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Corinthians arranca empate do Palmeiras no Palestra

Palmeiras esteve à frente no placar três vezes, mas cedeu o empate (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)Palmeiras esteve à frente no placar três vezes, mas cedeu o empate (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Os dois maiores rivais do Estado de São Paulo honraram as tradições do Derby na tarde deste domingo. No reformado Estádio Palestra Itália, em uma das melhores partidas do Campeonato Brasileiro, marcada por um primeiro tempo eletrizante, Palmeiras e Corinthians empataram por 3 a 3.

Na metade inicial do clássico, Lucas, Guilherme Arana, Robinho, Amaral (contra) e Dudu marcaram. Na etapa complementar, o centroavante Vagner Love, revelado no próprio Palmeiras, arrancou o empate no último clássico entre os arquirrivais na temporada 2015.

Com 35 pontos ganhos, o Palmeiras, sétimo colocado, tem três a menos que o São Paulo, último integrante do G-4. Na tentativa de se reaproximar do grupo dos classificados à Copa Libertadores, a equipe palestrina volta a campo para enfrentar o Internacional às 19h30 (de Brasília) de quarta-feira, em Porto Alegre.

O Corinthians está há nove clássicos sem vencer – foram cinco derrotas e quatro empates diante dos rivais paulistas. Nada que diminua o ímpeto do time alvinegro, líder do Brasileiro com 50 pontos, cinco a mais que o Atlético-MG. Na próxima rodada, a equipe alvinegra recebe o Grêmio, às 22 horas de quarta-feira.

O Derby – O primeiro gol da movimentada etapa inicial do Derby saiu aos 19 minutos. Em uma falha infantil da defesa, o Palmeiras correu sério risco. No contra ataque, porém, o time alviverde abriu o placar. Lucas recebeu de Dudu pela direita e bateu. A bola desviou em Guilherme Arana e encobriu o goleiro Cássio.

O Corinthians respondeu aos 24 minutos. Após disputa de bola do lado esquerdo, Malcom acionou Guilherme Arana. Responsável pelo desvio que matou o goleiro Cássio no gol do Palmeiras, o lateral invadiu a área e tocou na saída de Fernando Prass para se redimir.

Em ritmo forte, o Palmeiras retomou a vantagem no marcador dois minutos depois, novamente com uma jogada pelo lado direito do ataque. Inspirado, o lateral Lucas cruzou na medida para cabeçada certeira do meio-campista Robinho na primeira trave.

Robinho marcou o segundo gol do Palmeiras no Palestra Itália (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)
Robinho marcou o segundo gol do Palmeiras no Palestra Itália (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

 

Aos 37 minutos, pouco depois de Fernando Prass defender chute cara a cara de Renato Augusto, o Corinthians marcou o segundo. Em cobrança de falta pela esquerda, Marciel desviou de cabeça para nova intervenção do goleiro palmeirense. No rebote, pressionado por Vagner Love, Amaral marcou contra.

O último gol do primeiro tempo saiu quatro minutos antes do fim do tempo regulamentar. Zé Roberto cobrou escanteio da esquerda, Alecsandro desviou e Dudu completou de cabeça. Até o apito final, Renato Augusto e Gabriel Jesus tiveram boas chances, mas não conseguiram aproveitá-las.

No intervalo, Tite trocou Marciel por Cristian, mas o Palmeiras manteve o domínio das ações no começo do segundo tempo. Na tentativa de mudar o panorama, o técnico colocou Rildo no lugar de Malcom. Marcelo Oliveira respondeu com duas alterações ao mesmo tempo: Robinho e Alecsandro saíram para as entradas de João Paulo e Cristaldo.

Aos 33 minutos, já com o veterano Danilo no lugar do volante Ralf, o Corinthians chegou ao empate no Palestra Itália. Após cobrança de falta de Jadson pelo lado esquerdo do ataque, Vagner Love, ex-ídolo da torcida palmeirense, usou a cabeça para definir o placar.

O Derby, um dos melhores jogos do Campeonato Brasileiro, ainda teve uma grande oportunidade nos acréscimos. Aos 46 minutos do segundo tempo, o zagueiro Leandro Almeida cabeceou após cruzamento de Lucas pela esquerda para excelente defesa do goleiro Cássio.

Love marcou no Palmeiras e evitou a derrota do Corinthians (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)
Love marcou no Palmeiras e evitou a derrota do Corinthians (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

 

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 3 X 3 CORINTHIANS

Local: Palestra Itália, em São Paulo (SP)
Data: 6 de setembro de 2015, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e Rogério Pablos Zanardo (SP)
Público: 35.707 pessoas
Renda: R$ 2.578.440,00
Cartões amarelos: Lucas, Gabriel Jesus, Robinho, Dudu, Leandro Almeida e João Paulo (Palmeiras); Fagner, Gil e Cristian (Corinthians)

Gols
Palmeiras: Lucas, aos 19 minutos do primeiro tempo, Robinho, aos 26 minutos do primeiro tempo, e Dudu, aos 41 minutos do primeiro tempo
Corinthians: Guilherme Arana, aos 24 minutos do primeiro tempo, Amaral (contra), aos 37 minutos do primeiro tempo, e Vagner Love, aos 33 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Leandro Almeida, Vitor Hugo e Zé Roberto; Amaral e Arouca; Robinho (João Paulo), Dudu (Allione) e Gabriel Jesus; Alecsandro (Cristaldo)
Técnico: Marcelo Oliveira

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Guilherme Arana; Ralf (Danilo); Jadson, Marciel (Cristian), Renato Augusto e Malcom (Rildo); Vagner Love
Técnico: Tite

Fonte:      http://www.gazetaesportiva.net/

São Paulo – Brasil – 23:21

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Josy Galvão

Allianz Parque pode mudar de dono

Allianz Parque Palmeiras x Santos Brasileiro 2015
Allianz Parque pode ter novo dono
O Allianz Parque pode ter um novo dono em breve. A construtora WTorre, que é proprietária do estádio em parceria com o Palmeiras, vive crise financeira, acumula dívidas e poderia passar o comando a outra empresa após ter recebido uma oferta. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Segundo a publicação, a companhia não consegue arcar com os fonecedores do estádio e encara pedidos de falência.

O jornal elencou os problemas causados pelo atraso nos pagamentos da Wtaorre. A JBL, encarregada pelo sistema de som, não proporciona mais o serviço, e, em um evento, foi necessário improvisar com caixas de som no campo.

A Tejofan (encarregada da retirada de entulhos) teria pedido a falência da arena por uma dívida de R$ 500 mil. A R Cevellini, do ramo de pisos e revestimos, tomou a mesma atitude e cobra mais: R$ 693 mil. À norte-americana  AEG foi pago R$ 1 milhão, mas o valor em pauta é de R$ 3 milhões.

A nova dona do Allianz Parque poderia ser justamente a AEG, que administra a arena e teria enviado uma proposta para assumir o comando. Da sua parte, a empresa arcaria com as pendências financeiras, que chegariam a R$ 80 milhões.

Procurada pela Folha, a WTorre negou ter recebido oferta pela venda da casa palmeirense e disse ter interesse em manter o negócio.

Boa parte dos seus problemas estão relacionados à Operação Lava Jato. Mesmo que não tenha sido envolvida nas investigações, a construtora tem dificuldade para conseguir financiamentos.

Ainda segundo a Folha, o Palmeiras também se prepara para realizar uma proposta, com o presidente Paulo Nobre buscando reunir investidores. De acordo com o contrato com a WTorre, o clube alviverde assumiria o controle de sua casa exclusivamente apenas em 2044.

Confira, abaixo, nota oficial da WTorre em resposta à matéria da Folha:

O Grupo WTorre esclarece que não recebeu qualquer proposta, não foi procurado e não mandatou nenhuma entidade do mercado financeiro para a venda de sua arena multiuso.
Em menos de um ano de operação, a arena recebeu mais de 1 milhão de pessoas, em shows, jogos de futebol e eventos corporativos, o que só reforça nossa convicção de que o trabalho que vem sendo desenvolvido está no caminho correto.
Em que pese um ambiente macroeconômico deteriorado, a escassez de crédito que limita o desenvolvimento e a expansão dos negócios no País, enfatizamos que não temos nenhuma intenção de nos desfazermos de um ativo no qual investimos mais do que R$ 670 milhões. Investimos tempo e investimos nossos melhores recursos humanos.
A WTorre tem total interesse no negócio e por isso permanece realizando os investimentos necessários para aprimorar continuamente o que já se mostrou ser um empreendimento vencedor e querido pela Torcida palmeirense e pelo público em geral – em que pese a indisposição que alguns membros do próprio clube nutrem em relação à nossa empresa e ao empreendimento.
Apesar de contar com poucos meses de operação, podemos afirmar que a arena é um sucesso de crítica, de público, financeiro e comercial e é natural que desperte muito interesse e atenção.

São Paulo, Agosto de 2015,

WTorre S.A.

Fonte:     http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 01:34

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Josy Galvão

Santos vence Palmeiras nos pênaltis e é campeão Paulista

Robinho comemora com a taça: o Santos é campeão paulista de 2015
Robinho comemora com a taça: o Santos é campeão paulista de 2015
O Santos é o campeão paulista. Depois dos pênaltis, em duelo dramático, o torcedor alvinegro pode gritar à vontade. No tempo normal, o time de Marcelo Fernandes saiu na frente, abriu vantagem com David Braz e Ricardo Oliveira, mas viu o Palmeiras reagir aos 20 minutos do segundo tempo, com Lucas, em um belo passe de Valdivia: 2 a 1. Embalado com seu funk, Robinho foi garçom nos dois gols e depois foi substituído.

Com o placar de 2 a 1, a partida foi para os pênaltis, já que o alviverde foi à Vila Belmiro com o resultado de 1 a 0 conquistado no Allianz Parque.

Vladimir defendeu a cobrança de Rafael Marques, enquanto Jackson bateu na trave. Perfeitos, os donos da casa não erraram e puderam, enfim, comemorar o 21º título no campeonato.

O goleiro também foi decisivo durante o duelo, fazendo duas defesas fundamentais para garantir o título da sua equipe.

Essa foi a sétima final seguida do alvinegro, desde 2009: ganhou quatro vezes e foi vice nas outras três oportunidades. O alviverde, por outro lado, não chegava a uma decisão desde 2008, última vez que foi campeão, em cima da Ponte Preta.

A vitória desta temporada é também a superação do vexame do ano passado, quando o Santos perdeu o título estadual para o Ituano, na época comandado por Doriva, que ganhou nos pênaltis, no segundo confronto.

Para ser campeão, o Santos teve um longo caminho.

Sob nova gestão, de Modesto Roma Jr., o clube passou por algumas mudanças neste ano, como a saída de alguns jogadores por atrasos salariais, como Mena, Arouca, Damião, Aranha e Edu Dracena. Mesmo com a crise financeira, a diretoria apostou em alguns reforços, como Ricardo Oliveira, 34 anos, já menos badalado pela idade. 

No meio do campeonato, o então treinador Enderson Moreira foi demitido, depois de ter alguns conflitos com o elenco. A cúpula alvinegra bancou a efetivação de Marcelo Fernandes, interino na época, que trabalha agora com a ajuda de Serginho Chulapa e amplo apoio dos jogadores. 

O que aconteceu nos 90 minutos:

Hino sem palmeirenses

Uma cena bizarra aconteceu logo no início do clássico: o Palmeiras demorou para entrar em campo, o Santos perfilou, como acontece normalmente, e o hino nacional começou a tocar sem a presença dos jogadores do alviverde. Ao final da música, o time de Oswaldo de Oliveira apareceu, ainda acenou para a torcida e, depois, foi cumprimentar os adversários. Com isso, o segundo duelo da final começou atrasado. Marcado para as 16 horas deste domingo, o confronto teve início às 16h10.

Valdivia sem dor no joelho

O meia chileno era dúvida até minutos antes da partida, pelo menos pelo mistério feito por Oswaldo de Oliveira. Praticamente no primeiro lance do duelo, o jogador tomou um belo chapéu de Renato. Aos 8 da primeira etapa, o atleta tomou cartão amarelo por ter acertado um chute em Chiquinho, após ter cometido falta. Valdivia ficou mais tranquilo, mas sem grandes jogadas. No segundo tempo melhorou, dando assistência para Lucas marcar o gol do Palmeiras.

Robinho recuperado da coxa

Também tinha ficado fora do primeiro confronto, mas se recuperou para a grande decisão. Entrou solto, dando toques de efeito e participando bastante do jogo. Foi fundamental para os dois gols do Santos, de David Braz e Ricardo Oliveira, sendo garçom nos dois lances. Deu até dura em Geuvânio, quando segurou demais a bola.

Garçom

O primeiro gol do jogo saiu aos 29 minutos do primeiro tempo. Em jogada de falta, Lucas Lima cobrou, a zaga palmeirense afastou, Valencia jogou de volta para a área, Robinho recebeu sozinho e tocou com tranquilidade para David Braz, que sem marcação só colocou para dentro da meta adversária. Jogada legal, embora o alviverde tenha ficado esperando o impedimento.

Ricardo Oliveira não perdoa

Aos 47 minutos, Robinho deu um toque de cabeça, a bola sobrou para Ricardo Oliveira, já quase na entrada da área, que ganhou na dividida com Vitor Hugo, ficou cara a cara com Prass e não perdoou.

Dudu expulso e aos prantos

Já no finalzinho da primeira etapa, Dudu se entrelaçou com Geuvânio, perto da área santista, e os dois acabaram expulsos de campo. Irritado com a decisão do árbitro, o jogador alviverde deu um empurrão em Guilherme Ceretta de Lima. Saiu de campo aos prantos, consolado por alguns companheiros.

Intervalo sem vestiário

No meio tempo, o time de Marcelo Fernandes não foi para o vestiário. A equipe ficou descansando dentro de campo, no círculo central, com acompanhamento dos médicos e auxiliares.

Vladimir, a muralha

O goleiro santista voltou do intervalo e fez duas grandes defesas. Cleiton Xavier, que entrou no lugar de Robinho no segundo tempo, cobrou escanteio, Rafael Marques deu de cabeça e Vladimir parou a bola na linha do gol. Minutos depois, Zé Robertou mandou um chute de fora, no ângulo direito do defensor, que conseguiu chegar para espalmar e impedir o gol do alviverde.

Fim do milagre, reação alviverde

Pouco tempo depois de ser muralha, Vladimir não conseguiu evitar a reação do Palmeiras. Valdivia deu um belo passe para Lucas, decisivo nas fases finais do Paulista, marcar o primeiro da equipe. 2 a 1.

Protesto Rede Globo

Os santistas se manifestaram mais uma vez contra a Rede Globo. Nas arquibancadas, não foi diferente: “Chupa, Rede Globo, é o meu Santos na final de novo”. A música também tinha sido cantada nos minutos finais do confronto contra o São Paulo, na semifinal. Nesta edição da competição, o Santos teve apenas dois jogos transmitidos em TV aberta – o Palmeiras teve seis, o São Paulo, 11, e o Corinthians, 15.

Palmeiras com nove em campo

O Palmeiras ficou com nove jogadores em campo, aos 31 minutos do segundo tempo. Victor Ramos foi expulso após fazer falta em Ricardo Oliveira na entrada da área. Logo em seguida, Oswaldo de Oliveira tirou Valdivia e colocou Jackson.

Gol anulado

O time de Oswaldo fez o segundo, aos 43 minutos, mas o gol foi anulado pelo árbitro, corretamente, já que Amaral estava em posição de impedimento no momento que tocou a bola para as redes.

O milagre de Prass

Depois das grandes defesas de Vladimir, foi a vez de Fernando Prass. Aos 44 do segundo tempo, ele ficou cara a cara com Ricardo Oliveira e conseguiu evitar o terceiro e salvar o Palmeiras.

Campanha do Santos no Paulista:

Finais:
Santos 2 x 1 Palmeiras
Palmeiras 1 x 0 Santos

Semifinal:
Santos 2 x 1 São Paulo

Quartas de final:
Santos 3 x 0 XV de Piracicaba

Fase de grupo:
Santos 2 x 0 Rio Claro
Corinthians 1 x 1 Santos
Santos 2 x 2 São Bento
Ponte Preta 3 x 1 Santos
Santos 1 x 0 Audax
Marília 1 x 4 Santos
Santos 2 x 1 Palmeiras
Botafogo 0 x 3 Santos
Santos 4 x 2 Linense
Portuguesa 1 x 3 Santos
São Bernardo 0 x 1 Santos
Santos 0 x 0 São Paulo
Santos 2 x 1 Red Bull
Mogi Mirim 0 x 0 Santos
Santos 3 x 0 Ituano

FICHA TÉCNICA:
SANTOS (4) 2 x 1 (2) PALMEIRAS

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 3 de maio de 2015, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Alex Ang Ribeiro
Público: 14.662 espectadores
Renda: R$ 1.555.280,00
Cartões amarelos: Valencia e David Braz (Santos); Valdivia, Gabriel e Lucas (Palmeiras)
Cartões vermelhos: Geuvânio (Santos); Dudu e Victor Ramos (Palmeiras)
Gols:
Santos: David Braz, aos 29 minutos do primeiro tempo, e Ricardo Oliveira, aos 43 minutos do primeiro tempo
Palmeiras: Lucas, aos 19 minutos do segundo tempo
Pênaltis:
Palmeiras: Cleiton Xavier (gol), Rafael Marques (goleiro), Jackson (trave) e Leandro Pereira (gol)
Santos: David Braz (gol), Gustavo Henrique (gol), Victor Ferraz (gol) e Lucas Lima (gol)

SANTOS: Vladimir; Victor Ferraz, Werley (Gustavo Henrique), David Braz e Chiquinho; Valencia (Leandrinho), Renato e Lucas Lima; Geuvânio, Robinho (Cicinho) e Ricardo Oliveira
Técnico: Marcelo Fernandes

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Zé Roberto; Gabriel (Amaral) e Robinho (Cleiton Xavier); Rafael Marques, Valdivia (Jackson) e Dudu; Leandro Pereira
Técnico: Oswaldo de Oliveira

Fonte: http://espn.uol.com.br/

São Paulo – Brasil – 21:57

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Josy Galvão

O ex-goleiro Marcos é internado em São Paulo

O ex-goleiro Marcos: aposentadoria anunciada em 2012

O ex-goleiro Marcos: aposentadoria anunciada em 2012 (Felipe Cotrim/VEJA.com)

O ex-goleiro Marcos, do Palmeiras, foi internado no Hospital São Luiz, em São Paulo, com quadro de infecção causada por uma alergia. Marcos passa por exames e um boletim médico deverá ser divulgado sobre o seu estado de saúde – que não é considerado grave – ainda nesta terça-feira.

Aos 41 anos, o ex-goleiro esteve no novo estádio do Palmeiras no último domingo e acompanhou a derrota para o Corinthians por 1 a 0. Ele se aposentou em 2012 e, entre outros títulos, conquistou a Copa Libertadores da América de 1999 com o Palmeiras e a Copa do Mundo de 2002 com a seleção brasileira.

Fonte: http://veja.abril.com.br/

São Paulo – Brasil – 22:27

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Josy Galvão

Corinthians supera a expulsão de Cássio e vence o Palmeiras

Danilo, do Corinthians, comemora seu gol - Partida entre Palmeiras e Corinthians, válido pelo Campeonato Paulista, no estádio Allianz Parque, em Perdizes, na zona oeste de São Paulo, neste domingo (8)

Danilo, do Corinthians, comemora seu gol – Partida entre Palmeiras e Corinthians, válido pelo Campeonato Paulista, no estádio Allianz Parque, em Perdizes, na zona oeste de São Paulo, neste domingo (8) (Rivaldo Gomes/Folhapress)

A única torcida a comemorar no Palestra Itália neste domingo foi a do Corinthians. Mesmo com a expulsão do goleiro Cássio no início do segundo tempo, a equipe alvinegra sustentou a vantagem construída com gol de Danilo antes do intervalo e derrotou o Palmeiras em sua própria e modernizada arena, a qual o time de Itaquera não visitava desde a década de 1970.

Com a nova casa bem arrumada – ao menos por dentro, já que o entorno do estádio havia se tornado uma praça de guerra instantes antes do apito final -, o Palmeiras iniciou bem o jogo. Aparentemente mais ligado do que o adversário, o mandante rapidamente construiu a primeira boa jogada. Aos dois minutos, Allione costurou a defesa pelo lado esquerdo e cruzou para Leandro Pereira se antecipar a Gil e desviar para fora.

O domínio palmeirense foi se desfazendo aos poucos. Aos dez minutos, o Corinthians já tinha equilibrado as ações e também rondava a área ofensiva. Cinco minutos depois, em forte arremate do lateral direito Edílson, Fernando Prass espalmou para o lado direito e viu Guerrero, livre de marcação – mas impedido -, concluir para a rede. O assistente percebeu a condição irregular, e o árbitro invalidou o que teria sido o primeiro gol do Derby no reformado estádio.

Também não foi dos pés do corintiano Bruno Henrique, que não venceu Fernando Prass e a trave direita, nem do palmeirense Vitor Hugo, que obrigou Cássio a prensar a bola também contra a trave para impedir que ela entrasse. Mas começou, sim, nos pés do próprio Vitor Hugo a jogada que abriria o placar. Aos 32 minutos, o zagueiro recuou com pouca força para Fernando Prass. Petros ficou com a bola e a rolou para Danilo, de carrinho, balançar a rede.

O golpe não foi bem absorvido pelo Palmeiras. Melhor para o Corinthians, que quase ampliou a vantagem aos 39 minutos. Após cobrança de falta de Edílson com efeito, Danilo desviou de cabeça rente à trave esquerda de Fernando Prass. O último susto para a torcida palmeirense na primeira etapa foi outro recuo perigoso de Vitor Hugo, desta vez de cabeça, bem efetuado.

No intervalo, Oswaldo de Oliveira atendeu aos pedidos da torcida e colocou Dudu no lugar de Maikon Leite. Mas foi outra alteração que definitivamente mudou o jogo: Walter, goleiro reserva do Corinthians, substituiu Guerrero após expulsão de Cássio por cera – o camisa 12 recebeu amarelo no começo do segundo tempo, insistiu em retardar a reposição de bola e acabou levando o vermelho. Imediatamente, o treinador palmeirense também tirou o volante Amaral para pôr Alan Patrick.

Com um a mais, o Palmeiras teve a bola, porém somente a agilidade de Dudu não bastava. Tanto que, aos 32 minutos, o Corinthians só não fez o segundo porque, depois de atravessar todo o campo, Mendoza parou no braço de Fernando Prass. A melhor chance palmeirense saiu três minutos depois. Lucas recebeu cruzamento com liberdade e, cara a cara com Walter, finalizou no pé esquerdo do reserva corintiano. A partir daí, foi só desespero. Da torcida mandante.

Fonte: http://veja.abril.com.br/

São Paulo – Brasil – 19:27

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Josy Galvão

Zé Roberto: “Jogar na Alemanha ajudou meu preparo físico”

A disposição do ex-jogador da Seleção Brasileira impressiona nos treinamentos

O veterano Zé Roberto chegou ao Palmeiras com status de titular absoluto dentre as várias contratações do Alviverde. Com as experiências acumuladas em mais de duas décadas de profissional, o versátil jogador pode atuar em alto nível, seja na lateral ou no meio-campo. O jogador revelou como as passagens pelo Real Madrid e especialmente por clubes alemães ajudaram a planejar melhor sua carreira.

Em entrevista ao canal Fox Sports, Zé Roberto explicou que o profissionalismo europeu permitiu que o peso da idade não atrapalhasse seu desempenho.

“Essa minha longevidade se deu por conta do profissionalismo que tive de base, e logo que comecei a colocar em prática. Foram muitas coisas que aprendi na Alemanha, jogando na Europa”, disse ex-jogador de Bayer Leverkussen (1998-2002), Bayern de Munique (2002-2009) e Hamburgo (2009-2011).

“Claro que isso tudo me deu uma estabilidade e fez com que eu no decorrer desses anos pudesse chegar aos 40 anos jogando. 40 para mim é somente um número. Aos 40 anos posso jogar em alto nível”

“Os melhores momentos da minha carreira experimentei depois dos 30. Isso que me motiva a continuar fazendo o que mais gosto, que é jogar futebol”, revelou Zé Roberto.

Fonte: http://www.goal.com/

São Paulo – Brasil –22:20

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Josy Galvão

Novo Palmeiras estreia com vitória sobre Audax

Zé Roberto, do Palmeiras, em lance contra o Audax, durante partida válida pela 1ª rodada do torneio paulista, realizada no Estádio Allianz Parque

Zé Roberto, do Palmeiras, em lance contra o Audax, durante partida válida pela 1ª rodada do torneio paulista, realizada no Estádio Allianz Parque (J. F. Diorio/Estadão Conteúdo/VEJA)

Estádio novo, elenco renovado, mais dinheiro nos cofres e uma mentalidade vencedora fizeram o torcedor do Palmeiras se empolgar, a espera de ver se no campo as coisas também melhoravam. Neste sábado, o primeiro sinal foi positivo. Jogando em casa em uma partida cujo mando de campo era do rival, o Palmeiras venceu na estreia do Paulistão, fazendo 3 a 1 no Audax, graças a boa atuação no primeiro tempo. Leandro Pereira, Maikon Leite e Robinho fizeram um gol cada, mas Allione foi o craque da partida, com duas assistências e grande atuação.

O jogo aconteceu no Allianz Parque porque o Audax, que tem sua sede em São Paulo, fez um acordo com o Palmeiras, prometendo deixar com o clube alviverde boa parte da renda do jogo. O dinheiro que lhe cabe deve ser utilizado para pagar a taxa cobrada pela Federação Paulista de Futebol (FPF) para se transferir de cidade – irá para Osasco.

Fonte: http://veja.abril.com.br/

São Paulo – Brasil – 23:48

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Josy Galvão