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Com dois de Klose, Lazio leva ‘susto’, mas vence Cagliari e pula para terceiro no Italiano

Klose precisou de apenas dois minutos para fazer dois gols e dar a vitória à Lazio
Klose precisou de apenas dois minutos para fazer dois gols para a Lazio

Se a disputa pelo título parece ficar, mais uma vez, entre Juventus e Roma, os demais 18 times do Campeonato Italiano lutam para ver quem permanece mais próximo das duas equipes na tabela de classificação. Após a 10ª rodada, a Lazio se aproxima do primeiro pelotão. Graças, é claro, a vitória por 4 a 2, em casa, contra o Cagliari, nesta segunda-feira.

A equipe biancocelesti tem 19 pontos, os mesmos da Sampdoria, mas fica com a terceira colocação pelos critérios de desempate. A Roma, vice-líder, tem dois pontos a mais, enquanto a Juventus soma 25. Já o Cagliari é apenas o 15º, com 9 pontos, e a dois da zona de rebaixamento.

Quem abriu o placar no estádio Olímpico foram os donos da casa. Aos sete minutos, Mauri inaugurou o marcador aproveitando rebote da defesa adversária. Já aos 25, a estrela de Miroslav Klose brilhou. O atacante alemão, maior artilheiro da história das Copas do Mundo com 16 gols, fez o seu primeiro no jogo, aos 25 minutos.

Klose e Mauri marcaram na vitória da Lazio
Klose e Mauri marcaram na vitória da Lazio

A Lazio fez bela jogada, e a troca de passes chegou ao camisa 11, que estufou as redes do goleiro Cragno. Logo na sequência, aos 26, Klose fez o segundo dele, terceiro dos donos da casa. O centroavante recebeu dentro da grande área e bateu colocado no canto direito.

Já no segundo tempo, aos três minutos, o Cagliari descontou após bate-rebate com gol contra de Braafheid. O torcedor laziale ficou mais preocupado aos 39 minutos. O brasileiro João Pedro recebeu passe de cabeça de Benedetti e completou de primeira para o gol de Marchetti: 3 a 2, depois dos visitantes estarem perdendo por 3 a 0. Porém, quem aproveitou o tempo restante no relógio foi a Lazio. Nos acréscimos, o brasileiro Éderson fez o quarto para os donos da casa.

As duas equipes voltam a campo pelo Italiano no próximo domingo. A Lazio visita o Empoli. Enquanto o Cagliari joga, em casa, contra o Genoa.

Fonte: http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 22:19

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Josy Galvão

Joachim Löw: “A hora do título havia chegado”

Joachim Löw sempre foi o tipo de pessoa que irradia tranquilidade e autoconfiança. No entanto, há algumas semanas o treinador de 54 anos encontrou uma calma ainda maior ao triunfar depois de um trabalho longo e meticuloso.

O estrategista, nascido na região da Floresta Negra alemã, já está pensando nos próximos desafios. Depois das aposentadorias do capitão Philipp Lahm, de Miroslav Klose, maior artilheiro da história da seleção alemã, e do zagueiro Per Mertesacker, Löw tem a missão de preencher algumas lacunas no selecionado germânico.

E para o número um do planeta só pode haver um objetivo na Eurocopa da França em 2016: ser também o número um do continente.

Na Conferência FIFA/UEFA para treinadores e diretores técnicos em São Petersburgo, na Rússia, Löw concedeu uma entrevista para falar sobre a grande conquista na Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 e as suas sensações nas semanas seguintes. Além disso, falou sobre o futuro.

Uma época fantástica acabou de ficar para trás. Poderia descrever em algumas frases os seus sentimentos nos últimos dois meses e meio desde o triunfo no Maracanã?
Joachim Löw:
A alegria imediata depois do apito final da final da Copa do Mundo obviamente foi enorme. Estávamos em êxtase nos primeiros dois ou três dias e então percebemos que ganhamos o troféu. É um sentimento incrivelmente bom. E então, quando voltamos para o nosso país depois de oito semanas fora, finalmente sentimos também como o entusiasmo se espalhou por toda a nação. Em Berlim havia centenas de milhares de pessoas para nos receber nas ruas. Foi incrível!

E depois como ficou o clima?
Onde quer que vamos, estão falando sobre esse acontecimento. Aos poucos nos damos conta de que as pessoas estão profundamente tocadas emocionalmente. E com as semanas aparece finalmente o reconhecimento de que um título de campeão mundial é algo para a eternidade. Agora estamos nos livros de história e as pessoas nunca vão se esquecer disso. É um belo sentimento conquistar algo dessas proporções.

Falando sobre a questão esportiva: na sua visão, quando se iniciou o desenvolvimento que conduziu ao título? E quais foram os resultados essenciais?
Foi um caminho longo e difícil, que começou em 2004 — na época com Jürgen Klinsmann. Também houve momentos difíceis com muitas críticas. Mas sempre seguimos o nosso caminho de modo consistente. Queríamos voltar a ganhar um grande título, o que precisávamos fazer para isso? Trabalhamos meticulosamente em muitos aspectos. Nunca ficamos satisfeitos com o que era somente “bom”. Óbvio que também aconteceram alguns resultados essenciais. Fomos derrotados na final da Eurocopa de 2008. Além disso, perdemos nas semifinais da Copa do Mundo 2010 e na Eurocopa de 2012. Mas sempre falei que fomos evoluindo continuamente e eu tinha total convicção de que conseguiríamos dar também o último passo. Conseguimos isso em 2014. A hora havia chegado e a equipe estava madura.

Internamente você certamente estava convencido de que era o caminho certo. Mas a opinião pública alemã exerceu uma pressão constante por títulos. Depois do triunfo, acredita que existe também um reconhecimento externo de que o trabalho foi o melhor possível?
Não necessariamente um reconhecimento externo, mas interno com certeza — com a comissão técnica e os jogadores e com as pessoas que colaboraram. Fomos estabelecendo novos objetivos gradualmente, queríamos melhorar sem parar. E o fato de termos conseguido isso e de talvez até termos levado jogadores específicos a um nível ainda mais alto é uma grande satisfação para mim como treinador.

Agora, a seleção alemã perdeu três jogadores muito importantes: Mertesacker, Klose e Lahm. A transição será muito difícil?
É totalmente normal em uma seleção que haja mudanças como essas depois de um grande torneio. De certa forma, isso abre espaço para os mais jovens. Mas é claro que trabalhei por dez anos com esses três jogadores e temos uma relação de confiança. Vivenciamos momentos difíceis e bonitos juntos. Eles contribuíram muito com a sua capacidade e o seu jeito de ser. Do ponto de vista técnico, não há dúvidas de que a aposentadoria desses jogadores foi uma grande perda. O Mertesacker era um estabilizador na defesa, o Klose marcava a maioria dos gols e o Lahm teve constantemente durante dez anos um desempenho de alto nível. Obviamente eles farão falta.

Germany coach Joachim Loew signs autographs

A Alemanha tem atualmente muitos jovens talentos que já estão jogando em um nível muito alto. Até que ponto este fator pesou na sua decisão de prorrogar o contrato como técnico da seleção alemã?
Em algumas posições também já temos problemas. Não podemos dizer que temos craques sobrando. Mas contamos com alguns talentos fora de série, isso é verdade. Simplesmente senti que ainda tenho em mim a motivação de ir para a Eurocopa de 2016 com esta equipe, que já produziu tanto e que em geral ainda é bem jovem. Muitos jogadores ainda não ultrapassaram o seu auge e muitos jovens estão surgindo. Sendo assim, acredito que há outros grandes desafios para todos nós.

Em que sentido são importantes para o seu trabalho os resultados de análises como as da Conferência FIFA/UEFA para treinadores e diretores técnicos realizada há poucos dias em São Petersburgo?
É claro que também trabalhamos com estatísticas e temos os nossos critérios. O que queremos ver dos nossos jogadores? Um exemplo: para nós o importante não é apenas o desempenho geral, e sim também a intensidade com que os jogadores correm. Quantas faltas cometemos no jogo? Quantos desarmes executamos? E quantos passes trocamos perto da área adversária? Há algumas coisas que são muito importantes para mim e que eu sempre considero para a partida seguinte e que obviamente considerarei para os próximos meses e os próximos dois anos.

O caminho para a França 2016 já começou. A vitória apertada por 2 a 1 sobre a Escócia em Dortmund na estreia das eliminatórias foi difícil, mas era o esperado. Quais conclusões o senhor tirou deste jogo pensando em médio prazo?
Digamos o seguinte: é tão belo conquistar o título e ele nos traz tantas coisas que agora recomeçamos o trabalho do zero. Disputar uma Copa do Mundo e chegar à final obviamente traz alguns desafios para os próximos tempos. Os jogadores fizeram uma preparação curta e tiveram pouco descanso. Além disso, há algumas mudanças na equipe e tínhamos cinco ou seis jogadores contundidos. Precisaremos lidar com esses problemas nas próximas semanas. Tive essa experiência em 2006 e 2010: depois de uma Copa do Mundo, que é muito cansativa para todos os jogadores, sempre acontece de eles ficarem de fora por um breve período porque se machucam. Por isso, introduzirei mudanças nos meses de outubro e novembro. Precisamos passar por esse processo. No ano que vem, acredito que estaremos com a equipe entrosada para encarar o final das eliminatórias e o próximo torneio.

Como avalia o Grupo D das eliminatórias para a Eurocopa?
Já jogamos uma vez ou outra contra a Polônia. É uma seleção que tem jogadores de alto nível — basta mencionar Robert Lewandowski ou Lukasz Piszczek. Muitos poloneses atuam na Alemanha e em outros grandes campeonatos; conhecem os nossos jogadores muito bem e têm muita experiência. É uma seleção no seu melhor momento e que evoluiu muito. Além disso, temos as seleções irlandesa e escocesa, que são extremamente combativas. Este grupo não será fácil. A classificação é possível, mas não garantida.

Não há dúvidas de que é difícil ser campeão mundial. Mas agora a Alemanha é a equipe que todos querem derrotar. É possível sentir isso?
Difícil dizer. Acredito que às vezes o adversário tem um rendimento um pouco melhor que de costume quando enfrenta o atual campeão mundial. Agora deixamos de ser o segundo melhor e nos tornamos o número um. Agora todos estarão no nosso encalço. Mas na verdade todos sempre já entravam com uma motivação alta contra a Alemanha. Derrotar a Alemanha nas eliminatórias é uma grande conquista para as outras equipes. Já estamos acostumados com isso há muitos anos.

Fonte: http://pt.fifa.com/

São Paulo – Brasil –23:14

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Josy Galvão

Governo alemão faz homenagem a Miroslav Klose

O governo alemão, através da Chanceler Angela Merkel, homenageou nesta quinta-feira o atacante da seleção campeã mundial Miroslav Klose, que recebeu das mãos de Merkel, a taça “Victoria de Ouro”, um prêmio simbólico conferido anualmente a personalidades que se empenham pela integração dos povos.

“Hoje você está recebendo uma outra taça que você merece não apenas por causa do futebol, mas por que você demonstra na sua vida como é importante trabalhar, vencer e conviver em equipe. Você representa um exemplo, a sua história de vida também é um pouco a nossa história. O seu time, com o qual você venceu a Copa do Mundo, é um dos melhores cartões de visita do nosso país.”

Miroslav Klose vestiu a camisa da Alemanha em 137 oportunidades e marcou 71 gols. Aos oito anos, saiu com sua família de sua cidade natal na Polônia para viver na Alemanha. “Para mim é uma grande honra receber este prêmio. A nossa seleção é o melhor exemplo de que a integração e a convivência entre as pessoas são possíveis.”

O “Prêmio Victoria de Ouro” é dado anualmente a personalidades, que através de suas vidas são um exemplo na luta pela integração de pessoas com origens, etnias e culturas diferentes.

Fonte: http://www.bundesliga.com.br/

São Paulo – Brasil – 23:53

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Josy Galvão

“Não dá para tirar um novo Lahm da cartola de uma hora para outra”, diz o técnico alemão

O técnico Joachim Löw (54 anos), após a aposentadoria de Philipp Lahm da seleção, ainda não vislumbra um substituto à altura para a posição de lateral direito: “Não dá para tirar outro Philipp Lahm da cartola de uma hora para outra” declarou o treinador ao canal “Skye” e acrescentou: “Os jovens jogadores à disposição tem qualidade, mas precisam melhorar um bocado para chegar ao nível do ex-capitão.”

Lahm (30 anos e 113 jogos na seleção) e Mertesacker (29 anos com 104 jogos pela Alemanha), logo depois da conquista do título mundial no Brasil, decidiram se aposentar da “Nationalelf” juntamente com Miroslav Klose (36 anos e 137 jogos).

Com referência a Euro 2016, porém, Joachim Löw está confiante: “Tenho certeza que até a Eurocopa na França vamos ter uma defesa muito bem entrosada com jogadores de altíssimo nível. Agora precisamos de um pouco de paciência até chegar ao ponto que queremos.”

Fonte: http://www.bundesliga.com.br/

São Paulo – Brasil – 22:45

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Josy Galvão

Não haverá curso intensivo para formar técnicos de futebol, afirma Federação Alemã

Frank Wormuth, diretor do curso para formação de técnicos de futebol da Federação Alemã, rejeita a ideia de se instituir um curso intensivo destinado a ex-jogadores de futebol para formar treinadores num espaço de apenas seis semanas. A ideia havia sido levantada pelo campeão mundial Miroslav Klose, artilheiro da seleção alemã.

“Um curso intensivo de seis semanas não acrescenta muita coisa a ex-jogadores, pelo contrário, transmite apenas conhecimentos superficiais”, declarou Wormuth ao jornal “Sport Bild” e acrescentou: “Recomendo a qualquer profissional que queira subir na profissão de técnico, fazer o curso completo de dez meses”. Hansi Flick, o novo diretor de esportes da Federação, compartilha desta opinião: “A atual formação de técnicos através do curso oferecido pela Federação é muito boa, tanto no que se refere ao seu conteúdo quando à sua duração.”

Miroslav Klose havia sugerido que fosse aberta uma exceção para ex-campeões mundiais, possibilitando-lhes frequentar um curso intensivo sob o argumento de que “…ninguém tem mais prática do que a gente.” Para os campeões mundiais de 1990, por exemplo, foi aberta esta exceção. Eles puderam frequentar um curso intensivo de apenas 240 horas para obter a licença de técnico de futebol.

Fonte: http://www.bundesliga.com.br/

São Paulo – Brasil – 22:32

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Josy Galvão

Bierhoff não vê problema de liderança na Seleção Alemã

Mesmo com a aposentadoria do capitão Philipp Lahm, do artilheiro Miroslav Klose e do zagueiro Per Mertesacker, o “manager” da seleção alemã, Oliver Bierhoff, não vê problemas de liderança na “Nationalelf”. Na sua opinião, outros jogadores deverão assumir maiores responsabilidades como “…Manuel Neuer e Sami Khedira, por exemplo. E tem ainda Mario Götze, Andre Schürrle e Marco Reus que precisam assumir maiores responsabilidades.”

Bierhoff lembra que “…durante a Copa do Mundo, jogadores como Müller, Khedira, Neuer e Hummels cresceram muito e vão exercer o seu papel de liderança na equipe rapidamente. Benedikt Höwedes também  se desenvolveu muito no Brasil. Além disso, quando Bastian Schweinsteiger voltar, assumirá como capitão e será um fator de agregação e harmonia na equipe.”

Fonte: http://www.bundesliga.com.br/

São Paulo – Brasil – 22:43

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Josy Galvão

Alemanha x Argentina – Novos líderes, a mesma vontade de vencer

Novos líderes, a mesma vontade de vencer

© Getty Images

Exatamente 52 dias depois do triunfo na final da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, os heróis do futebol alemão sofreram um revés jogando em casa. Justamente contra o adversário da decisão, a Argentina, a seleção do técnico Joachim Löw foi derrotada nesta quarta-feira por 4 a 2. Enquanto os sul-americanos puderam pelo menos comemorar uma pequena revanche na Düsseldorfer Arena, que estava lotada e muito animada, os alemães devem ter percebido que, depois de conquistar a sua quarta estrela, chegou novamente a hora de trabalhar com muito afinco.

Na quinta-feira, o discurso na imprensa germânica era sobre uma seleção que parecia estar acordando de mau humor. A primeira atuação da equipe depois do título mundial no Brasil foi considerada “decepcionante”. Chegaram ao ponto de dizer que é preciso ficar feliz que o craque argentino Ángel di María, que marcou um gol e deu três assistências na partida, não tenha participado da final no Maracanã há cerca de sete semanas porque estava lesionado.

Tudo isso é obviamente um exagero, afinal a Alemanha entrou em campo com apenas cinco jogadores que foram titulares na final da Copa do Mundo: Manuel Neuer, Benedikt Höwedes, Toni Kroos, Christoph Kramer e André Schürrle. Já a Argentina não contou com o superastro Lionel Messi. No entanto, era possível sentir um certo assombro com o selecionado de Löw que não deve ser subestimado.

Novas funções para nomes consagrados
“Isso deve ser um sinal de alerta para que nós voltemos a entrar nos eixos”, afirmou Neuer depois do confronto, mostrando-se tudo menos satisfeito. “Obviamente estamos decepcionados, isso é certo. Muitos jogadores voltaram a treinar há pouco tempo. Queríamos ganhar a qualquer custo. Mas o mais importante será o jogo contra a Escócia. Agora precisamos nos preparar para a partida de domingo pelas eliminatórias para a Eurocopa.”

Em meio à compreensível tentativa dos jogadores alemães de voltar rapidamente a se concentrar nas atividades mais importantes, o verdadeiro desafio do treinador Joachim Löw quase cai em esquecimento. Pouco antes do pontapé inicial, foi anunciada no estádio a aposentadoria de três importantes jogadores da seleção alemã: o capitão Philipp Lahm (113 jogos pela Alemanha), o recordista em gols Miroslav Klose (137) e o experiente zagueiro Per Mertesacker (104). Além disso, não se sabe quando o novo capitão Bastian Schweinsteiger conseguirá se recuperar dos problemas no tendão da patela.

Não há dúvidas de que a seleção campeã mundial está passando por um leve processo de renovação. Todos acreditam que jogadores como Neuer, Müller, Sami Khedira e Mats Hummels serão capazes de apresentar as qualidades necessárias para formar o novo grupo de líderes dentro da equipe. No entanto, serão deixadas algumas lacunas do ponto de vista esportivo. Como se sabe, não há no momento grandes opções para substituir Lahm na lateral direita nem Klose na posição de centroavante. No ataque, o candidato mais promissor é Mario Gomez, embora o autor do gol do título mundial Mario Götze também seja uma possibilidade, mas para isso a Alemanha precisaria mudar o seu esquema tático tradicional e atuar com um falso camisa nove.

Papel central de Reus e sede de sucesso
Em todo caso, apesar da derrota diante dos companheiros de Di María, pelo menos um jogador da Alemanha estava certamente com ânsia de jogar. Ao lado de Kroos, que teve ótimas atuações na Copa do Mundo, boa parte dos holofotes em Düsseldorf estava direcionada para Marco Reus. O habilidoso jogador de 25 anos mal pode esperar para que finalmente comece a disputa das eliminatórias para a Eurocopa 2016, e ele sabe bem que terá de desempenhar um papel especial na seleção nos próximos dois anos.

“Ainda posso melhorar”, afirmou Reus aos jornalistas. Com isso ele se referiu ao nível atual do seu futebol. Mas é possível interpretar essa frase de modo diferente, quase como um desafio de um dos melhores jogadores do planeta, que ficou de fora do Mundial nos últimos momentos devido a uma contusão e agora quer fazer a diferença na equipe campeã do mundo. Com sede de sucesso, o craque do Borussia Dortmund tem tudo para ser um dos destaques da Alemanha na era que virá depois da conquista no Brasil 2014. 

Fonte: http://pt.fifa.com/

São Paulo – Brasil – 00:17

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Josy Galvão

Klose quer ser técnico e fazer estágio com Guardiola

O maior artilheiro de Copas do Mundo, Miroslav Klose (depois do gol contra o Brasil), após encerrar sua carreira como jogador, pretende ser técnico de futebol e fazer um estágio no Bayern Munique com Pep Guardiola: “Um estágio com o Pep seria um presente do céu” declarou o campeão mundial de 36 anos ao jornal “Sport Bild”.

Klose deve ainda jogar dois anos pela Lazio e logo em seguida fazer um curso de técnico de futebol. O atacante espera que, a exemplo do que aconteceu com outros jogadores da seleção alemã, a Federação lhe conceda a possibilidade de fazer um curso intensivo de aproximadamente seis meses acrescentado de um estágio prático para que possa logo iniciar a sua nova carreira como treinador.

Miroslav Klose vestiu a camisa da “Nationalelf” em 137 oportunidades tendo marcado 71 gols. É o maior artilheiro da História da seleção alemã.

Fonte: http://www.bundesliga.com.br/

São Paulo – Brasil – 23:25

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Josy Galvão

Quase 2 meses depois da Copa, seleções têm primeiros testes

Quase 2 meses depois da Copa, seleções têm primeiros testes

© Getty Images

A Copa do Mundo da FIFA acabou há menos de dois meses. Mas, para muitas das seleções que voltam a campo em uma grande rodada de amistosos, parece que já se passou uma temporada inteira. Figuras proeminentes se despediram, enquanto outras estão chegando. Vamos ficar de olho nas revanches – incluindo a reedição imediata da final do Brasil 2014.

Como estão os campeões?

Começamos com a Alemanha, depois da magnífica jornada que tiveram entre junho e julho. Os líderes do Ranking da FIFA viram Philipp Lahm, Miroslav Klose e Per Mertesacker anunciarem a aposentadoria, mas mantêm 18 campeões mundiais para reencontrar a Argentina, em Dusseldorf. Cortado do Mundial por conta de uma lesão, Marco Reus está de volta para deixar o setor criativo ainda mais forte. Mario Gomez foi outro resgatado por Joachim Löw.

“Será desafiador e empolgante para nós enfrentar a Argentina. Tenho respeito enorme por esse time, que estará motivado e não nos dará nada de graça”, diz o técnico. Do outro lado, os vice-campeões jogam agora sob o comando de Gerardo Martino, substituindo Alejandro Sabella. O treinador retorna à disputa das seleções, após excelente trabalho pelo Paraguai na África do Sul 2010.

O que aconteceu com os anfitriões?
Uma campanha promissora no Mundial acabou de modo doloroso para o Brasil, com derrotas impactantes. Para conduzir uma reformulação, a CBF recorreu a um nome familiar: Dunga, que havia guiado a Seleção entre 2006 e 2010. “Não adianta vender um sonho, precisamos trabalhar. Só não podemos começar tudo do zero, porque um resultado negativo não mostra que tudo estava errado”, afirmou.

Em sua primeira lista, manteve dez atletas – Neymar entre eles, claro. De novidades, dois destaques do líder do líder Cruzeiro: os meias Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart. Jovens em atividade na Europa, como o goleiro Rafael Cabral e o meia Philippe Coutinho, também foram adicionados. Seu trabalho começa a ser testado contra Colômbia e Equador. Justo os colombianos, adversário das quartas da Copa, que dessa vez contarão com Falcao Garcia ao lado de James Rodríguez.

Sob nova direção
Já citamos Dunga e Martino como novidades no banco. Outras potências também apresentam novos técnicos, embora estes nem sempre configurem surpresas. A Holanda, por exemplo, já havia anunciado antes mesmo de viajar ao Brasil que Guus Hiddink voltaria ao cargo 16 anos depois. Sua jornada recomeça num jogão contra a Itália, agora de Antonio Conte. O ex-meio-campista teve uma vitoriosa passagem pela Juventus, com três scudetti. “Os jogadores são os mesmos que vêm de uma experiência decepcionante, mas são ótimos. Estou convencido de que vamos crescer: a Itália tem de estar entre os melhores do mundo”, disse. Outro italiano que também vai dirigir pela primeira vez uma seleção, mas já com 28 anos de carreira, é Claudio Ranieri, que assume a Grécia. “Tinha outras propostas, e escolhi esta por instinto”, disse.

Jogadores que se despedem
Não foi só a Alemanha que testemunhou ídolos dizendo adeus. A Inglaterra montará seu meio-campo sem Steven Gerrard e Frank Lampard. Já a Espanha tem as baixas de Xavi e Xabi Alonso neste setor, enquanto a França ficou sem Frank Ribéry. Na África, Samuel Eto’o (Camarões) e Didier Drogba (Costa do Marfim) seguiram a mesma rota, que não é tão simples. “Foi uma decisão muito difícil. É por isso que levei mais tempo para pensar desde a Copa”, disse Lampard em seu anúncio. “Posso dizer que aproveitei cada minuto com a seleção.”

Quem vai ter uns minutinhos a mais para desfrutar dessa sensação é Landon Donovan, para celebrar com os americanos contra o Equador. “Estou empolgadíssimo. Esse último jogo vai me dar a chance de agradecer a cada um dos torcedores”, disse. 

Jogadores que chegam
Se alguns personagens emblemáticos estão de saída, isso quer dizer que há espaço para novas caras. AEspanha foi um dos times que mais apostou nesse sentido, com estreantes em todos os setores: Kiko Casilla no gol, Daniel Carvajal e Mikel San José na defesa, Raúl García no meio e Paco Alcácer na frente. Eles podem ser aproveitados contra a França de Alexandre Lacazette, num clássico entre dois times que se enfrentaram nas eliminatórias para o Brasil 2014.

A Inglaterra, que duela com a Noruega, conta o emergente Calum Chambers, do Arsenal, na zaga, junto de Danny Rose, Fabian Delph e Jack Colback. A Itália, numa convocação ampla de 27 atletas, terá o atacante Simone Zaza, revelação do Sassuolo. Algumas novidades também surgem com base em baixas de última hora: a Argentina perdeu Lionel Messi e Rodrigo Palacio, dando lugar a Nicolás Gaitán e Erik Lamela. 

Fonte: http://pt.fifa.com/

São Paulo – Brasil – 23:44

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Josy Galvão

Sai convocação da Seleção Alemã com Gomez e Reus


2014 Getty Images

Na primeira convocação após conquistar a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, o técnico Joachim Löw chamou de volta Marco Reus e Mario Gomez para a seleção alemã. Os dois, que ficaram fora do Mundial, estarão com a Mannschaft no dia 3 de setembro, em Dusseldorf, no amistoso contra a Argentina. Quatro dias depois, o mesmo grupo estreia nas eliminatórias para a UEFA Euro 2016 contra a Escócia, em Dortmund.

A seleção alemã, no entanto, não terá os campeões mundiais Philipp Lahm, Miroslav Klose e Per Mertesacker, que anunciaram sua aposentadoria da equipe nacional. O meio-campista Bastian Schweinsteiger, com uma lesão no joelho, também estará fora das duas partidas. Os quatro, no entanto, estarão presentes como espectadores em Dusseldorf, na reedição da final da Copa do Mundo da FIFA. No dia 13 de julho, no Maracanã, a Alemanha conquistou o título ao derrotar a Argentina por 1 a 0, com um gol de Mario Götze na prorrogação.

“Será desafiador e empolgante para nós jogar contra a Argentina novamente. Tenho um respeito enorme por esse time, que estará muito motivado e não nos dará nada de graça. Estamos no começo de uma temporada, então este teste será bom para nos medir no nível mais alto”, disse Löw.

Os convocados:

Goleiros: Manuel Neuer (Bayern de Munique), Roman Weidenfeller (Borussia Dortmund), Ron-Robert Zieler (Hanover)

Defesa: Jerome Boateng (Bayern Munich), Erik Durm (Borussia Dortmund), Matthias Ginter (Borussia Dortmund), Kevin Grosskreutz (Borussia Dortmund), Benedikt Howedes (Schalke), Mats Hummels (Borussia Dortmund), Antonio Rudiger (Stuttgart)

Meio-de-campo: Julian Draxler (Schalke), Mario Götze (Bayern de Munique), Christoph Kramer (Borussia Moenchengladbach), Toni Kroos (Real Madrid), Sami Khedira (Real Madrid), Mesut Özil (Arsenal), Marco Reus (Borussia Dortmund)

Ataque: Mario Gomez (Fiorentina), Thomas Müller (Bayern de Munique), Lukas Podolski (Arsenal), Andre Schürrle (Chelsea)

Fonte: http://pt.fifa.com/

São Paulo – Brasil – 01:54

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Josy Galvão