo o Real Madrid tomado conta do duelo.

Casillas mal foi acionado durante a etapa final. O Real colocou ponto final na tímida recuperação do Barcelona em contragolpe aos 15, quando Benzema recebeu de James Rodríguez e bateu cruzado para marcar o terceiro. 

Fonte: http://pt.fifa.com/

São Paulo – Brasil – 00:26

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Josy Galvão

Para sempre na memória: Relembre os 10 jogões da Copa do Mundo 2014

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                                 Alemanha 2 x 1 Argélia, Beira-Rio | Crédito: Edison Vara

10 JOGÕES

1 Alemanha 2 x 1 Argélia

30/6 – Beira-Rio

A temperatura varia em torno de 10 ºC, mas o jogo é quente. O goleiro alemão Neuer várias vezes tem de jogar como se fosse um líbero. No outro gol, M’Bolhi é um paredão. A tensão é crescente. No primeiro minuto da prorrogação, André Schürrle faz de letra e Özil amplia no último. Djabou diminui nos acréscimos.

2 Holanda 5 x 1 Espanha

Holanda 5 x 1 Espanha, Fonte Nova
                       Holanda 5 x 1 Espanha, Fonte Nova | Crédito: Alexandre Battibugli

 

13/6 – Fonte Nova

A estreia das equipes reedita a final da Copa de 2010. E os holandeses dão o troco com juros, num jogo de golaços e grandes defesas. A Espanha abre com Xabi Alonso de pênalti e perde uma chance com David Silva. Depois, a Holanda massacra, com dois gols de Van Persie, dois de Robben e um do zagueiro De Vrij.

3 Bélgica 2 x 1 EUA

Bélgica 2 x 1 EUA, Fonte Nova
                             Bélgica 2 x 1 EUA, Fonte Nova | Crédito: Alexandre Battibugli

 

1º/7 – Fonte Nova

Outra decisão eletrizante nas oitavas. Os belgas têm mais volume de jogo, mas não conseguem suplantar o goleiro Tim Howard, que faz 16 defesas na partida. Os gols só saem na prorrogação, muito em função da entrada de Lukaku, que serve De Bruyne no primeiro e ele mesmo marca o segundo. Green desconta para os EUA.

4 Uruguai 2 x 1 Inglaterra

Uruguai 2 x 1 Inglaterra, Itaquerão
                            Uruguai 2 x 1 Inglaterra, Itaquerão | Crédito: Renato Pizzutto

 

19/6 – Itaquerão

As duas equipes vêm de resultados adversos na estreia. Luis Suárez, que havia operado o joelho 29 dias antes, está de volta. E é decisivo. Recebe passe de Cavani e cabeceia no contrapé de Hart. Rooney faz seu primeiro gol em Copas. Mas, a 6 minutos do final, um chutão do goleiro Muslera sobra para Luisito estufar as redes.

5 Alemanha 7 x 1 Brasil

Alemanha 7 x 1 Brasil, no Mineirão                           Alemanha 7 x 1 Brasil, no Mineirão | Crédito: Ricardo Corrêa

 

8/7 – Mineirão

O baile alemão começa aos 11 minutos, com Müller sozinho na entrada da pequena área finalizando uma cobrança de escanteio. Aos 23, Klose se torna o maior artilheiro da história das Copas. Tony Kroos (duas vezes), Khedira e Schürrle (mais duas) completam a maior derrota do futebol brasileiro. Oscar faz o gol canarinho.

6 França 5 x 2 Suíça

20/6 – Fonte Nova

Em 17 minutos, Giroud e Matuidi fazem 2 x 0 para a França. Valbuena, Benzema e Sissoko ampliam o placar. A Suíça diminui com Dzemaili e Xhaka. A goleada só não é maior porque Benzema perde pênalti, defendido por Benaglio, e ainda tem um gol anulado no último lance, porque o juiz havia apitado o fim do jogo.

7 Holanda 3 x 2 Austrália

Holanda 3 x 2 Austrália, Beira-Rio
                                     Holanda 3 x 2 Austrália, Beira-Rio | Crédito: Edison Vara

 

18/6 – Beira-Rio

Após o 5 x 1 sobre a Espanha na estreia, a expectativa é de nova goleada da Holanda. Mas o jogo é parelho. Robben, em mais uma arrancada, abre o placar. Cahill emenda um sem-pulo de canhota e empata. De pênalti, Jedinak vira para os Socceroos. Mas Van Persie e Depay escrevem a segunda virada da partida.

8 Chile 2 x 0 Espanha

18/6 – Maracanã

Logo de cara, o Chile, com Vargas e Jara, dá dois sustos nos campeões mundiais. A Espanha consegue se estabilizar na base do toque de bola. Mas, aos 19 minutos, numa boa trama de Sánchez e Aránguiz, Vargas dribla Casillas e abre o placar. Ainda no primeiro tempo, Aránguiz aproveita um rebote do goleiro e despacha a Espanha.

9 México 3 x 1 Croácia

23/6 – Arena Pernambuco

Na etapa complementar, os mexicanos acham o mapa da mina e fazem três gols em 10 minutos: Rafa Márquez, de cabeça, após escanteio; Guardado, em chute forte; e Chicharito, em nova jogada de escanteio, nocauteiam a Croácia. Perisic diminui e quase faz mais um nos acréscimos, não fosse a bela defesa de Ochoa.

10 Colômbia 2 x 1 C. do Marfim

Colômbia 2 x 1 Costa do Marfim, Mané Garrincha
                  Colômbia 2 x 1 Costa do Marfim, Mané Garrincha | Crédito: Ricardo Corrêa

 

19/6 – Mané Garrincha

Duas escolas de velocidade e bom toque de bola fazem um jogo emocionante. Mas os gols só saem no segundo tempo. Em escanteio batido por Cuadrado, aos 18 minutos, James Rodríguez manda um cabeçaço no ângulo de Barry. Seis minutos depois, numa roubada de bola no meio-campo, Quintero conclui com categoria e confirma a vitória cafetera.

Fonte: http://placar.abril.com.br/

São Paulo – Brasil – 18:14

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Josy Galvão

Brasil 2014 – Alemães comemoram e Brasil emociona o mundo

Alemães comemoram e Brasil emociona o mundo
© Getty Images

Esta sempre prometeu ser uma Copa do Mundo da FIFA especial. Sediada por uma nação que representa a essência do esporte das multidões, a 20ª edição do evento máximo do futebol mundial nunca deu a entender que seria como as outras. E ela não decepcionou. O Brasil 2014 foi extraordinário em todos os sentidos: estádios lotados, torcidas apaixonadas, emoções, surpresas e um número recorde de gols.

A Copa do Mundo viu a Alemanha se recuperar em grande estilo. Tetracampeã, a seleção de Joachim Löw foi a primeira europeia a ganhar o Mundial nas Américas. Pela terceira vez, a Copa teve prorrogação na final. Desta vez, foi Mario Götze quem assumiu o papel de herói, desempenhado por Andrés Iniesta em 2010.

O brilhante gol do título, marcado aos oito minutos do segundo tempo da prorrogação, manteve a hegemonia do Velho Continente, que chegou ao recorde de três títulos consecutivos. O gol esteve à altura do majestoso e incomparável Maracanã, que concluiu de forma inspiradora um torneio absolutamente inesquecível.

Momentos decisivos
Reis destronados
Poucos selecionados marcaram uma era como a Espanha. Entre 2008 e 2012, a seleção espanhola conquistou três grandes torneios. Mas tudo o que é bom um dia chega ao fim, e para a geração de ouro do país o apagar das luzes foi o Brasil 2014. Foi um final brutal para uma história tão bonita: a equipe de Vicente del Bosque foi eliminada com uma rodada de antecipação, ainda na fase de grupos, após perder para Holanda e Chile. “Nesta Copa do Mundo, todos nós falhamos”, disse Del Bosque, sincero. “Todos nós somos culpados”.

A surpreendente Costa Rica
O Brasil 2014 pode ter terminado com mais uma batalha pela supremacia entre Europa e América do Sul, mas também foi um torneio em que outros continentes, menos badalados, também fizeram história. A África mandou duas seleções para os mata-matas pela primeira vez na história, com destaque para uma Argélia de futebol rápido e de alta intensidade. Mas nem mesmo os argelinos conseguem rivalizar com a Costa Rica quando o assunto é a zebra de 2014. Os costa-riquenhos conquistaram o coração dos torcedores neutros, terminando à frente de Inglaterra, Itália e Uruguai em um grupo no qual ninguém lhes dava chance de passar de fase. E mais: foram até as quartas de final, onde só caíram para a Holanda nos pênaltis.

A consagração dos goleiros
O fato de a Copa do Mundo ter tido uma alta média de gols pode dar a entender que o nível dos goleiros não foi dos melhores. Longe disso. Este foi um torneio marcado por atuações espetaculares em baixo das traves. Defesas de goleiros como Tim Howard, Keylor Navas, Guillermo Ochoa, Manuel Neuer e Sergio Romero foram tão memoráveis quanto os gols marcados pelos melhores atacantes do mundo. O holandês Tim Krul merece uma menção especial: saiu do banco de reservas apenas para a disputa de pênaltis das quartas de final, pegando duas cobranças. Outro que precisa ser citado é o colombiano Faryd Mondragón, que se tornou o jogador mais velho a atuar em uma partida de Copa do Mundo, aos 43 anos e três dias de idade.

De herói a vilão
A preparação do Uruguai para a Copa do Mundo foi tomada pelo temor sobre a forma física de Luis Suárez. E, tão logo entrou em campo, o centroavante celeste mostrou porque era tão importante. Suárez brilhou na vitória sobre a Inglaterra, marcando dois golaços que amenizaram a derrota para a Costa Rica na estreia, partida em que esteve ausente e fez muita falta para a seleção uruguaia. No jogo seguinte, porém, foi apresentado o lado mais sombrio deste talentoso atacante: o zagueiro italiano Giorgio Chiellini tornou-se a mais nova vítima das mordidas de Suárez. As consequências foram terríveis: Suárez foi suspenso por nove jogos e quatro meses, e o Uruguai acabou perdendo para a Colômbia nas oitavas de final, sentindo falta do seu grande atacante.

Habilidade e espírito esportivo
Visão, astúcia, gols espetaculares… Foi um prazer assistir James Rodríguez jogar no Brasil 2014. Mesmo no momento triste após a eliminação para o Brasil, ficou claro que o camisa 10 da Colômbia não encantou só os torcedores, mas também os adversários. Isso ficou claro após um dos gestos mais bonitos do torneio, quando David Luiz apontou para o craque colombiano para que o público de Fortaleza o aplaudisse pela atuação. A torcida atendeu o pedido, e aclamou o grande talento de James.

O sonho do Brasil vira pesadelo
Esta era para ser a Copa do Mundo na qual o Brasil deixaria para trás o fantasma de 1950 e o Maracanaço. Porém, acabou causando novos traumas, com lembranças ainda mais dolorosas, como perder dois jogos seguidos em casa, algo que não acontecia desde 1940. E não foram derrotas quaisquer. Os 7 a 1 sofridos na semifinal para a Alemanha foram a pior derrota da história da Seleção. Dias depois, novo vexame: 3 a 0 sofridos diante da Holanda na disputa do terceiro lugar. Com isso, o Brasil, que nunca havia terminado uma Copa do Mundo com mais de 11 gols sofridos, acabou o Mundial com 14 tentos concedidos. Foi o anfitrião de pior desempenho defensivo da história do torneio.

A glória de Götze
A campanha brasileira em 2014 pode ter terminado em dor, mas o país ainda pode se orgulhar de ser o único que ganhou mais Copas do Mundo que a Alemanha, que se igualou à Itália e conquistou o tetra no Rio de Janeiro. O jogo do título foi disputado. A Argentina desperdiçou três oportunidades claras de gol. Gonzalo Higuaín, Lionel Messi e Rodrigo Palacio tiveram a bola do jogo aos seus pés, mas perderam as chances. Götze, ao contrário, foi muito mais eficiente em um lance mais complicado que os perdidos pelos argentinos, marcando um golaço digno de uma grande final de Copa do Mundo.

O número do torneio
16 
— Os gols em Copas do Mundo marcados por Miroslav Klose ao final do Brasil 2014. Com isso, ele se tornou o maior artilheiro da história do torneio. O centroavante de 36 anos fez dois gols nesta Copa do Mundo, superando o recorde estabelecido por Ronaldo na Alemanha 2006. Ele e Götze ajudaram esta a ser a Copa com maior número de gols em todos os tempos, igualando os 171 da França 1998.

Fonte: http://pt.fifa.com/

São Paulo – Brasil – 00:10

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Josy Galvão

Brasil 2014 – Classe de James Rodríguez afunda Uruguai no Maracanã

Com dois gols do craque, Colômbia avança às quartas pela primeira vez

O colombiano James Rodriguez comemora gol contra o Uruguai no Maracanã, no Rio

O colombiano James Rodriguez comemora gol contra o Uruguai no Maracanã, no Rio (Daniel Garcia/AFP)

O sábado de “mini-Copa América” dentro da Copa do Mundo foi iniciado com a mais que dramática classificação da seleção brasileira e terminou com outro jogo eletrizante e simbólico. No retorno da seleção uruguaia ao Maracanã em um Mundial, 64 anos depois do título de 1950, a Colômbia confirmou seu ótimo momento e frustrou as chances de um novo Maracanazo uruguaio com um toque de classe de seu camisa dez. James Rodríguez voltou a ser decisivo: marcou duas vezes e se isolou na artilharia do Mundial, com cinco gols. A vitória por 2 a 0 classificou a Colômbia às quartas de final pela primeira vez na história e derrubou os bicampeões mundiais, que já entraram fragilizados pela suspensão de Luis Suárez. Na próxima fase, a seleção colombiana irá enfrentar o Brasil, em Fortaleza, na sexta-feira, às 17 horas.

Antes da partida, os integrantes da seleção uruguaia protestaram contra a punição de Suárez e provocaram a FIFA ao estender a camisa 9 do atacante no vestiário do Maracanã. Mas se o Uruguai não tinha Suárez, a Colômbia também não pôde contar desde o início da competição com o lesionado Radamel Falcao Garcia, e se virou com seus rápidos e talentosos homens de frente. Empurrados pela torcida (colombiana e, principalmente, brasileira), a seleção dirigida por Jose Pekermán foi superior desde o início da partida. O ponta Juan Cuadrado acelerou o ritmo do jogo com arrancadas pela direita, enquanto o Uruguai abusava das faltas. Com o veterano Diego Forlán, substituto de Suárez, em noite pouco inspirada, a Celeste teve dificuldades para criar e deu muitos espaços ao adversário. O primeiro gol saiu em uma boa combinação do ataque colombiano: James Rodríguez recebeu de Cuadrado, dominou no peito e acertou um belíssimo chute de fora da área, aos 27 minutos. A bola ainda bateu no travessão antes de entrar. Com mais um golaço, o meio-campista de 22 anos se credenciou com um dos craques desta Copa do Mundo.

O Uruguai prometeu jogar por Suárez e mostrar sua tradicional garra, mas parecia realmente abatido sem seu principal goleador. A Colômbia tratou de decidir logo a partida e, aos quatro minutos da segunda etapa, marcou o segundo. Pablo Armero levantou na segunda trave, Cuadrado ajeitou para o meio da área e James Rodríguez empurrou para o gol. O quinto gol nesta Copa deu ao maestro colombiano a artilharia isolada do Mundial. A partir deste momento, a Colômbia resolveu se fechar e o goleiro David Ospina teve bastante trabalho. Aos 18 minutos, Cristian Rodríguez arriscou de longe e Ospina rebateu como pôde. A torcida colombiana provocou os rivais ao gritar “eliminados” e o jogo ficou tenso (o uruguaio Diego Lugano conseguiu receber um cartão amarelo mesmo estando no banco de reservas). Aos 33 minutos, Maxi Pereira teve a chance de diminuir, mas Ospina fez outra defesa importante. Pouco depois, o atacante Edinson Cavani acertou bonito chute de primeira, mas novamente Ospina estava atento. Nos minutos finais, Pekermán se deu ao luxo de tirar Cuadrado e James Rodríguez, que deixaram o gramado ovacionados pelo público. Até este Mundial, a melhor participação da Colômbia havia sido em 1990, quando a equipe de Carlos Valderrama, Freddy Rincón e René Higuita caiu nas oitavas de final diante de Camarões. 

Fonte: http://veja.abril.com.br/

São Paulo – Brasil – 22:28

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Josy Galvão