Posts Tagged ‘major league soccer’

Futebol Alemão – Beckenbauer: “Schweinsteiger deveria ter ido para a MLS, não para o Manchester United”

Novo 'Red Devil'

Presidente honorário do Bayern de Munique, Franz Beckenbauer questionou a decisão de Bastian Schweinsteiger de trocar os campeões da Bundesliga pelo Manchester United. Para o ídolo do futebol alemão, o jogador de 30 anos deveria ter considerado a Major League Soccer (MLS) dos EUA e não uma transferência para os Red Devils. 

“Acho que é muito corajoso para fazer uma transferência como essa na sua idade. As pessoas conhecem Schweinsteiger no Bayern e sabem o que ele pode fazer. Isso não acontece na Inglaterra. Ele vai ter que provar a si mesmo mais uma vez”, disse Beckenbauer ao Passauer Neuen Presse

“Basti tem 30 anos no momento. Desejo-lhe felicidade e espero que ele possa representar bem o futebol alemão na Inglaterra. Não foram muitos jogadores que conseguiram isso. A mudança para a MLS teria feito mais sentido para mim”, completou. 

Desde 2002 no Bayern de Munique, Schweinsteiger realizou mais de 500 jogos pelo clube alemão, onde conquistou oito Bundesligas, sete Copas da Alemanha, e uma Champions League. 

Fonte:   http://www.goal.com/br

São Paulo – Brasil – 00:16

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Josy Galvão

Frank Lampard vai receber a Ordem do Império Britânico durante o aniversário da Rainha

Frank Lampard durante coletiva pela seleção inglesa.

Ídolo da seleção inglesa e do Chelsea, Frank Lampard passou a última temporada no Manchester City e vai jogar no New York City, na Major League Soccer, mas antes, o experiente jogador vai receber uma alta honraria em seu país.

O jogador foi nomeado para receber a Ordem do Império Britânico durante as Honras do Aniversário da Rainha. O atleta vai receber a honraria por seus serviços prestados ao esporte. Entre várias conquistas, o meio-campista disputou 106 jogos e três Copas do Mundo pelo English Team.

Pelo Chelsea, foram mais de 400 partidas, um título da Liga dos Campeões em 2012, três conquistas da Premier League, quatro da FA Cup, duas da Copa da Liga Inglesa e uma da Europa League.

Orgulhoso, Lampard comentou a novidade. “Estou maravilhado por receber essa grande honra. Me sinto muito afortunado por poder ter tido uma longa e vitoriosa carreira no futebol”, afirmou o meio-campista.

“Esse é um momento em que estou extremamente orgulhoso por mim e pela minha família”, completou.

Fonte:   http://esporteinterativo.com.br/

São Paulo – Brasil – 20:20

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Josy Galvão

Ingressos para a estreia de Kaká nos EUA estão esgotados

Kaká, do Orlando City, será a principal estrela da temporada 2015 da Major League SoccerKaká, do Orlando City, será a principal estrela da temporada 2015 da Major League Soccer(Orlando City SC/Divulgação)

O Orlando City, equipe americana que tem como principal estrela o brasileiro Kaká, anunciou nesta segunda-feira que os ingressos para o jogo de estreia do time na Major League Soccer (MLS) estão esgotados. A partida diante de outra equipe novata na liga, o New York City FC, do espanhol David Villa, acontece no domingo, no estádio Citrus Bowl, que receberá mais de 60.000 pessoas.

A equipe de Orlando informou que os ingressos vendidos apenas para esta partida já estão esgotados, restando apenas menos de mil entradas referentes ao boleto de temporada – vendido a 466 dólares (cerca de 1.335 reais) para 20 jogos. O clube colocou à venda 14.000 “season tickets”, como é chamado o pacote que vale para todas as partidas como mandante, e já vendeu mais de 90% desta quantia.

As entradas para o segundo jogo do time de Kaká em Orlando, contra o Vancouver Whitecaps FC, também já estão quase esgotados. “Dentro de poucos dias, vamos concretizar uma importante etapa na qual todos trabalharam nos últimos quatro anos em conjunto com torcedores e a comunidade”, disse o proprietário do Orlando City, o empresário brasileiro Flávio Augusto da Silva. Kaká já realizou amistosos com a nova equipe. Em sua primeira partida, marcou um bonito gol na vitória por 4 a 0 sobre o FC Dallas.

 

Fonte: http://veja.abril.com.br/

São Paulo – Brasil – 22:55

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Josy Galvão

Klinsmann and the case of the hidden Messi

Klinsmann and the case of the hidden Messi

© Getty Images

Jurgen Klinsmann took over the USA reins three-and-a-half years ago promising change. He threw around buzzwords like “proactive” and “reactive,” but he did not stop there. “Maybe we can find someone kicking a ball around the streets,” he told. “Maybe there’s a Messi hiding somewhere here in the States. Who knows?”

It was more than just a provocative sound byte. The former Germany striker intended to look under every rock, in every dusty corner, for overlooked American talent. Who is to say there might not just be a hidden Messi – or some similar gem not quite as precious – in the Untied States’ 10,000,000 square miles?

In a country with a population of more than 300,000,000, Klinsmann is keen to put his finger on players with more than just a capacity for hard-work and graft, more than just the honest strivers that have defined American soccer team for the last decades.

“We need to dig for more,” Klinsmann said, staying on message over his years in charge. He wanted to show his big words were more than just soft rhetoric. “We’re looking for players everywhere. There’s definitely talent in the US that’s not being tapped. We’re trying to get our heads and hands around that.”

Lower leagues and University fields
Klinsmann has called on a staggering number of players in his time in charge of the Stars and Stripes. He is always searching. Never satisfied. Two players, in particular, speak to the coach’s desire to overturn any and all obstacles in his search. Miguel Ibarra is a pest of a striker with a nose for the danger zones. Twice Klinsmann called him into camp since the Americans reached the FIFA World Cup™ Round of 16 in Brazil this summer. It did not bother the German one bit that Ibarra is not even playing his football in Major League Soccer, the country’s top flight, but rather in the recently re-formed North American Soccer League, which is effectively the national second division.

“He’s a good example that there are different ways to get all the way to the top,” Klinsmann said about the Minnesota United FC forward and his decision to call in a non-MLS domestic player for the first time since 2005. The coach, animated and demanding of his players in training, did something similar when he called on Jordan Morris, a second-year student-athlete at Stanford University. He became the first collegian called into a USA camp since 1995, a time when there was no major domestic league in the country.

“We evaluate people based on their potential, based on talent and their willingness to learn,” Klinsmann remarked of Morris, who, in order not to jeopardise his status as an amateur, had to turn down the stipend given to the rest of his mates in camp. “Sometimes people think it’s coming a bit too early for a player like Morris who still plays in college, but we don’t think so because we see the potential.”

Klinsmann now wears two hats for the United States Soccer Federation. He is not only the nation’s top coach but also American soccer’s technical director. He is in charge of guiding the country’s football into a new and bright future. Some might say the two positions are at odds. One is about cold, hard results and the other is more nebulous in its concerns.

Klinssmann’s way or the highway
One thing is certain: Klinsmann is doing things his own way. He’s attacked the quality of play in Major League Soccer and left Landon Donovan, the country’s top player for over a decade, off the team for Brazil 2014. He included an unheralded youngster, Julian Green, in that same team. He has played head games with all of his big stars – sending stressful messages to the likes of Clint Dempsey, Michael Bradley and Jozy Altidore. No one is safe. There are no sacred cows.

The blond and likable manager has turned to naturalised Americans with roots all over Europe, like Norway, Iceland and Germany. He has opened the door for aging players like Chris Wondolowski and Kyle Beckerman, who looked to have missed their chance at national team glory.

Klinsmann even turned renowned attacker DaMarcus Beasley into a defender at this summer’s World Cup. The coach preaches Yoga and denounces hamburgers, once asking a journalist: “You wouldn’t put diesel fuel in your Ferrari, would you?”

The latest in Klinsmann’s overhaul is a proposed expansion of the country’s developmental and youth programmes. He wants to see players earlier, younger. He wants a network of coaches with eyes and ears everywhere, under more rocks and sniffing in more dusty corners.

Whether any of this will unearth the mythical American Messi remains doubtful. But listening to Klinsmann makes you think: it’s possible. “We want to push the game higher,” he said, publicly targeting a semi-final place at Russia 2018. “We want to play with the best in the world.”

Fonte: http://www.fifa.com/

São Paulo – Brasil – 23:49

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Josy Galvão

Bayern garante que lesão de Schweinsteiger não é grave

Jogador sentiu pancada em amistoso contra o MLS All-Star

O Bayern de Munique garantiu que a lesão no tornozelo de Bastian Schweinsteiger não é nada para se preocupar.

Os campeões alemães perderam por 2 a 1 para o MLS All-Stars, equipe de estrelas da Major League Soccer, na quarta-feira, apesar de ter saído na frente, com um gol do recém-contratado Robert Lewandowski.

O treinador do clube bávaro, Pep Guardiola, criticou a violência do time adversário e se recusou a apertar a mão do treinador adversário, Caleb Porter, imediatamente após o apito final.

Schweinsteiger, que entrou no lugar de Juan Bernat, aos 35 do segundo tempo, sentiu um problema no tornozelo.

“Atualização sobre @BSchweinsteiger: Ele tem uma lesão no tornozelo, mas nada sério”, disse o Bayern de Munique por meio do Twitter. “Melhore logo, Basti!”, concluiu.

O Bayern começa a temporada oficialmente na próxima semana, quando eles enfrentam o Borussia Dortmund, pela Supercopa da Alemanha, no Signal Iduna Park.

Fonte: http://www.goal.com

São Paulo – Brasil – 00:58

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Josy Galvão

Guardiola não cumprimenta técnico rival após amistoso nos EUA e é alvo de críticas

Josep Guardiola se recusou a cumprimentar Caleb Porter (costas) e reclamou com a arbitragem
Josep Guardiola se recusou a cumprimentar Caleb Porter (costas) e reclamou com a arbitragem
Logo após o final do amistoso em que o Bayern de Munique perdeu por 2 a 1 para o time das estrelas da Major League Soccer (MLS), em Portland (EUA), Josep Guardiola se recusou a cumprimentar o técnico rival, Caleb Porter.

Assim que foi dado o apito final, o espanhol fez o sinal de “não” para o adversário, e um de seus auxiliares também impediu que Porter se aproximasse para o tradicional aperto de mãos.

Guardiola não gostou das fortes entradas sofridas por seus jogadores na partida e, inclusive, reclamou com a arbitragem – foi até o meio-de-campo conversar com o trio.

Na entrevista coletiva, quando questionado sobre por que não cumprimentou o técnico rival, o espanhol se esquivou: “Se não lhe dei a mão foi porque não o vi”.

Mas a imagem do treinador do Bayern fazendo o “não” para Caleb Porter se espalhou rapidamente, e o ex-zagueiro norte-americano Alexis Lalas, comentarista da ESPN nos Estados Unidos, não poupou críticas pelo gesto de Guardiola.

“É uma vergonha. Entendo que ele não queira que seus jogadores se lesionem, mas isso é um jogo de futebol. Se não quer correr riscos, não jogue. Não venha pelo dinheiro, não venha para fazer a pré-temporada, não venha jogar a partida. Estou desejando ver se ele explica porque fez isso. Mas venha, dê a mão, vamos”, falou Lalas.

Fonte: http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 23:02

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Josy Galvão

MLS: nova era do futebol nos EUA tem estrelas mundiais

Major League Soccer investe em jogadores de renome para popularizar ainda mais o esporte no país e se tornar uma das principais ligas do mundo.

Kaká, 32 anos, será a principal estrela da Major League Soccer na estreia do Orlando City em 2015

Kaká, 32 anos, será a principal estrela da Major League Soccer na estreia do Orlando City em 2015 (Divulgação/Orlando City /VEJA)

‘Podemos ter 40 milhões de torcedores, mais que Corinthians e Flamengo’, diz dono do time de Kaká na MLS

A Major League Soccer, principal liga de futebol dos Estados Unidos, será o próximo destino de Kaká e outros grandes craques brasileiros e estrangeiros em um futuro próximo. O New York Red Bulls, clube que já conta conta com dois atletas consagrados, o francês Thierry Henry e o australiano Tim Cahill, negocia também a contratação de Ronaldinho Gaúcho, ex-jogador do Atlético-MG. Robinho também foi cobiçado pelo Orlando City, mesmo time de Kaká, mas foi descartado. A temporada de 2015 do futebol nos EUA terá ainda os reforços de peso do inglês Frank Lampard e do espanhol David Villa. E a tendência é que, ano após ano, cresça o número de grandes jogadores na liga americana. Apesar de jovem – foi criada em 1996 – a MLS já é um campeonato popular e rentável e tem planos ambiciosos. Com o impressionante crescimento dosoccer no país, confirmado durante a campanha da seleção americana na Copa do Mundo no Brasil, a expectativa dos donos dos clubes americanos não é apenas contratar atletas em fim de carreira e lotar estádios, mas competir com as grandes ligas europeias. E, claro, faturar muitos milhões de dólares.

Em 2015, dois novos clubes farão parte da Liga: o Orlando City e o New York City. O primeiro, de propriedade do brasileiro Flávio Augusto da Silva, terá Kaká como seu líder dentro e fora de campo e pretende conquistar fãs em todo o planeta, especialmente no Brasil. O time de Nova York, resultado de uma parceria com o clube inglês Manchester City, comprou Villa e Lampard, e tentará rivalizar com o vizinho Red Bulls, de Henry e, talvez, Ronaldinho. Até 2022, o campeonato deverá ter 24 times e a expectativa é que o Miami, clube comprado por David Beckham, seja o próximo a conquistar uma vaga.

Atualmente, a Major League Soccer é formada por 19 equipes, divididas em duas conferências, em formato semelhante ao da NBA. Após os playoffs, a grande final é realizada em dezembro, entre os campeões da costa leste e oeste, em jogo único (como no Super Bowl, a final do futebol americano e evento mais aguardado dos EUA). A média de público do último campeonato foi de 18.608 torcedores por jogo, quase 4.000 a mais que a média do Brasileirão. Desde 2007, a MLS passou a receber também equipes canadenses. O primeiro foi o Toronto FC, clube pelo qual o goleiro brasileiro Júlio César atuou antes da Copa do Mundo deste ano. Posteriormente, o Vancouver Whitecaps e o Montreal Impact também foram aceitos na liga do país vizinho.

Júlio César jogou apenas três meses pelo Toronto, para manter ritmo de jogo antes do Mundial. A presença de brasileiros na MLS é grande – foram 18 inscritos na atual temporada – e deve aumentar ainda mais. Proprietário do Orlando City, o carioca Flávio Augusto da Silva revelou que esteve perto de contratar Robinho, mas encerrou a negociação porque o atacante demorou para fechar a negociação. Silva deve investir ainda mais em compatriotas e não apenas em veteranos. “Buscamos também jogadores jovens, de 18, 19 anos, que jogaram nas categorias de base da seleção mas ainda não tiveram espaço de ser titulares em seus clubes. Em breve vamos anunciar jogadores brasileiros com esse perfil.”

Os brasileiros da MLS 2014

Júlio César – Toronto FC

 

Benny Feilhaber – Sporting Kansas City

 

Michel – Dallas

 

Fred da Silva – Philadelphia Unions

 

Gilberto – Toronto FC

 

Alex Lima – Chicago Fire

 

Igor Julião – Sporting Kansas City

 

Fabinho Alves – Philadelphia Unions

 

Fábio Pereira – Seattle Sounders

 

Juninho – Los Angeles Galaxy

 

Samuel – Los Angeles Galaxy

 

Felipe Martins – Montreal Impact

 

Leo Fernandes – Philadelphia Unions

 

Marcelo Sarvas – Los Angeles Galaxy

 

Jackson Golcalves – Toronto-FC

 

Leonardo – Los Angeles Galaxy

 

Paulo Nagamura -Sporting Kansas City

 

Pedro Ribeiro – Philadeplhia Unions

 

De Pelé a Kaká – O ex-jogador inglês David Beckham foi um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento recente do futebol no país. Em 2007, ele trocou o Real Madrid pelo Los Angeles Galaxy e, além de expandir ainda mais seu status de popstar mundial, conquistou dois títulos, em 2011 e 2012. A presença do craque galã atraiu patrocinadores e fãs, e também serviu para tirar a impressão de que a MLS é um campeonato voltado apenas a jogadores e torcedores latinos, como nos tempos de Valderrama e Etcheverry, no fim da década de 1990.

A intenção dos clubes americanos é conquistar não apenas os imigrantes e seus descendentes, mas os americanos. Também por isso, as principais referências da seleção local nas últimas Copas, Clint Dempsey e Landon Donovan, desistiram de aventuras no futebol europeu para assinar contratos milionários com a MLS. As regras da liga estabelecem um teto salarial para folha de pagamento dos atletas, de quase 4 milhões de dólares anuais em 2015,  segundo o dono do Orlando. Mas cada equipe pode ter até três “jogadores designados”, que podem ter salários bem acima deste valor, como é o caso de Kaká, Lampard, Villa, Henry (salário anual de pouco mais de 4 milhões de dólares em 2014), Tim Cahil (acima dos 3,5 milhões) e Dempsey (mais de 6.5 milhões de dólares com bonificações), entre outros. 

O grande desafio da MLS será realizar uma mudança duradoura, ao contrário do que ocorreu na década de 1970, quando mitos como Pelé, Franz Beckenbauer, Carlos Alberto Torres e Johan Cruyff deram o pontapé inicial para a popularização do esporte no país, mas dentro de uma estrutura e administração frágeis. Desta vez, dinheiro, organização, foco e interesse popular devem empurrar os Estados Unidos para o mapa do futebol mundial com destaque.

As futuras estrelas da MLS

David Villa (Espanha)

Clube: New York City FC

 

Kaká (Brasil)

Clube: Orlando City 

 

Frank Lampard (Inglaterra)

Clube: New York City FC (vai defender o Manchester City até o fim do ano por empréstimo)

Fonte: http://veja.abril.com.br/

São Paulo – Brasil – 21:54

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Josy Galvão

Miami rejeita proposta de Beckham para erguer estádio de futebol

Estádio foi rejeitado pela população de MiamiEstádio foi rejeitado pela população de MiamiAlan Diaz/AP

A prefeitura de Miami rejeitou a ideia de David Beckham e dos investidores ligados a ele para construir um estádio de futebol para o time que o ex-jogador pretende criar na cidade para jogar a Major League Soccer, a principal liga norte-americana de futebol.

Pelo projeto apresentado a Miami pelo astro, seria feito o aterramento de parte da costa na região do Museum Park, ao lado do ginásio utilizado pelo Miami Heat, time da NBA. Ali seria erguido o estádio em que o time de Beckham jogaria.

 

Tomás Regalado, prefeito de Miami, porém, disse nesta terça-feira que o projeto de aterramento está “fora de cogitação”. Representante de Beckham na reunião, John Alschuler afirmou que o grupo agora vai tirar um tempo para reconsiderar outras opções.

Esta é a segunda negativa de Miami, que já havia rejeitado a ideia de construir um estádio na região de PortMiami por causa da resistência dos moradores do entorno. Beckham alega que é necessário construir um estádio numa região central da cidade para, só assim, receber a aprovação da MLS.

Fonte: http://esportes.estadao.com.br/

São Paulo – Brasil – 17:47

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Josy Galvão

Moradores de Miami vetam novo estádio de Beckham

Beckham pensa em montar uma franquia de futebol na Major League Soccer
Beckham tenta montar uma franquia de futebol na Major League Soccer, mas construção do estádio está indefinida – Getty

Uma assembleia comunitária realizada na cidade de Miami Beach, nos Estados Unidos, terminou com voto contra ao projeto da construção de um estádio de futebol que receberia jogos da equipe do ex-jogador inglês David Beckham.

Em reunião realizada nesta quarta-feira na prefeitura da cidade, membros da comissão de funcionários da administração municipal e moradores demonstraram preocupação com o aumento do tráfego de automóveis na região do porto, onde a estrutura seria construída.

Por isso, houve negativa ao estádio, que teria capacidade para 25 mil pessoas, do clube que ainda não foi oficialmente fundado, e que aguarda justamente a liberação da construção das instalações para ter estreia na MLS (liga profissional americana) marcada.

No início deste mês, a comissão da cidade chegou a dar voto simbólico de boas-vindas ao projeto da construção do estádio, mas já apresentou oposição ao local indicado inicialmente pelo projeto.

A empresa americana Royal Caribbean chegou a custear uma campanha contra o equipamento esportivo. A alegação é que poderia haver impacto econômico negativo, além da perda de milhares postos de trabalho.

O prefeito de Miami, Tomás Regalado, garantiu recentemente à Agência Efe, que o estádio na região do porto teria impedimentos legais para ser construído, já que no local apenas podem ser estabelecidas atividades portuárias.

Fonte: http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 23:26

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Josy Galvão

Toronto FC perde a 1ª em casa na temporada da MLS

Colorado Rapids bateu o Toronto FC neste sábado
Colorado Rapids bateu o Toronto FC neste sábado – Reuters

Júlio César amargou a sua segunda derrota na temporada da Major League Soccer. Titular neste sábado, o goleiro não conseguiu evitar o primeiro revés dentro de casa na competição. O Toronto FC, mesmo atuando no BMO Field, no Canadá, acabou derrotado por 1 a 0 pelo Colorado Rapids.

Contando com o goleiro titular da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2014, o Toronto sofreu o gol que decretou a primeira derrota diante do seu torcedor aos 32min da etapa complementar. O veterano atacante Eddie Buddle, de 32 anos, aproveitou oportunidade para dar a vitória à franquia de Colorado.

O revés tirou a chance de o Toronto assumir a liderança da Conferência Leste. A equipe permanece com nove pontos, mesma marca do Coloumbus Crew, que entra em campo pela 5ª rodada da MLS somente neste domingo, quando, a partir das 16h (de Brasília), enfrenta o San Jose Earthquakes.

O Colorado Rapids, por outro lado, subiu para a zona de classificação aos playoffs da Conferência Oeste. Com a vitória, o time chegou aos 10 pontos, três a menos do que o líder FC Dallas.

Também na abertura da rodada deste sábado, ainda no Canadá, o Montreal Impact ficou no 1 a 1 com o Chicago Fire e segue sem vencer na temporada. Já o Real Salt Lake, vice-campeão da temporada passada, empatou por 2 a 2 com o Philadelphia Union e manteve a invencibilidade – duas vitórias e quatro empates.

Fonte: http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 21:51

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Josy Galvão